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Regiões de plantio no Rio Grande do Sul

A cultura do milho tem para o Estado significativa importância sócio-econômica ocupando aproximadamente 27% do total das áreas semeadas com cultivo de grãos de primavera-verão, estando presente em 380.656 propriedades rurais (Censo Agropecuário de 1985), das quais 78% têm menos de 50 ha. O Rio Grande do Sul semeou, em média, no último quinquênio, uma área de 1,669 milhão de ha, com produtividade média de 2.698 Kg/ha.

Os maiores produtores, no Estado, são as regiões do Alto Uruguai, Encosta Superior e Inferior do Nordeste e nas Encostas da Serra do Sudeste. Porém o milho é uma cultura que encontra possibilidades de cultivo em uma ampla faixa de condições climáticas.

No Rio Grande do Sul, em geral, o regime térmico atende às suas exigências, sendo a deficiência hídrica provocada por períodos de estiagens irregulares o fator mais limitante para obtenção de altos rendimentos de grãos. As maiores limitações à aptidão climática da cultura do milho são impostas pelas deficiências hídricas, que ocorrem normalmente no sudoeste do Estado (Baixo Vale do Uruguai, Campanha, Litoral Sul e Parte da Serra do Sudeste e da Depressão Central).

O zoneamento agroclimático da cultura do milho no Estado leva em conta a soma de graus -dia e a deficiência hídrica acumulada, indicando áreas preferenciais, toleradas e marginais. Por ser uma cultura produzida em todo o Estado o zoneamento contempla todos os municípios, mesmo o de regiões não indicadas para o cultivo.