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Variedades para Industrialização

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É excepcionalmente complexo o estudo das variedades de oliveira, pois é uma planta cultivada há muitos séculos e em muitos países da Ásia, Europa e África, e mais recentemente na América e Oceania. A disparidade das ecologias em que a cultivam, os trabalhos culturais e de seleção provocaram o aparecimento de muitas variedades.

Arauco: Parece ser originária de Sevilha, Espanha. Apresenta duas finalidades: conserva e azeite. Grande porte e crescimento, copa globosa, robusta, verde-pálida. É auto-estéril, para ser fecundada precisa do pólen de oliveira de outra variedade (por exemplo, Arbequina). Há registro de olivais com mais de 20 anos, onde a produção é de 400 kg/planta. Já na Argentina plantas de 12 anos produzem, em média, 50 kg/planta.

Arbequina: Apropriada a produção de azeite. É originária da Espanha. Desenvolvimento vigoroso, copa aberta e globosa, resiste a solos alcalinos. É autofértil e serve como doadora de pólen para Arauco. As grandes safra começam aos seis anos, podendo-se colher mais de 200 kg/planta.

arbeni.1.gif (9805 bytes) Foto: Arbequina

Ascolana: Variedade produtora de azeitonas para conserva. É proveniente da Itália. fecundação irregular e a produção não é grande (30 a 50 kg/planta).

Galega Grado e Miuda: Comum em Portugal e produzem muito azeite e de ótima qualidade. As árvores são muito vigorosas e frutificam abundantemente quase todo o ano. bastante rústica.

Frantoio: Apropriada à produção de azeite. bastante cultivada na Itália, Marrocos, Argentina. Árvore rústica e vigorosa, autofértil. Na Argentina há registros de 230 kg/planta.

Lecino: Dupla finalidade. Árvore de porte médio, vigorosa e rápido desenvolvimento.

leche.gif (8670 bytes) Foto: Lecino