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Fechamento de vidros

Após o enchimento, os vidros são transportados para o fechamento em recravadeiras.
As tampas de metal, internamente envernizadas e providas de anéis vedantes, podem ser aplicadas nos vidros, os quais possuem um acabamento na borda que permite o fechamento hermético e a subseqüente esterilização do espaço livre. As tampas são assentadas manual ou mecanicamente e depois apertadas sobre as bordas dos vidros.
Existem tampas de roscas, cujo vedamento é feito por uma gaxeta de borracha que repousa na borda do recipiente. O material da gaxeta precisa ceder, ter bastante elasticidade, não quebrar ou amolecer durante a esterilização, nem ressecar e ficar poroso durante o armazenamento.

Exemplo de gaxeta

Um outro tipo de fechamento, muito utilizado industrialmente, é o sistema em que a tampa é aplicada ao frasco, enquanto o espaço vazio é preenchido por um jato de vapor, que expulsa o ar residual de dentro da embalagem.
Quando a injeção de vapor não é feita no fechamento, é necessária a esterilização do espaço 
livre e resfriamento suficiente para formar um vácuo parcial, seguido de um resfriamento progressivo, tão rápido quanto possível, evitando o choque térmico.
Um dos sistemas mais comuns para esterilização do espaço de cabeça é a inversão, utilizada em processos que envolvem o enchimento à quente, sem um posterior processamento térmico,tais como na fabricação de geléias.
Alguns produtos embalados em vidro são: