|
Faculdade
de Direito| Programa de Pós
Graduação em nível de
Mestrado |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Nome da Disciplina: Bioética
e Direito |
Código: MES47 |
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Área Temática: Direito |
Área de Concentração:
Direitos Humanos |
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Linha de Pesquisa: |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Créditos: 3.0 |
Horas/ Aula: 45h |
Ano/ Semestre: 2011/2 |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Professora Responsável: Professora
Doutora Márcia Santana Fernandes marcia_fernandes@unirritter.edu.br Professores Colaboradores: Professora Doutora Judith
Martins-Costa Professor Doutor
José Roberto Goldim |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Ementa |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
A proposta desta
disciplina é estabelecer a interface entre a
Bioética e o Direito, por meio de uma
abordagem interdisciplinar. Em
específico esta disciplina tratará de
temas Bioéticos
e sua relação com os Direitos
Humanos e o estudo de conceitos fundamentais de
Direito Privado – por exemplo personalidade e
autonomia privada, poder negocial e princípio
da boa-fé objetiva, patrimônio e
propriedade, relação e
situação jurídica. O conceito de
pessoa e sua normatividade. A dimensão
patrimonial da pessoa – aspectos técnicos. A
dimensão existencial da pessoa –
aproximações éticas. A
idéia de bem e de objetivação no
Direito. A juridicização e os fatos
jurídicos. |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Objetivos: |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
·Aperfeiçoar
aspectos relacionados ao método
interdisciplinar, como instrumento de
ampliação e aperfeiçoamento do
processo criativo e na prática da
docência no ensino superior. ·
Estudar temas
relacionados a Bioética e ao Direito ·Auxiliar no
desenvolvimento da produção
acadêmica de dissertações de
mestrado |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Cronograma
e Método de aula |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
O cronograma da
disciplina está discriminado em documento
anexo. |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Aspectos
Metodológicos |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
BASE
METODOLÓGICA: A
abordagem interdisciplinar é a melhor forma,
se não a única, que poderá
conduzir o estudo de temas e problemas impostos
pelos avanços tecnológicos e
científicos. A interdisciplinaridade,
considerada como estrutura metodológica da
Bioética, permite analisar as
situações e os problemas éticos
de forma abrangente, verificando todas as
perspectivas envolvidas e todas as linguagens de
compreensão de cada disciplina. A
Bioética cria um espaço de
reflexão, conclamando os filósofos, os
pesquisadores e os cientistas - pensadores
profissionais, como denominou Hannah Arendt -
a uma discussão não puramente
teórica e acadêmica, mas sim conectada
à realidade e aos seus problemas
práticos. MÉTODO
DE AULA: Entre as técnicas para a disciplina,
destacam-se: (i) aula expositiva
(apresentação de um tema logicamente
estruturado) e de estudo de casos; (ii)
elaboração de seminários de
temas centrais, previamente selecionados pelo
professor, visando a elaboração do
conteúdo de forma autônoma e
organizada. Esta atividade busca aprimorar
também a preparação e a
apresentação de aulas em nível
de pós-graduação; (iii) centros
de interesse (estabelecer associações
do meio profissional com a parte teórica
sobre ética); (iv) troca de
experiências com outros profissionais (receber
visitantes e visitar); (v) trabalho em grupo
(oferecer oportunidades de estabelecer troca de
idéias e de ideais). Referencias
específicas a metodologia [estão
também ao final] BAQUERO,
M. Pesquisa
quantitativa nas Ciências Sociais. Porto
Alegre: Editora da UFRGS, 2009 BORDIN,
L.. Análise
de Conteúdo. São Paulo:
Edições 70 LTDA/ Almedina Brasil, 2011 GREENHALGH,
T. Como ler
artigos científicos. Porto Alegre:
Editora Artmed, 2008. GIL, ANTONIO CARLOS. Como Elaborar
Projetos de Pesquisa, 4°Ed., São
Paulo: Editora Atlas, 2002. GOLDIM,
J. R. . Manual
de Iniciação em Pesquisa em
Saúde. 1. ed. Porto Alegre: DACASA, 1997.
221 p. RICHARDSON,
R. J. e col. Pesquisa Social:
Métodos e Técnicas, São
Paulo: Editora Atlas, 1989 STAKE, Robert. A arte da
investigação com estudos de caso.
Lisboa: Calouste, 2007. |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Atividades
Discentes: |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
·
I
– Desenvolvimento de pesquisa; ·
II
- Elaboração e
apresentação de seminário ·
III
– Elaboração de artigo
acadêmico, relacionado ao tema do
seminário apresentado, com qualidade para
possível publicação. |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Avaliação:
O
instrumento de avaliação será
objetivamente o seguinte:
Os
trabalhos escritos serão corrigidos e
entregues pessoalmente aos alunos em reunião,
a ser marcada pelo professor, até o dia 15 de
dezembro de 2011. Os
critérios de pontuação do
seminário e do artigo são os
seguintes:
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Referências
Básicas |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Comparato, F. K. A
afirmação histórica dos
direitos humanos. São Paulo: Saraiva,
2003. Edelman, B. La personne en
danger. Paris: Presses Universitaires de
France, 1999. GOLDIM, J.R. Bioética.
Disponível em: www.bioetica.ufrgs.br.
Acessado em 09 de maio de 2010. Jonas, H. Ética,
medicina e ética. Lisboa:
Vega-Passagens, 1994. MARTINS-COSTA, J. e MÖLLER, L. L
(org.). Bioética
e Responsabilidade, Rio de Janeiro:Forense,
2009. O´Neill, O. Autonomy and
trust in bioethics. Cambridge: Cambridge
University, 2002. _________. Em
direção à justice e à
virtude – uma exposição
construtivista do raciocínio
prático. São Leopoldo: Editora
Unisinos, 2005. POST, S.G. Encyclopedia
of Bioethics. 3 Ed. Detroid: Maxmillan
Reference, 2004. |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Referências
Complementares: |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Abbagnamo,
N. Dicionário
de filosofia. São Paulo: Martins
Fontes, 2000. Alves, C. A.
Embrião humano: proposição de
um estatuto jurídico no direito privado
brasileiro. In: Nicolau Junior
M. Novos
direitos. Curitiba: Juruá, 2007. p.
81-132. Alves, C. A. Embrião
humano: diretrizes para um estatuto
jurídico no Direito Privado.
Dissertação (mestrado) - Programa de
Pós-Graduação em Direito,
Faculdade de Direito, Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, Porto Alegre, 2005. Andorno, R. La distinction
juridique entre les personnes et les choses:
À l`'épreuve des procréations
artificielles. Paris: LGDJ, 1997.
(Bibliothèque de Droit Privé) Andorno, R. La notion de
dignité humaine est-elle superflue en
bioéthique. [França]:
Madrier, 2008. <http://www.contrepointphilosophique.ch/Ethique/Sommaire/Sommaire.html>.
Acesso em: 14 abr. 2008. Apel, K.-O.
Epílogo. ¿Límites de la
ética discursiva? In: Cortina,
A. (Ed.). Razón
comunicativa y responsabilidad solidaria. Salamanca: Sígueme, 1995.
Epílogo. p. 233-262. Arras, J. Getting down to cases: the
revival of casuistry in bioethics. In: Jecker, N.
A. S.; Jonsen,
A. R.; Pearlman,
R. A. (Ed.). Bioethics:
an introduction to the history methods, and
practice. London: Jones and Bartlett Publishers,
2007. p. 175-182. ASCENÇÃO, José
de Oliveira (Coord.). Estudos de direito da bioética/ volume
II. Coimbra: Almedina, 2008. v. 2 ISBN
978-972-40-3141-5 ASCENÇÃO,
José de Oliveira. A Terminalidade
da Vida, p. 422-445, in MARTINS-COSTA, J.
e MÖLLER, L. L (org.). Bioética
e Responsabilidade, Rio de Janeiro:Forense,
2009. ASCENSÃO,
José de Oliveira. Os Direitos de
Personalidade no Código Civil Brasileiro. Revista
Forense, Rio de Janeiro, v. 342, abr./jun.
1998. ASCENSÃO,
José de Oliveira. Os direitos da pessoa e a
Parte geral do direito civil. ASHTON-PROLLA,
P.; CLAUSELL, N. ; FERNANDES, M.S. ; MATTE ;
BITTELBRUNN, A.; HEMESATH, M.P.; KUCHEMBERCKER, R. ;
GOLDIM JR . Biobanco
Do Hospital de Clínicas de Porto Alegre:
Aspectos Técnicos, Éticos,
Jurídicos e Sociais. Revista do
HCPA & Faculdade de Medicina da Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, v. 29, p. 74-79,
2009. Bandman, E. L.; Bandman,
B. (Ed.). Bioethics
and human rights. Boston: Little, Brown and
Companyed, 1978. Barreto, V. D. P.
Multiculturalismo e direitos humanos: um conflito
insolúvel? In: Baldi, C.
A. (Ed.). Direitos
humanos na sociedade cosmopolita. São
Paulo: Renovar, 2004. p. 279-308. Bellino, F. Fundamentos da
bioética. Bauru: EDUSC, 1993. Bermudez, J. A. Z.
O Acordo TRIPS da OMC e os desafios para a
saúde pública. In: Bermudez,
J. A. Z. (Ed.). Acesso a
medicamentos: derecho fundamental: papel del
Estado. Rio de Janeiro: ENSP, 2004. p. 69-90. Bertalanffy, L. V. Teoria geral
dos sistemas. Brasília:
Vozes, 1975. BEAUCHAMP, T.
L., CHILDRESS, J.
F. Princípios de
ética biomédica. São Paulo:
Edições Loyola, 2002. BAQUERO,
M. Pesquisa
quantitativa nas Ciências Sociais. Porto
Alegre: Editora da UFRGS, 2009 Bioethics, N. C. O. The ethics of
patenting DNA: a discussion paper. London:
Nuffield Council on Bioethics, 2002. BORDIN,
L.. Análise
de Conteúdo. São Paulo:
Edições 70 LTDA/ Almedina Brasil, 2011 Bioethics and patent law. WIPO Magazine,
Geneva, v. 3, 2006 Disponível em: <http://www.wipo.int/wipo_magazine/en/2006. Acesso em: 20 ago. 2007. BRASIL. Código
civil brasileiro: Lei 10. 406, de 10 de
janeiro de 2002. Brasília, 2002. BRASIL. Conselho
Nacional de Pesquisa. Resolução
196, de 10 de outubro de 1996. Brasília,
1996. BRASIL.
(Constituição 1988). Constituição
da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília,
1988. Brasil. Lei de
biossegurança:
Lei nº 11.105 2005. DOU, Brasília, 28
mar. 2005. Brasil. Regulamentação
da Lei de biossegurança: Decreto 5.591
2005. DOU, Brasília, 23 nov. 2005. BRASIL. Lei de
Transplante de Órgão . Lei n.
9.434. de 4 de fevereiro de 1997. Brasília,
2007 e a Lei n.10.211 de 23 março de 2011. BRASIL. Lei
de Pesquisa . Lei n. 9.434. de 4 de fevereiro
de 1997. Brasília, 2007. BRANCO,
Gerson Luiz Carlos. Função
social dos contratos: interpretação
à luz do Código Civil. São Paulo:
Saraiva, 2009. p. 328 Burley, J.; Harris J.
(Ed.). A
Companion to Genethics. Oxford: Blackwell,
2002. CACHAPUZ,
Maria Claudia. Intimidade e vida privada no novo
Código Civil brasileiro. Porto Alegre, Sergio
Fabris, 2006. CAPELO DE
SOUZA, Rabindranath V. A. O Direito Geral
da personalidade. Coimbra: Coimbra Editora,
1995. Caruso, D. Someone (other than you)
may own your genes. The New York Times, New York, 28 Jan.
2007. Disponível
em:
<http://www.nytimes.com/2007/01/28/business/yourmoney/28reframe.html>.
Acesso em: 28
jan. 2007. Carvalho, N. P. The problem of gene
patents. Washington
University Global Studies Law Review,
Washington, v. 3, n. 3, p. 701-753, 2004. Casabona, C. M. R. El derecho y
la bioética ante los límites de la
vida humana. Madrid: Editorial Centro de
estudos Ramón Areces, 1994. CEZAR, D.. Obrigação
de fornecimento de medicamentos após a
conclusão de pesquisa. Tese
(Doutorado em Programa de
Pós-Graduação em Direito) -
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2009. Chapman, A. R. The human rights
implications of intellectual property protection. Journal of
International Economic Law, [England], v. 5,
n. 4, p. 861-882, Dec. 2002. Childress, J. F. A principle-based
approach. In: Kuhse, H.;
Singer,
P. (Ed.). A Companions to
Bioethics.
Oxford: Blackwell, 2001. p. 72-79. CLAUDE,
R. P.; ANDREOPOULOS, G. J. Educação
em Direitos Humanos para o século XXI. São Paulo: EdUSP, 2007. Comparato, F. K. Ética:
direito, moral e religião no mundo moderno.
São Paulo: Companhia das Letras, 2006. Conselho Federal de
Medicina. Resolução
CFM 1957/2010. http://www.bioetica.ufrgs.br/biorepr.htm
Acessado em 14 de agosto de 2011 Correa, C. M. Le
plan d'action dans le domaine des brevets sert-il
les intérêts des pays en
développement? In: Remiche,
B. (Ed.). Brevet,
innovation et intérêt
général: le brevet: pourquoi et
pour faire quoi? Bruxelles: Larcier, 2007. p.
77-101. Council
for International Organizations of Medical Sciences
- Cioms. International
ethical guidelines for biomedical research
involving human subjects. Geneva, 2002. Council
of Europe. Convention for
the protection of human rights and dignity of the
human being with regard to the application of
biology and medicine: convention on human
rights and biomedicine. Oviedo, 1997. CUNHA, Alexande dos Santos. A normatividade
da pessoa humana: o estatuto jurídico da
personalidade e o código civil de 2002. Rio de
Janeiro: Forense, 2005. xi, p.115 Doyal, L.; Tobias, J.
S. Informed
consent in medical research. London: BMJ
Books, 2001. Dutfield, G. Intellectual
property rights, trade and biodiversity.
London: Earthscan, 2000. Dworkin, R. Sovereign
virtue the theory and practice of equality.
London: Harvard University, 2002. East
of England Stem Cell Network. Legal and
Intellectual property dimensions of stem cell
research. Cambridge, 2006. EDITORIAL: La declaración universal
sobre bioética y derechos humanos adoptada
por la UNESCO. Revista de
Bioética y Derecho, Barcelona, n. 6,
mar. 2006 Disponível em:
<http://www.ub.es/fildt/revista/pdf/RByD6_Editorial.pdf>.
Acesso em: 20
mar. 2006. EDELMAN,
Bernard. La dignité de la personne humaine, un
concept nouveau. In La personne en danger, Paris, PUF,
1999. Egesntec. Human embryo
research: european group on ethics in science
and new technologies to the European Commission -
EGESNTEC. Brussels: European Commission, 23 Nov.
1998. Egesntec. Ethical
aspects of human stem cell research and use:
opinion 15: European Group on Ethics in Science and
New Technologies to the European Commission -
EGESNTEC. Paris, 2002. Egesntec. Opinion on
ethical aspects of patenting inventions involving
human stem cells: opinion n. 16: European
Group on Ethics in Science and New Technologies to
the European Commission - EGESNTEC. Luxembourg, 7 May 2002. Engels, E.-M. O
desafio das biotécnicas para a ética e
a antropologia. Veritas, Porto Alegre, v. 50, n. 2, p.
205-228, 2004. ESTADOS UNIDOS
DA AMÉRICA. Nbac. The
National Bioethics Advisory Commission (NBAC). Ethical and
policy issues in research involving human
participants. Washington, D.cD, 2001. Evans v. the
United Kindom Application no. 6339/05: Corte
Europeia de Direitos Humanos. Estrasburgo: Tribunal
Europeu dos Direitos Humanos, 2006. FERNANDES, M.S.
Uma
Abordagem Jurídica e Bioética sobre
as Patentes Envolvendo Células-Tronco.
Tese (Doutorado em Direito) - Faculdade de Direito,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto
Alegre, 2008. FERNANDES, M.S.
Células-tronco e as patentes. Revista do
HCPA & Faculdade de Medicina da Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, v. 28, p.
168-176, 2008. FERNANDES, M.S..
FERNANDES, C.F.; Goldim JR . Autoria, Direitos
Autorais e produção científica:
aspectos éticos e legais. Revista do
HCPA & Faculdade de Medicina da Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, v. 28, p. 26-32,
2008. FERNANDES, M.S.
Uma Abordagem Jurídica e Bioética
sobre as Patentes Envolvendo Células-Tronco.
In: Judith Martins-Costa; Letícia Ludwig
Möller. (Org.). Bioética
e Resposabilidades. 1 ed. Rio de Janeiro:
Editora Forense, 2009, v. , p. 235-298. FERNANDES,
M. S. Células-Tronco Humanas e as Patentes. Revista do
Hospital de Clinicas de Porto Alegre (Rev. HCPA).
Porto Alegre: Hospital de Clinicas de Porto Alegre, 28
(3):168-76, 2008. Acesso:
<http://www.seer.ufrgs.br/hcpa>. FERNANDES,
M. S. Uma
aborgabem juridical e Bioética sobre as
patentes envolvendo células-tronco humanas. In:
MARTINS-COSTA, J. e MÖLLER, L. L.(Og.) Bioética
e Responsabilidade. Rio de Janeiro: Editora
Forense, 2009. p. 235-298. FERNANDES,
M.S.. ASHTON-PROLLA, P.; MATTE,U.; MEURER, L.;
OSVALDT, A.; BITTELBRUNN, A.C.; SCHLATTER, R.;
PEREIRA DA SILVA, F. M.; CLAUSELL,N.; GOLDIM, J.R..
A normativa do Hospital de Clinicas de Porto Alegre
para o armazenamento e utilização de
materiais biológico humanos e
informações associadas em pesquisa:
uma proposta interdisiciplinar. Revista do HCPA 2010;
30(2):169-179. Acesso em
<http://www.hcpa.ufrgs.br/content/view/>) FERNANDES, M.S.. Bioética
e Tecnologias
Emergentes, p. 175-180, in IMA,
Taisa Maria Macena de; SÁ, Maria de
Fátima Freire de; MOUREIRA, Diogo Luna
(Coord.). Direitos
e fundamentos entre vida e arte. Rio de
Janeiro: Lumen Juris, 2010. FERNANDES,
Márcia Santana; FERNANDES, C. F. ; PROTAS, Júlia ;
GOLDIM, J. R. . Aspectos
éticos, jurídicos e
metodológicos na pesquisa envolvendo o uso
de álcool e. In: Flavio Pechansky,
Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte, Raquel
Brandini De Boni. (Org.). Uso de bebidas
alcoólicas e outras drogas nas rodovias
brasileiras e outros estudos. 1 ed. Porto Alegre:
SENAD, 2010, v. 1, p. 24-31. FERNANDES, Márcia
Santana ; FERNANDES, C. F. ; PROTAS, Júlia ;
GOLDIM, J. R.. Ethical, legal
and methodological aspects of research on the use
of alcohol and other drugs. In: Flavio
Pechanski; Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte;
Raquel Brandini De Boni. (Org.). Use of alcohol and
other drugs in brazilian roads and other studies. 1
ed. Porto Alegre: National Secretariat for Drug
Policies, 2010, v. 1, p. 24-31. Ferraz
JUNIOR,
T. S. Introdução
ao estudo do direito. São
Paulo: Atlas, 1994. Fisher, W. Theories of intellectual
property. In: Munzer, S.
R. (Ed.). New essays in the legal and political
theory of property. Cambridge:
Cambridge University, 2001. p. 168-200. Fraisseix, P. La protection de la dignité de
la personne et de léspècie humaines
dans le domaine de la biomédecine:
l´exemple de la Convention d´Oviedo. Revue
International de Droit Comparé, Lyon, n. 2,
p. 372-413, 2000. Gadamer, H.-G. Reason in the
age of science. London: The MIT, 2001. GIL, A.C. Como Elaborar
Projetos de Pesquisa, 4°Ed., São
Paulo: Editora Atlas, 2002. Goldim, J. R. Bioética
e ética na ciência. Porto
Alegre: UFRGS, [200-]. Disponível em:
<http://www.bioetica.ufrgs.br>.
Acesso em: 20 maio 2004. Goldim, J. R.
Bioética e interdisciplinaridade. Educação,
Subjetividade & Poder, Porto Alegre, v. 4,
p. 24-28, 1997. Goldim, J. R.
Bioética: origens e complexidade. Revista HCPA,
Porto Alegre, v. 26, n. 2, p. 86-92, 2006. Goldim, J. R. O
consentimento informado e a
adequação de seu uso na pesquisa em
seres humanos. Tese (Doutorado em Medicina) -
Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, Porto Alegre, 1999. Goldim, J. R. O
consentimento informado numa perspectiva além
da autonomia. Revista da
Amrigs, Porto Alegre, v. 46, n. 3-4,
p.109-116, jul./dez. 2002. Goldim, J. R. O
uso de drogas ainda experimentais em
assistência: extensão de pesquisa, uso
compassivo e acesso expandido. Revista Panamericana de Salud
Pública / Pan American Journal of Public
Health, Washington, v.
23, n. 3, p. 198-206, 2008. GOLDIM,
J.R. A valiação ética da
investigação científica de novas
drogas: a importância da
caracterização adequada das fases da pe.
Revista HCPA, Porto
Alegre, v.27,n.1, p.66-73, 2007. <http://seer.ufrgs.br/hcpa/article/view/2073/826squisa>.
Acessado em 15 de fevereiro de 2008. Goldim, J. R.
Bioética e reprodução
Assistida. http://www.bioetica.ufrgs.br/biorepr.htm
Acessado em 14 de agosto de 2011 GOLDIM,
J. R. . Manual
de Iniciação em Pesquisa em
Saúde. 1. ed. Porto Alegre: DACASA, 1997.
221 p. GOLDIM JR;
RAYMUNDO, M. M.; FERNANDES, M.S.; LOPES, M. H. I. ;
FRANCISCONI, C. F.. Clinical Bioethics Committees: a
Brazilian Experience. Journal
Intenational de Bioéthique, v. 19, p.
181-192, 2008. Gracia, D. Fundamentación
y enseñanza de la bioética.
Bogotá: El Buho, 1998. GREENHALGH,
T. Como ler
artigos científicos. Porto Alegre:
Editora Artmed, 2008.
Günther, K. Teoria da
argumentação no direito e na moral:
justificação e
aplicação. São Paulo: Landy,
2004. Habermas, J. A ética
da discussão e a questão da verdade.
São Paulo: Martins Fontes 2004. Habermas, J. O futuro da
natureza humana. São Paulo: Martins
Fontes, 2004. Habermas, J. Teoría
de la acción comunicativa. Madrid:
Taurus Humanidades, 2003. v. 1. Harris, J.
(Ed.). Biothecs. Oxford:
Oxford University, 2001. HATTENHAUER,
Hans. Conceptos Fundamentales del Derecho Civil.
Tradução de Gonzalo Hernandez.
Ariel, Barcelona, 1987. Holm, S. Not just autonomy: the
principles of american biomedical ethics. In: Harris, J.
(Ed.). Bioethics.
Oxford: Oxford University, 2001. p. 82-91. JABINE.T. B.;
CLAUDE, R. P. Direitos
Humanos e Estatística: o arquivo posto nu.
São Paulo: EdUSP, 2007. JOLY,
Y.; PHAM, C.; SCHORNO, D.; KNOPPERS, B.M. Down the
rannit hole: technology transfer in the field of stem
cell research. Revista
da Faculdade de Direito da Universidade Federal do
Paraná, Curitiba, Brasil, n.47, p.
101-140, 2008. Johnston, J.; Wasunna,
A. A. Patents, bimedical research, and treatments. The Hastings
Center Report, Garrison, NY, v. 37, n. 1, p.
S2-S34, Jan./Feb. 2007. Jonsen, A. TOULMIN, S. The abuse of
casuistry: a history of moral reasoning.
Berkeley: University of California, 1988. Joye, C. Genome humain,
droit des brevets et droit de la
personnalité. Geneve: Schulthess, 2002.
JUMA, Calestous; Konde,
V. The new
bioeconomy. industrial and enviromental
biotechnology in developing countries.
Harvard University: Geneva, 2001. Ad Hoc Expert
Group Meeting. Berfer Center for Science and
International Affairs; Kennedy School of Government. JUNGES, J. R. Bioética -
Hermenêutica e casuística.
São Paulo: Edições Loyola.
2006. Kuhse, H.; Singer, P.
(Ed.). A Companion to Bioethics. Oxford: Blackwell, 2001. LARENZ, Karl. Derecho civil:
parte general. Tradução de Miguel
Izquierdo y Macias-Picavea. Madri: Editoriales de
Derecho Reunidas, 1978. Lafer, C. A OMC e a
regulamentação do comércio
internacional: uma visão brasileira.
Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1998. Lafer, C. A
reconstrução dos direitos humanos:
um diálogo com o pensamento de Hannah Arendt.
São Paulo Companhia das Letras, 2001. LENK, C.; HOPPE, N.; ANDORNO, R. Ethics and
law of intellectual property: current problems
in politics, science and thechnology. Aldershot: Ashgate, 2007. Lerou, P. H. Daley, Q.
Therapeutic potencial of embryonic stem cells. Blood
Review, [S.l.], v. 19, p. 321-331, 2005. Lévinas, E. Humanismo do
outro homem. Petrópolis: Vozes 1972. LOUREIRO,
João Carlos. Os genes do nosso (des)
contentamento. Dignidade Humana e Genética:
notas de um roteiro. Boletim da
Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra,
Coimbra, v. 77, 2001. LUDWIG,
Marcos de Campos. O direito ao livre desenvolvimento
da personalidade na Alemanha e possibilidades de sua
aplicação no direito privado
brasileiro. In MARTINS-COSTA, Judith (org.). A
Reconstrução do direito privado.
São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002, pp.
265-305 LUDWIG,,
M. de C. L.. Direito
Púpbico e Direito Privado: A
superação da dicotomia, in MARTINS-COSTA, Judith (Org.).
A
reconstrução do direito privado: reflexos
dos princípios, diretrizes e direitos
fundamentais constitucionais no direito privado. P.
87-117, São Paulo: R. dos Tribunais, 2002. Martins-Costa, J. A
boa-fé no direito privado. São
Paulo: Revista dos Tribunais, 2000. MARTINS-COSTA, J.Capacidade para
Consentir e Esterilização de
Mulheres tornadas incapazes pelo uso de Drogas:
notas para uma aproximação entre a
técnica e a reflexão
bioética,p.299-346, in MARTINS-COSTA,
J. e MÖLLER, L. L (org.). Bioética
e Responsabilidade, Rio de Janeiro:Forense,
2009. Martins-Costa, J.
Bioética e Dignidade da pessoa humana: rumo
à construção do biodireito. In:
Ascensão,
J. D. O. (Ed.). Estudos de
direito da bioética. Coimbra: Almedina,
2008. v. 2, p.87-110. Martins-Costa, J. Os
atavares do abuso do direito e o rumo indicado pela
boa-fé. In: Delgado,
M. L.; Alves,
J. F. (Ed.). Questões
controvertidas: parte geral do código
civil. São Paulo: Método, 2007. v. 6,
p. 505-544. Martins-Costa, J. Pessoa,
personalidade, dignidade: ensaio de uma
qualificação. 2003. Tese (Livre
Docência) - Universidade de São Paulo,
São Paulo, 2003. Em vias de
publicação. MARTINS-COSTA, Judith.
Indivíduo, pessoa, sujeito de direitos:
contribuições renascentistas para uma
história dos conceitos jurídicos. Cadernos do
Programa de Pós-Graduação em
Direito: PPGDir./UFRGS, Porto Alegre, RS, v.6,
n.7/8 , p.13-49, set. 2007. MARTINS-COSTA, Judith. A
boa-fé como modelo (uma aplicação
da teoria dos modelos, de Miguel Reale). Revista de
Direito Comparado, Rio de Janeiro, Instituto de
direito comparado luso-brasileiro n.21,
AGO./DEZ./2001, p. 63-105. MARTINS-COSTA, Judith. O sistema na
codificação civil brasileira: de Leibniz
a Teixeira de Freitas. Revista da
Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, Porto Alegre, UFRGS v.17, 1999,
p. 189-204. MARTINS-COSTA,
Judith (Org.). A
reconstrução do direito privado: reflexos
dos princípios, diretrizes e direitos
fundamentais constitucionais no direito privado.
São Paulo: R. dos Tribunais, 2002. p.861 Martins-Costa, J.;
FERNANDES, M. S.; GOLDIM, J. R.. Lei de
biossegurança: revisitando a medusa
legislativa. In: NICOLAU JUNIOR, M. (Ed.). Novos
direitos. Paraná: Juruá, 2007.
p. 233-246. MARTINS-COSTA,
Judith. Comentários
ao novo código civil: do direito das
obrigações, do adimplemento e da
extinção das obrigações.
v. 5, t.1, Rio de Janeiro: Forense, 2003. MARTINS-COSTA,
Judith. Comentários
ao novo código civil: Do direito das
obrigações. Do Inadimplemento das
obrigações. 2. ed. v. 5, t. 2, Rio de
Janeiro: Forense, 2009. MARTINS-COSTA,
J. ; FERNANDES, M.S.; Droit à la santé
et droit de propriété intellectuelle.
In: Journées
internationales - Association Henri Capitant des
Amis de La Culture Juridique Francaise, 2009,
Neuchatel. Association Henri Capitant des Amis de La
Culture Juridique Francaise, 2009. Medawar, P. The limits of
science. Oxford: Oxford University, 1984. MENEZES
CORDEIRO, Antonio Manuel. Tratado de
Direito Civil Português - Parte Geral, T. I,
2ª edição, Coimbra: Almedina,
2000. Miranda, P. D. Tratado de
direito privado. Rio de Janeiro: Borsoi, 1955.
MOTA PINTO,
Paulo da. O Direito ao Livre Desenvolvimento da
Personalidade. In Portugal-Brasil
ano 2000 – Studia Jurídica, 40, Colloquia 2.
Boletim da Faculdade de Direito da Universidade de
Coimbra, 1999. MÖLLER, J. E.
A fundamentação
Ético-Política dos Direitos Humanos. Curitiba:
Editora Juruá, 2007 MÖLLER,
L. L. Direito
à morte com dignidade e autonomia: o
direito à morte de pacientes terminais e os
princípios da dignidade e autonomia da
vontade.
Curitiba: Jurua Editora, 2007. MOORE v. Regents of the
University of California. Cal.Rptr. 146: Supreme
Court of California. 51 Cal.3d 120, 793 P.2d
479, 271: Prosser, 1990. p. 188-191.
Disponível em:
<http://www.courtinfo.ca.gov/courts/supreme/>.
Acesso em: 15 out. 2007. Morin, E. Ciência
com consciência. Portugal:
Europa-América, 1982. National
Institutes of Health (nih). Department of
Health and Human Services. Stem cells:
scientific progress and future research directions
(National Institutes of Health report). Maryland,
2006. Disponível em: <http://stemcells.nih.gov/staticresources/info/scireport/PDFs/chapter1.pdf>.
Acesso em: 14 jun. 2007. Nozaradan, C.
Brevet et intérêt
général. In: Remiche,
B. (Ed.). Brevet,
innovation et intérêt
général: le brevet: pourquoi et
pour faire quoi? Bruxelles: Larcier, 2007. p.
441-481. Nys, H. Towards an internacional
treaty on human rights and biomedicine?: some
reflections inspired by UNESCO´s Universal
Declaration on Bioethics and Human Rights. European
Journal of Heath Law, Germantown, v. 13, p.
5-8, 2005. Oloka-Onyango, J.; Udagama,
D. Health,
Intelectual Property & Human Rights. South
Bulletin, Geneva, n. 19, 30 Aug. 2001.
Disponível em:
<http://www.southcentre.org/info/southbulletin/bulletin19/bulletin19-01.htm>.
Acesso em: 29
set. 2004. ORGANIZAÇÃO
MUNDICAL DA SAÚDE.
About WHO.
Geneva, 2007. ORGANIZAÇÃO
MUNDIAL DA SAÚDE. Commission on Intellectual Property
Rights, Innovation and Public Heath. Geneva,
2006. Disponível em: <http://www.who.int/intellectualproperty/documents/thereport/ENPublicHeathReport.pdf>.
Acesso em: 10 maio 2007. ORGANIZAÇÃO
MUNDIAL DA SAÚDE. Macroeconomics and health: Investing in health for economic
development. Geneve, 2001. Report on the Commission
on Macroeconomics and Heath (CMH). ORGANIZAÇÃO
DAS NAÇÕES UNIDAS - Onu. Pacto
internacional sobre direitos econômicos,
sociais e culturais. Genebra, 1966. ORGANIZAÇÃO
DAS NAÇÕES UNIDAS - Onu; Unesco. Declaração
universal sobre bioética e direitos humanos.
Genebra, 2005. ORGANIZAÇÃO
MUNDIAL DO COMÉRCIO - OMC. Public
heath, innovation and intelectual property rights: report of the Comission on
Intellectual Property Rights, Innovation, and Public
Heath. Geneva,
2006. ORGANIZAÇÃO
MUNDIAL DO COMÉRCIO - Omc. Understanding
the WTO: the doha agenda. Geneva, 2006.
Disponível em: <http://www.wto.org/english/thewto_e/whatis_e/tif_e/doha1_e.htm>. Acesso em: 20 out.
2007. Pellegrino E, T. D. For the
patient's good: the restoration of beneficence
in health care. New
York: Oxford, 1988. Perelman, C. Ética e
direito. São Paulo: Martins Fontes,
2005. PITHAN, L. H. A Dignidade
Humana Como Fundamento Jurídico das Ordens
de Não-ressuscitação
Hospitalares. Porto Alegre: Edipucrs,2004.
Acessível também em :
http://www.books.google.com e http://bdjur.stj.gov.br/xmlui/bitstream/handle/2011/2842/A
Dignidade Humana como Fundamento520.pdf?sequence=1 PITHAN, L. H.. O
Consentimento Informado Na Assistência
Médica: Uma Análise Jurídica
Orientada Pela Bioética. Tese (Doutorado
em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2009. Potter, V. R. Bioethics:
a bridge to the future. New Jersey: Prentice Hall,
1971. RICHARDSON,
R. J. e col. Pesquisa Social:
Métodos e Técnicas, São
Paulo: Editora Atlas, 1989 REALE, M. Filosofia do
Direito. São Paulo: Editora Saraiva,
2002. REALE, Miguel. Lições
preliminares de Direito. 25. ed. São
Paulo: Saraiva, 2000. p.393 REALE, Miguel. Fontes e modelos
do direito: para um novo paradigma
hermenêutico. 2.tir São Paulo: Saraiva,
1994. p.124 RESTA, G.. O Acesso ao Material
Biológico Humano com Fins de Pesquisa e de
Aproveitamento Industrial: Questões Relativas
ao Consentimento e à Responsabilidade na
Perspectiva do Direito Comparado, p. 145-204,
MARTINS-COSTA, J. e MÖLLER, L. L (org.). Bioética
e Responsabilidade, Rio de Janeiro:Forense,
2009. Robinson, D.; Medlock,
N. Diamond v. Chakrabarty: a retrospective on 25
years of biotech patents. Intellectual
Property & Technology Law Journal, New
York, v. 17, n. 10, p. 12-15, Oct. 2005. Rohden, L.
Hermenêutica e pensamento sistemático:
o jogo como modo de conhecer e pensar a totalidade.
In: Cirne-Lima, C. R.; Rohden, L.
(Ed.). Dialética
e auto-organização. São
Leopoldo: Unisinos, 2003. p. 233-266. ROSA, C. M. da..
Pesquisas +
Indivíduos capazes em
situação de vulnerabilidade
sociodemográfica: o papel da
informação no processo de
consentimento informado para a pesquisa
biomédica em seres humanos e a sua
regulação pelo Direito Civil
brasileiro. Dissertação de
Mestrado(Mestrado em Direito) - Faculdade de
Direito, Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
Porto Alegre, 2009. Sané, P.
Bioética e direitos humanos. Revista
Brasileira de Bioética,
Brasília, v. 1, n. 3, p. 241-247, 2005. Santos, L. G. D.
Invenção, descoberta e dignidade
humana. In: Emerick,
F. C. E. M. C. (Ed.). Limite: a
ética e o debate jurídico sobre acesso
e uso do genoma humano. Rio de Janeiro:
Fundação Oswaldo Cruz, 2000. p. 55-64. Sen, A. Desenvolvimento
como liberdade. São Paulo: Prêmio
Nobel Companhia das Letras, 2001. Sen, A. Sobre
ética e economia. São Paulo:
Schwarcz, 1999. Siebeneichler, F. B.
Encontros e desencontros no caminho da
interdisciplinaridade: G. Gusdorf e J. Habermas. Revista Tempos
Brasileiros: Jürgen Habermas: 60 anos,
Rio de Janeiro, v. 98, p.153-180, jul./set. 1989. Silva, R. C.
S.; Bermudez,
J. A. Z. Acesso universal ao tratamento para as
pessoas vivendo com HIV e AIDS no Brasil. . In: Bermudez,
J. A. Z. (Ed.). Acceso a
medicamentos: derecho fundamental, papel de
Estado. Rio de Janeiro: ENSP, 2004. p. 233-250. SKLOOT,
R. A vida Imortal de Henrietta Lacks, São
Paulo: Companhia da Letras, 2011. Souza, R. T. As fontes do
humanismo latino. Porto Alegre: Instituto
Brasileiro de Humanismo, 2004. v. 2. (A
condição humana no pensamento
filosófico contemponrâneo). Souza, R. T. D.
Razões
plurais itinerários da racionalidade
ética do século XX. Porto
Alegre: EDIPUCRS, 2004. Souza, R. T. D.
Sujeito,
ética e história. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 1999. Souza, V. B. D. A. E. Participação
e interdisciplinaridade: movimentos de
ruptura/ construção. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 1996. STAKE, Robert. A arte da
investigação com estudos de caso.
Lisboa: Calouste, 2007. Stenson, A. J.; Gray, T.
S. The
politics of genetic resource control. London:
Macmillian, 1999. Tealdi, J. C.
Estado moderno y derecho humanos. in :Congresso
Brasileiro de Bioética, 6., 2005,
Foz do Iguaçu; Congreso de
Bioética del Mercosur, 1., 2005, Foz
do Iguaçu. Anais do
Congresso. Foz do Iguaçu: SBB, 2005. p.
29. Tealdi, J. C. Para una
declaración universal de bioética y
derechos humanos: una visión de
América Latina. Revista
Brasileira de Bioética, Brasília, v. 1, n. 1, p. 7-17,
2005. TEPEDINO,
Gustavo, A Tutela da Personalidade no Ordenamento
Civil-Constitucional Brasileiro. In: Temas de Direito
Civil, Rio de Janeiro, Renovar,1999, p. 50. Vivant, M. Le système des brevets en
question: brevet, innovation et
intérêt géneral: le brevet:
pourquoi et pour faire quoi? Bruxelles: Larcier,
2007. Westerlund, L. Life science
inventions the hurdles of law. Uppsala: Iustus
Förlag, 2004. World
Heath Organization; World Trade Organization. WTO agreements & public heath: a joint study by the WHO and the WTO
secretariat. Geneve, 2002. World
Medical Association - Wma. Declaration of
Helsinki: ethical principles for medical
research involving human subjects. Ferney-Voltaire, 2000. |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||