| |
|
 |
| |
|
Foto: Flávio Dutra/JU |
| |
|
|
Lixo eletrônico
Volume e substâncias tóxicas ameaçam a saúde e o ambiente
Sucateamento acelerado, descarte crescente e a falta de um sistema organizado de coleta e reciclagem fazem do lixo eletrônico um dos desafios ambientais do mundo no século XXI.
Especialmente no Brasil, onde ainda não há lei específica para o descarte de computadores, celulares, televisores, geladeiras, brinquedos e tantos outros produtos eletrônicos. Poucas são as empresas que fazem a separação correta dos componentes, incluindo metais, plásticos e substâncias perigosas, como os metais pesados. Há também algumas ONGs que trabalham com a recuperação de computadores considerados ultrapassados para posterior doação a pessoas de baixa renda. Mas grande volume de sucata eletrônica vai parar nos aterros sanitários, podendo prejudicar a saúde humana e o ambiente. Página 5
GAGUEIRA
Quanto mais cedo tratar, melhor
Ela ainda não tem cura, mas uma coisa já é certa: ansiedade, nervosismo ou estresse não causam a gagueira. A ciência demonstra que a origem do distúrbio está na dificuldade do cérebro de articular a linguagem, e por isso o tratamento mais indicado ainda é o fonoaudiológico. Segundo a fonoaudióloga e pesquisadora da área Anelise Bohnen, enquanto uma criança com o problema tem altas chances de melhora, um adulto pode precisar de terapia por um longo período. Apesar disso, o futuro é promissor: um grupo de pesquisa da Califórnia promete para os próximos anos uma medicação capaz de reverter por completo os sintomas da doença. Página 11
DESASTRES
Centro ampara Defesa Civil
Um acordo de cooperação entre Secretaria Nacional e Coordenadoria Estadual de Defesa Civil e a UFRGS possibilitou a criação do segundo CEPED brasileiro. O Centro Estadual de Ensino e Pesquisas em Desastres é multidisciplinar e tem como missão desenvolver programas de ensino, pesquisa e extensão em problemas relacionados a desastres naturais e antropogênicos. Uma das primeiras ações em andamento consiste na instalação de 30 estações meteorológicas para coleta de dados climáticos. Com um pedestal, painel solar e chip de armazenamento, possuem monitoramento automático de chuva, temperatura e umidade relativa do ar. Conforme Rita de Cássia Alves, diretora do Centro de Sensoriamento Remoto e Meteorologia da UFRGS e coordenadora do projeto Finep que patrocinou as estações, objetiva-se aumentar a confiabilidade dos modelos de previsão. A excelência nesse tema poderia minimizar os danos em eventos como as enchentes recentemente ocorridas no Rio de Janeiro. Página 7
|
|
|
|