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COVID-19

COMUNICAÇÃO DE CASOS DE COVID-19 NA UFRGS

O Departamento de Atenção à Saúde (DAS) está disponibilizando o FORMULÁRIO ÚNICO PARA COMUNICAÇÃO DOS CASOS DE COVID-19 na UFRGS.

Para acessar o formulário basta clicar no link acima, baixar o arquivo e preencher seguindo todas orientações que constam no documento.

Após o preenchimento, pedimos que encaminhem o formulário para o e-mail das@progesp.ufrgs.br

 

Caso haja alguma dúvida, por favor entre em contato pelo e-mail das@progesp.ufrgs.br

SERVIÇOS E ATENDIMENTOS COVID-19

Serviços e Atendimento da Covid-19 – Porto Alegre e Região Metropolitana

 


Prefeitura de Porto Alegre

Tendas Sanitárias em Porto Alegre

Onze tendas sanitárias funcionam em Porto Alegre para reforçar a prevenção contra a Covid-19. São oferecidos serviços gratuitos e informações sobre a doença.

As tendas têm apoio do Comando Militar do Sul (CMS) e da Brigada Militar, além da participação da Secretaria Municipal de Saúde, Guarda Municipal e Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).Os locais funcionam de segunda-feira a sexta-feira das 8h30min às 18h e oferecem verificação de temperatura, conscientização sobre a pandemia e orientação dos serviços de saúde e social. São eles:

•             Esplanada da Restinga: Estrada João Antônio da Silveira, s/n

•             Lomba do Pinheiro Parada 16: Av. João de Oliveira Remião, 6630

•             Parque Moinhos de Vento: Av. Goethe esquina Mostardeiro

•             Av. Cavalhada x Av Otto Niemayer: Av. Cavalhada, 2905

•             Praça Cabo Valdecir de Abreu: Av. Ipiranga esquina Silva Só

•             Viaduto São Jorge: Av. Bento Gonçalves, 2948

•             Largo Glênio Peres: Borges de Medeiros

•             Praça Dom Feliciano: Rua Professor Annes Dias, 2

•             Praça da Alfândega: Rua Sete de Setembro, 970

•             Terminal Triângulo: Av. Assis Brasil, 28

•             Viaduto Obirici: Assis Brasil, 1830

 

Locais de Atendimento – Unidades Básicas de Saúde

Os locais preferenciais para atendimento pelo SUS são as Unidades de Saúde de referência, ou uma das oito que atendem em turno estendido, das 18h às 22h.

Se não souber qual a sua Unidade de referência, você pode ligar para o número 156.

As Unidades com turno estendido estão listadas abaixo. Esses locais não são referenciados por território, ou seja, você poderá se dirigir a qualquer uma destas unidades independentemente do seu local de moradia:

•              US Belém Novo: Rua Florêncio Faria, 195, Bairro Belém Novo

•              US Diretor Pestana: Rua Dona Teodora, 1016, Bairro Humaitá

•              US Modelo: Av Jerônimo de Ornelas, 55, Bairro Santana

•              US Morro Santana: Rua Marieta Menna Barreto, 210 , Bairro Protásio Alves

•              US Primeiro de Maio: Av. Professor Oscar Pereira, 6199, Bairro Cascata

•              US Ramos: Rua K esquina Rua R C, SN Vila Nova Santa Rosa, Bairro Rubem Berta

•              US São Carlos: Av. Bento Gonçalves, 6670, Bairro Agronomia

•              US Tristeza: na Av. Wenceslau Escobar, 2442, Bairro Tristeza

 

Tendas de Pronto-Atendimento e Hospitais:

 

•              PA Cruzeiro do Sul na Av. Moab Caldas, 400: todos os dias 24 horas

•              UPA Moacyr Scliar na Rua Jerônymo Zelmanovitz, 01: todos os dias 24 horas

•              PA Bom Jesus na Rua Bom Jesus, 410: todos os dias das 08h às 20h

•              PA Lomba do Pinheiro na Estrada João de Oliveira Remião, 5120, Parada 12: todos os dias das 10h às 20h

•              Hospital Vila Nova na Rua Catarino Andreatta, 155  - Vila Nova: todos os dias das 07h às 19h

•              Hospital Conceição na Central de Triagem do GHC na Av. Francisco Trein, 326 - Cristo Redentor: todos os dias das 08h às 22h

•              Hospital Restinga Extremo Sul: na Estrada João Antônio da Silveira, 3700 -Restinga: segunda a sexta-feira das 08h às 17h

 

Nos dias/horários não previstos, os pacientes com sintomas respiratórios são atendidos na Emergência/Pronto Atendimento de cada local.

Evite ir aos hospitais. O ambiente hospitalar é destinado para pacientes graves, com necessidade de internação. Pacientes com sintomas como falta de ar, dificuldade para respirar, febre alta ou persistente, dor no peito ao respirar ou piora progressiva do quadro geral, devem ir até uma Unidade de Pronto-Atendimento. O atendimento nesses serviços é feito de acordo com a gravidade dos casos, e não por ordem de chegada ao local. Caso o paciente precise de internação, a Central de Regulação será acionada e o paciente direcionado ao hospital indicado.

 

Prefeitura de Alvorada

  • Tele Atendimento COVID-19: 3199-9330
  • Centro de Saúde: 3442-3063

 

Prefeitura de Canoas

  • Central de Atendimento: (51) 3425.7681
  • Disk Corona: 0800.676.4944

 

Prefeitura de Eldorado do Sul

 

 

Prefeitura de Guaíba

Para casos suspeitos, com comprometimento respiratórios, procurar o Pronto Atendimento.

Os demais casos contatar a  Vigilância.

  • Vigilância de Guaíba: 3480-7005
  • Vigilância: 150

 

Prefeitura de Osório

  • Secretaria de Saúde: (51)36013300
  • Teleatendimento Covid 19: (51)21610212

 

Prefeitura de Tramandaí

  • Secretaria de Saúde: (51)36849076 ou WhatsApp (51)995270253
  • UPA: (51)36612371

 

Prefeitura de Imbé

  • Pronto Atendimento da Zona Norte: (51)36278297

GRUPOS DE RISCO COVID-19

COVID-19 e os Grupos de Risco

 

 

Pertencem ao Grupo de Risco para Infecção pela COVID-19, conforme Protocolo de Prevenção Obrigatório dos Modelos de Distanciamento Controlado do Estado do Rio Grande do Sul, pessoas com as seguintes condições:

 

Pessoas com idade igual ou superior a 60 anos;

Gestantes e lactantes;

Pessoas com obesidade mórbida (aquelas com IMC maior ou igual a 40);

Pessoas imunodeprimidas;

Pessoas com Doenças renais crônicas em estágio avançado (graus 3, 4 e 5);

Pessoas com doenças cromossômicas com estado de fragilidade imunológica (ex: Síndrome de Down);

Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis:

 

 

 

Fontes: https://saude.gov.br/

https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br/

REPENSANDO O HOME OFFICE

REPENSANDO O HOME OFFICE

 

 

Por Equipe de Atenção Psicossocial da Divisão de Promoção da Saúde


Estamos já há algum tempo trabalhando em casa, remotamente, inventando formas alternativas de dar seguimento ao trabalho de cada setor da universidade. O que ainda podemos aprender sobre o trabalho remoto?

A Equipe da Divisão de Promoção da Saúde do Departamento de Atenção à Saúde preparou esse material para auxiliar a pensar em como tirar melhor proveito dessa experiência de home office, no sentido sempre de aprimorar o nosso trabalho.

Siga nossas dicas:

1. Eleja um lugar de sua casa para realizar o seu trabalho, crie um escritório com um ambiente agravável, ventilado, bem iluminado, e procure deixar organizado a seu alcance os materiais utilizados diariamente em seu trabalho;

2. Tente se lembrar dos pontos positivos de trabalhar em casa: você pode ter conforto, não precisa se deslocar até o local de trabalho, pode trabalhar com uma roupa confortável, por exemplo;

3. Nem todas as pessoas trabalham melhor cumprindo horários rígidos e predeterminados. Se ter um horário de trabalho predefinido ajuda você a se organizar, estabeleça qual será esse horário. Mas se você é uma pessoa que trabalha melhor à noite ou em um horário não convencional, lembre-se que algumas atividades do trabalho remoto podem ser executadas com flexibilidade de horário;

4. Cuide para não trabalhar o tempo inteiro. Momentos de descanso e de lazer são importantes; procure não trabalhar aos finais de semana.

5. Cuide para não se dispersar muito durante o trabalho domiciliar. Evite fazer atividades domésticas e de trabalho ao mesmo tempo;

6. Procure fazer intervalos para as refeições e pausas periódicas durante o dia. Isso pode ajudar você a se concentrar nos momentos em que estiver focado no trabalho;

7. Se você não mora sozinho, converse com as pessoas de seu entorno e explique que terão momentos que você vai estar trabalhando e não poderá dar atenção a elas;

8. Procure manter contato com os seus colegas de trabalho através do whatsapp, do e-mail e de sistemas se webconferência. Se possível, divida o trabalho com os seus colegas, pensem juntos e ajude a manter a equipe unida;

9. Procure ser sensível aos colegas. Ofereça auxílio, esteja disponível para escutá-los enquanto estiver trabalhando, elogie quando o trabalho de um colega ficar bom e incentive novas propostas;

10. Enfrentar uma pandemia não é algo fácil de assimilar. Não se cobre se um dia não conseguir trabalhar ou produzir tanto quanto gostaria. Haverá momentos em que estaremos mais fragilizados. Retome o trabalho no dia seguinte, ou quando já estiver se sentindo melhor;

11. Se você perceber que um colega não está bem emocionalmente, incentive-o a buscar ajuda.

 

A equipe de Atenção Psicossocial da Divisão de Promoção da Saúde disponibiliza atendimento psicossocial online para todos os servidores (docentes e técnicos).

 

MÁSCARAS CASEIRAS E A PREVENÇÃO CONTRA O CORONAVÍRUS

MÁSCARAS CASEIRAS E A PREVENÇÃO CONTRA O CORONAVÍRUS (COVID-19)


Em razão da pandemia provocada pelo coronavírus, uma corrida em busca de máscaras de proteção fez com que elas sumissem das prateleiras.  A saída encontrada é a confecção de máscaras caseiras, as quais tem se tornando um fenômeno mundial, sendo que qualquer cidadão pode fazer a sua em casa. Para proteger você e sua família, o Ministério da Saúde orienta a produção de modelos simples, de pano, que também funcionam como barreiras na propagação da doença. Além de eficiente, é um equipamento simples, que não exige grande complexidade na sua produção e pode ser um grande aliado no combate à disseminação do coronavírus no Brasil, protegendo você e outras pessoas ao seu redor.

Você pode fazer uma máscara ‘barreira’ usando um tecido grosso, com duas faces. Não precisa de especificações técnicas. Ela faz uma barreira tão boa quanto as outras máscaras. A diferença é que ela tem que ser lavada pelo próprio indivíduo para que se possa manter o autocuidado. Se ficar úmida, tem que ser trocada. Pode lavar com sabão ou água sanitária, deixando de molho por cerca de 20 minutos. E nunca compartilhar, porque o uso é individual”, explica o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Para que seja eficiente como uma barreira física, a máscara caseira precisa seguir algumas especificações bem simples e ser manuseada adequadamente.

Vamos as dicas:

1º) É preciso que a máscara tenha pelo menos duas camadas de pano, ou seja, tenha dupla face. As máscaras caseiras podem ser feitas em tecido de algodão, tricoline, tnt ou outros tecidos, desde que desenhadas e higienizadas corretamente;

2º) É fundamental que a máscara seja feita nas medidas corretas e que cubra totalmente a boca e o nariz, ou seja, que esteja bem ajustada ao seu rosto, sem deixar espaços nas laterais. Também é importante ter elásticos ou tiras para amarrar acima das orelhas e abaixo da nuca;

3º) Ela é individual. Não pode ser dividida com ninguém, nem com mãe, filho, irmão, marido, esposa etc. Caso sua família seja grande, saiba que cada um tem que ter a sua máscara, ou máscaras;

4º) A máscara tem que ser lavada pelo próprio indivíduo para que se possa manter o autocuidado. Se ficar úmida, deve ser trocada. Pode lavar com sabão ou água sanitária, deixando de molho por cerca de 30 minutos;

5º) A máscara deve ser usada por cerca de 02 horas. Depois desse tempo, é preciso trocar. Então, o ideal é que cada pessoa tenha pelo menos 02 máscaras de pano;

6º) Use a máscara sempre que precisar sair de casa. Saia sempre com pelo menos uma reserva e leve uma sacola para guardar a máscara suja, quando precisar trocar;

7º) Chegando em casa, lave as máscaras usadas. Pode lavar com sabão ou água sanitária, deixando de molho por cerca de 30 minutos.

 

Veja como fazer a sua máscara caseira:

Modelo 1, usando uma camiseta:

a) corte a camiseta e espessura dupla usando como base as marcações indicadas na figura abaixo;

b) faça um ponto de segurança na parte inferior (para segurar ambas as toalha);

c) insira um papel entre as camadas;

d) amarre a alça superior ao redor do pescoço, passando por cima das orelhas;

f) amarre a alça inferior na direção do topo da cabeça;

 

Modelo 2, usando costura e elástico:

a) Separe o tecido que tenha disponível (tecido de algodão, tricoline, cotton, TNT).

b) Faça um molde em papel de forma no qual o tamanho da máscara permita cobrir a boca e nariz, 21 cm altura e 34 cm largura

c) Faça a máscara usando duplo tecido.

d) Prenda e costure na extremidade da máscara um elástico, ou amarras.

 

 

Como utilizar corretamente a máscara caseira?

Coloque a máscara com cuidado para cobrir a boca e nariz e amarre com segurança para minimizar os espaços entre o rosto e a máscara.

Enquanto estiver utilizando a máscara, evite tocá-la, não fique ajustando a máscara na rua.

Ao chegar em casa, lave as mãos com água e sabão, secando-as bem, antes de retirar a máscara.

Remova a máscara pegando pelo laço ou nó da parte traseira, evitando tocar na parte da frente.

Como higienizar minha máscara caseira?

Faça a imersão da máscara em recipiente com água potável e água sanitária (2,0 a 2,5%) por 30 minutos. A proporção de diluição a ser utilizada é de 1 parte de água sanitária para 50 partes de água (Por exemplo: 10 ml de água sanitária para 500ml de água potável).

Após o tempo de imersão, enxaguar em água corrente e lavar com água e sabão.

Após lavar a máscara, a pessoa deve higienizar suas mãos com água e sabão.

A máscara deve estar seca para sua reutilização. Após secagem da máscara passe-a  com ferro quente e depois acondicione-a em saco plástico.

 

Fonte: Nota Informativa Nº 3/2020-CGGAP/DESF/SAPS/Ministério da Saúde

 

MÁSCARAS CASEIRAS E COVID-19.PDF

 

IMPORTÂNCIA DA LAVAGEM DE MÃOS CONTRA A COVID-19

IMPORTÂNCIA DA LAVAGEM DE MÃOS PARA PREVENIR A DISSEMINAÇÃO DA COVID-19

Por Drª Maria de Lourdes Giacomini - Médica Infectologista

Lavar as mãos pode ser uma das melhores formas de proteger sua saúde e de sua família. Existem momentos na vida diária em que podemos estar expostos a germes, vírus e bactérias e a chance de contrair e propagar uma doença aumenta muito. Em tempos de COVID-19 vamos reforçar a lembrança para evitar contaminações.

Saiba quando lavar as mãos para se manter saudável:

* Antes, durante e após preparar alimentos;

* Antes das refeições;

* Antes e após cuidar de alguém que esteja doente;

* Após tocar o nariz, tossir, espirrar e ter estado em locais públicos;

* Após tocar em superfícies em locais públicos (botões do elevador, maçanetas, corrimãos). Use lenço de papel ou a manga de sua roupa para cobrir a mão ou dedo, se precisar tocar em alguma superfície;

* Limpe e desinfete sua casa. Limpe, rotineiramente, superfícies frequentemente tocadas, tais como: mesas, maçanetas, interruptores de luz, puxadores, escrivaninhas, banheiros, torneiras, pias e telefones celulares;

* Após ir ao banheiro (1.000.000.000.000 germes podem viver em um grama de fezes);

* Depois de trocar fraldas ou limpar uma criança que usou o banheiro;

* Depois de assoar o nariz, tossir ou espirrar;

* Depois de tocar em um animal, ração, alimento ou petisco para seu pet ou resíduo animal;

* Depois de tocar no lixo;

A lavagem das mãos é uma atitude fácil e uma forma efetiva de prevenir a disseminação de doenças. Pode-se interromper a disseminação de pessoa a pessoa, bem como, a disseminação para a comunidade: de casa para o local de trabalho, para as creches, escolas e hospitais, etc.

 

Praticando a lavagem das mãos:

1. Abra a torneira e molhe as mãos com água corrente (quente ou fria), feche a torneira e aplique sabão.

2. Ensaboe as mãos esfregando-as com o sabão. Ensaboar as palmas e o dorso das mãos, entre os dedos e debaixo das unhas.

3. Esfregue as mãos por pelo menos 20 segundos.

4. Enxague bem as mãos em água corrente.

5. A seguir seque as mãos com uma toalha limpa

 

Quando não tiver sabão e água disponível o que eu faço?

Higienize suas mãos com álcool em gel 70%.

Como usar o álcool em gel 70% para as mãos?

*Aplique o produto em gel na palma de uma mão (leia o rótulo para saber a quantidade correta);

*Esfregue as mãos juntas;

*Esfregue o gel sobre todas as superfícies das mãos e dedos até que as mãos estejam secas. Isso deve levar cerca de 20 segundos.

 

Vale lembrar:

» Os desinfetantes não te livram de todos os tipos de germes.

» O álcool em gel 70% para as mãos pode não remover produtos químicos nocivos das mãos: pesticidas e metais pesados.

» O álcool em gel 70% para as mãos pode não ser tão eficaz quando as mãos estiverem visivelmente sujas ou oleosas. Neste caso deve-se realizar a lavagem das mãos com água e sabão.

 

Mantenha-se atento e siga as dicas:

* Evite aglomerações de qualquer natureza;

* Lave suas mãos frequentemente com água  e sabão por 20 segundos, especialmente ao tocar o nariz, tossir, espirrar e ter estado em locais públicos;

* Quando não tiver sabão e água disponível use álcool em gel 70 %;

* Evite tocar em superfícies em locais públicos - botões do elevador, maçanetas, corrimãos, cumprimentar pessoas com toque (apertos de mão, abraços, beijos). Use lenço de papel ou a manga de sua roupa para cobrir a mão ou dedo, se precisar tocar em alguma superfície;

* Lave suas mão com  água e sabão ou higienize com álcool em gel 70% sempre que tocar superfícies em locais públicos;

* Evite tocar a boca o nariz e os olhos. Se ocorrer o toque, higienize as mãos com água e sabão ou álcool em gel 70%;

* Limpe e desinfete sua casa para remover germes. Limpe, rotineiramente, superfícies frequentemente tocadas, tais como: mesas, maçanetas, interruptores de luz, puxadores, escrivaninhas, banheiros, torneiras, pias e telefones celulares;

* Evite locais com aglomeração de pessoas, principalmente onde há pouca ventilação. O risco de exposição ao novo coronavírus (causador da COVID-19) pode aumentar em ambientes fechados e com pouca circulação de ar na presença de pessoas doentes.

 

Fique saudável – Lave suas mãos

 

FICA A NOSSA DICA!

» Limpar: refere-se à remoção de micróbio ou germes, sujeira e impurezas das superfícies. A limpeza não mata os germes, mas, ao removê-los, diminui o número e o risco de propagação dos mesmos.

» Desinfetar: refere-se ao uso de produtos químicos para matar germes em superfícies. Esse processo não limpa ou remove germes quando a superfícies estiver visivelmente suja. Neste caso deve ser realizado a limpeza previamente antes de realizar a desinfecção da superfície.

 

Fontes:

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/prepare/disinfecting-your-home.html

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/prepare/cleaning-disinfection.html

https://www.cdc.gov/handwashing/pdf/keep-calm-wash-your-hands

https://www.cdc.gov/handwashing/pdf/handwashing-poster.pdf

https://www.cdc.gov/handwashing/index.html

 

IMPORTÂNCIA DA LAVAGEM DE MÃOS NO COMBATE A COVID-19

VÍDEO LAVAGEM DE MÃOS NO COMBATE A COVID-19

CUIDADOS COM A SAÚDE MENTAL EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS

CUIDADOS COM A SAÚDE MENTAL EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS

 

Por Equipe de Atenção Psicossocial da Divisão de Promoção da Saúde em 24/03/2020, atualizado em 24/04/2020

 

 

Queridos colegas, estamos atravessando um período em que é essencial mantermo-nos em casa, afastados do contato físico com outras pessoas. Para alguns de nós isso pode ser mais ou menos difícil, de acordo com características de personalidade de cada um, ou ainda o meio de que cada um de nós faz parte. O presente material integra um conjunto de ações da Divisão de Promoção da Saúde (DPS) da UFRGS com a intenção de auxiliar todos nós para que tenhamos o máximo de saúde neste processo. Convidamos a todos que encaremos o confinamento temporário como uma espécie de viagem interior, ao término do que voltaremos mais fortalecidos, e poderemos utilizar o aprendizado adquirido neste período para vivermos melhor em sociedade. O que segue são algumas sugestões em relação a cuidados com a Saúde Mental no enfrentamento a COVID-19.

 

1. ORGANIZE SUA ROTINA

Defina horários diários para o trabalho em home office, para atividade física, para o lazer, para se comunicar com amigos e familiares via dispositivos de tecnologia, e para atualizar-se a respeito das notícias. Procure acordar, dormir e realizar suas refeições nos mesmos horários em que o faria em situações normais. Estabeleça cronogramas semanais ou quinzenais para o cumprimento de metas laborais ou objetivos pessoais, e respeite os finais de semana como dias de descanso. A ausência de organização, do estabelecimento de objetivos e de disciplina pode levar a vivências de desorientação, ansiedade e depressão, em especial no contexto de situações excepcionais, em que a sociedade vive uma experiência não rotineira. É muito importante considerar, também, a flexibilidade nesse processo. Há momentos que seremos mais produtivos, outros não, que conseguiremos cumprir com o planejamento da rotina, outros não. Dessa forma, considere seu limite, não se cobre em excesso!

2. LIMITE O USO DE SMARTPHONES! LIMITE O ACESSO A REDES SOCIAIS!

Procure utilizá-los apenas o necessário, para informar-se de fatos e para comunicar-se com entes queridos. Evite a superexposição (por exemplo, ficar com a TV ligada o dia inteiro em um canal de notícias). O excesso de informação pode provocar fadiga, exaustão, sentimentos depressivos e pensamentos de impotência. Verifique SEMPRE a autenticidade das informações que você compartilha. Evite compartilhar nas redes informações que provoquem ansiedade. Procure comunicar sentimentos de esperança, de alento e de vitalidade. Ao manter contato via internet, chat, chamada por vídeo ou telefone tente usar a tecnologia a seu favor: conectar-se às pessoas, ver seus rostos e suas expressões pode minimizar sentimentos negativos. Busque reinventar formas de interagir em plataformas sociais online. Use sua criatividade e as ferramentas disponíveis.

3. PRATIQUE A RESILIÊNCIA E CULTIVE OTIMISMO

Resiliência é a capacidade que o indivíduo tem de superar as adversidades da vida. Provavelmente você já vivenciou alguma situação estressora anteriormente, quais estratégias você utilizou naquele momento, o que você aprendeu na ocasião, o que você pode tirar de aprendizado para a atual situação em que vivenciamos?  Por exemplo, alguns não se intoxicam de notícias, outros conversam com amigos que há anos não conversavam, meditam , pintam, aproveitam mais o tempo com a família, etc. Dissemine histórias positivas e imagens positivas de pessoas e locais que superaram a COVID-19 e se recuperaram ou que apoiaram uma pessoa para recuperar-se e estão dispostos a compartilhar sua experiência. Compartilhe histórias solidárias e de crescimento humanitário durante esse período.

4. ENCARE A QUARENTENA E TODOS OS CUIDADOS NECESSÁRIOS COMO UMA ATITUDE SOLIDÁRIA

Pense nesse período como um momento temporário, que um dia chegará ao fim e que tem a finalidade de proteger você e os demais de efeitos devastadores da doença. Ou ainda, se ofereça para fazer compras para pessoas dos grupos de risco (se você também não estiver neles), ajude na disseminação de informações úteis, ou simplesmente fique atento e escute pessoas que você percebe que merecem um pouco mais de atenção, por exemplo, uma pessoa que mora sozinha, que já tem algum problema ou transtorno mental. Ou seja, valide o sentimento de uma pessoa!

5. ESTEJA ATENTO ÀS NECESSIDADES BIOLÓGICAS DE SEU ORGANISMO

Mantenha rotinas regulares de sono, ele é fundamental para a saúde mental. Pratique atividade física, movimente seu corpo, faça treinos em casa, pratique meditação, alongamento. Cuide de sua alimentação. Tente alimentar-se de maneira saudável. Lembre que em situações de estresse é possível um apetite aumentado por determinados alimentos como doces, chocolate, gorduras e massas. Algumas pessoas também observam desejo aumentado por álcool, tabaco e substâncias psicoativas como cafeína e bebidas energéticas. Embora o consumo de tais substâncias possa causar uma sensação TRANSITÓRIA de bem estar em alguns indivíduos predispostos, tais estratégias NÃO SÃO adequadas ao enfrentamento do estresse, visto que ao longo do tempo REDUZEM o bem estar físico e mental. Tenha cuidado com sua alimentação, preferindo alimentos leves, respeitando os horários de ingestão habituais, e pratique atividade física. Respeite os intervalos de descanso entre os turnos de trabalho remoto, e procure dormir com qualidade.

6. NÃO PROPAGUE O ESTIGMA

A COVID-19 afetou e certamente afetará pessoas de muitos países, em muitas localizações geográficas, então não vincule a COVID-19 com qualquer raça ou etnia.

7. NÃO HESITE EM PROCURAR AJUDA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE MENTAL

O Conselho Federal de Psicologia e a Associação Brasileira de Psiquiatria autorizaram, nesse momento, o atendimento online a pacientes. Sendo assim, se necessário faça usufruto de atendimento profissional. Caso já faça uso de medicamentos, não pare de tomá-los. Se porventura conhecer alguém que necessite de ajuda profissional, incentive-o a procurar esse auxílio.

8. EXPERIMENTE A LENTIDÃO E O SILÊNCIO

O sofrimento emocional de algumas pessoas também pode estar, ao menos em parte, relacionado à dificuldade em desacelerar e silenciar. A lógica da produtividade, a que de certa forma muito estamos acostumados, vem sendo questionada neste período em que se recomenda o isolamento e a redução em uma série de atividades. Simultaneamente, tem-se observado pessoas angustiadas com a necessidade de produzir, de comunicar, de “mostrar trabalho mesmo à distância”. É possível que momentos de lentidão, de silêncio e de reflexão, sejam benéficos - e mesmo necessários - à saúde mental neste momento de pandemia, e possam instrumentalizar-nos para uma vida mais saudável e sustentável no futuro.

 

E LEMBRE-SE: O CONFINAMENTO É TEMPORÁRIO!

 

REFERÊNCIAS E LEITURAS SUGERIDAS

DEPIERRO J, LOWE S, KATZ C. Lessons learned from 9/11: Mental health perspectives on the COVID-19 pandemic. Psychiatry Res. 2020 Apr 15; 288:113024.

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO. LEI Nº 13.989, 15 DE ABRIL DE 2020. Publicado em 16/04/2020, Edição 73, Seção: 1, Página: 1.

HUREMOVIC, D. Psychiatry of Pandemics. A Mental Health Response to Infection Outbreak. Cham: Springer, 2019.

LATOUR, B. Imaginar gestos que barrem o retorno da produção pré-crise. N-1 edições. Disponível em: http://www.bruno-latour.fr/sites/default/files/downloads/P-202-AOC-03-20-PORTUGAIS_2.pdf , acesso em 23.04.2020.

SELIGMAN M. E. P. Florescer uma nova e visionária interpretação da felicidade e do bem-estar. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.

WHO. Mental health and psychosocial considerations during the COVID-19 outbreak,2020.

ZHU S, WU Y, ZHU CY, HONG WC, YU ZX, CHEN ZK, CHEN ZL, JIANG DG, WANG YG.  The immediate mental health impacts of the COVID-19 pandemic among people with or without quarantine managements. Brain Behav Immun, 2020 Apr 18.

 

 

 

Clique, baixe e assista nossos vídeos sobre o tema.

Saúde Mental e Coronavírus - Vídeo 1

Saúde Mental e Coronavírus - Vídeo 2

 


CORONAVÍRUS IDOSOS E DOENÇAS CRÔNICAS

Por Dr. Milton Humberto Schanes dos Santos - Médico Geriatra

O que é o CORONAVÍRUS?

O novo agente do Coronavírus faz parte de uma grande família de vírus que podem causar desde resfriados comuns até doenças respiratórias graves. Provoca a doença chamada de Coronavírus (COVID-19). No Brasil já temos muitos casos confirmados e diversas suspeitas. No dia 17 de março, já ocorreu a primeira morte por esta doença. Após o contágio, os primeiros sintomas podem aparecer de 2 a 14 dias (período de incubação).

 

Como ocorre a transmissão?

A transmissão viral ocorre quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala mesmo que ela apresente sintomas leves ou não se sinta doente. As gotículas expelidas pelo nariz e boca podem se depositar em objetos ou superfícies por horas e outras pessoas podem se infectar ao tocarem nelas.

Por isso, manter um distanciamento de pelo menos 2 metros das outras pessoas, evitar aglomerações, lavar as mãos com água e sabão ou álcool gel a 70%, cobrir o rosto durante tosse ou espirro, evitar tocar nos olhos, nariz ou boca, ventilar ambientes, evitar compartilhamentos de objetos de uso pessoal (copos, talheres, bomba do chimarrão) e higienizar superfícies adquirem fundamental importância na prevenção e na contenção da propagação desta condição.

O uso de máscaras está indicado se você está tossindo ou espirrando ou ainda se estiver cuidando de alguém com suspeita de coronavírus, mas somente são eficazes se forem combinadas com adequada higienização das mãos.

Quais são os sinais e sintomas?

Os sinais e sintomas são principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Podem, também, causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. Os sintomas mais comuns são febre, tosse e /ou dificuldade para respirar. Alguns pacientes podem apresentar cansaço, mal estar, congestão nasal, dor de garganta ou no peito.

Cuidado com os Idosos e com as pessoas que têm doenças crônicas

A maioria (80%) se recupera sem precisar tratamento. Idosos, portadores de condições crônicas de saúde como hipertensão arterial (pressão alta), doenças cardiovasculares (angina, infarto e acidente vascular cerebral), diabetes, doenças respiratórias crônicas (como bronquite e enfisema pulmonar) e neoplasias, além de pacientes transplantados, com infecção pelo HIV ou ainda usuários de tratamento imunossupressor possuem um maior risco de desenvolver doença grave. De uma forma geral, o número de mortes vai crescendo com o avançar da idade, alcançando 15% em idosos maiores de 80 anos, sendo de 0,5 % em jovens. Justamente por isto, pela maior ocorrência de condições crônicas nos idosos e pelo envelhecimento populacional brasileiro é que se deve ter atenção redobrada para que não sejamos agentes de propagação nesta faixa etária. Interesses coletivos da sociedade e colaboração neste momento de crise devem ser ressaltados. Atentar também ao início da vacinação para a gripe na próxima semana, anunciado pelo Ministério da Saúde, medida que evitaria sobreposição de infecções, reduzindo mortalidade e necessidade de hospitalizações.

Quando procurar atendimento médico?

Se você apresentar febre E pelo menos mais um sinal ou sintoma respiratório E viajou para áreas de transmissão local (Europa, Ásia ou América do Norte, por exemplo) nos últimos 14 dias do aparecimento dos sintomas OU teve contato com casos suspeitos ou confirmados de COVID-19, procure atendimento médico. Se não estiver se sentindo muito mal, procure o Posto de Saúde mais próximo de sua residência. Deixe a emergência hospitalar somente para os casos de maior gravidade.

Vacina contra Influenza e o Coronavírus

Atente-se para o início da vacinação contra a gripe na próxima semana, anunciada pelo Ministério da Saúde. Esta medida evitará sobreposição de infecções, reduzindo mortalidade e necessidade de hospitalizações. Caso você esteja no público-alvo da Campanha procure o local que disponibiliza a vacina mais perto de sua casa.

 

Coronavírus Idosos e Doenças Crônicas

PSICOLOGIA AMBIENTAL E QUARENTENA

Orientações da Psicologia Ambiental para o período de quarentena

 

Por Camila Menezes Ferreira Guerreiro - Psicóloga da Divisão de Promoção da Saúde

 

Os efeitos psicológicos negativos advindos da quarentena que estamos vivenciando podem ser minimizados seguindo uma série de recomendações norteadas pela Psicologia Ambiental. A situação é especialmente difícil para crianças com famílias e adolescentes, com espaços reduzidos e/ou sem acesso à internet.

Observe as seguintes dicas:

  1. Delimite as atividades por espaço: Na medida do possível as atividades devem ocorrer em diferentes espaços da casa. Feche as portas para separar-se ou isolar-se dos demais. A ideia é reduzir a estimulação constante;
  2. Organize sua casa: Mantenha a arrumação, reduza o número de objetos, guarde-os ou empilhe-os. Limpe a casa. Durante o dia abra as cortinas. Areje a casa. Aproveite a oportunidade para redecorar,  mude as coisas de lugar para senti-la mais aconchegante. Procure cantos que podem ser utilizados pelas crianças (ex., a entrada da casa). Os quartos normalmente são espaços pouco utilizados. Ao levantar-se tente convertê-lo em um  espaço para brincar, ler ou trabalhar. Mantenha um nível de ruído baixo em casa;
  3. Aprecie elementos naturais/a rua: Olhe pela janela, saia pela varanda ou terraço para ver outras pessoas e para observar as árvores e a vegetação. Use o jardim, ou quintal, ou algo equivalente para fazer jardinagem ou simplesmente usufruir desse espaço. A natureza é um estímulo positivo que reduz o nosso nível de ansiedade fazendo-nos sentir melhor;
  4. Procure momentos para estar sozinho: É importante reservar momentos prolongados para estar só. Precisamos de momentos de privacidade para assimilar as várias situações de tensão que ocorrem durante o dia. Reserve os momentos das refeições para estarem todos juntos;
  5. Siga uma rotina: Mantenha uma organização diária das atividades, retire o pijama, Vista-se como se fosse sair à rua. Ouça as atividades dos vizinhos, isso normaliza a situação e reduz a sensação de isolamento. Aplauda, reconheça os profissionais de saúde. Assim, cria-se um sentimento de comunhão durante esse momento.

 

Material traduzido e adaptado de psicamb.org

 

COMO LIDAR COM A SAÚDE MENTAL DOS SERVIDORES NA QUARENTENA?

Recomendações para gestores: como lidar com a saúde mental dos  servidores durante o período de quarentena?

 

Por Psicóloga Ms. Camila Menezes Ferreira Guerreiro- DPS/DAS

 

  1. Mantenha sua equipe protegida contra estresse crônico e problemas de saúde mental durante esse momento, assim eles terão um melhor desempenho ao cumprir seus papéis. Lembre-se de que a atual situação não desaparece da noite para o dia e você deve se concentrar na capacidade ocupacional de longo prazo em vez de repetidas respostas às tarefas de curto prazo;
  2. Garanta que comunicação de boa qualidadeatualizações de informações sejam disponibilizadas a todos os servidores;
  3. Se possível, mantenha a rotatividade entre as funções de maior estresse e menor estresse, servidores inexperientes com colegas mais experientes, divida as tarefas conforme as afinidades. Incentive os servidores que oferecerão suporte à comunidade a trabalhar em duplas. O apoio de amigos ajuda a fornecer suporte, monitorar o estresse e reforçar os procedimentos de segurança;
  4. Incentive o estabelecimento de uma rotina, mas ao mesmo tempo considere agendas flexíveis, principalmente para os servidores diretamente impactados ou que tenham algum membro da família impactado por um evento estressante;
  5. Favoreça um clima em que os colegas possam oferecer apoio social uns aos outros;
  6. Se você é gestor de uma equipe de saúde, facilite o acesso e garanta que a equipe esteja ciente que há locais em que podem ser acessados serviços de saúde mental e de apoio psicossocial;
  7. Incentive os servidores a fornecerem informações úteis e primeiros socorros psicológicos às pessoas afetadas; (Obs.: desde que devidamente treinados para isso e apenas se apresentarem afinidade, se voluntariem e/ou se identificarem com a questão)
  8. Gestores também estão enfrentando estressores semelhantes aos de sua equipe e potencialmente pressão adicional no nível de responsabilidade de seu papel. É importante que as recomendações acima sirvam tanto para os servidores quanto para os gestores, sendo que esses possam ser um modelo de estratégias de autocuidado para aliviar a tensão e o estresse.

 

Fonte: Organização Mundial da Saúde (2020)

 

 

INFORMAÇÕES SOBRE O CORONAVÍRUS (COVID-19)

INFORMAÇÕES SOBRE O CORONAVÍRUS (COVID-19)

Por Dr. Pedro Ivo Kalil Gaspar - Médico do Trabalho do DAS


O Departamento de Atenção à Saúde (DAS) permanece atento à epidemia de Doença pelo Coronavírus 2019 (COE - COVID -19), em conjunto com as ações estratégicas tomadas pela universidade, divulgadas e atualizadas diariamente no sítio institucional da UFRGS (www.ufrgs.br).

Em caso de algum servidor enquadrar-se nas definições de CASO SUSPEITO, conforme definido pelo Ministério da Saúde, deve encaminhar-se a um dos Centros de Referência do Rio Grande do Sul:

Hospital Nossa Senhora da Conceição de Porto Alegre ou Hospital Universitário de Canoas;

Nestes centros, caso algum paciente seja enquadrado como caso suspeito, será iniciado seguimento, e demais medidas médicas (orientações, tratamento, recomendações de isolamento domiciliar e pesquisa de contatos, quando necessário).

Conforme o Ministério da Saúde, são definidos* como caso suspeito de infecção humana pelo COVID-19:

Situação 1

Febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) E histórico de viagem para área com transmissão local, de acordo com o OMS, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; OU

Situação 2

Febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimentos das asas nasais entre outros) E histórico de contato próximo de caso suspeito pelo coronavírus (COVID-19), nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; OU

Situação 3

Febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimentos das asas nasais entre outros) E histórico de contato próximo de caso confirmado pelo coronavírus (COVID-19) em laboratório, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas.

 

OBSERVAÇÃO: Febre pode não estar presente em alguns casos como, por exemplo, em paciente jovens, idosos, imunossuprimidos ou que em algumas situações possam ter utilizado medicamento antitérmico. Nestas situações, a avaliação clínica deve ser levada em consideração.

 

Como é feita a confirmação de infecção humana pelo Coronavírus (COVID-19)?

Após confirmação laboratorial conclusiva para o Coronavírus (COVID-19), independente de sinais e sintomas.

 

Como é descartada a infecção humana pelo Coronavírus (COVID-19)?

Caso que se enquadre como suspeito e apresente confirmação laboratorial para outro agente etiológico OU resultado negativo para COVID-19.

 

*fonte: Ministério da Saúde

CORONAVÍRUS: ESTOU GESTANTE E AGORA?

Por  Enfª Drª Mariana Bello Porciuncula - Enfermeira da Divisão de Promoção da Saúde

em 24/03/2020

Coronavírus: estou gestante, e agora?


- Gestantes devem se proteger e seguir as mesmas recomendações do público em geral para evitar o contágio pelo vírus.

- Até o momento, as gestantes não parecem ser um grupo de maior risco para doença grave, como ocorreu na pandemia da gripe H1N1.

- O novo coronavírus não é transmitido ao feto ou ao bebê durante a gravidez ou no parto, segundo estudos disponíveis até o momento.

- O vírus não foi encontrado em amostras de líquido amniótico ou leite materno.

 

Coronavírus: sou lactante, e agora?


- Mesmo infectadas, lactantes não devem deixar de amamentar. Até o momento não há recomendação de interrupção do aleitamento materno, e pelo contrário, entende-se que nesse momento o bebê receberá anticorpos produzidos pela mãe.

- Ao manter a amamentação, a recomendação são os cuidados básicos que já criam barreiras para a proliferação da doença: lavar as mãos, usar a máscara e álcool gel.

 

EM AMBOS OS CASOS todas devem realizar as medidas de prevenção: lavar as mãos com água e sabão ou usar álcool gel, não compartilhar objetos pessoais, manter os ambientes ventilados e evitar aglomerações.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Infectologia (2020)

SAÚDE MENTAL DE CRIANÇAS E COVID-19

Saúde Mental de Crianças na Pandemia da COVID-19

 

Por MS Camila Menezes Ferreira Guerreiro-Psicóloga DPS

 


Você é servidor UFRGS e tem crianças em casa? As dicas abaixo podem servir e auxiliar você neste período de quarentena e isolamento social.

Ajude as crianças a encontrarem maneiras positivas de expressar sentimentos como medo e tristeza. Toda criança tem seu modo próprio de expressar emoções. Às vezes, participar de uma atividade criativa, como brincar ou desenhar pode facilitar esse processo. As crianças sentem-se aliviadas se puderem expressar e comunicar seus sentimentos em um ambiente seguro e solidário.

Mantenha as crianças próximas aos pais e à família, na medida do possível. Se o trabalho dos pais for considerado essencial, deve-se oferecer cuidados alternativos, acompanhamento regular a essas crianças e também contato frequente com os pais e/ou responsáveis através de telefonemas, videochamadas, entre outros.

Mantenha rotinas familiares na vida diária, caso seja possível, ou crie novas rotinas, especialmente se as crianças estiverem em quarentena. Procure proporcionar atividades apropriadas para a idade delas, incluindo atividades escolares e/ou de aprendizagens.

Quando aconselhados a restringir o contato social, incentive as crianças a continuarem brincando e socializando com os outros, mesmo que apenas dentro da família ou através de contato online. Em períodos de estresse e crise, é comum que as crianças busquem mais apego e sejam mais exigentes com os pais. Discuta a COVID-19 com seus filhos de maneira honesta e apropriada para a idade.  Se as crianças mostrarem-se preocupadas, conversar sobre o assunto pode aliviar a ansiedade.

Tente gerenciar de forma saudável suas emoções. As crianças observam o comportamento e as emoções dos adultos para obterem dicas de como autorregularem suas emoções em momentos estressantes. Não esqueça também, de ser flexível com as suas demandas e as das crianças.

Observe o comportamento das crianças após esse período turbulento. As reações comuns à angústia desaparecerão com o tempo para a maioria delas.  Se as crianças continuarem muito estressadas, tristes, ansiosas, irritadas, e principalmente, se suas reações prejudicarem a vida escolar ou as relações sociais procure um profissional da saúde mental!

 

Saúde mental em crianças na pandemia de COVID-19.pdf

CRIANÇAS E ADOLESCENTES E A COVID-19

CRIANÇAS E ADOLESCENTES E A COVID-19

Por Dr Luciani Mendes Oliveira da Fonseca - Médica Pediatra da DPS

 

Aqui estamos todos, diante do afastamento social, das obrigatórias mudanças de hábitos, da ansiedade gerada pela pandemia e pelas incontáveis informações que invadem casas e mentes pelos meios de comunicação. Aqui estamos nós vivenciando o trabalhar de casa, com suas obrigações e prazos, a execução simultânea da rotina doméstica, os cuidados integrais e afetuosos com a família e os filhos.

Como preservar lucidez, bom ânimo, produtividade e amorosidade? Como encontrar dentro de nós as respostas das perguntas que o isolamento nos faz? Como lidar com o medo e as incertezas que mexem conosco através dos olhos dos nossos filhos?

Provavelmente respostas venham com a ciência e o tempo, mas algumas informações já obtidas podem nortear nossa conduta e semear esperança no dia a dia. As crianças sempre foram conhecidas por sua vulnerabilidade diante dos eventos e agentes que a cercam. Um sistema imune não totalmente apto a enfrentar agentes externos agressores torna a criança alvo fácil para infecções, às vezes, graves. No caso desta pandemia, no entanto, os dados estatísticos mostram que a maioria dos infectados não são as crianças. O porquê desta forma de comportamento do vírus ainda é discutido e gerou várias teorias, mas até o momento, sem uma resposta definitiva.

Então o que sabemos?

Quando uma criança ou adolescente é contaminado por este vírus os sintomas podem variar em intensidade. Os casos de COVID-19 podem ser sem sintomas ou os sintomas se assemelharem aos de infecções respiratórias comuns com febre, tosse, congestão nasal, dor de garganta, mal estar, falta de apetite. São raros os casos que incluam diarreia e vômitos. Os casos leves costumam ser avaliados, tratados e orientados a permanecer no domicílio, nos casos mais graves, a hospitalização pode ser necessária.

 

Focar na prevenção é parte fundamental da saúde.


Evite aglomerações, saindo somente o estritamente necessário.
Aproveite este tempo maior com os filhos para estreitar os laços de afeto, explicar os cuidados de higiene e reforçar a importância de cada um no processo. Mantenha, dentro do possível, uma rotina de estudos e de atividades físicas mesmo em casa.
As crianças se beneficiam com horários de alimentação e sono semelhantes aos anteriores a pandemia.
Reforce a importância de permanecer em casa, mas possibilite que elas tenham alternativas saudáveis de lazer como dança, música e jogos de tabuleiro. As brincadeiras com segurança são bem vindas. Lembre-se que as mídias como tablets, celulares, computadores, devem ser avaliadas de acordo com a faixa etária, monitoradas e, quando permitidas, seguem regras de tempo de exposição.
Converse e abra espaço para discutir dúvidas com seus filhos.
A criança é exemplo de criatividade, movimento, sensibilidade, resiliência.

Que nossos olhos possam estar atentos as suas necessidades e angústias. Prudência, informação segura e responsabilidade devem guiar nossos passos.

CAMPANHA DE VACINAÇÃO INFLUENZA 2020

INFORMATIVO – CAMPANHA DE VACINAÇÃO INFLUENZA 2020


O Ministério da Saúde decidiu realizar a CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A INFLUENZA com um mês de antecedência, devido ao momento que o mundo passa no combate ao coronavírus e em virtude da confirmação dos casos no país, APESAR DESTA VACINA NÃO PREVENIR CONTRA ESSE NOVO VÍRUS. Pretende-se proteger a população contra a influenza além de minimizar o impacto sobre os serviços de saúde. Destaca-se que os sintomas desta doença são semelhantes aos do coronavírus e que essa antecipação visa reduzir a carga da circulação de influenza na população.

Objetivo da Campanha

Reduzir as complicações, as internações e a mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus da influenza, na população alvo para a vacinação.

 

Vacina influenza trivalente

A vacina influenza trivalente que será utilizada na campanha desse ano tem a seguinte composição:

- Influenza A/Brisbane/02/2018 (H1N1)pdm09

- Influenza A/South Australia/34/2019 (H3N2)

- Influenza B/Washington/02/2019 (linhagem B/Victoria)

 

As etapas da campanha serão:

1ª fase - a partir de 23/03: trabalhadores da saúde;

a partir de 25/03: idosos com 60 anos ou mais;

2ª fase - a partir de 16/04: profissionais das forças de segurança e salvamento, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, caminhoneiros, motoristas e cobradores do transporte coletivo.

3ª fase - a partir de 18/05: professores de escolas públicas e privadas e demais grupos de risco: crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos cumprindo medida socioeducativa, apenados, funcionários do sistema prisional, pessoas com deficiência e adultos entre 55 e 59 anos.

Período da Campanha

A vacinação iniciou no dia 23 de março e se encerra em 30 de junho de 2020.

Onde me vacinar?

A vacinação será realizada nas Unidades de Saúde em todo o país, em drive thrus e farmácias parceiras. Para saber quais locais estão com vacina disponível no momento:

Ligue para o 136 ou acesse https://docs.google.com/spreadsheets/d/1dWTeP_ePz2JtaD_O9AnOw1UBD6hw6hCz3D_STwGUJ4E/edit#gid=85817831.

Unidades de Saúde próximas aos Campis da UFRGS em Porto Alegre:

CENTRO

- Unidade de Saúde Santa Marta: R. Cap. Montanha, 27 - 1° andar - Centro Histórico.

SAÚDE

- Unidade de Saúde Santa Cecília: R. São Manoel, 543 Bairro - Santa Cecilia, Porto Alegre

- Unidade de Saúde Modelo: Av. Jerônimo de Ornelas, 55 - Santana, Porto Alegre.

AGRONOMIA

- Unidade de Saúde São Carlos:  Av. Bento Gonçalves, 6670 – Agronomia, Porto Alegre.

CAMPUS DO VALE

- Unidade de Saúde Herdeiros: R. Alfredo Tôrres de Vasconcelos, 90 - Agronomia, Porto Alegre.

- Unidade de Saúde Esmeralda:  R. Dolores Duran, 1621 - Agronomia, Porto Alegre.

- Unidade de Saúde Mapa: R. Cel. Jaime Rolemberg de Lima, 92 Bairro - Lomba do Pinheiro, Porto Alegre.

 

Referência

BRASIL. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. 22ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. Brasilia, 2020.

Departamento de Atenção à Saúde - DAS

Sede: Av. Protásio Alves, 297 - Porto Alegre, RS +55 51 3308-2014 ou 3308-2016

Sede Campus do Vale: Av. Bento Gonçalves, 9500, Prédio 43353,- Porto Alegre, RS +55 51 3308-6940 ou 3308-7091

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