|
A modernidade ainda estabelece pesquisa, ensino e consultoria como
importantes áreas de ação para o economista.
No governo e no mercado - globalizado.
No Brasil e no mundo, hoje multiplicam-se as faculdades de Economia,
centros de estudo, departamentos universitários e institutos de
pesquisa - a uma velocidade jamais vista. O campo de trabalho é vasto.
Mesmo em tempos de redução ofertas de empregos públicos,
os cargos a serem ocupados por economistas estão no topo das
carreiras de auditores-fiscais, técnicos e analistas de dinanças
e controle e de consultores legislativos.
Mas é no setor privado que se descortinam novas esperanças
profissionais para o economista: planejamento financeiro, custos e preços,
cenários econômicos. Todos os setores da Economia lançam
mão desse serviço especializado. Das lojas de varejo aos
grandes bancos. Do setor primário à tecnologia de ponta.
Do estabelecimento bancário local à bolsa de valores.
No comércio exterior e no mercado financeiro.
O recente denominado Terceiro Setor também se abre a atuação
dos economistas: organizações não-governamentais,
instituições de defesa do consumidor, órgãos
de classe, como sindicatos e federações - patronais e
dos empregados.
Atualmente, como a Economia está presente na comunicação de
massa, que tal trabalhar nos meios de comunicação, fazendo
a ponte entre o conhecimento especializado e uma linguagem acessível
ao público?
Num mercado cada vez mais competitivo, um forte sistema de regulação
e proteção - Conselhos Regionais e Conselho Federal de
Economia - ampara o profissional. Dê para você mesmo um
presente de grande futuro: um curso de Economia - a profissão
de Economista.
Fonte:
COFECON - Conselho Federal de Economia
|