Competências e Habilidades

A formação deste tipo de profissional requer o desenvolvimento de um conjunto de competências e habilidades. Competências são os conhecimentos, atitudes, capacidades e aptidões que habilitam alguém para vários desempenhos da vida. As habilidades se ligam a atributos relacionados ao saber-conhecer e saber-fazer.

Dentre as competências, destaca-se a c apacidade de analisar e agir sobre os fenômenos internacionais, identificar oportunidades e riscos associados à interação entre os atores locais e internacionais, compreender as transformações da sociedade contemporânea, suas origens históricas, e as especificidades sociais, políticas e culturais dos países e entes que compõem o ambiente internacional, negociar soluções que minimizem conflitos e potencializem os ganhos para os atores nacionais que interagem no espaço internacional, planejar ações e tomar decisões que orientem governos, empresas, e entidades da sociedade civil que atuam no espaço internacional e, finalmente, a capacidade de pesquisar e identificar tendências e transformações, nos diversos planos da vida social e econômica;

Há disciplinas que trabalham as ferramentas analíticas basilares para a compreensão das relações internacionais, como a Teoria das Relações Internacionais, História das Relações Internacionais, Política, Geografia Política, Introdução à Economia e Organização do Espaço Mundial. Há, também, disciplinas específicas de relações internacionais e outras nas áreas de Direito, Economia, Comércio Exterior, Estratégia Empresarial, etc.

Além disso, a formação deverá ser complementada por atividades práticas relacionadas às disciplinas como: (i) a discussão de modelos de negociação internacional nos campos político e econômico; e (ii) a elaboração de estudos de caso, resolução de crises e projeção de cenários. Estas atividades estarão direcionadas para a aproximação do formando com o exercício da futura atividade profissional. Portanto, demandarão: (i) vinculações estreitas com as atividades de pesquisa e extensão, desenvolvidas tanto em nível de graduação, quanto de pós-graduação; e (ii) o estabelecimento de parcerias com instituições públicas e privadas que exercitam, em seu cotidiano, relações com atores internacionais. Para tanto, serão utilizados instrumentos de aprendizado como seminários, oficinas, estudos de caso, trabalho de diplomação, etc.

 

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