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Atividades da editora na Feira do Livro de Porto Alegre

Porto Alegre está prestes a receber 65ª edição da Feira do Livro, que ocorre de 1° a 17 de novembro, com centenas de atividades, oficinas e expositores. Presente na há mais de 40 anos no evento, a Editora da UFRGS leva atividades como painéis e sessões de autógrafos. Confira a programação!

 

 

Na banca da Editora da UFRGS estarão disponíveis cerca de 450 títulos das áreas de Artes, Letras, Ciências Humanas, Sociais, Biológicas, Agrárias, Exatas e da Terra, Linguística e Engenharias. No evento, os lançamentos serão vendidos com 10% de desconto e o público terá acesso a livros com os valores promocionais a partir de R$ 5,00.

A banca da editora é a 23 (localizada entre a Avenida Sete de Setembro e a Rua dos Andradas) e a 65ª Feira do Livro de Porto Alegre poderá ser visitada na Praça da Alfândega de segunda-feira a domingo, das 12h30 às 20h30, e aos sábados das 10h às 20h30.

O catálogo da Editora está no site da Livraria Virtual, em livraria.ufrgs.br e as obras em versão digital e gratuitas estão no LUME – Repositório Digital da universidade.

 

> Confira as sessões de autógrafos e painéis da Editora da UFRGS na 65ª Feira do Livro de Porto Alegre:

 

Dia 02 de novembro - sábado

- 16h30min > Sessão de Autógrafos – Praça de Autógrafos

A parte de sombra na última obra de Marcel Duchamp: oitenta notas ou sombras sobre Étant Donnés, de Jean Lancri, Tradução: Sandra Rey

 

O livro analisa a instalação de Duchamp Étant Donnés: 1) la chute d’eau 2) le gaz d’éclairage, cujo projeto foi lentamente elaborado pelo artista entre 1946-1966 e construído somente em 1969 – após sua morte, segundo suas diretivas -, no Museu de Arte da Filadélfia, nos Estados Unidos. Ora, será que essa obra derradeira de Duchamp não esconderia uma outra, desapercebida até então, alojada onde ninguém suspeitaria? Onde? Em seu próprio corpo: sobre a porta que lhe serve de limiar. Uma obra suplementar, posterior à construção de Étant Donnés, que se instauraria ao sabor da passagem dos observadores... Tal é a hipótese proposta e brilhantemente argumentada por Jean Lancri.

 

Dia 06 de novembro - quarta-feira

- 16h30min > Painel – Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo
Auditório Barbosa Lessa – 4º andar – Rua dos Andradas, 1223

Carvão e meio ambiente: impactos da exploração e uso do carvão e seu monitoramento, aspectos do meio ambiente e da sociedade.

Painelistas:
Heinrich Hasenack (Instituto de Biociências UFRGS)
Lavinia Schüler Faccini (Departamento de Genética - Instituto de Biociências da UFRGS) 
Gerhard Ernst Overbeck (Departamento de Botânica - Instituto de Biociências UFRGS)

[Lançamento da versão digitalizada  e gratuita do livro]

 

Editora da UFRGS promove uma exposição de temas que envolvem impactos da exploração e uso do carvão e seu monitoramento, abordando aspectos do ambiente e da sociedade de modo multidisciplinar.

- 17h30min > Sessão de Autógrafos – Memorial do Rio Grande do Sul

Educação no/do trabalho no âmbito das políticas sociais, Rosa Maria Castilhos Fernandes (Org.)
[Livro gratuito]

 

A publicação resulta de um trabalho coletivo de reflexão científica, elaborado por 16 autores, cujos artigos compõem 10 capítulos organizados em três seções. A primeira seção é resultado dos estudos e investigações desenvolvidas por um coletivo de pesquisadoras de graduação e mestrado em Serviço Social; a segunda parte, foi construída com base em discussões e reflexões de estudos e revisões teóricas de mestrandas do PPG Política Social e Serviço Social da UFRGS.

Longe de conceber o papel da universidade e dos pesquisadores como algo estranho e externo à práxis social que engendra as demandas, instituições e resultados das políticas públicas, a universidade se inclui por meio do seu trabalho de pesquisa e reflexão entre os sujeitos históricos envolvidos nos conflitos e possibilidades da cidadania social no Brasil.

A escrita a várias mãos exige fluidez, ética e coerência na fundamentação teórica que subsidia as reflexões que não são individuais, mas coletivas, que não são isoladas, mas articuladas com as experiências vividas no Grupo de Pesquisa Educação, Trabalho e Políticas Sociais que ao se organizar vai dando sentido a sua experiência social e a sua produção de conhecimentos científicos. Nesta trajetória, também estão os sujeitos – trabalhadores e trabalhadoras – que participaram das investigações socializadas no livro. Como experiência vivida, a pesquisa é parte constitutiva das relações entre trabalho e educação.

 

Dia 07 de novembro - quinta-feira

- 18h30min > Sessão de Autógrafos – Praça de Autógrafos
Escrevam porque as ditaduras não duram para sempre, Loiva Otero Fêlix, Daniela Oliveira Silveira e Luiz Alberto Grijó

 

Obra que enfoca o período da ditadura civil-militar, inaugurado com outro golpe de Estado em 1964, a partir da trajetória de uma bravíssima mulher de lutas e realizações. Esta edição além do novo prefácio e de uma revisão geral, conta com capítulo que discute as alterações histórica pelas quais o Brasil passou desde o fim dos governos Fernando Henrique Cardoso até o contexto atual.

 

Dia 08 de novembro (sexta-feira)

- 17h > Painel – Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo
Jurisperita: a importância da construção do protagonismo jurídico feminino consciente.
Sala Noé de Mello Freitas – 2º andar – Rua dos Andradas, 1223

Mediação: Dalva Carmem Tonato (Faculdade de Direito/UFRGS)

Painelistas: Eunice Ferreira Nequete (Procuradoria do Município de Porto Alegre e Faculdade de Direito/UFRGS), Jacqueline Fagundes Rosenfeld (Ministério Público do Estado do RS), Laís Rogéria Alves Barbosa (Tribunal de Justiça do RS), Lúcia Helena Callegari (Ministério Público do Estado do RS), Regina Taube Nunes (Defensoria Pública da União do Estado do RS) e Simone Tassinari Cardoso Fleishmann (Faculdade de Direito/UFRGS).

- 19h30min > Sessão de Autógrafos - Praça de Autógrafos
Jurisperita - o feminino no Direito: academia e carreiras jurídicas
Dalva Carmem Tonato, Ana Laura Ramires Carvalho, Anita Müller (Org.)

 

O livro Jurisperita - o feminino no Direito: academia e carreiras jurídicas é o produto final do encontro de mesmo nome, realizado em outubro de 2017, na Faculdade de Direito da UFRGS. A obra compilou e adaptou, no formato de um livro, relatos de mulheres de relevo no cenário jurídico gaúcho e nacional. Nesses relatos, elas nos falam das suas experiências, dos desafios e da percepção sobre as contribuições específicas do feminino na academia, nas carreiras jurídicas e na construção do Direito. ALém disso, há uma análise histórica que destaca o difícil percurso da conquista civilizatória do acesso da mulher à formação e às práticas jurídicas. Jurisperita - termo com origem no latim que indica a especialista em Direito, a mulher capas de acionar a jurisdição em defesa do Direito próprio ou alheio - é o título de uma fabula togata de Titinus (séc. II a.C.), sátria que retrata a atuação feminina no foro, em uma época em que o espaço público era considerado um lugar masculino. O nome foi escolhido de modo consciente, portanto, para ser um símbolo de resistência e afirmação feminina. As mensagens trazidas pelas "jurisperitas modernas" em seus relatos servem como modelo e inspiração não somente aos estudantes, aos operadores do Direito e aos juristas, mas também à sociedade brasileira em geral.