Educação, Sexualidade e Relações de Gênero

            Esta Linha toma como referência central teorizações desenvolvidas no âmbito dos Estudos Feministas, dos Estudos Culturais, dos Estudos Gays e Lésbicos e da Teoria Queer para examinar questões relacionadas a corpo, gênero, sexualidade e educação. Fazendo uso, preferentemente, da perspectiva pós-estruturalista, essas dimensões são analisadas em suas complexas articulações com outras, tais como raça/etnia, nacionalidade, classe, religião.

Professores:
Dagmar E. Meyer;
Fernando Seffner
Jane Felipe de Souza
Luis Henrique Sacchi dos Santos

Temáticas:

Políticas de Corpo e de Saúde: gênero, raça e nacionalidade -
Profa. Dagmar E. Meyer
Tomando como referência os campos da Educação e da Saúde, analisa processos de produção de corpos e identidades "saudáveis", articulando gênero, raça e nacionalidade. Fundamenta-se, preferentemente, nas formulações teórico-metodológicas dos Estudos Feministas e Estudos Culturais, sob uma perspectiva pós-estruturalista.

Masculinidade, gênero e sexualidadeProf. Fernando Seffner
Referenciando-se na perspectiva teórica pós-estruturalista, investigam-se os processos culturais e pedagógicos de produção, manutenção e modificação das masculinidades, com especial ênfase para as relações entre masculinidade, corpo e sexualidade, políticas públicas de saúde e direitos sexuais.

Infância, gênero e sexualidade - Profa. Jane Felipe de Souza
A partir da perspectiva teórico-metodológica dos Estudos Feministas e Estudos Culturais, pretende-se examinar diferentes concepções de infância, família e aparatos educacionais produzidos ao longo da história, em diversas sociedades e culturas, especialmente no que se refere às relações de gênero e sexualidade produzidas nessa formação.

Currículo e Pedagogias Culturais - Prof. Luis Henrique Sacchi dos Santos
Discutir a pedagogia como um fenômeno cultural abrangente e complexo, que se concretiza tanto no âmbito das instituições e instâncias estritamente educativas quanto em outros territórios e artefatos do mundo contemporâneo. A escola, o currículo e a avaliação, bem como a mídia, a arte, a ciência e as novas tecnologias constituem-se, assim, em objetos de investigação. As análises problematizam as políticas culturais de identidade, os regimes de representação de diferentes grupos e as formas como artefatos e práticas culturais operam a cocretização de suas pedagogias.