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PROICEM - Projeto Iniciação Científica no Ensino Médio

As origens da proposta - A construção do conhecimento no ser humano é um processo cuja complexidade exige constante atualização das estratégias de ensino a serem aplicadas. Os avanços tecnológicos e novas comodidades disponíveis a cada dia acabam por competir fortemente com as técnicas pedagógicas existentes atraindo muito mais a atenção dos estudantes que o próprio conteúdo programático previsto. O resultado desse desequilíbrio é uma grande dificuldade de construção de conhecimentos pelos alunos de graduação, o que reflete falhas que se acumularam no ensino médio e fundamental.

Acompanhando o aprendizado de nossos alunos de graduação durante anos, chegamos à conclusão de que a causa deste problema no meio educacional é a falta de objetivos claramente definidos de que todos precisamos para nortear nossas vidas. Afinal, não apenas os alunos (em todos níveis, fundamental, médio, superior e de pós-graduação), mas todas as pessoas anseiam por respostas aos problemas contextuais de suas vidas que, muitas vezes, não podem ser encontradas na escola através dos métodos tradicionais de ensino, o que leva ao desestímulo.

Uma vez que a metodologia científica tem uma natureza extremamente estimulante e objetivos firmemente estabelecidos, elaboramos um programa-piloto de Iniciação Científica com alunos do Ensino Médio de uma escola da Grande Porto Alegre (Colégio Sinodal de São Leopoldo). Como objetivos a serem alcançados estavam a preparação de infraestrutura para desenvolvimento de projetos de pesquisa autonomamente pela escola e a compreensão da Natureza através da participação de alunos e professores em projetos de pesquisa científica já em andamento e outros a serem desenvolvidos no futuro pelos próprios alunos.

O projeto já vem sendo desenvolvido desde 1999 com o Sinodal. Os alunos de grupos avançados (com mais de um ano de experiência) trabalham como monitores junto à equipe coordenadora. Depois de devidamente treinados e conhecendo a infraestrutura técnica e as metodologias disponíveis, os próprios alunos propõem os projetos de pesquisa a serem desenvolvidos pelo grupo e apresentam seus resultados em encontros e congressos regionais, estaduais, nacionais e internacionais.

Aluna trabalhando em laboratório da UFRGS (FisCel) Atualmente, nosso laboratório, através da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS, está operacionalizando um convênio com Secretaria da Educação do Estado do Rio Grande do Sul, de maneira a disseminar as atividades deste projeto também para escolas da rede pública de ensino. Nesta fase, também estamos ampliando os horizontes da proposta para outras áreas do conhecimento abrangidas pela Universidade.

O projeto funciona porque, apesar de o cérebro humano ter uma capacidade praticamente infinita de acumular e elaborar conhecimentos, as informações adquiridas só conseguem ser sedimentadas em nossas mentes por dois caminhos fisiológicos: a memorização da informação a médio e longo prazo por exercício da repetição ou a sedimentação imediata causada pelo impacto emocional da informação adquirida, dependendo de como esta se apresenta para o nosso sistema cognitivo. A metodologia científica apresenta
Professor acompanhando os trabalhos na Universidade
Aluna dando continuidade aos trabalhos na sua escola
Aula de Anatomia Humana da UFRGS
Aluna trabalhando no FisCel da UFRGS
todos os ingredientes para a segunda estratégia porque é intrinsecamente capaz de estimular a construção do saber com prazer. Lembrando que nosso cérebro aprende com base no balanço do binômio punição-recompensa, o prazer vivenciado durante as atividades citadas leva a uma poderosa “impressão” das informações em nossas vias neurais.

O Projeto – A fim de se alcançar os objetivos iniciais, alunos de primeira e segunda séries do Ensino Médio inscreveram-se e foram selecionados diretamente na escola e passaram a ambientar-se no laboratório sempre sob a supervisão de um professor responsável da própria escola.

Com aulas teóricas em nosso laboratório, e na escola durante a semana, e com visitas aos sábados em período integral, os alunos passaram a se familiarizar com os instrumentos e equipamentos a serem utilizados, desde os mais simples até os mais sofisticados.

Paralelamente às atividades práticas, foi ensinado o princípio de funcionamento de cada equipamento, tendo-se como base as informações teóricas já adquiridas na escola.

Além disso, os alunos tiveram aulas de anatomia humana em nosso Instituto.

Lendo sempre os manuais de instruções primeiro, os alunos aprenderam a preparar soluções biológicas utilizando balanças analíticas e a maneira correta de se armazenar os reagentes bioquímicos.

Como grande parte dos experimentos é sempre realizada com mamíferos de laboratório, com o intuito de se estabelecer comparações com seres humanos, os alunos aprenderam a tratar, alimentar e a respeitar os animais, manipulando-os de forma correta, desde o nascimento até o desmame.

Os primeiros subprojetos desenvolvidos pelos alunos envolveram estudos dos efeitos da vitamina B12 e da alimentação com dieta de cafeteria sobre animais normais e com câncer. Depois, o próprio grupo resolveu estudar também os efeitos da intoxicação por defensivos agrícolas: uma realidade da região do Vale do Sinos.

Acompanhando a tendência mundial de combate ao tabagismo, o grupo elaborou um projeto de pesquisa para estudar os efeitos tóxicos do cigarro sobre os pulmões e o fígado de ratos. Para isso, os alunos desenvolveram uma câmara-de-fumar que foi utilizada durante todos os experimentos com ratos fumantes. O objetivo principal foi investigar a produção de radicais livres nos tecidos dos animais tabagistas.

Como se sabe, o alcoolismo tem sido apontado como uma das maiores causas de mortes entre jovens e adolescentes.
Maneira correta de se segurar ratos de laboratório
Aluno verificando a manutenção dos ratos em biotério na UFRGS
Alunos injetando vitamina B12 por gavagem (cânula intra-gástrica)
Câmera de fumar para roedores
Bomba manual para câmera de fumar
Por isso, os alunos prepararam um estudo-piloto com ratos alcoolistas, mostrando os resultados de suas pesquisa na escola onde estudam. O fato gerou grande interesse por parte de várias empresas da região do Vale do Sinos que convidaram o grupo para palestras que foram dirigidas aos funcionários das mesmas.

As apresentações dos alunos sobre os efeitos do álcool em mamíferos foram tão aplaudidas nas empresas onde foram levadas que estas, inclusive, financiaram boa parte dos projetos subsequentes formulados pelo grupo.

Os resultados gerados pelos alunos têm sido apresentados também em inúmeros congressos e encontros científicos regionais e nacionais, sendo que vários trabalhos já foram premiados incluindo convites para apresentações internacionais em mostras de Ciências. Todos os anos, as equipes participantes inscrevem e apresentam seus trabalhos no Salão e/ou na Feira de Iniciação Científica da UFRGS, no Salão de Extensão da UFRGS, na Mostratec (feira promovida pela Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha), nas Reuniões Anuais da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) e da FeSBE (Federação de Sociedades de Biologia Experimental) e em vários outros Salões de Iniciação Científica regionais, nacionais e internacionais. O convívio dos alunos e seus professores com cientistas de vários centros de pesquisa do mundo tem sido muito estimulante para todos ao mesmo tempo que vem alavancando o surgimento de novas ideias e novos rumos a serem seguidos pelo grupo.

A natureza multidisciplinar desta atividade assegura a participação de professores da área de línguas, informática, matemática e ciências naturais, como biologia, química e física. Tudo isso de uma maneira agradável e estimulante para todos.

O Projeto Iniciação Científica no Ensino Médio – PROICEM – tem comprovado sua qualidade, apresentando resultados concretos e positivos, que podem ser medidos, inclusive pela significativa melhora no rendimento escolar dos alunos.

O projeto se caracteriza pela oportunidade e o incentivo pelo aprender com prazer, o que nos parece serem as melhores ferramentas para estimular a participação dos alunos e proporcionar o aprendizado e construção de conhecimento de alto nível.

Os resultados obtidos sugerem ainda que uma modificação na rigidez das grades curriculares tradicionais deva ser feita porque oficinas de estudo e projetos de pesquisa científicos estimulam a construção de verdadeiros conhecimentos, ao invés de promover apenas a simples reprodução de conceitos. Num trabalho onde o grande tesouro de todos é a disposição para aprender, tem-se conseguido fazer ciência usando sucata e adaptando espaços nas escolas, como banheiros desativados que se transformam em laboratórios de experimentação.

A Fisiologia Animal aplicada à Fisiologia Humana vinha sendo a base para o desenvolvimento de todos os projetos até agora. É claro que a curiosidade pelo “saber como funcionamos” impulsiona os alunos a quererem aprender mais e mais e isso se reflete no comportamento e rendimento escolar dos jovens participantes. Entretanto, existem outras áreas de conhecimento que são igualmente interessantes. Por isso, a partir do convênio com a Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul, outras unidades, outros laboratórios e outros projetos de pesquisa em diferentes setores da Universidade estarão sendo disponibilizados para a execução do PROICEM. Aluna preparando reação para dosagens enzimáticas em espectrofotômetro Com isso, a Universidade estará abrindo a iniciativa a uma população muito maior de estudantes e professores. Na verdade, tanto faz a área de conhecimento onde se estuda porque a metodologia científica é sempre a mesma. Nossos resultados mostram o que menos importa são as áreas de concentração do conhecimento porque a construção do saber segue uma arquitetura neurológica semelhante em todos os seres humanos.

Acreditamos que projetos como este, pelo baixo custo que representam, porque muitas vezes utilizamos equipamentos rudimentares e sucata, mas pelo grande retorno que oferecem para nossa sociedade, contribuem para formar as novas gerações, legítimas construtoras do progresso nos diferentes setores da atividade humana.

Informações adicionais e dúvidas – Participam deste projeto integrantes do grupo do Laboratório de Fisiologia Celular da UFRGS, do Laboratório de Cineantropometria da UNISINOS, do Laboratório de Metabolismo Celular da USP e do Colégio Sinodal, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação do Rio Grande do Sul.

Apoio financeiro: PRONEX, do Ministério de Ciência e Tecnologia e do MEC, FAPERGS, FAPESP, CNPq, Pró-Reitorias de Extensão (PROREXT) e de Pesquisa (Propesq) da UFRGS e pela CENTERLAB de Porto Alegre.

Observação importante: Se você é aluno, professor ou diretor de alguma escola da rede estadual de ensino médio e tem interesse em participar desta atividade, entre em contato com a Secretaria da Educação do Estado aqui em Porto Alegre, pelos telefones (51) 3228 4807 ou 3228 4804 e fale com a Professora Aline Mendes da Divisão de Ensino Médio desta Secretaria. Ou, então, entre em contato conosco que nós encaminharemos as suas sugestões, questionamentos e propostas às pessoas certas.

Novas Parcerias: Pró-BICJr

O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA (MCT), por intermédio do CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGIO (CNPq), em convênio com a FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (FAPERGS), criou e torna público através de editais específicos, o lançamento do PROGRAMA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO-TECNOLÓGICO-ARTÍSTICO-CULTURAL DAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO MÉDIO que passa a financiar o custeio de BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA JÚNIOR. Trata-se do Pró-BICJr.

Os OBJETIVOS da proposta são:

  • Despertar vocação para os campos das ciências e as carreiras tecnológicas, incentivando talentos potenciais entre estudantes do ensino médio profissionalizante da rede pública.

  • Estimular professores produtivos do ensino médio da rede pública a engajarem estudantes regularmente matriculados no ensino médio no processo de investigação científica.

  • Promover o interesse pela pesquisa no campo da Ciência e Tecnologia, visando assegurar o contínuo desenvolvimento da capacidade instalada no Estado.

REQUISITOS

Para ser considerada habilitada para o exame de mérito, a proposta deve ser encaminhada de acordo com as estipulações e prazo definidos nos Editais.

1. Requisitos da Instituição (Escola):

  • Caracterizar-se como instituição pública de ensino médio, profissional e/ou técnico situada no Estado do Rio Grande do Sul;

  • Possuir um Programa Institucional de Iniciação Científica;

  • Designar um Coordenador e uma Comissão de Iniciação Científica formada por, no mínimo, 03 (três) membros, para orientar, selecionar e avaliar internamente as solicitações da Instituição, bem como responder pela aplicação dos recursos.

2. Requisitos do COORDENADOR (solicitante):

  • Ser indicado pelo representante legal da Instituição à qual se vincula;

  • Comprovar experiência gerencial ou administrativa.

  • O Coordenador (solicitante) será o único responsável pela comprovação e cumprimento de prazos, despesas e obrigações constantes no presente Edital, nos Termos de Outorga e Aceitação de Auxílios e Bolsas, bem como nas normas e manuais da FAPERGS.

3. Requisitos dos Orientadores:

  • Ser professor concursado do Ensino Médio da Rede Pública, em regime de trabalho de 40 (quarenta) horas semanais nas instituições participantes.

  • Possuir experiência acumulada e comprovada no campo específico do projeto e ter disponibilidade para a orientação científica e pedagógica.

  • Atender às exigências e aos critérios estabelecidos no Programa de sua Instituição;

  • Estimular o bolsista a divulgar trabalhos referentes à pesquisa;

  • Cada professor poderá orientar, no máximo, 05 (cinco) alunos.

4. Requisitos do Candidato à BOLSA (aluno):

  • Estar regularmente matriculado na Instituição em que será desenvolvida a pesquisa;

  • Não ter completado 21 anos para ingresso no Programa;

  • Ter disponibilidade de 10 horas semanais para as atividades de pesquisa;

  • Não ser bolsista de qualquer outro órgão ou programa regular de bolsas;

  • Não possuir vínculo empregatício com entidade pública e/ou privada ou outra forma de remuneração regular de qualquer natureza.

O Pró-BICJr teve uma liberação de R$ 257,2 mil somente para 2005. Os recursos deverão cobrir os custos referentes a 268 bolsas, com valor mensal de R$ 80,00 por cota, pelo período de um ano.

Para o próximo ano letivo, a Equipe do PROICEM pretende associar-se à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul para pleitear, junto à Fapergs a alocação de recursos e bolsas para que o Pró-BICJr possa também ser desenvolvido em parceria com a UFRGS. Independentemente disso, se você ou sua escola tem interesse em organizar uma Comissão de Iniciação Científica entre em contato conosco que nós poderemos ajudá-lo. No site do CNPq, podem ser encontradas informações adicionais e o acompanhamento dos convênios já firmados.

Conforme a Assessoria de Imprensa do próprio CNPq, o Programa de Bolsa de Iniciação Científica Júnior foi criado em 2003 para permitir que estudantes do Ensino Médio da Rede Pública de ensino mantenham contato com um projeto científico e ajudem a executá-lo. Os alunos selecionados terão orientadores indicados pelas universidades, levando em consideração, quando possível, a preferência por área do conhecimento indicada no formulário de inscrição. Para inscrever-se no Programa o aluno deve estar cursando o segundo ano do Ensino Médio em escola da rede estadual, localizada nos municípios que sediarem unidades de pesquisa das universidades públicas do Estado. Além disso, os candidatos devem possuir freqüência igual ou superior a 90% no segundo ano do Ensino Médio, apresentar média global igual ou superior a 8,0 no primeiro e no segundo ano do Ensino Médio e ter disponibilidade de 10 horas semanais para dedicar às atividades da bolsa.

Esclarecimentos sobre o Programa de Bolsas de Iniciação Científica Júnior (conforme consta da página do CNPq na seção de Bolsas e Auxílios):

O que é?

O Programa de Bolsa de Iniciação Científica Júnior foi criado em 2003 para permitir que estudantes do Ensino Médio da Rede Pública de ensino mantenham contato com um projeto científico e ajudem a executá-lo.

Como funciona?

A criação dessas bolsas é feita por cada Estado, por meio de convênios que irão regulamentar a seleção dos alunos e a distribuição do benefício e serão assinados entre o CNPq e as FAPs (Fundação de Amparo à Pesquisa) ou Secretarias Estaduais de Ciência e Tecnologia. As inscrições, as regras de funcionamento e os pagamentos são efetivados por estas instituições.

Os alunos receberão durante um ano a bolsa de R$ 80,00 (oitenta reais) para desenvolver junto às Universidades públicas do Estado, pesquisas nas diversas áreas do conhecimento. Os estudantes serão acompanhados por orientadores selecionados pela universidade e cumprirão uma carga horária semanal de 10 horas.

Quem pode se inscrever?

Para se inscrever o aluno deve estar cursando o segundo ano do Ensino Médio em escola da rede estadual, localizada nos municípios que sediarem unidades de pesquisa das universidades públicas do Estado; possuir frequência igual ou superior a 90% no segundo ano do Ensino Médio; apresentar média global igual ou superior a 8,0 no primeiro e no segundo ano do Ensino Médio; ter disponibilidade de 10 horas semanais para dedicar às atividades da bolsa.

Os alunos selecionados terão orientadores indicados pelas universidades, levando em consideração, quando possível, a preferência por área do conhecimento indicada no formulário de inscrição.

Outros contatos

Para mais informações, procurar a FAP de seu Estado ou a instituição de ensino à qual pertence.

 

 Questionários de Avaliação

        Para baixar o questionário de avaliação para os alunos que ESTÃO participando ou participaram do PROICEM clique aqui.

        Para baixar o questionário comparativo (CONTROLE) para alunos que ainda NÃO participaram do PROICEM, clique aqui.

        Por favor, depois de preencher o formulário eletrônico, salve o arquivo e envie-o anexado em um e-mail para o Laboratório de Fisiologia Celular da UFRGS.

Colaboradores e sites relacionados


 

acessos                                                                 

Laboratório de Fisiologia Celular - Departamento de Fisiologia
Instituto de Ciências Básicas da Saúde (ICBS) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Rua Sarmento Leite, 500 - 2o. andar - Laboratório 02 - Centro - CEP 90.050-170 Porto Alegre, RS, Brasil

        Fone: (51) 33083151 | Fax: (51) 33084555 |  E-mail: fisiologia.celular@ufrgs.br 

 

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 09/01/2021.

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