Prof.
Jorge Mariath na
Antártida, Ilha King
George, em Junho de 2007 |
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Jorge
Ernesto de Araújo Mariath,
além de um entusiasmado
diletante da fotografia científica,
é Professor Titular de
Botânica do Departamento
de Botânica da UFRGS, formado
em Ciências Biológicas,
sendo Mestre em Botânica
pela mesma Universidade e Doutor
em Ciências pela Universidade
de São Paulo(USP). Atualmente
além de coordenar o Laboratório
de Anatomia Vegetal (LAVeg) deste
mesmo Departamento ele exerce
a função de Diretor
do Instituto de Biociências
da UFRGS. Na qualidade de Diretor
desse Instituto investiu nessa
expedição, prospectando
futuras possibilidades de projetos
a serem desenvolvidos na Antártida
pelos professores/pesquisadores
pertencentes ao quadro do referido
Instituto.
Segundo
o Prof. Mariath, a fotografia
é um recurso indispensável
em sua área de pesquisa
e ensino, pois, como morfologista,
necessita utilizar toda a gama
de magnitudes para revelar o mundo
maravilhoso das plantas, desde
a fotografia de campo até
a fotomicrografia e fotomacrografia
realizadas em laboratório.
Por vários anos ele ministra
uma disciplina na pós-graduação
envolvendo as técnicas
tanto analógicas quanto
digitais de obtenção
de imagens para fins científicos.Nesta
viagem à Antártida,
utilizou um equipamento Nikon
D200 com grip vertical Nikon MB
e objetivas AF 24mm Nikkor, 28-70mm
Nikkor e 70-300mm Sigma APO Macro.
Agora
de volta as atividades cotidianas
junto ao Instituto de Biociências,
a Direção pretende
apresentar aos professores dos
Departamentos as possibilidades
de desenvolvimento de pesquisa
no continente Antártico.
Nas reuniões serão
analisadas e discutidas as facilidades
proporcionadas pelo projeto PROANTAR
no que tange a infra-estrutura
e logística de suporte
aos pesquisadores e estudantes,
numa tentativa de organizar um
projeto do Instituto de Biociências,
com diferentes abordagens dependendo
dos grupos interessados.
O
Prof. Jorge Mariath, a partir
de Setembro de 2007, pretende
voltar à Antártida,
onde, além de realizar
seus trabalhos científicos
como pesquisador, irá desenvolver
a chamada Fotografia Documental
de Campo, que servirá como
suporte ilustrativo aos seus projetos
de pesquisa que serão realizados
naqueles belos e inóspitos
ambientes.
Mario
Bitt-Monteiro
- 2007
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