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Instituto de Geociências - UFRGS

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By Diana Rocha

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Programas e Curriculum Vitae

Programas e Curriculum Vitae

Edital Diretor 2012

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CHAPA 1

Diretor: Jefferson Cardia Simões

Vice-Diretor: Antonio Pedro Viero

CHAPA 2

Diretor: André Sampaio Mexias

Vice-Diretor: Nelson Luiz Sambaqui Gruber

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Regras para a condução do debate entre as chapas concorrentes à direção do Instituto de Geociências da UFRGS

Regras para a condução do debate entre as chapas concorrentes à direção do Instituto de Geociências da UFRGS

Edital Diretor 2012

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I. A Comissão de Consulta agendou o seguinte debate:

Dia: 26 de outubro de 2012

Local: Auditório do Instituto de Geociências – Prédio 43130

Horário: das 14 às 17 horas

II. Os debates devem ser pautados pelos princípios de ética e pelo decoro acadêmico.

III. O mediador terá amplos poderes para intervir na condução dos trabalhos, podendo cassar a palavra, solicitar da platéia contenção em manifestações consideradas inoportunas, suspender o debate, além de fazer outros encaminhamentos que julgar apropriados.

IV. O debate será coordenado por mediador indicado pela Comissão de Consulta, e será subdividido em quatro blocos distintos, a saber:

a) Exposição pelos candidatos de seus planos de trabalho;

b) Debate entre os candidatos;

c) Debate dos candidatos com o plenário;

d) Considerações finais.

1º bloco: Exposição dos Planos de Trabalho (20 minutos)

1. A ordem das falas será definida em sorteio a ser realizado na presença das chapas.

2. Cada chapa fará uma exposição de dez minutos a respeito de seus planos de trabalho.

3. Quando faltarem três minutos para o encerramento do prazo da fala, o mediador informará ao expositor o tempo que lhe falta.

Novo aviso será dado a um minuto do encerramento.

4. O mediador não permitirá que o tempo de dez minutos seja ultrapassado.

2º bloco: Debate entre os candidatos (60 minutos)

1. Cada chapa poderá formular três perguntas a outra chapa concorrente. As perguntas serão feitas alternadamente e conforme a ordem das falas ocorridas no primeiro bloco; isto é, a chapa que falou em segundo lugar faz a sua primeira pergunta, seguida pela chapa que falou em primeiro lugar que fará a sua primeira pergunta e, assim, sucessivamente.

2. Cada pergunta deverá ser formulada em, no máximo, dois minutos e respondida em, no máximo, cinco minutos.

3. Serão permitidas réplicas de, no máximo, três minutos. 2

3º bloco: Debate com o Plenário (45 minutos)

1. O plenário encaminhará as questões à mesa, por escrito e devidamente identificadas, mediante modelo elaborado pela Comissão de Consulta. As perguntas deverão ser dirigidas às duas chapas simultaneamente.

2. Das questões encaminhadas à mesa, serão sorteadas duas questões de cada segmento que compõe os votantes do IG, isto é, discentes, técnicos e docentes.

3. O mediador fará a leitura das questões às chapas concorrentes, de forma alternada, seguindo a ordem de fala estabelecida no primeiro bloco. As respostas dos candidatos deverão ser dadas em três minutos, no máximo.

4. O mediador será auxiliado pela Comissão de Consulta que terá como tarefa específica de recolher e organizar as perguntas formuladas pelo plenário, para as chapas concorrentes responderem.

5. Ao final do debate todas as perguntas formuladas pelo plenário serão entregues às chapas.

4º bloco: Considerações Finais (10 minutos)

O mediador concederá a palavra às chapas concorrentes, seguindo a ordem de exposição, ou seja, 1º sorteado e 2º sorteado, para suas considerações finais, sendo destinado a cada chapa o tempo máximo de cinco minutos.

REGULAMENTO EM PDF

Porto Alegre, 19 de outubro de 2012.
A Comissão de Consulta

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Sorteio Público da Ordem dos Nomes nas Cédulas

Sorteio Público da Ordem dos Nomes nas Cédulas

Edital Diretor 2012

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CHAPA 1

Candidatura para Diretor: Jefferson Cardia Simões

Candidatura para Vice-Diretor: Antonio Pedro Viero


CHAPA 2

Candidatura para Diretor: André Sampaio Mexias

Candidatura para Vice-Diretor: Nelson Luíz Sambaqui Gruber

 

 

COMISSÃO DE CONSULTA, 19/10/2012.

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Lista dos candidatos para direção

Lista dos candidatos para direção

Edital Diretor 2012

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CHAPA 1

Diretor: Jefferson Cardia Simões

Vice-Diretor: Antonio Pedro Viero

CHAPA 2

Diretor: André Sampaio Mexias

Vice-Diretor: Nelson Luiz Sambaqui Gruber

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Consulta para diretor do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Consulta para diretor do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Edital Diretor 2012

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EDITAL COMPLETO

CHAPA 1

Candidatura para Diretor: Jefferson Cardia Simões

Candidatura para Vice-Diretor: Antonio Pedro Viero


CHAPA 2

Candidatura para Diretor: André Sampaio Mexias

Candidatura para Vice-Diretor: Nelson Luíz Sambaqui Gruber

RELAÇÃO DE VOTANTES

Alunos Graduação em Geografia

Alunos Graduação em Geologia

Alunos Graduação em Engenharia Cartográfica

Alunos Mestrado POSGEA

Alunos Doutorado POSGEA

Alunos Mestrado PPGGEO

Alunos Doutorado PPGGEO

Docentes

Técnicos-Administrativos

DATAS IMPORTANTES:

  • 26/09 - Lançamento do edital convocando a consulta para o dia 29 de outubro.
  • 15/10- Inicio do prazo de inscrição dos candidatos na secretaria do instituto de geociências UFRGS.
  • 16/10- Encerramento do prazo de inscrição dos candidatos , às 17 horas.
  • 18/10- Divulgação das relações dos votantes docentes, técnico-administrativos, discentes e dos candidatos inscritos. Início do prazo de impugnações das candidaturas e dos votantes duplamente relacionados.
  • 19/10- Sorteio público da ordem dos nomes nas cédulas únicas. Encerramento do prazo de impugnações, às 17 horas.
  • 19/10- Julgamento dos pedidos de impugnações e divulgação às 19 horas.
  • 22/10- Inicio do período de campanha.
  • 26/10- Encerramento da campanha às 24 horas.
  • 29/10- Realização da consulta, com inicio às 8 horas e término as 21 horas.
  • 29/10- Apuração da consulta de divulgação dos resultados.
  • 30/10- Encaminhamento dos resultados da consulta ao conselho da unidade, assim como dos eventuais recursos.
  • 31/10- Reunião do conselho da Unidade para julgamento dos recursos.
  • 31/10- Reunião do conselho da Unidade para eleição da lista tríplice.

RESULTADO


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Notícia - Pós Graduação

Notícia - Pós Graduação

Notícias do Pós Graduação do IGEO

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Notícias Órgãos Auxiliares

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Notícias dos Órgãos Auxiliares da UFRGS

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Notícias das Comissões

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Notícias sobre as Comissões integrantes da Universidade

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Notícias sobre os Museus

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Notícias sobre os Museus pertencentes à UFRGS.

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Notícia 1 - Graduação

Notícia 1 - Graduação

Notícias referentes à Graduação do IGEO

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Legislação

Legislação

Legislação do Instituto de Geociências

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Riolito, Granito, Basaltos

Riolito, Granito, Basaltos

Coleção de Rochas

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By Veleida Ana Blank

1 Riolito: rocha ígnea vulcânica, correspondente extrusivo do granito. É densa e possui uma granulação fina. Também chamado quartzo-pórfiro. Sua cor é cinza azulada, às vezes quase preta.

2 Granito: é a rocha ígnea mais comum de todas, ocorrendo juntamente com os gnaisses no embasamento cristalino, que constitui o substrato da crosta siálica que forma os continentes. Ocorre em diversas cores, cinza clara e cinza bem escura, amarela, rósea ou vermelha. No Rio Grande do Sul os granitos são rochas muito comuns, fazendo parte do denominado Escudo Sul-Riograndense. Em Porto Alegre, como em muitas cidades, nossas casas estão construídas em cima de granitos. São utilizados na construção civil, como material de pavimentação, em estradas, revestimentos de fachadas, etc.

3 Basalto: É a rocha vulcânica mais abundante, tendo como equivalente plutônico o gabro. Sua cor é geralmente preta, podendo às vezes, ser cinza escura ou castanha. O principal uso do basalto é na pavimentação e ornamentação de fachadas.

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Diabásio, Anortosito, Ultramáficas, Sienito

Diabásio, Anortosito, Ultramáficas, Sienito

Coleção de Rochas

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By Veleida Ana Blank

4 Diabásio: é o correspondente dos basaltos, possui a mesma composição química e mineralógica, mas a textura é um pouco mais grossa. A cor é preta com textura granular fina.

5 Anortosito: é uma rocha formada essencialmente por plagioclásios cálcicos, em geral labradorita, com pequena porção de grãos de piroxênios, e pequenas massas de magnetita e ilmenita. É em geral acinzentado, mas pode ser amarelado e pardacento, brancos ou quase preto. No Rio Grande do Sul há uma ocorrência conhecida em Capivarita, Encruzilhada do Sul. As diversas variedades são utilizadas como pedras ornamentais, principalmente em revestimento de fachadas.

6 Ultramáficas: são aquelas que apresentam um teor em minerais máficos muito grande, o que lhes confere em geral uma cor preta. Essas rochas são comuns no Rio Grande do Sul, como por exemplo no Complexo Pedras Pretas, em São Sepé.

7 Sienito: é uma rocha ígnea plutônica. Assemelha-se a um granito, mas difere-se dele porque contém menos de 5% de quartzo. Em geral é de textura granular e a cor predominante é clara sendo a mais comun a branca, a rosada, a vermelha, a cinzenta e também é amarelada.

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Argilitos, Arenito, Calcário

Argilitos, Arenito, Calcário

Coleção de Rochas

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By Veleida Ana Blank

8 Argilito: é uma das rochas sedimentares mais abundantes o que lhe dá grande importância geológica. Possue cor cinza até preta, amarela, verde ou amarelada.

9 Arenito: é uma rocha sedimentar clástica. No Rio Grande do Sul, existe uma enorme área coberta por rochas graníticas, arenito Botucatu, etc. O principal uso dessa rocha é na construção civil na fabricação de vidros e como abrasivo.

10 Calcário: é uma rocha sedimentar, de cor cinza, amarela, até preta, geralmente compacta e de granulação microscópica na maioria dos casos. No Rio Grande do Sul, são várias as ocorrências de calcários, constituindo-se em verdadeiras minas atualmente em atividade. Exemplo: São Sepé, Caçapava do Sul.

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Carvão mineral, Ardósia, Filitos, Talco-xistos

Carvão mineral, Ardósia, Filitos, Talco-xistos

Coleção de Rochas

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By Veleida Ana Blank

1 Carvão mineral: é uma substânca sólida, formada pela decomposição parcial de restos vegetais com enriquecimento em carbono e litificada, isto é, endurecida por um processo lento, sendo necessários dezenas de mihões de anos para que se dê sua formação. A matéria vegetal que constitui o carvão é a base de troncos, caules, raízes, folhas, esporos, resinas, etc. No Rio Grande do Sul, existem várias minas de carvão em atividade, como em Charqueadas, Butiá, Leão.

É um combustível sólido e pode ser utilizado como matéria-prima na indústria carboquímica.



12 Ardósia: é uma rocha de granulação extremamente fina, e possue uma propriedade notável, conhecida como clivagem ardosiana, que lhe permite o desdobramento em lâminas delgadas e largas. A cor vai de cinza a preta, mas pode ser verde, amarela, castanha e vermelha. Devido á boa divisibilidade, de modo a formar placas, é usada para lousas ou para telhados.



13 Filito: é uma rocha metamórfica xistosa de granulação fina, micro e macro-cristalina. Apresenta cor prateada, cinzenta, esverdeada, até preta.



14 Talco-xistos: são rochas metamórficas de granulação média à grossa. São formados essencialmente por talco, podendo conter magnetita e cromita (em pequenos grãos negros), anfibólios, olivina, cloritae, outros minerais. A cor é, via de regra, clara em geral esverdeada, por vezes amaraleada ou acizentada, mas pode ser cinza ou verde escuro.

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Xisto à magnetita, Quartzito, Quartzitos à fuchsita

Xisto à magnetita, Quartzito, Quartzitos à fuchsita

Coleção de Rochas

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By Veleida Ana Blank

15 Xisto à magnetita: apresenta como costituinte importante a magnetita. Mostra a propriedade de atrair um imã, quando colocado próximo aos cristais que formam sua composição.

16 Quartzito: rocha metamórfica constituída por mais de 80% de quartzo. É em geral branco, cinzento claro ou amarelado acastanhado. Pode também ter sua cor alterada com a presença de grãos microscópicos de minerais acessórios e, assim, ser esverdeado, azulado, púrpuro e negro.

17 Quartzitos á fuchsita: apresenta cor esverdeada devido à presença da fuchsita que é uma variedade de muscovita rica em cromo. É usada como material ornamental, revestindo paredes e fachadas.

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Gnaisse, Mármore, Serpentinito

Gnaisse, Mármore, Serpentinito

Coleção de Rochas

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By Veleida Ana Blank

18 Gnaisse: um grande grupo de rochas metamórficas são designadas por este termo. São rochas de granulação geralmente grossas, com xistosidade descontínua ou mal definida. Assemelham-se muito aos granitos, exceto pela sua textura que é gnáissica. No Rio Grande do Sul, assim como no Brasil, essas rochas são muito comuns, constituindo parte dos terrenos pré-cambrianos.

19 Mármore: é um calcário metamorfizado. Geralmente apresenta cor branca, mas pode apresentar ampla faixa de cores em consequência das várias impurezas que pode conter. O principal uso do mármore é como material ornamental, também pode ser usado como esculturas ou como material de construção.

20 Serpentino: como rocha, compõe-se essencialmente do mineral serpentina. É uma rocha compacta apresentando cores que vão do verde claro ao verde escuro, e dá ao tato uma leve sensação de gordura.
Fonte:

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SEXTANTE COM LUNETA

SEXTANTE COM LUNETA

Acervo Topografia

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Sextante do início do século XX utilizado para medir ângulos para determinação de posição na navegação. Com a medida dos ângulos pode-se determinar a Latitude e a Longitude do local. Equipamento fabricado por S. Poianchetti - Marseille-França. (Acervo do Museu)

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ALIDADE DE LUNETA

ALIDADE DE LUNETA

Acervo Topografia

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Alidade do final do século XIX utilizada na determinação de planos de visada em levantamentos planimétricos. Equipamento fabricado por Lerebours & Secretan - Paris. (Acervo do Museu)

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TEODOLITO EXCÊNTRICO

TEODOLITO EXCÊNTRICO

Acervo Topografia

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Teodolito do final do século XIX utilizado para levantamentos plano-altimétricos, com precisão de leitura angular de 1' e micrometro de nivelamento. Equipamento usado também em triangulações topográficas e determinações astronômicas. Equipamento fabricado por Carl Bamberg Friedeman - Berlim-Alemanha. (Acervo do Museu)

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Teodolito-Trânsito

Teodolito-Trânsito

Acervo Topografia

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Teodolito do início do século XX, utilizado para levantamentos plano-altimétricos, com precisão de leitura angular de 1' e com bússola de Rumos. Equipamento fabricado por W & L.E. Gurgey - Troy-New York. (Acervo do Museu)

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Teodolito-Trânsito

Teodolito-Trânsito

Acervo Topografia

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Teodolito do início do século XX, utilizado para levantamentos plano-altimétricos, com precisão de leitura angular de 1' e com bússola de Rumos. Equipamento fabricado por W & L.E. Gurgey - Troy-New York. (Acervo do Museu)

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SEXTANTE

SEXTANTE

Acervo Topografia

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Em 1757, Campbell, um oficial da marinha inglesa aumenta o arco do limbo do octante para 60º, nascendo assim o sextante. Mas foram precisos ainda mais vinte anos até que Tomaz Godfrey, um vidreiro da Filadélfia, lhe aplicasse dois espelhos dispostos de forma a coincidir as imagens de dois astros, qualquer que fosse a distância a que se encontrassem, para que o sextante substituísse finalmente com vantagem o octante. O sextante acima é do ano de 1806.

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OCTANTE

OCTANTE

Acervo Topografia

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Em 1731 John Hadley apresenta à Royal Society uma proposta de um instrumento novo. Tratava-se do octante um instrumento que permitia tomar alturas de astros por meio de dois espelhos. Visava-se o horizonte e a imagem refletida do astro era trazida para o mesmo campo de visão do observador. Muito mais simples e rigoroso que o astrolábio, o quadrante e a balestilha e que finalmente dava um grande impulso á possibilidade da obtenção da longitude com algum rigor. O octante acima é do ano de 1760.

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QUADRANTE MURAL

QUADRANTE MURAL

Acervo Topografia

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Este quadrante mural faz parte do acervo da Universidade de Coimbra-Portugal

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QUADRANTE MARINHO

QUADRANTE MARINHO

Acervo Topografia

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Usado pelos navegadores portugueses, pelo menos desde o século XV, o quadrante era um instrumento de madeira ou latão empregado para medir a alturas dos astros, e através de cálculos, ajudar na localização das embarcações em alto mar. Sua origem é mais antiga que a do astrolábio. O quadrante náutico é um instrumento bastante simples, consiste num quarto de circulo com duas pínulas de pontaria (espécie de mira) perfuradas num dos seus lados retos, um fio de prumo fixo ao centro do arco e uma escala de graduação inscrita na borda do quarto de círculo.

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ASTROLÁBIO NÁUTICO PORTUGUÊS

ASTROLÁBIO NÁUTICO PORTUGUÊS

Acervo Topografia

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A origem histórica do astrolábio permanece envolta em mistério: alguns pesquisadores afirmam que ele já era conhecido na Antiguidade Greco-romana, e uma antiga tradição islâmica atribui sua invenção a Ptolomeu (século II d.C.). O astrolábio mais antigo que chegou aos nossos dias é um instrumento árabe datado de 927 d.C, e o manuscrito mais antigo conhecido atualmente sobre o astrolábio é do século IV d.C. (compilado por Theon Alexandrinus). A figura acima mostra um astrolábio de origem portuguesa do século XVI-XVII.

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ASTROLÁBIO ÁRABE

ASTROLÁBIO ÁRABE

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O astrolábio é um antigo instrumento astronômico, utilizado no mundo árabe desde a alta Idade Média, e disseminado pela Europa a partir do século X. Antes da invenção do relógio mecânico e da difusão da bússola magnética, o astrolábio era o melhor dispositivo conhecido para determinação da hora (do dia ou da noite) e para a navegação (tanto em terra como no mar). A figura acima mostra um astrolábio Árabe fabricado no ano de 1140.

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ASTROLÁBIO

ASTROLÁBIO

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O Astrolábio era uma roda dividida em graus que tinha, presa em seu centro, uma seta móvel. Quando alinhada com os raios do sol (o que era indicado pela sombra), a parte superior da seta mostrava, na roda, a altura do sol acima do horizonte, o que permitia estabelecer a latitude.

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BALESTILHA

BALESTILHA

Acervo Topografia

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A balestilha é um instrumento de orientação que foi muito usado na época dos descobrimentos portugueses para orientação no mar, ajudando a determinar a latitude a que um navio se encontra. Esta mede a altura de um astro ou a distância angular entre dois astros.

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Primeira observação astronômica em solo brasileiro

Primeira observação astronômica em solo brasileiro

Acervo Topografia

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Desenho reproduzindo Mestre João e os pilotos Pero Escolar e Pero de Alenquer na primeira observação astronômica em solo brasileiro, medida em 1500 quando da chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil. A reconstituição está baseada em cartas enviadas ao rei Dom Manoel.

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BALESTILHA

BALESTILHA

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Para saber quantos graus um astro estava acima do horizonte, usava-se a Balestilha, conjunto de duas varas graduadas perpendiculares entre si. Olhava-se por uma ponta da maior e movia-se a menor. Quando a extremidade superior da vara menor encontrasse o astro e a parte inferior encontrasse o horizonte, formava-se o ângulo com o qual se podia calcular a altura da estrela.

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KAMAL ÁRABE

KAMAL ÁRABE

Acervo Topografia

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O kamal era formado por uma tábua retangular presa a um fio com vários nós suspenso, a partir de seu centro. A estes nós correspondia uma graduação em isba (unidade angular equivalente a 1º37', usada pelos navegadores árabes no Índico, na determinação das latitudes, media-se pondo o dedo na horizontal com o braço esticado. Isba em árabe significa dedo, o que também correspondia a uma polegada).

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Kamal

Kamal

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O kamal - ou tábua da Índia - era um pedaço quadrado de madeira com um fio todo marcado de nós preso em seu centro. Segurava-se o fio com os dentes e afastava-se a tábua até que o astro ficasse encostado na parte superior da pequena madeira e o horizonte na parte inferior. Os nós do fio esticado diziam qual era a altura angular da estrela.

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