Jornal da Universidade

DEPOIMENTOS

O que é a paz?

Habitualmente, as páginas centrais do Jornal da Universidade publicam uma grande entrevista com alguém “da casa” ou de fora, falando sobre assunto de real interesse, seja momentâneo ou permanente. Nesta edição, tentando não perder esta característica, ampliamos o número de entrevistados. São 119 professores, alunos e servidores, abordados, aleatoriamente, definindo o que, para eles, é a Paz, tema central deste número. Veja o que eles dizem.


Carla Salvador, servidora do Instituto de Psicologia
“Paz é harmonia entre pessoas e sentimentos.”

Fábio Rosa da Costa, aluno do curso de graduação do Instituto de Psicologia
“Paz é algo que muito se busca e pouco se alcança.”

Jaqueline Tittoni, professora do Instituto de Psicologia
“Paz é justiça social.”

Arlete Santos, servidora do Instituto de Psicologia
“Paz é a superação da guerra, do ódio e do desamor.”

Maria Célia P. Lassance, professora do Instituto de Psicologia.
“Paz é um estado de espírito do indivíduo que leva a ações na direção de valores de solidariedade, compaixão e tolerância.”

Marucia Bardagi, aluna de pós-graduação em Psicologia do Desenvolvimento do Instituto de Psicologia
“Paz é uma sensação de tranqüilidade e bem estar que podemos partilhar coletivamente.”

Paulo Roberto Azambuja, 45 anos, servidor da Escola de administração da UFRGS
“Ter saúde é uma paz.”

Samir S. Amin Rangel, estudante do programa de pós-graduação em planejamento urbano e regional
“Mais justiça social no mundo geraria paz.”

Augusto Menegotti, servidor na Casa do Estudante Universitário
“Amor ao próximo.”

Lisiane Almeida estudante de pós-graduação do Instituto de Letras
“Algo importante em todos os níveis, atualmente abalada mundialmente pela guerra.”

Jandira S. Machado, servidora da Contabilidade
“Agir com consciência, não fazer mal a ninguém, pensar no bem do próximo.”

Luís Fernando Aguirre, estudante de Arquitetura e Urbanismo
“Viver sem guerra, sem conflitos, com educação e comida para todos. Vir até o RU, comprar meu ticket, sentar, almoçar e sair tranqüilamente.”

Gisele Ramos Scheffer, estudante de Administração de Empresas EA
“A paz de uns influi na paz dos outros. É um conceito de todos poderem viver de uma forma melhor, ganhando dinheiro e sobrevivendo, algo que não existe agora.”

Ivandro Fernandes de Lima, 48 anos, professor Instituto de Geociências
“É a tolerância entre as diferenças.”

João Francisco de Siqueira Rodrigues, estudante de Filosofia
“É algo extremamente ligado ao espírito, à alma, às questões mais íntimas de religação do homem com o divino. É necessária a promoção de uma cultura ideológica de paz, e saber que as coisas se transformam com atitudes contínuas.”

Paulo Schöreder, estudante de Matemática, do Instituto de Matemática
“É a felicidade entre os homens.”

Luís Carlos Nani, estudante de Engenharia
“É liberdade e amor.”

Liliane Gewersen, estudante de Engenharia
Civil
“É viver sem qualquer tipo de violência, ter teus direitos respeitados.”

Diego Souza Pinto, estudante da Engenharia de Minas
“Viver todos os dias, lembrar que tem sol, muita energia e que a gente é sempre filho de Deus.”

João Carlos Duarte Maciel, 35 anos, servidor do Instituto de Matemática
“Saúde, a família estar tranqüila, ter um bom emprego, bons amigos, bom convívio.”

Sandro Gasparetto Borges estudante do programa de pós-graduação de Engenharia de Minas, Metalúrgica e Materiais - PPGEM
“É as pessoas aceitarem os outros como são e poderem conviver no seu dia-a-dia.”
José Baccio, estudante de Agronomia
“É querer fazer o bem ao próximo sem nada esperar em troca.”

Marco Antônio Mendonça, estudante de Licenciatura da Geografia
“É compreensão, justiça, conviver fraternalmente e com o mínimo de condições materiais para se viver dignamente.”

Maria Elizabete Alves Silva, servidora RU 1
“É respeito entre as pessoas, amor, educação e carinho.”

Lidiane Natália de Souza, 20 anos, estudante de Ciências Atuariais
“É estar bem consigo mesmo, pois assim tu não prejudica ninguém.”

Mauro Gilberto Pinheiro, 53 anos, servidor na secretaria do Gabinete da Reitora
“Tranqüilidade. Não ter incômodos.”

Salimar Santos, 22 anos estudante de Ciências Econômicas
“Sociedade com mais igualdade onde as pessoas não tenham motivo para brigar.”

Evandro Gomes da Silva, 30 anos, estudante de pós-graduação em Bioquímica
“É um estado de espírito.”

Maria Maciel, servidora da faculdade de Economia
“Tranqüilidade.”

Camila Sauer, 19 anos aluna Engenharia Civil
“É um estado de espírito em que as pessoas estão em equilíbrio e conseguem viver em plena harmonia.”

Sérgio Borja, professor da Faculdade de Direito
“A conciliação consigo próprio, uma visão de harmonia, interna e por conseqüência com o mundo. É necessário haver mais homens de boa vontade. O convívio da multiplicidade da diversidade em harmonia. A vida é movimento.”

Maurício Rasiakowski, estudante de Jornalismo da Fabico
“É justiça, igualdade.”

Antônio Augusto de Leon Souza, 50 anos, servidor da Faculdade de Comunicação
“É haver harmonia consigo e harmonia entre os povos.”

Júlio César Bastos Dias, professor de Contabilidade e Organização de Empresas da Escola Técnica da UFRGS
“É tranqüilidade.”

Lucas Santana Mathias, 18 anos, aluno de Contabilidade da Escola Técnica da UFRGS
“Todos os seres humanos conviverem em harmonia sem guerras no mundo.”
Vanda Regina Rodrigues dos Santos, servidora na Biblioteca da Faculdade de Economia
“É estar em casa, escutar uma música, conseguir não pensar em nada do que não está bem e que queríamos que estivesse.”

Victor Aguiar, 20 anos, bixo do Instituto de Psicologia
“É uma tentativa de compreensão entre as pessoas, algo para ser visualizado no futuro, como uma utopia, um lugar onde chegar que não deve ser esquecido.”

Giba Assis Brasil, professor da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação Social
“Administração de conflitos dentro de limites razoáveis, onde haja entendimento entre as pessoas. Tudo o que Bush e Sadam não pensam a respeito da vida e que gostaríamos que todos pensassem.”

Cláudia Porcelles Aristimunha, servidora Museu da UFRGS
“Só pode acontecer com justiça social.”

Regina Termignoni, professora do Departamento de Botânica, Instituto de Biociências
“Sentimento que nos deixa em harmonia conosco.”

Diego I. Patrício, 19 anos, aluno da Ciência da Computação, Instituto de Informática
“Ter liberdade para ir onde se quer sem a violência dos dias de hoje.”

Kátia Valença Correa da Silva, professora do Departamento de Biofísica do Instituto de Biociências
“É algo bom e uma conquista que se tem a fazer. A paz a gente busca.”

Daniela Leal Musa, 29 anos aluna da pós-graduação da Ciência da Computação
“Pessoas vivendo com tranqüilidade, respeito mútuo e harmonia.”

Álvaro Freitas Moreira, 37 anos, professor do depto. de Informática Teórica do Instituto de Informática
“Equilíbrio que o contato com a natureza proporciona.”

Carmen Cunha, servidora do Instituto de Informática
“É sentir.”

José Palazzo Moreira de Oliveira, professor do Instituto de Informática
“Respeitar as outras pessoas e respeitar as opiniões e as culturas dos outros.”


Erci Marcelo Borges Ferreira, mestrando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental
“É a presença de Deus.”

Cecília Horn de Souza, 68, servidora do Centro de Pesquisa em Odontologia Social
“Saúde para todos.”
Adriane Fertig, Anne Marie Weissheimer e Virgínia L. Moretto, professoras da Escola de Enfermagem
“Ausência de conflitos ou saber administrá-los.”

Roberta Kolvard, aluna do Instituto de Biociências
“Harmonia entre os humanos e a natureza, respeito entre os humanos e com o ambiente.”

Clarice Fialho, professora do Departamento de Zoologia do Instituto de Biociências
“É viver em tranqüilidade, em harmonia e com muito amor, dando e recebendo.”

João Batista Cademartori de Moura, 42 anos, servidor do Laboratório de Biologia do Instituto de Biociências
“É um estado de espírito, de harmonia e de equilíbrio interno e com o meio ambiente.”

Elisa Lucas, estudante de Artes Cênicas do I. A.
“É um estado de espírito que se conquista no decorrer da vida para se alcançar a plenitude humana.”

Rubens Augusto de Miranda, estudante de Economia
“É um estado de espírito.”

Vilson Pinto da Silva, 47 anos, servidor dos
Transportes
“Amor, carinho e tranqüilidade. Não ter ódio.”

Thiago K. Daudt, estudante de Engenharia de Produção
“É um estado de harmonia entre as pessoas e pode ser alcançado de várias maneiras.”

Luís Augusto Fischer, professor do Instituto de Letras, assaltado recentemente
“Vida social mais justa, com educação para todos, salário decente, convivência social respeitosa, harmonia social.”

Elaine Freitas, estudante de Música do I.A.
“É viver harmoniosamente, respeitando as diferenças.”

Emília Garcés, 20 anos, RP, Comunicação Social
“Igualdade. Num mundo igualitário provavelmente não haja disputa ou motivos para guerra.”

Adriana Pelufo, servidora da Biblioteca do Instituto Química
“É a busca constante e cotidiana do bem- estar, do bem-viver com meu interior e em relação aos outros com quem convivo.”

Cássio Barth, estudante de música do Instituto de Artes
“É um estado de respeito mútuo entre indivíduos.”

Felipe Grando Brandão, 24 anos, estudante da Escola de Administração
“Paz é ter saúde, trabalho e felicidade.”
Ivan Pinheiro, 47 anos, professor da Escola de Administração
“É estar bem consigo mesmo, com nossos valores, nossos princípios e assim com os outros, o que desencadearia uma reação em cadeia.”

Nilo José de Bairros, 40 anos, servidor portaria da Faculdade de Arquitetura
“É sentir-se bem, estar de bem com a vida.”

Ubirajara Erci Borni, 55 anos, professor da faculdade de Arquitetura
“Convivência harmônica entre as pessoas.”

Alexandre Bastos Ordeste, 35 anos, servidor Biblioteca do I.A
“É não existir guerra, bombas. É a amizade entre os povos.”

Manuel Figueiredo de Abreu, 36 anos, professor departamento de Música do IA
“Justiça.”

Nelson Winkler Oliveira, 38 anos, servidor do Departamento de Artes Visuais do IA
“Algo que se sente, ausência de sofrimento.”

Ana Regina Berwanger, professora da Arquivologia
“Estado muito bom, difícil de definir e que todos buscamos.”

Rossilei Knevitz, 36 anos servidora do Colégio de Aplicação
“Amor e amizade entre as pessoas.”

Eliane da Silva Moro, 50 anos, coordenadora do Núcleo da Hora do Conto-Faculdade de Biblioteconomia
“Ausência de guerra, da inveja e a presença do amor e da harmonia.”

Maria Cristina Kern, 44 anos, servidora da Escola de Educação Física
“Harmonia entre as pessoas no mundo.”
Artur Oscar Lopes, professor no pós-graduação do Instituto de Matemática
“Harmonia entre as pessoas.”

Rosane Prates Reginatto, servidora do Instituto de Matemática
“Não fazer mal às outras pessoas.”

Erna Vogt de Jong, professora do ICTA
“Estar de bem com sua consciência.”

Carlos Renato, servidor da Contabilidade
“Hoje é estar tranqüilo na rua, em casa.”

Daniela Alves, aluna do pós-graduação em Sociologia
“Processo que se constrói a partir do interior dos sujeitos e se reflete no exterior. Portanto, se estivermos em paz conosco o mundo, exteriormente, estará em paz.”

Cherllen Sady, servidor do Instituto de Ciência e Tecnologia dos Alimentos
“Conseguir conciliar as atividades profissionais e familiares em harmonia.”

Nilce Perin, servidora Cesup (Centro Nacional de Supercomputação
“Estarmos em paz conosco mesmo, no trabalho e na família é irradiarmos paz ao mundo.”

Fernando Grilo Gomes, professor chefe do departamento de Psiquiatria e Medicina Legal
“Se pensa no oposto de guerra, convivência em harmonia ou, intimista, pensamos em realização de desejos e uma capacidade de tolerância muito grande.”

Mary Ignês Pires, servidora pós-graduação da Faculdade de Educação
“Ausência de guerra e conflitos.”

Andreas Kindel, 33 anos, professor do Departamento de Ecologia
“É um exercício de tolerância.”

Renata Limberguer, 31 anos, servidora pós-graduação Ciências Farmacêuticas
“Respeito.”
Jeferson Luís de Lima Moraes, 21 anos, aluno do Instituto de Física
“Algo a ser alcançado. É preciso que a humanidade caminhe muito para encontrar o real significado dessa palavra.”
Silvana Barzotto, servidora Departamento de Ecologia do Instituto de Biociências
“A paz é a finalidade de estarmos aqui, todos nós a procuramos e embora seja difícil essa procura não deve jamais cessar.”

Eliane K. dos Santos, professora do Departamento de Genética
“Ausência de conflitos.”

Silvia Simões, 43 anos, aluna da História
“Paz é algo que nunca vai acontecer, pois seria necessário que todos tivessem condições melhores de vida.”

Leonardo Napp, 25 anos, bolsista voluntário do Núcleo de Arqueologia
“É algo necessário que não dá pra definir sem cair em clichês exóticos.”

Maria Suzana Soares, 58 anos, Coordenadora do mestrado em Relações Internacionais
“É associada a ética, valores compartidos, e justiça. Para haver paz é necessário haver uma comunhão de valores que inspirem e norteiem a convivência entre pessoas e nações.”

Manoel B. Stival, 26 anos aluno Instituto de Filosofia
“Uma ação consciente de não violência.”

Marco Cepik, professor da Ciência Política
“Ausência de guerra.”

Juan Romero, 33 anos, aluno do doutorado de Sociologia
“Harmonia, tranqüilidade, equilíbrio.”

Marco Antônio Silva da Silva, servidor, protocolo IFCH
“Povos viverem em harmonia, sem conflitos políticos e sociais.”

Paulo Ricardo da Rosa Terra, 43 anos, secretário do departamento de História
“É estar bem comigo mesmo.”

Magda Oliveira Pinto, aluna da Ciências Sociais
“É a prerrogativa de uma liberdade de ir e vir, é segurança.”

Patrícia Luciana da Costa Lopez, 23 anos, aluna da Biologia
“É um estado de espírito interdependente entre todos.”

Elmo Jurandir Antunes Cardoso, 47 anos, Coordenador Administrativo do Programa de Pós-graduação em Genética e Biologia Molecular
“Comunhão descompromissada entre todos os povos, independentemente de religião, preferências políticas ou raça.”

Gabriel Torres, 21 anos, bixo do Instituto de Física
“Sinônimo de tudo aquilo que está relacionado com felicidade.”

Guaraci Libardi, aluno do Instituto de Física
“Confraternização entre bixos e veteranos, essa alegria, essa harmonia que acontece entre a gente. Nada de disputas e brigas.”

Lucimar da Silva Lima, 34 anos, vendedora da Loja da UFRGS Campus Vale
“Respeitar o ser humano.”

Akua Kwakwa, 20 anos, aluna do curso Português para Estrangeiros, vinda de Gana (África)
“Não haver guerras.”

Daniel Valérios, 18 anos, aluno da Ciências Sociais
“Querer bem, respeitar o bem e fazer o bem sem olhar a quem.”

Dirce Pozebon, professora , Instituto de
Química
“Respeitar o próximo.”

Ivana Martins,19 anos, estudante de Química
“Viver bem conosco mesmo”

Leonel Schardong, 41 anos, servidor, bibliotecário do Instituto de Matemática
“Poder exercer a liberdade de escolha, sexual, política, profissional, ideológica, religiosa sem sofrer qualquer tipo de preconceito.”

André Castro, aluno do Instituto Letras
“Ausência de guerra, ampliação do entendimento, e por que, não estudar a anarquia?”

Geni Fernandes da Silva, servidora do Instituto de Ciências Básicas da Saúde
“Tranqüilidade, andar livremente e sem medo de ir e vir.”

Maurício W. L., aluno do Instituto de Letras
“Tolerância, aceitar as diferenças entre as pessoas, mesmo sem concordar com elas.”

Ari Roisenberg, professor do Instituto de Geociências
“Harmonia, compreensão e diálogo entre as pessoas e os povos.”

Orlando Renato, 40 anos, doutorando em
Geoquímica
“É leveza de espírito, tranqüilidade, serenidade.”

Ana Luíza Carreño, professora convidada da Universidade Autônoma do México, atualmente no Instituto de Geociências
“Harmonia, bem-estar, convivência e tranqüilidade.”

Geisa de Santana dos Anjos, baiana, mestranda em estratigrafia no Instituto de Geociências
“O bloco Filhos de Gandhi passando, todos de branco.”

Irajá Damiani Pinto, 84 anos, professor aposentado Instituto de Geociências
“Se queres paz, difunde saber e cultura.”

Viviana Cauduro,22 anos, aluna da Biologia
“Harmonia entre os homens, acordo entre todas as coisas definidas pelos homens.”

Míriam Klepzig, Bióloga do Instituto de
Geociências
“Paz é céu em toda a sua amplitude, significa imensidão, sem limite, coisas inimagináveis.”

Hélgio Trindade, ex-reitor da UFRGS
“Paz? Há uma frase mais atual do que nunca: ‘Justiça é o novo nome da Paz’”.

TOPO

CAPA

 

 

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