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Tuesday, 30 September 2008 - 4:24 pm
II Simpósio da ABCiber

O II Simpósio Nacional da ABCIBER – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISADORES EM CIBERCULTURA será realizado na PUC-SP, no período de 10 a 13 de novembro de 2008.

Organizado pelo CENCIB – Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Comunicação e Cibercultura, o evento reunirá inúmeros pesquisadores e alunos de Programas de Pós-Graduação e de Graduação de áreas das Ciências Humanas e Ciências Sociais Aplicadas de vários Estados brasileiros.

A programação está estruturada em várias sessões de trabalho – mesas de conferência, painéis temáticos (científicos, artísticos e de ciberativismo), reunião de Conselho Científico Deliberativo, Assembléia Geral (de associados da ABCiber), entre outros.

A Comissão Organizadora do II Simpósio Nacional da ABCiber divulgou os resultados dos trabalhos inscritos e as alunas do LIMC tiveram seus papers aprovados. Parabéns! Confira:

Co-dex, o Dicionário Social: um espaço de experiências sócio-tecnológicas para estudo de processos de cooperação e conflito
Aline de Campos
Mestranda em Comunicação e Informação no PPGCOM – UFRGS.

Lifestreaming como nova forma de expressão pessoal no ciberespaço
Sandra Bordini Mazzocato
Mestranda em Comunicação e Informação no PPGCOM – UFRGS.

A des-re-territorialização da experiência na internet: assistindo e participando de Lost
Stefanie Carlan da Silveira
Mestranda em Comunicação e Informação no PPGCOM – UFRGS.

Por camile | Comments (0)
 
 
Monday, 6 November 2006 - 10:36 pm
Parlamentares querem fechar a Internet

“Aos provedores de acesso caberia impedir o acesso anônimo do usuário à rede e o armazenamento de dados de conexões, como horários de entrada e saída, além do tempo de permanência na redes. Esses dados teriam de ser guardados por três anos. O projeto prevê que os provedores passem a ser responsáveis pela veracidade das informações prestadas pelo usuários, sob pena de responderem judicialmente por possíveis incorreções. A pena para o acesso sem identificação prévia seria de dois a quatro anos de reclusão. Nesse caso, o infrator ficaria detido até o juiz estabelecer uma fiança.”

China? Irã? Coréia do Norte? Não. O trecho acima se refere a um projeto de lei em tramitação no Senado Federal. O senador tucano Eduardo Azeredo, responsável por essa abominação, diz o seguinte: “Hoje, a internet é um território sem lei. Os bons usuários pagam pelos maus. Na verdade, tem gente criticando mesmo sem ler o projeto”.

Ironicamente, conforme o programador Rico Ferrari, será exatamente o contrário:

“Muitos provedores de acesso e conteúdo migrarão para outros países onde a legislação seja menos insensata, pode ter certeza: exportar empregos parece ser a especialidade dos nossos três poderes nos últimos anos. Os que não fizerem isso, por impossibilidade técnica ou econômica, aumentarão os preços (alguém tem de pagar pela infraestrutura extra que a lei exigirá, e esse alguém será você) ou simplesmente quebrarão. E uma quebradeira nesse setor será algo tão nefando para o país como um apagão, anote aí. Não, não é alarmismo, e, sim, isso atingirá você, que talvez nem saiba o que é um log de servidor.”

Obviamente, só há uma coisa a fazer: entrar em contato com Eduardo Azeredo e com a Comissão de Constituição e Justiça do Senado para tentar demover os parlamentares da idéia de aprovar essa lei. Aqui há uma lista de endereços eletrônicos e um modelo de carta.

Por Marcelo Träsel | Comments (0)
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Monday, 21 November 2005 - 12:59 pm
Espírito do Big Brother se manifesta de novo

Se o projeto de gravar todos emails dos brasileiros proposto por Delcídio Amaral (PT) for sério, é o maior absurdo já pensado desde o fim da ditadura no Brasil. Charles Pilger publicou a íntegra do projeto de lei. Também aponta o fato de que os criminosos usam servidores estrangeiros, então a medida acabaria pegando mais é gente honesta mesmo.

Pior é o presidente da Associação Brasileira de Provedores de Acesso de Serviços e Informações da Rede de Internet, Antônio Alberto Tavares, ter informado que “os provedores têm interesse em ajudar no trabalho da Justiça, por isso a associação chegou a assinar convênio com o Ministério Público Federal a fim de facilitar o acesso e a busca de informações nas investigações”. Já o coordenador do Comitê Gestor da Internet do Brasil, Marcelo de Carvalho Lopes, disse que “devemos consolidar uma legislação e sair na vanguarda do controle”.

O que é isso, companheiros? As entidades que deveriam defender os direitos dos usuários se contentarem assim, tão fácil, sem nem gritar, é o fim do mundo. O pior é que ninguém, governo ou provedores, perguntou nada aos usuários, maiores interessados.

Por Marcelo Träsel | Comments (3)
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Wednesday, 26 October 2005 - 9:44 pm
um mercado para idéias

A revista Economist desta semana traz uma profunda análise de um mercado de patentes em fase de surgimento. Executivos norte-americanos já falam em “corrida armamentista” e “destruição mútua assegurada”, termos da Guerra Fria, por conta das compras de patentes e registros feitos por empresas para se protegerem das rivais.

A revista se posiciona em um meio termo, acreditando que um livre-mercado de patentes possa azeitar a inovação e ainda assim proteger os direitos dos inovadores — não se poderia esperar outra coisa da mais velha defensora do liberalismo, afinal.

Em todo caso, percebe que a questão deve ser resolvida de um jeito ou de outro, mas que de maneira nenhuma as leis de proteção intelectual devem prejudicar o intercâmbio de tecnologias, essencial para a evolução técnica nas áreas de tecnologia da informação e telecomunicações, que se beneficiam do “efeito rede”, ou seja, do fato de que “quanto mais as pessoas usam um sistema, tanto mais ele se torna útil”.

Por Marcelo Träsel | Comments (0)
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Saturday, 17 September 2005 - 9:23 pm
Telefônicas na berlinda

A revista britânica The Economist prevê o VoIP tomará o lugar da telefonia tradicional. Considerando que deram capa ao assunto na edição mais recente, parecem estar levando bastante a sério programas como Skype e Google Talk.

A reportagem avisa que todo tipo de ligação telefônica será gratuita no futuro e que, caso as empresas de telefonia não reconfigurem seus negócios, acabarão indo à breca. Se as previsões se concretizarem, possivelmente será o primeiro grander impacto da Internet no setor produtivo mundial — a bolha da Nasdaq foi o primeiro grande impacto no setor financeiro.

Por Marcelo Träsel | Comments (0)
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