A agência de notícias Reuters designou um correspondente para o Second Life, um jogo de role-playing nos moldes de The Sims. Na prática, já se tornou um mundo à parte, com economia e instituições próprias. Outras empresas, como Adidas, foram as pioneiras em colonizar a nova América.
O objetivo da agência é mais explorar esse novo mundo e, provavelmente, marcar o que gerentes chamam de “posição estratégica”. Não é impossível também que revistas de informática on e offline ao redor do mundo queiram assinar um serviço de notícias sobre o jogo. Uma das maiores questões, conforme o repórter Adam Pasick, é sobre a credibilidade das fontes. A identidade de avatar é facilmente verificável, mas como saber quem está por trás dele? Pasick diz só usar fontes que forneçam nome e endereço reais.
A pergunta é: para que saber quem está por trás do avatar? Isso contraria toda lógica do mundo de Second Life. É como perguntar sobre a alma de um entrevistado no mundo concreto.