A primeira sessão iniciou há aproximadamente uma hora e o jornalismo participativo é o foco do debate. A jornalista Ana Bambrilla iniciou a conversa falando sobre as novas possibilidades jornalísticas da web que permitem a participação do leitor, o qual ela chamou de interagente. Em seguida os “barcampers”colocaram lenha na fogueira, legitimando a idéia de “desconferência”, ou seja, todo mundo querendo falar ao mesmo tempo.

As questões giram em torno da veracidade das informações; da valorização do jornalismo como uma especialização, sobre o fato de as pessoas perceberem ou não que possuem novas formas de interferir na mídia, ou seja, as possibilidades estã aí, mas os leitores têm consciência de que podem participar mais livremente da elaboração do conteúdo midiático? Fala-se na potencialidade de edição das ferramentas, reconhecendo-se a permanência de uma filtragem pelo jornal; critérios de busca das informações na rede; visibilidade, transposição do real para o virtual…

O próximo ponto vai debater as ferramentas colaborativas e logo em seguida os “barcampers” se reúnem no lounge para meia hora de conversa sobre a sessão que passou.