O cinema está morto. Vida longa ao cinema
Gostaria de comentar sobre o tema abordado por Peter Greenway em Fronteiras do Pensamento no dia 10/7/2007.
Achei interessante quando ele afirma que todo o produto começa com um texto e não como uma imagem, referindo-se ao cinema logicamente. Dessa forma, Greenaway nos diz que o cinema não mudou muito nestes últimos 100 anos. Ele apresentou as 4 tiranias do cinema:
o enquadramento - os atores - o texto e a câmera. "O cinema tem que se livrar da câmera" , diz ele. Greenway acredita (em relação à câmera, por exemplo) que devemos usar as ferramentas para além das suas potencialidades. Finalizando, aguardamos o tão esperado filme "Night Watching", baseado no quadro "A Ronda Noturna", de Rembrandt. Ele passou um clip maganífico sobre o filme. Ali pude entender exatamente o que ele enfatiza fortemente sobre o que nos deixa ver, que seria somente aquilo que ele quer. "Tudo é escolhido de forma artificial" - compreende-se nesse clip a importância do cinema-arte de Greenaway - e mais, fica claro o desejo dele que se perceba nos seus filmes a artificalidade das imagens.

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