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O comportamento dos preços pagos pelo boi gordo, no mês de outubro segue a tendência apontada nos últimos três meses, sem alterações significativas ao pecuarista, mas agora também acompanhada do que vem ocorrendo no Brasil Central, onde o preço do boi também segue em baixa. O preço pago no quilo vivo, com pouquíssimas vendas nessa modalidade, para a vaca aumentou 1,3% e na carcaça 1,8%, em relação ao mês anterior. Para o boi, comercializado no kg vivo não houve alteração, porém na carcaça cresceu 2,6%. A diferença do preço pago pela vaca em relação ao boi é um sinal importante do mercado. Quanto maior for essa diferença, maior é a crise no setor. No mês de outubro a vaca estava com um deságio de 16% em relação ao boi na compra do animal vivo e 10% na carcaça. Esses valores estão muito acima dos valores históricos, embora venham refletindo o que ocorreu nos últimos 30 meses. No mesmo período de 2017, esse deságio atingiu 19% na modalidade kg vivo. Esse é um sinal preocupante, pois significa que os frigoríficos não estão querendo adquirir vacas para completar suas escalas o que acaba também pressionando o preço do boi. As perspectivas decorrentes do resultado eleitoral, com uma política econômica mais otimista e liberal, a eventual abertura de exportação de gado em pé, o aumento da demanda desencadeada nos dois últimos meses do ano e o final do ciclo das pastagens de inverno/primavera deverão desencadear uma reação positiva nos preços. Contudo, esta reação deve ser modesta, pois não há espaço para o consumidor absorver majorações de preços. De outra parte, como o valor da arroba no Brasil Central não reage, sempre existe a oportunidade de colocar carne resfriada no varejo gaúcho de forma competitiva. Um dos mecanismos para o pecuarista compensar esse menor preço pago pelo kg em relação aos anos anteriores é aumentar o peso de abate dos seus animais de modo a gerar um maior valor nominal e despertar o interesse por mais indústrias de abate.


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