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Notícia


NESPrianas defedem suas dissertações sobre riscos e adaptação na pecuária de corte

09/04/2018



No dia 21 de março deste ano, na Faculdade de Agronomia/UFRGS, ocorreu a defesa de mestrado da Ana Helena Soares da Silva. Com a dissertação “Identificação de riscos em sistema de cria em pecuária de corte”, a NESPriana identificou e priorizou por impacto os principais riscos do sistema de cria em pecuária de corte, a partir da percepção de produtores rurais da microrregião da Campanha Meridional, Rio Grande do Sul, Brasil. A metodologia foi baseada em métodos já utilizados na engenharia de produção, como a gestão de riscos, matriz ranking (que analisa por impacto e probabilidade os riscos) e processo de análise hierárquica (AHP). No trabalho, o risco de maior impacto no retorno econômico da atividade e que obteve a maior prioridade no sistema foi aquele referente aos baixos índices reprodutivos do rebanho. A taxa de desmame, classificada como um problema no sistema, obteve maior peso na análise multicriterial. A identificação e a priorização dos riscos de elevado grau de impacto e prioridade da atividade de cria podem auxiliar na tomada de decisão do produtor rural por apresentar a dimensão do impacto e probabilidade e dependência do risco no sistema, contribuindo para ações futuras de mitigação ou exclusão dos riscos a fim de evitar ou minimizar as perdas produtivas e econômicas inerentes à atividade.


NESPrianas defedem suas dissertações sobre riscos e adaptação na pecuária de corte

Ana Helena S. da Silva e orientador, prof. Júlio Barcellos, com os membros da banca
(da esq. para dir., prof. Diogo Magnabosco, Dra. Tamara Esteves de Oliveira e prof. João Armando Dessimon Machado)




A dissertação de mestrado de Marcela Kuczynski da Rocha foi defendida no último dia 28 de março, na Faculdade de Agronomia/UFRGS. Com o título “Vulnerabilidade de touros Braford ao estresse calórico”, a NESPriana avaliou a performance reprodutiva de touros da raça Braford, através do Índice de Temperatura e Umidade (ITU), e as suas relações com as características seminais de touros mantidos em dois regimes climáticos, tropical e subtropical, em seis propriedades rurais localizadas nos municípios de Rondonópolis (MT), Porto Nacional (TO), Rio Verde (GO), Uruguaiana (RS), São Gabriel (RS) e Lages (SC). Os resultados mostraram que a qualidade seminal não mudou de maneira significativa a ponto de reprovar um touro no exame andrológico durante as quatro estações do ano. Por isso, pode-se supor que a resposta reprodutiva dos touros frente às diferentes condições climáticas é consequência de características genéticas da raça para a adaptação.
NESPrianas defedem suas dissertações sobre riscos e adaptação na pecuária de corte

Marcela K. da Rocha e orientador, prof. Júlio Barcellos, com os membros da banca
(da esq. para dir., prof. Diogo Magnabosco, Dr. Silvio Renato O. Menegassi e prof. Danilo Pedro Streit Jr.).