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Departamento
de Patologia
Clínica
Veterinária
Disciplina
de Patologia
Veterinária Especial
– VET 03322 Semestre 2008/01
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| Plano de Ensino |
Cronograma Aulas Teóricas |
Cronograma Histopatologia | Provas de Necropsias | Avaliação | Bibliografia Recomendada |
| Identificação Institucional: |
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Setor de Patologia Veterinária |
| Caracterização da Disciplina: |
Nome: Patologia Veterinária Especial Código: Vet 03322 |
| Professores: |
David Driemeier – Prof. Responsável Rosemari Oliveira Heloísa de Azevedo Scherer Eduardo Conceição de Oliveira – Prof. Substituto Mestrandos e Doutorandos do PPGMV- Patologia |
| Linha curricular: | Patologia Animal |
| Ciclo curricular: | Intermediário |
| Matrícula: | 6º semestre |
| Carga Horária Semestral: |
teóricas: 05 horas práticas teórico-prática: 04 horas |
| Carga horária total: |
Aluno: 135 horas Disciplina: 225 horas |
| Curso a que se destina: |
Graduação Medicina Veterinária |
| Pré-requisitos: |
Vet 03225 - Microbiologia Clínica Vet 03226 - Parasitologia Clínica Vet 03321 - Patologia Geral Veterinária |
| N° de vagas: |
Quarenta (40) |
| N° de turmas: |
Teórica: 01 Práticas de necropsia: 04 Práticas de microscopia (histopatologia): 04 |
| N° de grupos de necropsia: |
oito (08) |
| Atendimento aos alunos |
Setor de Patologia Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Faculdade de Veterinária Universidade Federal do Rio Grande do Sul |
| Súmula: |
Patologia do sistema locomotor (ossos, músculos e articulações), sistema urinário, sistema tegumentar (pele e anexos), sistema endócrino, sistema gastrointestinal, fígado, vesícula biliar, pâncreas exócrino, peritônio, sistema nervoso, sistema cardiovascular, sistema reprodutor do macho, sistema reprodutor da fêmea, sistema respiratório e sistema hematopoiético dos animais domésticos. Técnica de necropsia, identificação, descrição e interpretação de lesões macroscópicas e microscópicas em animais domésticos.
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| Justificativa: |
A patologia é a ciência que une as ciências básicas à prática clínica. Tem como objetivo estudar as alterações estruturais e funcionais nas células, tecidos e órgãos nas diversas doenças, de diferentes etiologias e os mecanismos patogenéticos envolvidos nestas enfermidades. Essa ciência correlaciona estes elementos com os sinais clínicos manifestados pelo indivíduo doente. O entendimento do quadro clínico-patológico das doenças através do estudo da patologia fornece subsídios para uma terapia mais racional e bem-sucedida para as diversas enfermidades que acometem os animais domésticos. O diagnóstico e tratamento das enfermidades em medicina veterinária devem estar fundamentados na compreensão da morfologia e nos mecanismos das doenças.
Aulas práticas de necropsia: A necropsia é um método de valor inestimável e, às vezes, o único disponível para que se possa chegar ao diagnóstico de uma série de doenças que acometem as diversas espécies domésticas. O estabelecimento do uso da necropsia como rotina na prática veterinária proporciona um meio de contínuo aperfeiçoamento profissional, permitindo a compreensão dos dados clínicos quando comparados às lesões macroscópicas observadas à necropsia. O veterinário clínico pode aprender bastante com os seus próprios erros, mas somente se souber reconhecê-los. Caso contrário, continuará cometendo os mesmos erros e aceitando as conseqüências indesejáveis da prática veterinária como caprichos da vida. Em medicina veterinária, boa parte dos erros não-reconhecidos tomam forma de diagnósticos mal feitos. A necropsia propicia um meio de correlacionar os sinais clínicos observados no paciente enfermo com as lesões que não eram visíveis ou aparentes durante a vida. A necropsia permite ao clínico confirmar seus diagnósticos e descobrir erros de diagnóstico. A observação freqüente de pacientes na necropsia aumenta consideravelmente a experiência do clínico e dá-lhe uma compreensão mais significativa dos processos patológicos. A necropsia pode, ainda, revelar porque o tratamento ou a medicação funcionou ou falharam e ajudar a correlacionar os achados de laboratório [hemograma, dosagem de enzimas no soro, urinálise e a patogenia da enfermidade em questão. Tais interesses na causa (etiologia) da morte do animal aprimoram as qualidades técnicas do profissional de diagnosticar e tratar doenças. Aqueles médicos-veterinários que aproveitam todas as oportunidades para realizar necropsias dos animais que morrem sob seus cuidados se tornarão mais capazes de realizar diagnósticos clínicos e, talvez, serão capazes de ministrar tratamentos com mais precisão e sucesso do que aqueles veterinários que não fazem necropsias. Isso resultará em animais curados e melhor profilaxia e em uma sensação de satisfação para o clínico.
Aulas práticas de microscopia (histopatologia): As doenças podem ser estudadas sob diversos aspectos. Podemos analisar uma enfermidade considerando desde o animal doente até os elementos bioquímicas e moleculares que sofreram distúrbios neste organismo após agressão por um agente nocivo. Entre estes dois extremos, as enfermidades podem ser estudadas em outros vários níveis tal como o sistema afetado, o órgão acometido, o tecido agredido, as células que sofreram agressão letais ou subletais e as organelas envolvidas. Desta maneira, teremos uma visão mais ampla do processo patológico se levarmos em consideração as alterações clínicas, macroscópicas, microscópicas e ultra-estruturais e correlacionarmos estes com os mecanismos patogenéticos das enfermidades. Consideremos, por exemplo, um cão que chega a sua clínica ou ao hopital veterinário com a suspeita de diabete melito. O quadro clínico consiste em poliúria, polidpsia, polifagia, emagrecimento, hepatomegalia, hiperglicemia e glicosúria. Sob o ponto-de-vista mais cru, rudimentar e amplo do conhecimento das enfermidades, estamos diante de um animal doente. Se analisarmos o caso sob o ponto-de-vista do sistema afetado, devemos levar em consideração o sistema endócrino. Se estudarmos o caso sob o enfoque dos órgãos acometidos, veremos que macroscopicamente o pâncreas não apresenta alterações ao passo que o fígado mostra-se aumentado de volume e difusamente amarelado; esta alteração macroscópica corresponde microscopicamente à degeneração gordurosa hepatocelular (nessa doença, o acúmulo de lipídios no fígado ocorre em função da maior mobilização de gordura; adicionalmente, os hepatócitos lesados pela cetonemia utilizam menos as gorduras). Se estudarmos o caso com mais detalhes, veremos também que histologicamente as células b das ilhotas pancreáticas ou de Langerhans apresentam-se vacuolizadas. Nesta situação, a organela citoplasmática afetada naquelas células que constituem a porção endócrina do pâncreas é o retículo endoplasmático rugoso e, em termos bioquímicos e moleculares, podemos afirmar que há uma diminuição na disponibilidade de insulina (há um comprometimento do metabolismo da glicose em função de uma deficiência absoluta ou relativa de insulina). Todas estas são observações foram feitas a partir do estudo deste caso e permitem uma visão mais ampla e completa da enfermidade. Assim, o aluno que conhece as alterações microscópicas de uma determinada enfermidade tem uma visão mais ampla e completa da doença.
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| Objetivos geral e específicos: |
Ao término da disciplina, o aluno deverá ser capaz de:
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| Conteúdo programático |
Aulas Teóricas: 01 - Patologia do Sistema Respiratório 02 - Patologia do Sistema Hematopoiético 03 - Patologia do Sistema Cardiovascular 04 - Patologia do Sistema Endócrino 05 - Patologia do Sistema Gastrointestinal 06 - Patologia do Pâncreas Exócrino 07 - Patologia do Peritônio 08 - Patologia do Fígado e da Vesícula Biliar 09 - Patologia do Sistema Reprodutor 10 – Patologia do Sistema Nervoso 11 - Patologia do Sistema Urinário 12 - Patologia do Sistema Tegumentar 13 - Patologia do Sistema Locomotor 14 - Aborto Obs. I: Para cada item acima relacionado serão abordados os seguintes tópicos: a) Aspectos anatômicos e histológicos (morfologia normal, estrutura), função, mecanismos de defesa b) Padrões de agressão e de resposta (reação) do hospedeiro à injúria e fisiopatologia geral do sistema estudado c) Alterações post-mortem d) Anomalias do desenvolvimento (anomalias congênitas) d) Degeneração e necrose e) Distúrbios circulatórios f) Distúrbios do crescimento g) Inflamação h) Parasitos i) Neoplasias j) Etiologia, epidemiologia e quadro clínico-patológico (sinais clínicos, achados de necropsia e achados histopatológicos) das doenças que afetam os animais domésticos levando em consideração o sistema estudado. Aulas práticas de necropsia: 01 - Realização da técnica de necropsia nas diversas espécies domésticas. 02 - Reconhecimento, descrição e interpretação de lesões macroscópicas observadas à necropsia em animais domésticos. Aulas práticas de microscopia (histopatologia): 01 - Reconhecimento, descrição e interpretação de lesões microscópicas observadas nos tecidos (de acordo com o sistema estudado) a partir da visualização de lâminas histológicas.
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| Experiências de aprendizagem: |
A disciplina será ministrada obedecendo as linhas gerais apresentadas a seguir: 1 - Aulas teóricas com emprego de datashow e quadro . 2 - Aulas práticas de necropsia que incluem a execução da técnica de necropsia em animais domésticos, reconhecimento, interpretação e descrição das alterações macroscópicas observadas durante a realização deste procedimento. 3 - Aulas práticas de microscopia (histopatologia) que consistem no reconhecimento, descrição e interpretação de lesões microscópicas observadas nos tecidos a partir da visualização de lâminas histológicas. Obs.: No decorrer do semestre, serão fornecidos polígrafos a respeito do assunto a ser comentado durante as aulas teóricas, práticas e teórico-práticas. Apenas os principais pontos a respeito de cada assunto serão comentados em sala de aula e, desta maneira, receberão mais ênfase nas avaliações escritas. O aluno deverá complementar os tópicos abordados nas aulas com as suas anotações, feitas durante as exposição dos assuntos em pauta, com a leitura dos polígrafos e, se julgar conveniente, com a consulta das referências bibliográficas que constam no final do plano de ensino. A elaboração ou não de polígrafos é escolha de cada um dos professores ministrantes dos tópicos em questão. Assim, a elaboração e divulgação dos polígrafos é de inteira responsabilidade de cada um dos professores. |
| Avaliação: |
Serão ministradas aulas teóricas expositivas acompanhadas de projeções de audiovisuais e aulas práticas de exame de lâminas ao microscópio com execução de desenhos dos mesmos. Os alunos terão também aulas práticas de técnica de necropsia e identificação das alterações macroscópicas, diferenciá-las de alterações cadavéricas. Será dado ênfase especial aos processos patológicos vistos nas aulas teóricas. Aprenderão a descrever as alterações macroscópicas encontradas sob forma de relatório. Esta disciplina adota a média aritmética[1] A avaliação será feita considerando as notas obtidas nas provas. Serão realizadas quatro provas teóricas, e duas provas práticas (Necropsia e Histopatologia)
Todas as notas (Total 6) serão somadas e tomada a sua média aritmética. - Se o aluno obtiver média aritmética 6,5 ou seja (39 pontos) no total das 6 avaliações estará aprovado. - Não somando 39 pontos: será realizada somente uma recuperação da menor nota obtida durante o semestre, considerando a menor nota das seis provas do semestre. - Se ao final da recuperação das provas não obteve 39 pontos o aluno estará reprovado na disciplina. A prova de histopatologia será individual e consta de identificação do órgão, descrição das alterações histopatológicas encontradas e diagnóstico histopatológico e relação com alterações macroscópicas. Na prova prática de histopatologia será atribuído 1 ponto em cada prova para a participação (Presenças) do aluno nas aulas. Quem tiver menos que 50% das presenças não terá direito a prova de recuperação em Histopatologia. A prova de técnica de necropsia será efetuada por grupo cada componente será avaliado pela sua participação e questionamentos individuais serão feitos a cada componente. Serão avaliados os achados descritos, sua interpretação e a técnica de necropsia e a descrição das alterações. Questionamentos orais sobre a interpretação das alterações serão feitas. A presença nas aulas teóricas será acompanhada pela chamada e nas aulas práticas pelas descrições dos relatórios.
Recuperação das provas teóricas e provas práticas: - Se o aluno obtiver somatório inferior a 39 fará recuperação da área na qual tenha obtido a menor nota tendo que atingir o somatório de 39. A nota obtida na recuperação substitui a nota anterior e o somatório geral após a recuperação deverá ser de 39 pontos. As provas práticas de histopatologia e de necropsia terão peso igual a cada prova teórica. A nota obtida na recuperação sempre substitui a nota anterior. Não atingindo somatório igual ou superior a 39 pontos estará reprovado na disciplina.
· O conceito E será atribuído ao aluno que tiver menos de 75% de freqüência no total das aulas práticas e teóricas da disciplina. · Os valores dos conceitos serão: Conceito A - de 8,8 a 10,0 Conceito B- de 7,6 a 8,7 Conceito C - de 6,5 a 7,5 Conceito D - Inferior a 6,5.
Os alunos que não comparecerem a algumas das provas regulares realizadas durante o semestre, terão direito a realização de 2a chamada, como reposição da(s) referida(s) prova(s) não realizada(s). Somente serão aceitas segundas chamadas com justificativas convincentes e comprovadas como atestado médico ou participação em eventos de interesse com comprovação de participação Todas as provas de segunda chamada serão feitas em um único dia no final do semestre após a realização da última prova teórica. Revisões de provas informais diretamente com o Professor (sem solicitação via Departamento) só serão aceitas no máximo até 14 dias após a divulgação dos resultados. [1] Média aritmética = P1 + P2 + P3 + P4 + N + H 6 n= 6 ( N° de avaliações) P= Prova Ex. 1,2,3 e 4 N Prova de necropsia H= Prova de Histopatol. |
Disciplina de Patologia Veterinária Especial- vet 03322
Semestre 2008 – 1
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CRONOGRAMA TEÓRICAS |
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2ª FEIRA |
2ª FEIRA (2p) |
4ª FEIRA |
4ª FEIRA (2p) |
5ª FEIRA |
5ª FEIRA (1p) |
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03/março |
Apresentação. |
05/março |
Digestivo (David) |
06/março |
Digestivo (David) |
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10/março |
Digestivo (David) |
12/março |
Digestivo (Heloisa) |
13/março |
Fígado (Eduardo) |
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17/março |
Fígado (Eduardo) |
19/março |
Fígado (Djeison) |
20/março |
Cardio. (Eduardo) |
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24/março |
Cardio. (Eduardo) |
26/março |
Cardio. (Eduardo) |
27/março |
Resp. (Rose) |
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31/março |
Resp. (Rose) |
02/abril |
Resp. (Rose) |
03/abril |
Hemato (Carol) |
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07/abril |
PROVA I AREA |
09/abril |
Hemato (Carol) |
10/abril |
Peritônio (Carol) |
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14/abril |
Peritônio (Carol) |
16/abril |
Endócrino (David) |
17/abril |
Endócrino (Saulo) |
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21/abril |
Feriado |
23/abril |
Endócrino (Saulo) |
24/abril |
Rim (Heloisa) |
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28/abril |
PROVA II ÁREA |
30/abril |
Pele (Heloisa) |
01/maio |
Feriado |
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05/maio |
Pâncreas (Luciana) |
07/maio |
Locomotor (David) |
08/maio |
Locomotor (David) |
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12/maio |
Locomotor (David) |
14/maio |
Nervoso (David) |
15/maio |
Nervoso (David) |
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19/maio |
Nervoso (David) |
21/maio |
PROVA III ÁREA |
22/maio |
Feriado |
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26/maio |
Rep. Fem.-aborto (Carol) |
28/maio |
Rep. Fem (Carol) |
29/maio |
Rep. Fem (Carol) |
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02/junho |
Rep. Masc (Luciana) |
04/junho |
Rep. Masc (Luciana) |
05/junho |
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09/junho |
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11/junho |
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12/junho |
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16/junho |
PROVA IV ÁREA |
18/junho |
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19/junho |
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23/junho |
2° Chamada |
25/junho |
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26/junho |
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30/junho |
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02/julho |
Recuperação |
03/julho |
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07/julho |
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09/julho |
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10/julho |
Final do semestre |
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14/julho |
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I ÁREA |
II ÁREA |
III ÁREA |
IV ÁREA |
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Digestivo Fígado |
Cardio Respiratório
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Rim Pele Peritônio Hemato End. Pâncreas |
Nervoso Locomotor Reprodutor Aborto |
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Aulas Histopatologia |
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Data |
Conteúdo |
Data |
Conteúdo |
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12/março |
Digestivo |
13/março |
Digestivo |
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19/março |
Dig./fígado |
20/março |
dig./fígado |
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26/março |
Fígado |
27/março |
Fígado |
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02/abril |
Cardíaco |
03/abril |
Cardíaco/hemato |
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09/abril |
Hemato |
10/abril |
Respiratório |
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16/abril |
Respiratório |
17/abril |
Rim |
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23/abril |
Rim |
24/abril |
Pele |
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30/abril |
Pele |
01/maio |
FERIADO |
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07/maio |
Pâncreas/endócrino |
08/maio |
Pâncreas/endócrino |
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14/maio |
Locomotor |
15/maio |
Locomotor |
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21/maio |
Nervoso |
22/maio |
FERIADO |
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28/maio |
Reprodutor |
29/maio |
Nervoso |
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04/junho |
Estudo |
05/junho |
Reprodutor |
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11/junho |
Estudo |
12/junho |
Estudo |
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18/junho |
Estudo |
19/junho |
Estudo |
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25/junho |
PROVA |
26/junho |
PROVA |
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02/julho |
2ª chamada |
03/julho |
Recuperação |
Provas de Necropsia |
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Terça-feira |
10/06/2008 |
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17/06/2008 |
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Sexta-feira |
13/06/2008 |
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20/06/2008 |
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Recuperação (para alunos da terça e quarta-feira) |
24/06/2008 |
Os alunos deveram formar grupos de no máximo 5 componentes.
Atenção: não será permitida a realização da prova de necropsia de alunos sem a devida uniformização.Bibliografia usada nos polígrafos e indicadas:
1. Cheville, N. Introdução à Patologia Geral. 2ª. Ed. Roca , 2004.
2. Kummar, V, Fausto N, Abbas A Robbins and Cotran Pathologic Basis of Disease. 7 Ed. Elsevier 2005, 1525p.
3. Jubb, Kennedy & Palmer's Pathology of Domestic Animals, 6 edição 3 volumes Saunders Edinburg 2007 (Coleção mais completa de Patologia Veterinária Especial)
4. Jones, T.C; Hunt, R.D. King N.W Patologia Veterinária 6a. edição Manole 1415 p. 1997. (Não é o mais atual mas é em português e traz patologia geral e especial)
5. Kitt, T. ; Schulz, L-C. Tratado de Anatomía Patológica General para veterinarios y estudiantes de veterinaria. Barcelona Ed. Labor. 1985.
6. Mouwen, J.M.V.M.; De Groot, E.C.B.M., Atlas de Patologia Veterinária. Ed. Manole, São Paulo, 1987.
7. McGavin M. D. & Zachary J.F. Pathologic Basis of Veterinary Disease, 4th Edition Mosby 2007. 1488p. Livro mais recomendado traz patologia geral e especial .
8. Riede, Schaefer, Werner Allgemeine und spezielle Pathologie. 5 ed. Georg Thieme, Stuttgart. 2004. 1150p.
9. Rubin, E. & Farber J.L Patologia Rubin. Rio de Janeiro. Interlivros, 1990. 1381p.
10. Slauson, D.O. & Cooper, B.J. Mechanisms of Disease 3 ed. Mosby 2002 . 430p.
11. Stünzi, H. & Weiss, E. Allgemeine Pathologie für Tierärzte und Studierende der Tiermedizin. 8 ed. Berlim, Paul Parey, 1990. 398p.
12. Polígrafos de aulas preparadas pelos professores do setor de Anatomia Patológica da Faculdade de Veterinária da UFRGS. - Periódicos em geral.