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Conheçam o livro eletrônico (em PDF):
"Vida sem glúten - (Sobre)Vivendo em Comunidade"
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12.09.2011
Conheçam o livro eletrônico (em PDF):
"Vida sem glúten - (Sobre)Vivendo em Comunidade", com depoimentos, Guia Prático de celíacos e receitas sem glúten. O material foi recolhido de uma das comunidades de celíacos do Orkut.
Organização: Raquel Benati / Flavia Anastácio de Paula
Para baixar é só clicar no link abaixo:
http://www.riosemgluten.com/Vida_sem_gluten_sobrevivendo_em_comunidade.pdf
Se gostarem do livro, divulguem o link, para que mais pessoas possam conhecer um pouco mais sobre a doença celíaca.
Para conhecer os outros materiais dobre DC que temos, visite: http://www.riosemgluten.com/semgluten_baixar_gratuito.htm
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IV Conferência Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Porto Alegre – IV COMSANS
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07.07.2011
IV Conferência Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Porto ALegre – IV COMSANS
clique aqui e veja o flyer do evento!
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Mcdonalds não pode ser "amigo da saúde" |
03.06.2011
Mcdonalds não pode ser "amigo da saúde"
30/05/2011
Por Livia Duarte
matéria disponivel no site da FASE - www.fase.org.br
O assunto é gorduroso, para não falar em excesso de sal e açúcar: o Ministério da Saúde reconheceu a rede de lanchonetes de comida rápida Mcdonalds como “amiga da saúde”.
Em resposta, a Frente pela Regulação de Publicidade de Alimentos, - da qual a Fase, o Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional e muitas outras entidades da sociedade civil, além de instituição de pesquisa, fazem parte -, acaba de encaminhar carta ao ministro destacando que “Não se justifica, em hipótese alguma, o Ministério da Saúde associar sua imagem a de empresas como Mc Donald´s atribuindo-lhes o título de “Parceiro da Saúde”, uma vez que a sua principal atividade é a comercialização de alimentos que, em sua grande maioria, fazem muito mal à saúde.”
Em outra carta que acaba de chegar ao ministério, três professores decanos de nutrição também pedem a desvinculação das marcas do Ministério da Saúde com as do McDonalds. No documento, Carlos Augusto Monteiro, da USP; César Gomes Victora, Emérito da Federal de Pelotas, ambos membro da Academia Brasileira de Ciências e Malaquias Batista Filho, Emérito da UFPE e membro do Consea, destacam que na mesma toalha de mesa onde aparecem marcas do órgão público junto a campanha sobre vida saudável “há a reprodução do cardápio dos produtos oferecidos pela rede - sanduíches, batatas fritas, saladas, molhos, bebidas e sobremesas - com informações (em letras miúdas) sobre sua composição nutricional” e também “Abaixo do cardápio, há um quadro com o título: ‘Veja algumas informações nutricionais interessantes’. Neste quadro apresenta-se a composição nutricional do que, para a rede McDonald’s, seriam ‘outros alimentos do seu dia a dia’. Esses alimentos incluem ‘coxinha’, ‘empadinha’, ‘pastel’, ‘pizza’ e ‘feijoada tradicional’.”
De olho na saúde dos brasileiros, e observando que a influência de redes como o McDonalds tem modificado negativamente os hábitos alimentares, tanto as entidades quanto os especialistas da academia pedem ao governo coerência: unir a imagem do ministério responsável pela saúde pública a uma rede que colabora com o aumento de doenças vai na contramão de políticas que o mesmo ministério se esforça em desenvolver.
**Você pode se manifestar via Petição Pública
**Saiba mais sobre a Frente pela Regulação de Publicidade de Alimentos
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V Conferência Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do Rio Grande do Sul – V CESANS RS
Documento de Referência |
19.05.2011
V Conferência Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do Rio Grande do Sul – V CESANS RS
Documento de Referência
APRESENTAÇÃO
Integrando o conjunto de documentos que orientam a V Conferência Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do Rio Grande do Sul – V CESANS RS, o Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do Rio Grande do Sul – CONSEA RS, oferece este Documento de Referência para subsidiar as conferências municipais e/ou regionais ou territoriais e estadual que têm como tema central a Implementação do Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do Rio Grande do Sul – SISANS RS.
clique aqui e veja o documento completo!
Fonte: Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do RS
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Vídeo institucional da 4ª Conferência Nacional SAN
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09.05.2011
Vídeo das conferências será
exibido em Plenária
Está pronto o vídeo institucional da 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. O filme tem duração de 5 minutos e mescla linha do tempo (sobre segurança alimentar e nutricional) com presente e futuro, abordando conquistas e desafios.
O vídeo contém depoimento de três conselheiros da sociedade civil - Dourado Tapeba, Elisabetta Recine e Renato Maluf (presidente). O material deve ser usado na abertura das conferências que acontecem este ano em todo o Brasil.
O filme foi exibido nesta terça-feira (3), em Brasília, na reunião da Comissão de Presidentes de Conseas Estaduais. Na quarta-feira (4), será mostrado aos conselheiros que participam da 22ª reunião plenária do Consea.
A peça também pode ser usada pelas comissões organizadoras das conferências municipais, regionais e territoriais. Para isso, o Consea Nacional disponibilizou cópias para todos os estados e Distrito Federal.
Os Conselhos Municipais de Segurança Alimentar e Nutricional interessados em obter cópia do vídeo deverão entrar em contato com o Conselho Estadual.
O material foi produzido em parceria do Consea com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom).
Para assistir
www.youtube.com/ConseaNacional
Para baixar
www.planalto.gov.br/consea/Static (WMV)
www4.planalto.gov.br/consea (FLV)
www.sendspace.com (VOB)
Fonte: Assessoria de Comunicação - CONSEA
www.presidencia.gov.br/consea
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Transgênicos para quem?
NEAD lança livro em cinco cidades brasileiras
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27.04.2011
Transgênicos para quem? NEAD lança livro em cinco cidades brasileiras
Durante o mês de abril, o Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (NEAD) do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) lança o livro Transgênicos para quem? Agricultura, Ciência, Sociedade.
Organizado pela brasileira Magda Zanoni e pelo francês Gilles Ferment, o livro integra a Coleção NEAD Debate e, sob enfoque multidisciplinar, abarca as dimensões agronômica, ecológica, cultural, social e política, indispensáveis a uma leitura mais ampla sobre os transgênicos.
clique aqui e veja a notícia completa!
Fonte: NEAD - http://www.nead.org.br/
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12.04.2011
Neste Dia Mundial da Saúde, 7 de abril, dezenas de organizações e movimentos sociais lançam a
Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida.
O Brasil é o país que mais consome agrotóxicos no mundo desde 2009. Segundo dados do Sindicato
Nacional de Produtos para Defesa Agrícola, naquele ano foram vendidos legalmente 1 bilhão
de quilos destes produtos químicos no Brasil. A quantidade equivaleria ao uso de 5,2 quilos de
veneno por brasileiro. Além disso, um relatório divulgado pelo Ibama no início do ano mostrou que
entre os produtos consumidos em 2009, 98% eram classificados como altamente perigosos, muito
perigosos ou perigosos. Muitos dos defensivos mais vendidos já foram proibidos em outros países
pelos comprovados danos que causam à saúde e ao meio ambiente.
Mato Grosso, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás são, respectivamente, os maiores
consumidores de agrotóxicos no país. O uso intensivo destes químicos tem íntima relação com o
modelo de agricultura adotado no Brasil: as grandes lavouras de monocultivos, geralmente para
exportação, exigem seu uso. O fato é agravado pela introdução de culturas transgênicas, a maioria
condicionada ao uso do glifosato. Hoje, este herbicida representa 76% do mercado de agrotóxicos
no Brasil.
A Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida é nacional começou a ser articulada
pela Via Campesina. Participam mais de vinte movimentos sociais, entidades estudantis e sindicatos
em defesa do direito à alimentação saudável para todos, da saúde e qualidade de vida do
trabalhador e de um meio ambiente. Entre eles Fase, Fiocruz, Central Única dos Trabalhadores,
Cáritas. [...]
clique aqui e veja a notícia completa!
Fonte: FASE - http://www.fase.org.br/
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Documentário: O futuro do alimento
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17.01.2011
Existe um revolução a acontecer nos campos e nas mesas de refeição - uma revolução que está a transformar a natureza da comida que comemos. O documentário "The Future Of Food" apresenta uma investigação profunda à verdade perturbadora dos alimentos manipulados geneticamente, não etiquetados e patenteados, que, aos poucos, vão conquistando lugar nos nossos mercados. Desde as pradarias de Saskatchewan, Canadá, aos campos de Oaxaca, no México, este filme dá a voz aos agricultores que foram afetados por estas mudanças. Os perigos para a saúde, as políticas governamentais e os lobbies globais são algumas das razões porque muitas pessoas estão alarmadas pela introdução de alimentos alterados geneticamente. Filmado nos Estados Unidos, Canadá e México, "The Future Of Food" analisa a complexa malha de forças políticas e econômicas que estão a alterar o que comemos à medida que enormes multinacionais procuram controlar o sistema alimentar mundial. O filme também explora as alternativas para a agricultura industrial, colocando a agricultura biológica e sustentável como soluções reais para a crise agrícola atual. 1:29:20
Fonte: http://blip.tv/file/2079807/
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925 millones de personas sufren hambre crónica en el mundo
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17.09.2010
Centro de Prensa/FAO
A pesar de los avances, el hambre a nivel mundial es “inaceptable”
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Cada seis segundos, un niño muere a causa del hambre. |
14 de septiembre de 2010, Roma - La FAO y el Programa Mundial de Alimentos de la ONU (PMA) anunciaron hoy que el número de personas que sufren hambre en el mundo es inaceptablemente alto, a pesar de los recientes avances esperados, que han situado esa cifra por debajo de los mil millones.
La nueva estimación sobre el número de personas que sufrirán hambre crónica este año es de 925 millones: 98 millones menos respecto a los 1 023 millones calculados en 2009.
"Pero con un niño que muere cada seis segundos debido a problemas relacionados con la desnutrición, el hambre sigue siendo la mayor tragedia y el mayor escándalo del mundo", aseguró el Director General de la FAO, Jacques Diouf. "Es algo absolutamente inaceptable", añadió.
La permanencia de un elevado nivel de hambre en el mundo también "hace muy difícil alcanzar no sólo el primer Objetivo de Desarrollo del Milenio (ODM), sino también el resto de los ODMs", alertó Diouf.
"El logro de la meta internacional de reducción del hambre se encuentra seriamente amenazado", añadió el responsable de la FAO, señalando además que los recientes aumentos de los precios alimentarios, de persistir, pueden perjudicar los esfuerzos para nuevas reducciones en la cifra de personas hambrientas en el mundo.
"La actuación enérgica y urgente por parte de los países y del mundo ha resultado eficaz para detener la escalada en la cifra de personas que sufren hambre", subrayó la Directora Ejecutiva del PMA, Josette Sheeran. "Pero no es el momento de bajar la guardia. Tenemos que mantener a raya el hambre para garantizar la estabilidad y proteger las vidas y la dignidad de las personas, añadió Sheeran.
Principal informe
La nueva cifra sobre el hambre se incluye en el principal informe anual "El estado de la inseguridad alimentaria en el mundo 2010" (SOFI, por sus siglas en inglés), que será publicado de forma conjunta por la FAO y el PMA el próximo octubre. La cifra fue anunciada en vísperas de la cumbre que tendrá lugar del 20 al 22 de septiembre en Nueva York para acelerar el progreso hacia el cumplimiento de los Objetivos de Desarrollo del Milenio (ODMs), el primero de los cuales pretende poner fin al hambre y la pobreza.
El pasado mayo Diouf lanzó la campaña 1 billionhungry (Mil millones de hambrientos), destinada a incitar a los líderes mundiales para que actúen con urgencia y firmeza para poner fin al hambre. Más de medio millón de personas han firmado ya una petición en Internet que pide a los políticos situar la reducción del hambre como su principal prioridad. Se espera reunir un millón de firmas a finales de este año.
Yukiko Omura, Vice-presidenta del FIDA, señaló por su parte que "los hambrientos del mundo no son sólo una cifra. Son personas, hombres y mujeres pobres que luchan por sacar adelante a sus hijos y ofrecerles una vida mejor, y jóvenes que intentan construirse un futuro. Resulta irónico que la mayoría de ellos viva en realidad en las áreas rurales de los países en desarrollo. Además, más del 70 por ciento de la gente en situación de pobreza extrema -personas que viven con menos de un dólar EE.UU. al día, residen en áreas rurales. Son mil millones de personas y 4 de cada 5 son campesinos de una forma u otra.
Crecimiento económico y precios más bajos
La menor cifra de hambrientos a nivel mundial en 2010 deriva principalmente del renovado crecimiento económico que se espera este año -en particular en los países en desarrollo-, y del descenso de los precios alimentarios ocurrido desde mediados de 2008. El reciente alza de precios de los alimentos, de continuar, puede crear obstáculos a una mayor reducción del hambre.
De los ocho Objetivos de Desarrollo del Milenio acordados de forma solemne por la ONU en 2000, el ODM 1 se comprometía a reducir a la mitad el porcentaje de personas hambrientas desde el 20 al 10 por ciento en 2015. Sin embargo, a cinco años de finalizar el plazo, ese porcentaje se sitúa actualmente en el 16 por ciento.
Previamente, en 1996, una Cumbre Mundial sobre la Alimentación había fijado por vez primera la meta cuantitativa de reducir a la mitad la cifra de personas hambrientas desde aproximadamente los 800 millones que existían en 1990-92 a cerca de 400 millones para 2015. Alcanzar este objetivo significaría reducir el número de hambrientos en más de 500 millones durante los próximos cinco años.
Problema estructural
El hecho de que históricamente la cifra de personas desnutridas continúe incrementándose incluso en períodos de elevado crecimiento económico y precios relativamente bajos indica que el hambre es un problema estructural, según la FAO. Por lo tanto resulta evidente que el crecimiento económico, aunque esencial, no será suficiente para eliminar el hambre en un plazo de tiempo aceptable, señala la Organización de la ONU. "Pero hay historias de éxito en África, Asia y Latinoamérica", apuntó Diouf. Es necesario repetir y ampliar estas experiencias.
A nivel mundial, la cifra de hambrientos de 2010 supone un descenso del 9,6 por ciento respecto al nivel de 2009. Esta reducción se concentra en su mayor parte en Asia, en donde se calcula que 80 millones de personas dejaron de sufrir hambre este año. En África subsahariana el descenso fue mucho menor -cerca de 12 millones- y una de cada tres personas en este continente continúa estando desnutrida.
Datos clave
Entre otros datos relevantes incluidos en el informe, destacan:
-- Dos tercios de las personas desnutridas en el mundo se concentran en siete países: Bangladesh, China, la República Democrática del Congo, Etiopía, India, Indonesia y Pakistán.
-- La región con mayor número de personas desnutridas continúa siendo Asia y el Pacífico, con 578 millones.
-- La proporción de desnutridos más elevada sigue dándose en África subsahariana, con un 30 por ciento de la población, equivalente a 239 millones de personas.
-- Los avances varían mucho a nivel de cada país. Entre 2005 y 2007 (el período más reciente sobre el que se disponen de datos completos), Congo, Ghana, Malí y Nigeria casi consiguieron alcanzar el ODM 1 en África subsahariana, mientras que Etiopía y otros países se encuentran también cerca de conseguirlo. Sin embargo, el porcentaje de desnutridos alcanzó el 69 por ciento de la población en la República Democrática del Congo.
-- En Asia, Armenia, Myanmar y Viet Nam han alcanzado ya el ODM 1, al tiempo que China se encuentra cerca de conseguir esta meta.
-- En Latinoamérica y el Caribe, Guyana, Jamaica y Nicaragua han logrado el ODM 1 y Brasil se está acercando a este objetivo.
Fonte: Centro de Prensa/FAO
http://www.fao.org/news/story/es/item/45291/icode/
01.09.2010
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Veja o que prevê o decreto da
Política Nacional de SAN
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Marcelo Torres
Na última quarta-feira (25), durante reunião plenária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto que instituiu a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PNSAN), prevista pela Lei 11.346, Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (Losan).
O principal objetivo da PNSAN é promover a segurança alimentar e nutricional, para garantir a realização do Direito Humano à Alimentação Adequada e Saudável (DHAA). Para isso, o decreto define diretrizes e objetivos da PNSAN e dispõe sobre a sua gestão, mecanismos de financiamento e monitoramento e avaliação, no âmbito do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan).
"A política contida no decreto é o resultado de uma construção gradativa e pactuada entre os vários setores de governo e o Conselho", afirmou Renato. S Maluf, presidente do Consea, no discurso que fez na solenidade.
"Ao mesmo tempo em que programas e ações foram sendo implementados e produziram resultados palpáveis, foram sendo criadas condições institucionais e políticas para chegarmos ao formato da PNSAN como coordenadora de todos esses programas e ações", disse ele.
"O decreto nos dá a perspectiva de ter, em até doze meses, um plano nacional com metas claras e recursos definidos, consagrando o compromisso de todos os setores do Governo Federal e nos credenciando a participar da formulação do Plano Plurianual 2011-2015", revelou.
O presidente do Consea lembrou da necessidade de um pacto federativo para a implementação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). "Vamos buscar a adesão ao Sisan e à Política Nacional de todos os estados e do Distrito Federal, e também de pelo menos 700 municípios onde já existem Conseas instalados. Desse modo, chegaremos na IV Conferência Nacional, que realizaremos em outubro de 2011, em condições de firmar um pacto de gestão pela promoção do direito humano à alimentação adequada e saudável".
A política nacional para o setor estabelece diretrizes para a elaboração de plano nacional, que será elaborado num prazo de um ano. São oito as diretrizes estabelecidas, que estão relacionadas com o acesso à alimentação, a prioridade para as pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, os sistemas alimentares sustentáveis e descentralizados, a educação alimentar e nutricional, o acesso à água e o monitoramento do direito à alimentação, entre outras linhas (veja a íntegra no anexo a esta matéria).
Alguns dos objetivos específicos da PNSAN abrangem a identificação dos fatores da insegurança alimentar e nutricional, a articulação de setores, o respeito à diversidade alimentar, a criação de instrumentos de exigibilidade, a proteção à agricultura familiar e à biodiversidade, o estímulo a sistemas alimentares sustentáveis de base agroecológica e a inclusão da soberania alimentar como política de Estado.
Veja a íntegra do decreto da PNSAN
Assessoria de Comunicação
(61) 3411.3349 / 2747
https://www.presidencia.gov.br/consea
ascom@consea.planalto.gov.br
Fonte: Assessoria de Comunicação do CONSEA/MDS
30/08/2010
25.08.2010
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Presidente Lula assina decreto que
assegura o direito à alimentação
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina, às 18h desta quarta-feira (25), em Brasília, o decreto que institui a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. O documento define forma de gestão, financiamento, avaliação e controle social e busca assegurar o direito à alimentação adequada e saudável em todo o país, conforme prevê a Constituição Federal e a Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (Losan).
Essa política - iniciativa inovadora que visa fortalecer as estratégias de combate à fome - vai articular e integrar programas de diversos setores, garantindo o acesso aos alimentos e à água, e respeitando os aspectos regionais, étnicos e culturais. Um dos focos de prioridade são os brasileiros em situação de insegurança alimentar. Os principais programas que a compõem são o Programa de Aquisição de Alimentos, o Programa Nacional de Alimentação Escolar, o Programa Cisternas e as iniciativas de fortalecimento da agricultura familiar.
No decreto presidencial, também consta a forma de adesão de Estados, municípios e entidades ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, que, entre outras medidas, estimulará a integração de esforços de governos e sociedade na gestão intersetorial e participativa para a execução de políticas que promovam o direito à alimentação. A assinatura faz parte das atividades da XVIII Reunião Plenária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea). Estarão presentes todos os conselheiros e observadores, além dos presidentes de conselhos estaduais.
A presidente da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional e ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Márcia Lopes, e o presidente do Consea, Renato Maluf, também participam do evento. A solenidade contará com a presença de ministros, governadores e representantes de organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultur a (FAO).
Fome Zero - O governo federal, por meio da estratégia Fome Zero, priorizou as políticas voltadas para o combate a fome e a garantia do direito humano à alimentação. Criou os Programas de Aquisição de Alimentos (PAA), a Rede de Equipamentos Públicos de Alimentação e Nutrição e ampliou significativamente o investimento público, levando praticamente à universalização programas como o Bolsa Família, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa Nacional de Apoio a Agricultura Familiar (Pronaf).
O Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) foi criado para dar maior institucionalidade, maior integração dos programas, articular as três esferas de governo e garantir maior participação e controle social. O resultado dessas ações, principalmente a partir do MDS, fez o Brasil tornar-se referência mundial no combate à fome.
Este ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condecorado pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o título de "Campeão Mundial na Luta Contra a Fome". Em 2009, durante a Cúpula Mundial da Alimentação, em Roma, o país também foi premiado pela ONG Action Aid com o primeiro lugar entre os países em desenvolvimentos na mesma iniciativa.
Assinatura de Decreto que institui a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional
Dia: 25 de agosto (quarta-feira)
Hora: 18h
Local: Palácio do Itamaraty, Auditório Wladimir Murtinho, Brasília
Informações
Marcelo Torres - Ascom/Consea
(61) 3411-2576 | 9962-035
Adriana Scorza/Dimas Ximenes - Ascom/MDS
(61) 3433-1052
www.mds.gov.br/saladeimprensa
Fonte: Assessoria de Comunicação do CONSEA/ MDS
24/08/2010
08.04.2010
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Workshop “O direito à alimentação: o papel das Universidades”
IEA/USP
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Convite Nutricão IEA/USP
Abertura do Dr Renato Maluf.
Debatedores: Anna Peliano, Chico Menezes e Semiramis Domene.
1. Programa
Título Workshop “O direito à alimentação: o papel das Universidades”
Objetivo: discutir os desdobramentos práticos que a aprovação da Emenda Constitucional N. 64, que inclui a alimentação como direito social na Constituição, traz para as Universidades e Centros de Estudos com interesse na área de Segurança Alimentar e Nutricional.
Data: 13 de maio de 2010
Local: Auditório do IEA
Programa Provisório
Recepção dos convidados – 8h30
Abertura – 9h00
Prof. Dr. Cesar Ades
Diretor do IEA
Profa. Ana Lydia Sawaya
Coordenadora do Grupo de Estudos Nutrição e Pobreza
Palestra – 9h20
A alimentação como direito social: a aprovação da Emenda Constitucional N. 64 e o papel das Universidades e Centros de Pesquisa
Renato Maluf - Presidente do CONSEA/UFRRJ
Debate – 9h50
Mediadora: Anna Peliano – IPEA / Grupo de Estudos Nutrição e Pobreza - IEA
Francisco Menezes - Diretor do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas - IBASE
Semíramis M A Domene – UNIFESP / Grupo de Estudos Nutrição e Pobreza – IEA
Intervalo – 10h50
Debate para audiência – 11h20
Encerramento – 13h00
Este evento será transmitido ao vivo pela internet; a presença será franqueada apenas a especialistas, mediante consulta ao endereço sedini@usp.br; o público poderá participar via on-line, inclusive com o encaminhamento de perguntas.
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Água poluída mata mais que violência no mundo, diz ONU
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22.03.2010
A população mundial está poluindo os rios e oceanos com o despejo de milhões de toneladas de resíduos sólidos por dia, envenenando a vida marinha e espalhando doenças que matam milhões de crianças todo ano, disse a ONU nesta segunda-feira, Dia Mundial da Água. Vários protestos foram feitos em diversos países chamando a atenção para o problema, como em Berna, na Suíça, onde quatro mil mamadeiras com água poluídas foram expostas numa praça pública.
- A quantidade de água suja significa que mais pessoas morrem hoje por causa da água poluída e contaminada do que por todas as formas de violência, inclusive as guerras - disse o Programa do Meio Ambiente das Nações Unidas (Unep, na sigla em inglês).
Em um relatório intitulado Água Doente, lançado para o Dia Mundial da Água nesta segunda-feira, o Unep afirmou que dois milhões de toneladas de resíduos, que contaminam cerca de dois bilhões de toneladas de água diariamente, causaram gigantescas `zonas mortas`, sufocando recifes de corais e peixes.
O resíduo é composto principalmente de esgoto, poluição industrial e pesticidas agrícolas e resíduos animais.
Segundo o relatório, a falta de água limpa mata 1,8 milhão de crianças com menos de 5 anos de idade anualmente. Grande parte do despejo de resíduos acontece nos países em desenvolvimento, que lançam 90 por cento da água de esgoto sem tratamento.
A diarréia, principalmente causada pela água suja, mata cerca de 2,2 milhões de pessoas ao ano, segundo o relatório, e `mais de metade dos leitos de hospital no mundo é ocupada por pessoas com doenças ligadas à água contaminada.`
O relatório recomenda sistemas de reciclagem de água e projetos multimilionários para o tratamento de esgoto.
Também sugere a proteção de áreas de terras úmidas, que agem como processadores naturais do esgoto, e o uso de dejetos animais como fertilizantes.
Se o mundo pretende... sobreviver em um planeta de seis bilhões de pessoas, caminhando para mais de nove bilhões até 2050, precisamos nos tornar mais inteligentes sobre a administração de água de esgoto`, disse o diretor da Unep, Achim Steiner. `O esgoto está literalmente matando pessoas.`
Fonte: O Globo Online
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“O Brasil ainda é um país de duas versões: notável progresso na luta contra a fome, em meio a agudas desigualdades sociais”, segundo o Relator Especial das Nações Unidas sobre o direito à alimentação
clique aqui e veja o relatório completo! |
16.03.2010
GENEBRA (5 de Março de 2010) – “Apesar de notável progresso, persistem lacunas no direito à alimentação no Brasil” disse o Relator Especial das Nações Unidas sobre o direito à alimentação, Olivier De Schutter, durante a apresentação, para o Conselho de Direitos Humanos, do que observou durante sua missão ao Brasil. De Schutter esteve no Brasil em Outubro de 2009, em missão para avaliar o progresso do Estado Brasileiro na realização do direito à alimentação.
“Eliminar a fome no Brasil exigirá a consolidação de políticas sociais, maior igualdade na distribuição da terra, apoio contínuo à agricultura familiar e uma reforma tributária progressiva”.
O Presidente Lula levou o país a realizações significativas na luta contra a fome, com resultados concretos – tais como 73% de redução na desnutrição infantil entre 2002 e 2008 – e o estabelecimento de mecanismos sólidos: SISAN Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, e instituições participativas tais como o CONSEA”, disse De Schutter. Notamos com satisfação o aumento no salário mínimo, que ele disse ser “vital para expandir o mercado consumidor interno e para permitir ao Brasil que resistisse à crise global de alimentos de 2008 melhor do que outros países”.
O Relator relacionou alguns desafios importantes para o futuro: “A insegurança alimentar prossegue, para 37.5% dos lares brasileiros, cifra inaceitável para uma nação rica como o Brasil. 100 milhões de hectares ou 12% do território nacional sofrem com a grilagem, uma grande injustiça no Brasil. O processo de demarcação de terras para comunidades indígenas e quilombolas segue em ritmo muito lento e a concentração de terra aumenta em alguns Estados produtores de cana-de-açúcar, tais como São Paulo.”
De acordo com De Schutter, há mais razões para elogiar que motivos para grave preocupação. Ele expressou a preocupação de que alguns movimentos sociais que lutam por mais igualdade sejam crescentemente sujeitos a criminalização: “Acionar a polícia não é substituto de melhorar a situação dos muito pobres”.
Argumentando que a escolha entre modelos de desenvolvimento é vital, disse que “o Brasil aposta no modelo exportador, com a expansão da soja e do etanol de cana-de-açúcar como principais prioridades, entretanto ainda resta avaliar os efeitos distributivos deste modelo”. Incentivou o Brasil a realizar esta avaliação de forma abrangente e participativa, mas expressou dúvidas quanto aos benefícios do comércio global de commodities agrícolas para os grupos afetados por insegurança alimentar, tais como bóias frias, sem terra ou os pobres urbanos.
Apesar dos esforços significativos do governo Brasileiro para promover a agricultura familiar, o modelo de grande escala voltado à exportação ainda absorve um nível desproporcional de apoio público. Cerca de 47.000 grandes propriedades – apenas 1% das fazendas – cobrem 43% da terra, enquanto que por vezes contribuem muito pouco para a criação de empregos, mas gozam de prioridade quanto ao financiamento federal para a agricultura. Por outro lado, a agricultura familiar produz 38% do valor total da produção agrícola, cria mais empregos e é mais produtiva por hectare. A agricultura familiar foi negligenciada por décadas, disse De Schutter, acrescentando que “é enorme o potencial para melhorar a segurança alimentar por meio do apoio contínuo à agricultura familiar.”
Felicitou o Ministro do Desenvolvimento Agrário pela lei de Junho de 2009 que organizou a compra de no mínimo 30% dos alimentos usados pelo programa nacional de alimentação escolar (PNAE) de assentamentos e agricultura familiar. “Esta é, na verdade, uma das melhores alavancas de que o governo Brasileiro dispõe para realizar o direito à alimentação para todos. O mundo observa este programa, ele não pode falhar”.
O relatório inclui uma série de recomendações para o Estado Brasileiro, coerentes com a votação recente, no Congresso Nacional Brasileiro, de uma emenda à Constituição que torna o direito à alimentação um direito constitucional, o que foi aplaudido pelo Relator Especial da ONU.
“Os programas do Fome Zero deveriam ser sacramentados em leis, com orçamentos específicos adequados, para que não possam ser facilmente revertidos, criando uma dinâmica permanente de progresso e desenvolvimento” disse o Professor De Schutter.
“O Brasil deveria também pensar em acelerar as melhores abordagens à agricultura sustentável, de forma a torná-la uma fonte de inspiração holística e de longo prazo para o mundo. Sem dúvida há um enorme potencial inexplorado em práticas agroecológicas inovadoras, que deveriam ser ampliadas.” disse o especialista da ONU, pedindo uma avaliação participativa, em âmbito nacional, dos méritos respectivos da agricultura familiar, da agroecologia e da agricultura para exportação, inclusive monoculturas e agrocombustíveis.
As recomendações incluem ainda o fortalecimento do Ministério Público Federal em sua capacidade de usar proativamente as garantias constitucionais, redistribuição mais ampla de terras aos sem terra, e mudanças na coleta de impostos e no uso de recursos públicos, que são prioridade chave para De Schutter. Ele enfatizou o fato de que a natureza regressiva do sistema tributário Brasileiro é um empecilho capital à arrecadação de fundos suficientes para enfrentar os problemas da fome no Brasil. O sistema restringe também, nas famílias pobres, a receita disponível para que se alimentem adequadamente. De Schutter apóia também a proposta de que o Fundo Social do Pré-Sal inclua o direito à alimentação entre seus objetivos, uma vez que o programa Fome Zero representa apenas 1% do orçamento nacional.
"O direito à alimentação é realizável no Brasil, mas requer que se olhe para o futuro, em lugar de se manter posições conservadoras. Meu relatório tenta identificar as melhores opções para o período 2010-2015, algumas das quais já estão planejadas pelo governo e outras que ainda não estão”, disse De Schutter. “O exemplo do Brasil mostra que, com vontade política, um progresso imenso pode ser alcançado – mas desigualdades agudas persistem, e mais deve ser feito para combatê-las.”
* Oliver De Schutter foi nomeado Relator Especial para o direito à alimentação em Maio de 2008 pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. Ele é independente de qualquer governo ou organização.
Encontrou-se com mais de cem pessoas durante sua missão (12 a 18 de Outubro de 2009), inclusive os Ministros Celso Amorim, Patrus Ananías e Guilherme Cassel; os Presidentes de ambas as Casas do Congresso, Sr. José Sarney e Sr. Michel Temer, bem como representantes de todas as instituições ligadas à segurança alimentar, particularmente o CONSEA e o CAISAN, e uma amostra ampla e representativa das organizações da sociedade civil.
Leia o relatório: “Mission to Brazil” em
http://ap.ohchr.org/documents/dpage_e.aspx?m=101.
Para saber mais sobre o trabalho do Relator Especial, visite:
www2.ohchr.org/english/issues/food/index.htm ou
www.srfood.org
Contatos com a Imprensa: Olivier De Schutter Tel. +32.488.482004. Office of the High Commissioner for Human Rights - Beatrice Quadranti+41 22 917 9615 or Elaine Ryan +41 22 917 96 97 . Para consultas e pedidos da mídia:
srfood@ohchr.org
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PEC 47 é aprovada em 2º turno e alimentação vira direito constitucional |
03.02.2010
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 047/2003, que inclui a alimentação entre os direitos sociais da Constituição Federal, foi aprovada nesta quarta-feira (3) em segundo turno, pelo plenário da Câmara dos Deputados. Foram 376 votos favoráveis, nenhum contrário e 02 abstenções.
Atualmente, a Constituição prevê como direitos sociais (artigo 6º) a educação, a saúde, trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, e a assistência aos desamparados.
A proposta já havia sido aprovada em 1º turno no início de novembro. Como emenda à constituição não precisa de sanção do Presidente da República, a PEC Alimentação seguirá direto para promulgação do Congresso Nacional, o que deverá acontecer nesta quinta-feira em sessão no Senado Federal.
A PEC Alimentação é de autoria do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE). Como acontece com todas as propostas de emenda à Constituição, a matéria percorreu um longo caminho até ser aprovada nesta quarta-feira em definitivo.
A proposta nasceu no Senado, onde passou por comissões e depois foi votada e aprovada duas vezes pelo plenário, com mais de 3/5 dos votantes. Na Câmara, a mesma coisa - tramitação por comissões, votação e aprovação em dois turnos, com pelo menos 3/5 dos votos.
"Este era um débito que esta Casa tinha com o povo brasileiro há 21anos", disse o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), presidente da Frente Parlamentar de Segurança Alimentar e Nutricional. "Esta Casa, portanto, está de parabéns", disse ele, que foi bastante saudado pelos seus colegas.
Quem também festejou o resultado foi a deputada Emília Fernandes(PT-RS), uma das maiores defensoras da proposta na Câmara. "Agora, a alimentação passa a ser um compromisso de Estado, um direito que está acima de partidos, acima de governos e ideologias", ela disse. "Agora, a alimentação é um compromisso de todos os entes federativos, a União, os Estados e os Municípios", concluiu.
O presidente do Consea, Renato S. Maluf, diz que a aprovação da proposta torna a alimentação uma questão de Estado e não política de um ou outro governo. "Assegurar o direito à alimentação e, com ele, a soberania alimentar, a segurança alimentar e nutricional, passa a ser um dever de Estado, e não apenas deste ou daquele governo", disse ele.
"Importante dizer que se trata, também, de uma obrigação a ser assumida pelo conjunto da sociedade", afirmou ele. Renato Maluf também destacou a importância da medida para a construção do Sisan, o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.
"A ação de Estado se traduz em políticas públicas que, do nosso ponto de vista, devem se concretizar na implementação do Sisan na formulação da Política e do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional(SAN)", enfatizou.
O presidente do Consea lembra também a obrigação que agora se impõe a todos os entes federativos. "O mandato constitucional significa que todas as esferas de governo estão comprometidas com sua realização, isto é, governos estaduais e municipais também estarão compelidos a se envolver na construção do sistema e da política nacional, inclusive por meio da implementação dos respectivos sistemas estaduais e
municipais", concluiu.
Fonte: Assessoria de Comunicação do CONSEA
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O dilema do Onívero: O que devemos comer no almoço? |
29.01.2010
O dilema do Onívero: O que devemos comer no almoço?
Resenha por Luciel Henrique de Oliveira
Engenheiro Agrônomo (UFLA, 1987), Mestre em Administração (UFLA, 1992), e Doutor em Administração de Empresas (EAESP/FGV,1998). Pós-Doutor em Administração, na área de Gestão Estratégica da Inovação Tecnológica e Operacional, (CenPRA - Ministério da Ciência e Tecnologia, 2007). Professor do UNIFAE e da EAESP-FGV. e-mail – luciel@uol.com.br
O DILEMA DO ONÍVORO: UMA HISTÓRIA NATURAL DE QUATRO REFEIÇÕES
Michael Pollan. Rio de Janeiro: Intrínseca. 2007
clique aqui para ler!
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Convite para
Oficina Metropolitana
Pró–SISAN no FSM – 2010 |
22.01.2010
Oficina Metropolitana
Pró–SISAN no FSM – 2010
Data / Horário: Dia 27 de janeiro de 2010 – 4ª feira – das 10 às 12h30min
Local: Parque Eduardo Gomes – Canoas / RS (junto à Estação Fátima do Trensurb)
Clique aqui e veja o convite (programação)!
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FAO promove concurso de pesquisa
sobre segurança alimentar e nutricional |
25.11.2009
Interessados em participar do II Concurso de Seguran ça Alimentar e Nutricional podem enviar seus artigos de pesquisa através do sitio web da Redsan.
O concurso selecionará e premiará cinco artigos de pesquisa originais, com prêmios de USS$ 500 a US$3 mil, e é promovido pela Rede de Pesquisa em Segurança Alimentar e Nutricional (Redsan) com o apoio do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (NEPA) da Unicamp.
Os artigos inscritos serão analisados por um painel de especialistas e devem se inserir em uma das quatro áreas de pesquisa definidas nas bases do concurso: (i) impacto da crise econômica e financeira sobre a segurança alimentar e nutricional (SAN); (ii) metodologias e instrumentos para a medição e análise da SAN; (iii) temas emergentes (transição nutricional, biocombustíveis e mudança climática; e (iv) relação entre o enfoque da SAN e outros enfoques de desenvolvimento.
O prazo para o envio dos artigos é 31 de janeiro de 2010 e o anúncio dos ganhadores será feito em 15 de março de 2010. As bases completas do concurso estão disponíveis (em espanhol) em:
www.redsan.org/convocatoria.aspx.
Além do concurso, a Redsan também está promovendo, desde o dia 19 de novembro, o 1° Foro de Discussão Virtual da rede, que está discutindo a versão curta da Escala de Segurança Alimentar da América Latina e Caribe (ESALC).
"A escala é um instrumento sendo utilizado na região para termos medições atualizadas e diretas da insegurança alimentar. Contar com uma versão curta dessa escala nos permitirá aplicá-la em pesquisas de impacto político, como aquelas de opinião pública, e pesquisas realizadas com periodicidade definida, como as de emprego. Incluir a escala em pesquisas de emprego também nos permitirá capturar a dimensão transitória e sazonal da fome e poderá servir de alerta para anteciparmos problemas como a desnutrição infantil", disse o economista Jorge Ortega, especialista em segurança alimentar do Escritório Regional da FAO.
O foro durará duas semanas e os interessados em participar podem inscrever-se em:
http://km.fao.org/fsn/redsan-forum/es.
Redsan - A Redsan é uma rede de intercâmbio de conhecimento integrada por cientistas e profissionais de diferentes disciplinas relacionadas à segurança alimentar e nutricional. É uma iniciativa promovida pela FAO e que estreou seu portal web esse mês:
www.redsan.org .
Nesse portal, os integrantes da rede podem participar das discussões do blog, dos foros, e se inscrever no concurso. Também podem publicar suas pesquisas na base de artigos e informar;se sobre fundos de pesquisa, conferências, seminários e eventos.
Informação
Redsan -
www.redsan.org
Nepa/Unicamp -
www.unicamp.br/nepa/
Assessoria de Comunicação
Lídia Maia:
lídia.silva@fao.org, (+61) 3038 2270 (Representação da FAO no Brasil)
Lucas Tavares:
lucas.tavares@fao.org, (+562) 923 2176 (Escritório Regional da FAO)
Fonte: Escritório Regional da FAO para América Latina e Caribe
Assessoria de Comunicação
www.presidencia.gov.br/consea