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2014 Última atualização 08/10/2014

08/10/2014

ECOPOLAT 2014 "Seminário Internacional de Ecologia Política na América Latina": Desafios práticos e teóricos.

Rio de Janeiro, 12, 13 e 14 de novembro de 2014.

A ecologia política constitui um campo já estabelecido de reflexão intelectual crítica, que se retroalimenta a partir de variadas formas de articulação com os atores coletivos que protagonizam os conflitos ambientais. Aceitando este ponto, se abrem na realidade várias interrogações de dimensões teóricas e epistemológicas que, em perspectiva, implicam em uma diversidade de estratégias discursivas e de ação.

A Ecologia Política virá a constituir um campo disciplinar próprio? Ou essa será uma vã pretensão, tendo já consolidado uma orientação baseada no diálogo de saberes? Quais são as condições e pressupostos de diálogo com outras tradições críticas das ciências sociais? Como criar situações performáticas de conversação e intercâmbio com as ciências “da natureza”, construindo, de modo concomitante, uma reflexividade crítica sobre os modelos e as práticas dos atores científicos e tecnológicos? Como facilitar e traduzir os diálogos de saberes indispensáveis entre os atores dos conflitos ambientais?

A presente proposta de seminário visa levantar questões pertinentes ao campo da Ecologia Política, não apenas promovendo o debate acadêmico entre aqueles que pesquisam, militam ou vivem os conflitos pela apropriação dos recursos naturais e territórios neles presentes, como também disseminar para o público mais amplo tais debates de natureza interdisciplinar e caráter cada vez mais urgente. É importante ressaltar que este seminário compõe um conjunto de atividades promovidas pelo Grupo de Trabalho em Ecologia Política do Extrativismo, inserido, por sua vez, no Conselho Latinoamericano de Ciências Sociais (CLACSO), constituído por uma série de instituições de ensino e pesquisa na América Latina, representando, portanto, uma articulação institucional e internacional de importância destacada no cenário das ciências sociais latino-americanas.

Confira a programação clicando aqui


16/09/2014

Observatório dos Conflitos do Extremo Sul do Brasil

Através de uma parceria entre Universidade Federal do Rio de Janeiro e Universidade Federal do Rio Grande está no ar o site do Observatório dos Conflitos do Extremo Sul do Brasil. Esse espaço tem por objetivo armazenar um completo banco de dados sobre os conflitos socioambientais de Rio Grande e região.

Saiba mais

14/08/2014

Biodiversidade em foco

"Dinâmicas Socioambientais e Disputas Territoriais em torno dos Empreendimentos Florestais no Sul do Rio Grande do Sul"

O Grupo de Pesquisa Tecnologia, Meio Ambiente e Sociedade (TEMAS) convida para a próxima edição do Biodiversidade em Foco, organizado pelo INGÁ (Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais). Esta edição contará com a presença da Drª. Patrícia Binkowski (PGDR/UFRGS) que discutirá a sua pesquisa de doutorado, intitulada "Dinâmicas Socioambientais e Disputas Territoriais em torno dos Empreendimentos Florestais no Sul do Rio Grande do Sul".

Com: Dra. Patricia Binkowski

Horário: 19:00

Local: Ingá, (Fernando Machado, 464 - Salão de Eventos do Casarão do Arvoredo)

15/07/2014

Defesa de Tese

Título: COLONIALIDADE E DESENVOLVIMENTO: A RESSIGNIFICAÇÃO DO LUGAR EM “ZONAS MARGINALIZADAS” NO SUL DO RIO GRANDE DO SUL.
Autor: Márcio Zamboni Neske
Data: 31/07/2014 (quinta-feira)
Hora: 14h30
Local: PGDR/UFRGS (Av. João Pessoa, 31)

Resumo: Esse estudo tem como objetivo analisar a configuração do imaginário do sistema-mundial colonial/moderno, evidenciando como se reproduz a colonialidade e emergem processos decoloniais que reconfiguram histórias locais das chamadas “zonas marginais”, tendo por base empírica a região denominada Alto Camaquã, localizada no sul do Rio Grande do Sul. No processo histórico de colonização do Alto Camaquã, o qual seguiu os rastros do “descobrimento” do Brasil e da América Latina, instaurou-se um padrão de poder vinculado à inferiorização do outro que moldou a estrutura da narrativa moderna. Assim, a dominação colonial pressupôs a produção de um conhecimento sobre o colonizado que foi, simultaneamente, a produção de desconhecimento, uma vez que, o caráter violento como o colonialismo se impôs, silenciou o sujeito colonial subalterno (índios, negros, camponeses) no curso da sua história colonial, perpetuando na história “pós-colonial”. Forjou-se, de tal modo, no curso da formação do sistema-mundo moderno/colonial, uma subjetividade de inferioridade não apenas de sujeitos, mas também do lugar, ou seja, o Alto Camaquã como uma região pobre, atrasada, subdesenvolvida e sem competências para sustentar um modelo de desenvolvimento ancorado nos padrões da modernidade. Procurando reescrever a história colonial desde baixo, foi possível identificar no contexto empírico de estudo a existência de outros lócus de enunciação que operam nas margens da modernidade/colonialidade. Esses lócus enunciativos demarcam outras posições dos sujeitos subalternos, que são, eles próprios, lócus enunciativoscontra-hegemônico à verdade imputada pela modernidade eurocêntrica. O que se verificou foi a existência enunciações que envolvem a construção positiva de si mesmo, naquilo que historicamente tem sido negado e colocado a uma condição de inferioridade e fracasso, e que preservam experiências de mundo que tem mudado o curso dos acontecimentos, criando alternativas ao “mundo desenvolvido”.

Banca Examinadora:
Prof. Jalcione Almeida (Orientador PGDR/UFRGS)
Prof. Guilherme Radomsky (PGDR/UFRGS)
Profa. Claudia Job Schmitt (UFRRJ/CPDA)
Profa. TaniceAndreatta (UFSM) 

10/07/2014

Defesa de Tese

Titulo: ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS, DISPUTAS TERRITORIAIS E DINÂMICAS SOCIOAMBIENTAIS EM TORNO DOS EMPREENDIMENTOS FLORESTAIS NO SUL DO RIO GRANDE DO SUL
Autor: Patricia Binkowski
Data: 25/07/2014 (sexta-feira)
Hora: 9h
Sala/Local: Sala Josué de Castro - PGDR (João Pessoa, 31)

Resumo: Este estudo se destina a analisar e compreender como e por que se expandiu a atividade florestal em Encruzilhada do Sul, Rio Grande do Sul e como a expansão dos empreendimentos de produção e beneficiamento de madeira passaram a interferir nas relações sociedade-natureza, influenciando novos contextos no meio urbano e rural do município. A análise permitiu constatar que as mudanças afetaram, direta e indiretamente, as práticas cotidianas da população local envolvida ou não com a atividade de silvicultura, provocando alterações nas formas como os indivíduos/grupos passaram a decidir e garantir a sua reprodução social e modos de vida. As comunidades envolvidas passaram então a resignificar o território, construindo um “novo” espaço, atrelado ao surgimento de uma “nova territorialidade” e uma “nova ruralidade”. A concepção desenvolvimentista gerada pela atividade de silvicultura, no entanto, não determinou até agora o tão desejado desenvolvimento para o município, ao contrário, tem comprometido a própria reprodução social das comunidades que passam a criar novas estratégias de (re)adaptação e enfrentamento à “lógica florestal” instaurada na região.

Tese sob orientação do prof. Dr. Jalcione Almeida.

09/07/2014

IV Seminário de Justiça Ambiental, Igualdade Racial e Educação

O IV Seminário de Justiça Ambiental, Igualdade Racial e Educação acontecerá de 18 a 22 de agosto de 2014. Trata-se de um evento interinstitucional envolvendo a Universidade do Grande Rio, Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Universidade Federal do Rio Grande. O evento, já em sua quarta edição, procura estabelecer diálogos sobre desigualdades ambientais, raciais e educacionais. Busca visibilizar e articular os saberes de membros dos movimentos sociais, alunos e professores da educação básica, docentes e discentes de universidades e representantes do poder público, convidando-os a reconhecer e problematizar as injustiças no contexto local e global.

 

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27/06/2014

Sentença anula licença ambiental para o projeto Belo Sun

Mineradora canadense não fez estudo do impacto sobre indígenas afetados por projeto de mineração no rio Xingu, em Altamira, no Pará Belo sun, empreendedora do Projeto Volta Grande de Mineração, tem sua licença prévia suspensa por decisão do MPF. A alegação do MPF foi de que a licença prévia, expedida pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema) do Estado do Pará em dezembro de 2013, é invalida por não ter feito EIA/RIMA nas áreas indígenas existentes no entorno da obra. As terras indígenas atingidas por Belo Sun, ficam na Volta Grande do Xingu, e são as mesmas que terão suas terras e dinâmicas de vida afetadas, pela redução do volume de água neste trecho, para a construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte. Essa decisão é uma vitória (mesmo que momentânea) , dos índígenas, da sociedade civil e da Justiça, contra os abusos ambientais e sociais de mais um empreendimento na Volta Grande do Xingu.

 

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27/06/2014

Prêmio UFRGS de Tese destaca pesquisa de excelência produzida na Universidade

Seis teses foram selecionadas como as melhores defendidas na Universidade em 2013. Outros quatro trabalhos foram agraciados com menção honrosa.

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23/06/2014

Biodiversidade em Foco debate a questão dos transgênicos

Na quinta-feira, 26, acontece o Biodiversidade em Foco, abordando as controvérsias dos transgênicos no sul do país. Felipe Vargas, membro do InGá, doutorando em sociologia pela UFRGS e membro do TEMAS, vai falar sobre as aproximações entre ação política e academia, relacionadas à temática. O evento é uma realização do Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (InGá) em parceria com o Grupo Tecnologia, Meio Ambiente e Sociedade (Temas) da UFRGS. O debate acontece na Sala Celso Furtado, do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural da UFRGS (Av. João Pessoa, nº 31, Porto Alegre -RS), às 19h.

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16/06/2014

CONFLITOS AMBIENTAIS: Governo chileno rechaça construção de hidrelétricas na Patagônia

Após oito anos de sua criação e seis de tramitação legal o governo da presidente Michelle Bachelet rejeitou a execução do projeto hidrelétrico HidroAysén, proposto para a região da Patagônia, localizada na Região de Aysén, sul do Chile. No dia 10 de junho de 2014, o Comitê de Ministros acolheu as reclamações apresentadas pelas comunidades afetadas e por opositores ao projeto, votando de forma unânime pela revogação integral da resolução ambiental favorável obtida em maio de 2011 com a aprovação do estudo de impacto ambiental. O projeto HidroAysén, impulsionado pelo consórcio composto pela hispano-italiana Endesa (51%) e pela chilena Colbún S.A (49%), precisaria inundar 5.910 hectares sobre os rios Baker e Pascua, para contemplar a construção de cinco represas. Desde que se tornaram públicos os interesses da empresa, HidroAysén foi alvo de questionamentos e denúncias de falências no estudo de impacto ambiental.

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TRABALHOS APROVADOS NO Iº CONGRESO LATINOAMERICANO SOBRE CONFLICTOS AMBIENTALES - CoLCA

Local: Instituto del Conurbano de la Universidad Nacional de General Sarmiento, Los Polvorines – Província de Buenos Aires, Argentina

Data: 28 al 31 de octubre de 2014

Título: Do construcionismo social à pragmática crítica: abordagens sociológicas para pensar a questão ambiental
Autores: MEIRA, Ana Cláudia Hebling; ALMEIDA, Jalcione. O resumo foi aprovado no Eixo Temático “Instrumentos y Metodologías para el análisis de los conflictos” e tem como objetivo apresentar uma breve crítica à perspectiva construccionista dos problemas ambientais e propor uma análise a partir da Pragmática Crítica de Boltanski

Título: O conflito em torno ao Projeto Hidrelétrico HidroAysén, na Patagônia chilena, na perspectiva da sociologia dos regimes da ação e da síntese construcionista de John Hannigan.
Autores: ARANDA, Yara P. Cerpa; ALMEIDA, Jalcione. O resumo foi aprovado no Eixo Temático "Instrumentos y Metodologías para el análisis de los conflictos" e tem como objetivo apresentar uma análise sociológica da constituição de um conflito ambiental no Chile, apostando na articulação de duas perspectivas teórico-metodológicas: a sociologia do regimes da ação de Luc Boltanski e colaboradores e a síntese construcionista de John Hannigan.

Título: Conflitos ambientais em torno da apropriação territorial do Pontal da Barra, Pelotas/RS, Brasil.
Autoria: NEBEL, Gitana Cardoso da Silveira. O resumo foi aprovado no eixo temático “Conflictos urbanos y periurbanos” e tem como objetivo explicitar, desde uma perspectiva etnográfica, a relação de injustiça ambiental e as controvérsias entre atores sociais com distintos modos de significação, uso e apropriação territorial no contexto de um conflito ambiental na localidade do Pontal da Barra, balneário do Laranjal, Pelotas/RS, Brasil.

16/05/2014

Tese de doutorado de Lorena Cândido Fleury, defendida no PPG Sociologia, recebe prêmio UFRGS de melhor Tese em Ciências Humanas

Lorena Cândido Fleury, doutora pelo PPG Sociologia, autora da tese “ Conflitos ambientais e cosmopolíticas na Amazônia Brasileira: a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte em perspectiva”, foi agraciada com o Prêmio UFRGS de melhor Tese na área de Ciências Humanas. Orientador: Jalcione Pereira de Almeida. Data da defesa: 26/09/2013.

Disponível em: www.ufrgs.br Acesso em: 26 jun. 2014.

 
 
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