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Pesquisa realizada na UFRGS é tema de livro premiado

 livro é resultado da pesquisa de mestrado em Agronegócios que Kelly realizou na UFRGS. Imagem: arquivo pessoal

livro é resultado da pesquisa de mestrado em Agronegócios que Kelly realizou na UFRGS. Imagem: arquivo pessoal

O livro Limites do Direito de Propriedade Industrial de Plantas (Ed. Conceito), de autoria da pesquisadora Kelly Bruch, aprovada recentemente em concurso para professor adjunto na Faculdade de Direito da UFRGS, foi premiado pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). Kelly foi a vencedora na categoria Direito Vitivinícola do Prix OIV 2014 e recebeu o prêmio no 37º Congresso Mundial da Vinha e do Vinho, realizado entre os dias 9 e 14 deste mês, em Mendoza, na Argentina. A distinção é considerada a mais importante em nível mundial no segmento vitivinícola. Pela primeira vez uma obra brasileira foi contemplada.

O livro é resultado da pesquisa de mestrado em Agronegócios que Kelly realizou na UFRGS. A pesquisadora analisou os aspectos do direito de propriedade industrial de plantas aplicados à vitivinicultura. Os limites jurídicos são verificados pela análise da teoria da propriedade industrial, da teoria da função social da propriedade, dos acordos internacionais pertinentes e da legislação e dos bancos de dados referentes à propriedade industrial dos EUA, da União Europeia e do Brasil. A pesquisa é pioneira especialmente na área da vitivinicultura. “quando eu estava estudando, não havia encontrado nada com muita profundidade sobre o tema, e o que eu fiz foi propor uma solução para as duas proteções existentes no Brasil: proteção de cultivares e patentes de invenção, algo que continua a ser discutido no mundo todo”, diz a pesquisadora.

Também na UFRGS, Kelly fez doutorado em Direito Privado e pós-doutorado em Agronegócios.

Fonte: UFRGS Notícias

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Pesquisadores da UFRGS lideram primeira travessia científica brasileira pelo interior da Antártida

Expedição pretende gerar dados para avaliar os impactos antrópicos na atmosfera. Imagem: Divulgação Centro Polar e Climático/UFRGS

Expedição pretende gerar dados para avaliar os impactos antrópicos na atmosfera. Imagem: Divulgação Centro Polar e Climático/UFRGS

Uma equipe de quatro pesquisadores da UFRGS se prepara para viajar à Antártida no final de dezembro deste ano, na primeira travessia científica brasileira ao interior do continente. O grupo é formado pelo professor e diretor do Centro Polar e Climático da UFRGS, Jefferson Simões, líder da travessia, além do químico Ronaldo Tomar Bernardo; do doutorando em Geologia, Luciano Marquetto; e do engenheiro químico Felipe Lindau.

O grupo vai percorrer cerca de 1.400 quilômetros no manto de gelo, com início da viagem pelo interior do continente gelado previsto para 5 de janeiro e final, para o dia 31 do mesmo mês. Durante o trajeto, serão feitas amostragens superficiais e através de perfuração do manto de gelo (coleta de testemunhos). Além da amostragem, que pretende gerar dados para avaliar os impactos antrópicos na atmosfera, dos últimos 50 anos, como poluição e gases estufa, a expedição tem como objetivo conhecer e preparar o local de instalação do segundo módulo científico brasileiro, o Criosfera 2, que será levado à Antártida no verão de 2015/2016.

A travessia

O grupo sai de Punta Arenas (Chile) e vai até o ponto inicial da travessia, a geleira Union (79°45’S, 82°50’W, ± 700 m de altitude), pousando na pista de gelo azul com a aeronave Ilyushin 76. De lá, seguem 520 km até chegarem ao local onde está instalado o módulo científico brasileiro Criosfera 1. Do Criosfera 1, seguem mais 650 km até o Monte Johns (79°55’S, 94°23’W, com 2.125 m de altitude), onde é o futuro local de instalação do módulo Criosfera 2. Avançam 100 km, então, em direção à geleira Pine e retornam ao Monte Johns para  a pista de pouso na geleira Union.

Antes da instalação do Criosfera 2, Simões ressalta que o módulo científico Criosfera 1, instalado em 2011, já começa a registrar os primeiros resultados. “Já tivemos o registro do aumento de concentração de CO2 na atmosfera, atingindo o valor de 400 ppm (partes por milhão), o que confirma as medições realizadas pelos laboratórios dos Estados Unidos presentes no continente antártico”, afirma o pesquisador.

Fonte: UFRGS Notícias

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Professor do Instituto de Artes realiza exposição em Portugal

Imagem: divulgação

Imagem: divulgação

Teve início no último sábado, 22 de novembro, a exposição “Entremuros e Percursos”, que o professor do Núcleo de Cerâmica do Instituto de Artes Carusto Camargo realiza na cidade portuguesa Montemor-o-Novo. A mostra é resultado do trajeto feito pelo professor ao longo do tempo em que esteve na região de Alentejo. A exposição segue até o dia 14 de janeiro, no Centro Interpretativo do Castelo de Montemor-o-Novo.

Engenheiro Eletricista pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre e doutor em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Carusto Camargo dá aulas no Departamento de Artes Visuais da UFRGS desde 2007. Atualmente, realiza pós-doutorado no centro de pesquisas Vidro e Cerâmica para as Artes (Vicarte), vinculado à Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBA-UL), sob a supervisão de Virgínia Fróis. A passagem de Camargo por Montemor-o-Novo surge na sequência de residências anteriores ligadas à cerâmica, em parceria com a Associação Oficinas do Convento (OC), a FBA-UL e o Vicarte. A residência permitiu o desenvolvimento de um projeto de pesquisa, associado à interação com a comunidade local e com intervenções físicas.

Mais informações sobre a exposição podem ser obtidas no catálogo da mostra.

Fonte: UFRGS Notícias

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Professor da Faculdade de Ciências Econômicas é eleito economista do ano

Professor da Faculdade de Ciências Econômicas receberá prêmio no próximo dia 3. Imagem: divulgação

Professor da Faculdade de Ciências Econômicas receberá prêmio no próximo dia 3. Imagem: divulgação

O professor da Faculdade de Ciências Econômicas (FCE) e diretor de Planejamento do BRDE, Carlos Henrique Horn, foi escolhido o Economista do Ano, edição 2014. A iniciativa, do Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Sul (Corecon/RS), é um reconhecimento a economistas que atuam nos mais diferentes campos da profissão, engajados em atividades dos setores privado ou público, academia ou profissionais autônomos, no Rio Grande do Sul. A premiação será entregue no dia 3 de dezembro, às 20h, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre.

A premiação também contempla aqueles que tenham se destacado, ao longo do ano, por sua contribuição no fortalecimento do desenvolvimento econômico regional ou nacional, através de análises críticas e inovadoras sobre assuntos relevantes e de interesse público. Os candidatos ao “Prêmio Economista do Ano”, outorgado pelo Corecon/RS, são indicados por entidades públicas, privadas, universidades, entidades de categoria, como associações, sociedades e sindicatos, entre outras, sediados no Rio Grande do Sul.

Comissão Julgadora é independente e formada por nove economistas com atuação profissional no âmbito do Rio Grande do Sul, sendo três representantes do setor público, três do setor privado e três do setor acadêmico. Na solenidade oficial da premiação, em Porto Alegre, também serão homenageados os vencedores do “Prêmio Corecon/RS 2014″ — que premia as melhores dissertações de Mestrado, artigos técnicos ou científicos e monografias ou trabalhos de conclusão de Curso —, o “Prêmio Corecon/RS de Reportagem de Economia 2014″ e o “Prêmio Jornalista de Economia do Ano/2014″.

Currículo
Carlos Henrique Vasconcellos Horn é economista, professor associado da UFRGS. Graduou-se em Ciências Econômicas em 1982, na UFRGS, onde fez o mestrado em Economia em 1992. Posteriormente, realizou o doutorado na London School of Economics and Political Science (LSE), da Universidade de Londres, concluído em 2003. Trabalhou durante oito anos no DIEESE, onde ajudou a implantar e coordenou a Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Porto Alegre (PED-RMPA), numa parceria entre DIEESE, FEE, FGTAS e Fundação Seade (SP).

Na UFRGS, leciona disciplinas do Departamento de Economia e Relações Internacionais e do Programa de Pós-Graduação em Economia. Horn é atualmente Diretor do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), ocupando a Diretoria de Planejamento, a Vice-Presidência e a Presidência do banco e do Conselho de Administração do BRDE. Também preside a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) desde junho de 2012, tendo sido reeleito em agosto de 2013.

 

Texto: Assessoria BRDE

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Professor de música da UFRGS recebe prêmio por trilha sonora

Eloy Fritsch. Imagem: divulgação

Eloy Fritsch. Imagem: divulgação

O professor do Departamento de Música Eloy Fritsch recebeu o troféu do Festival de Audiovisual da Serra Gaúcha (CineSerra) pela composição da trilha sonora do curta-metragem “Crianças”, dirigido por Ruy Fritsch. Além da melhor trilha sonora original, a produção, que aborda o sumiço de crianças, foi premiada nas categorias melhor filme, melhor direção de arte, melhor ator e melhor fotografia, todas no certame regional. A cerimônia de premiação ocorreu no dia 26 de outubro em Caxias do Sul.

O projeto CineSerra é uma mostra competitiva de cinema criada com o objetivo de dar visibilidade à produção audiovisual da serra gaúcha. Em sua segunda edição, 40 obras competiram pelos 38 prêmios da noite, que foram angariados por 19 produções.

Eloy Fritsch

Entre as contribuições do músico Eloy Fritsch está a realização de concertos de música eletroacústica, edição de um livro e DVD em língua portuguesa sobre Música Eletrônica, a construção do CME na UFRGS e a pesquisa e divulgação de técnicas de composição e do repertório de vanguarda criado no RS.

O professor de música da UFRGS compôs música instrumental para sintetizadores, música popular e eletroacústica. O repertório eletroacústico de Fritsch é formado basicamente por música acusmática. Entretanto possui também composições nas modalidades paisagens sonoras, música interativa e algorítmica.

Professor de música da UFRGS desde 1999, Fritsch transferiu seu estúdio particular para o Instituto de Artes iniciando as primeiras turmas de síntese sonora. Utilizando o sintetizador modular analógico SYSTEM-700 ensinou os princípios da música eletrônica para os primeiros alunos de composição. O músico finalizou seu doutorado com a Tese – MEPSOM – Método de Ensino de Programação Sônica para Músicos – criando um método com vários exemplos em Max/MSP que é amplamente utilizado nas disciplinas de Computação Musical na UFRGS por vários anos para ensino de composição algorítmica. Durante o doutorado, sob orientação de Rosa Viccari e o maestro Antonio Carlos Borges Cunha , compõe em 1999 “Embryo” para sintetizadores e percussão processada. Com o apoio e a orientação dos professores de composição Celso Loureiro Chaves e Antonio Carlos Borges Cunha, Eloy Fritsch torna-se o professor da nova geração de músicos eletrônicos gaúchos e de tantos outros compositores que realizam música eletroacústica. Foi o responsável pela introdução da linguagem Max/MSP e diversas técnicas de composição algorítmica por computador no Rio Grande do Sul. Nessa época realiza apresentação com o grupo Apocalypse no Brasil e exterior executando suas composições instrumentais e progressivas para o grande público.

Em 2001 seus projetos de pesquisa são aprovados e com o financiamento cria os laboratórios AUDIOLAB e LME. Em 2003 é criado o Grupo de Pesquisa em Computação Musical coordenado por Fritsch com o objetivo de integrar os trabalhos de Computação Musical realizados nos Institutos de Informática e Artes. Neste mesmo ano estuda Pinao no curso de extensão da UFRGS e compõe a música interativa Silicon Child para Max/MSP publicando o experimento nos livros do Simpósio Brasileiro de Computação e Música. Fritsch também coordena a reforma dos laboratórios e inaugura o Centro de Música Eletrônica – um complexo de laboratórios para a composição musical por computador. Fritsch promove as primeiras apresentações de música eletroacústica de professores e alunos da UFRGS. Leciona música eletroacústica para os alunos do Programa de Mestrado e Doutorado da UFRGS e promove vários cursos de extensão em música eletrônica. Em 2005 o compositor obtém novos financiamentos para seus projetos de pesquisa e com o recurso cria a Orquestra de Alto-falantes da UFRGS para apresentações das composições de paisagens sonoras e música acusmática.