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Professor do Instituto de Artes realiza exposição em Portugal

Imagem: divulgação

Imagem: divulgação

Teve início no último sábado, 22 de novembro, a exposição “Entremuros e Percursos”, que o professor do Núcleo de Cerâmica do Instituto de Artes Carusto Camargo realiza na cidade portuguesa Montemor-o-Novo. A mostra é resultado do trajeto feito pelo professor ao longo do tempo em que esteve na região de Alentejo. A exposição segue até o dia 14 de janeiro, no Centro Interpretativo do Castelo de Montemor-o-Novo.

Engenheiro Eletricista pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre e doutor em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Carusto Camargo dá aulas no Departamento de Artes Visuais da UFRGS desde 2007. Atualmente, realiza pós-doutorado no centro de pesquisas Vidro e Cerâmica para as Artes (Vicarte), vinculado à Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBA-UL), sob a supervisão de Virgínia Fróis. A passagem de Camargo por Montemor-o-Novo surge na sequência de residências anteriores ligadas à cerâmica, em parceria com a Associação Oficinas do Convento (OC), a FBA-UL e o Vicarte. A residência permitiu o desenvolvimento de um projeto de pesquisa, associado à interação com a comunidade local e com intervenções físicas.

Mais informações sobre a exposição podem ser obtidas no catálogo da mostra.

Fonte: UFRGS Notícias

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Professor de música da UFRGS recebe prêmio por trilha sonora

Eloy Fritsch. Imagem: divulgação

Eloy Fritsch. Imagem: divulgação

O professor do Departamento de Música Eloy Fritsch recebeu o troféu do Festival de Audiovisual da Serra Gaúcha (CineSerra) pela composição da trilha sonora do curta-metragem “Crianças”, dirigido por Ruy Fritsch. Além da melhor trilha sonora original, a produção, que aborda o sumiço de crianças, foi premiada nas categorias melhor filme, melhor direção de arte, melhor ator e melhor fotografia, todas no certame regional. A cerimônia de premiação ocorreu no dia 26 de outubro em Caxias do Sul.

O projeto CineSerra é uma mostra competitiva de cinema criada com o objetivo de dar visibilidade à produção audiovisual da serra gaúcha. Em sua segunda edição, 40 obras competiram pelos 38 prêmios da noite, que foram angariados por 19 produções.

Eloy Fritsch

Entre as contribuições do músico Eloy Fritsch está a realização de concertos de música eletroacústica, edição de um livro e DVD em língua portuguesa sobre Música Eletrônica, a construção do CME na UFRGS e a pesquisa e divulgação de técnicas de composição e do repertório de vanguarda criado no RS.

O professor de música da UFRGS compôs música instrumental para sintetizadores, música popular e eletroacústica. O repertório eletroacústico de Fritsch é formado basicamente por música acusmática. Entretanto possui também composições nas modalidades paisagens sonoras, música interativa e algorítmica.

Professor de música da UFRGS desde 1999, Fritsch transferiu seu estúdio particular para o Instituto de Artes iniciando as primeiras turmas de síntese sonora. Utilizando o sintetizador modular analógico SYSTEM-700 ensinou os princípios da música eletrônica para os primeiros alunos de composição. O músico finalizou seu doutorado com a Tese – MEPSOM – Método de Ensino de Programação Sônica para Músicos – criando um método com vários exemplos em Max/MSP que é amplamente utilizado nas disciplinas de Computação Musical na UFRGS por vários anos para ensino de composição algorítmica. Durante o doutorado, sob orientação de Rosa Viccari e o maestro Antonio Carlos Borges Cunha , compõe em 1999 “Embryo” para sintetizadores e percussão processada. Com o apoio e a orientação dos professores de composição Celso Loureiro Chaves e Antonio Carlos Borges Cunha, Eloy Fritsch torna-se o professor da nova geração de músicos eletrônicos gaúchos e de tantos outros compositores que realizam música eletroacústica. Foi o responsável pela introdução da linguagem Max/MSP e diversas técnicas de composição algorítmica por computador no Rio Grande do Sul. Nessa época realiza apresentação com o grupo Apocalypse no Brasil e exterior executando suas composições instrumentais e progressivas para o grande público.

Em 2001 seus projetos de pesquisa são aprovados e com o financiamento cria os laboratórios AUDIOLAB e LME. Em 2003 é criado o Grupo de Pesquisa em Computação Musical coordenado por Fritsch com o objetivo de integrar os trabalhos de Computação Musical realizados nos Institutos de Informática e Artes. Neste mesmo ano estuda Pinao no curso de extensão da UFRGS e compõe a música interativa Silicon Child para Max/MSP publicando o experimento nos livros do Simpósio Brasileiro de Computação e Música. Fritsch também coordena a reforma dos laboratórios e inaugura o Centro de Música Eletrônica – um complexo de laboratórios para a composição musical por computador. Fritsch promove as primeiras apresentações de música eletroacústica de professores e alunos da UFRGS. Leciona música eletroacústica para os alunos do Programa de Mestrado e Doutorado da UFRGS e promove vários cursos de extensão em música eletrônica. Em 2005 o compositor obtém novos financiamentos para seus projetos de pesquisa e com o recurso cria a Orquestra de Alto-falantes da UFRGS para apresentações das composições de paisagens sonoras e música acusmática.

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Professora do Instituto de Filosofia da UFRGS toma posse na Academia Rio-grandense de Letras

Imagem: Lattes

Imagem: Lattes

A professora Kathrin Holzermayr Lerrer Rosenfield tomará posse amanhã (13/11) na Academia Rio-Grandense de Letras, passando a ocupar a Cadeira nº 16, cujo Patrono é Artur Pinto da Rocha. A cerimônia ocorrerá no Auditório do 1º andar do Palácio Histórico do Ministério Público (Praça Marechal Deodoro, 110), a partir das 18 horas. A saudação à nova acadêmica será apresentada pelo paraninfo Franklin Marcantonio Cunha.

Kathrin Rosenfield nasceu na Áustria, mas vive no Brasil desde 1984. Possui graduação em Letras pela Université de Paris III (Sorbonne-Nouvelle) (1981), mestrado em Antropologia Histórica pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (1981) e doutorado em Ciência da Literatura pela Universidade de Salzburg (1984).

É pesquisadora do CNPq e leciona nos programas de pós-graduação em Letras e em Filosofia da UFRGS. Criou o Núcleo Filosofia-Literatura-Arte em 2000 e dirige esse centro de pesquisa que desenvolve as relações entre pesquisa acadêmica, criação artística e comunicação com a sociedade, promovendo eventos científicos e espetáculos como Antígona (2004-5) e Hamlet (2006-7).

Entre outros livros, publicou na editora Galilée, Paris, “Antigone – De Sophocle à Hölderlin”, e uma nova edição brasileira da tragédia “Antígona”, de Sófocles (trad. Lawrence F. Pereira, notas Kathrin H. Rosenfield), Rio de Janeiro, Topbooks, 2006. É também autora de “Desenveredando Rosa: Ensaios sobre a obra de J. G”. Rosa, Rio de Janeiro, Topbooks, 2006 e “Estética”, Zahar, Rio de Janeiro, 2006.

Fonte: UFRGS Notícias

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Pesquisa de excelência produzida na Universidade é destaque do Prêmio UFRGS de Tese

Seis teses foram selecionadas como as melhores defendidas na Universidade em 2013. Outros quatro trabalhos foram agraciados com menção honrosa. Foto: Gustava Diehl

Seis teses foram selecionadas como as melhores defendidas na Universidade em 2013. Outros quatro trabalhos foram agraciados com menção honrosa. Foto: Gustava Diehl

A Universidade agraciou, na manhã desta quinta-feira, dia 26, os vencedores do Prêmio UFRGS, premiação realizada pela primeira vez este ano, e que destaca trabalhos de qualidade superior aprovados nos cursos de pós-graduação da instituição durante o ano de 2013. Seis trabalhados foram agraciados com o prêmio UFRGS de Tese e outras quatro pesquisas receberam menção honrosa.

Instituído em poucas universidades do Brasil, o prêmio UFRGS de Tese recebeu 33 inscrições de trabalhos, representantes de metade dos Programas de Pós-Graduação da instituição nas áreas de Ciências Biológicas; da Saúde; Exatas e da Terra; Humanas; Engenharias; e Linguística, Letras e Artes. Para as próximas edições do prêmio, a meta é dobrar o número de participantes, despertando também nos pós-graduandos o desejo de participar do Prêmio Capes de Tese.

A solenidade de premiação ocorreu na Sala dos Conselhos, conduzida pelo pró-reitor de Pós-Graduação, Vladimir do Nascimento, acompanhado pelo reitor Carlos Alexandre Netto e vice-reitor, Rui Vicente Oppemann. Participaram também da solenidade, além dos premiados e seus familiares, diretores de unidades acadêmicas e coordenadores dos PPG’s.

A premiação celebra o vigor da pesquisa produzida na UFRGS e reconhece o esforço de pesquisadores e orientadores na produção do conhecimento. “Além da qualidade, chama a atenção nos trabalhos selecionados a aplicabilidade do conhecimento gerado, voltado, em sua maioria, a resolver problemas práticos nas profissões”.

Ao parabenizar os autores dos trabalhos selecionados, o Reitor declarou que “o reconhecimento ao mérito é também um estímulo para que os pesquisadores sigam sua trajetória de aperfeiçoamento na geração de conhecimento. E esta é a melhor contribuição que a Universidade pode dar ao crescimento do país”.

Somado ao reconhecimento público da comunidade acadêmica, o autor, orientador, coorientador e programa de pós-graduação de cada tese destacada recebe o certificado da premiação ou de menção honrosa, e prêmio de R$ 7.000 para o autor e o orientador de cada tese premiada em 1º lugar.

Confira os premiados

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Valor do reconhecimento

A pesquisa sobre a produção de obras de arte a partir de lembranças e memórias do público rendeu à Ruth Moreira, atualmente docente na UNB, o destaque de melhor trabalho na área de Linguística, Letras e Artes.  “Receber o prêmio significa o reconhecimento da execução de um bom trabalho, e ter esse apoio é fundamental”, resumiu.

Na categoria menção honrosa um dos destaques foi a tese de Rosangela Werlang, que pesquisou o delicado tema dos suicídios na zora rural do Rio Grande do Sul. “É muito bom esse reconhecimento por nossos pares, especialmente no caso do meu trabalho, que foi difícil e doloroso de fazer, porque ninguém queria falar. Nós precisamos levantar essa questão, pois hoje são 3 pessoas ao dia que cometem suicídio na zona rural do estado. E não se tem noção disso e menos ainda um programa de prevenção à altura do problema”, finalizou, Rosângela.

Fonte: Ufrgs Notícias

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Alunos e professores do Instituto de Artes foram premiados no Troféu Açorianos

Premiados Troféu Açorianos. Foto: Luciano Lanes / PMPA

Premiados Troféu Açorianos. Foto: Luciano Lanes / PMPA

Na última terça-feira, dia 6, professores e alunos do Instituto de Artes (IA) foram premiados na cerimônia de entrega do Troféu Açorianos, realizada no Teatro Renascença.No grupo de 16 premiados, 13 são ligados ao IA da UFRGS, conforme a relação abaixo:

Destaque em Cerâmica: Márcia Braga

Destaque em Fotografia: Marina Camargo

Destaque em Pintura: Ubiratã Braga

Destaque em Desenho: Ananda Kuhn

Destaque em Gravura: Jander Rama

Destaque em Mídias Tecnológicas: Bruno Borne

Destaque em Curadoria: Paula Ramos

Destaque em Projeto Alternativo em Prod. Plástica: Maílson Fantinel

Melhor Exposição Individual: Elida Tessler por “Gramática Intuitiva”

Melhor Exposição Coletiva: “Lugares do Desenho – Atelier D3 e convidados” (Pinacoteca Barão de Santo Ângelo do IA/UFRGS)

Artista Revelação: Amanda Teixeira

Artista Destaque de 2013: Marina Camargo

 

 

Fonte: Ufrgs Notícias