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Docente da UFRGS recebe prêmio internacional

Maríliz Gutterres Soares, docente do Departamento de Engenharia Química e coordenadora do Laboratório de Estudos em Couro e Meio Ambiente (LACOURO) será agraciada com o prêmio IULTCS Merit Award for Excellence in the Leather Industry 2017.

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Atuando há mais de 30 anos com pesquisas voltadas à tecnologia do couro e melhorias de processos ambientais, a pesquisadora receberá a distinção durante o congresso XXXIV da International Union of Leather Technologists and Chemists Societies (IULTCS) que ocorre entre os dias 5 e 8 de fevereiro de 2017, em Chennai, na Índia.

Fonte: UFRGS Notícias

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Professor do Instituto de Química recebe prêmio promovido pela USP

Crédito: Ernani Coimbra

Crédito: Ernani Coimbra

O professor Jairton Dupont, do Instituto de Química,  recebeu na última terça o prêmio Rheinboldt-Hauptmann, que é promovido pela USP e reconhece a excelência do trabalho científico e acadêmico nas áreas de química e bioquímica.

Jairton desenvolve projetos de pesquisa em catálise, e já publicou mais de 210 artigos em periódicos internacionais, 13 patentes, nove capítulos de livros internacionais e um livro texto de Química Organometálica para a graduação.

Fontes: UFRGS e USP

 

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Pesquisadores da UFRGS são eleitos membros afiliados da Academia Brasileira de Ciências

Imagem: divulgação

Imagem: divulgação

A Academia Brasileira de Ciências (ABC), por meio de suas vice-presidências regionais, elegeu os membros afiliados que passam a fazer parte da entidade no período de 2015 a 2019. A categoria de membros afiliados, criada em 2007, abrange jovens cientistas de até 40 anos de idade, indicados por região do Brasil para integrarem os quadros da Academia por cinco anos.

Foram eleitos na Regional Sul quatro professores da UFRGS e um da UFSC.

  • Andre Quincozes dos Santos – UFRGS, Ciências Biológicas
  • Jackson Damiani Scholten – UFRGS, Ciências Químicas
  • Jairo Francisco Savian – UFRGS, Ciências da Terra
  • Marcelo Farina – UFSC, Ciências Biomédicas
  • Raquel Giulian – UFRGS, Ciências Físicas

A lista completa dos novos integrantes pode ser conferida no site da ABC.

Fonte: UFRGS Notícias

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Pesquisadores da UFRGS lideram primeira travessia científica brasileira pelo interior da Antártida

Expedição pretende gerar dados para avaliar os impactos antrópicos na atmosfera. Imagem: Divulgação Centro Polar e Climático/UFRGS

Expedição pretende gerar dados para avaliar os impactos antrópicos na atmosfera. Imagem: Divulgação Centro Polar e Climático/UFRGS

Uma equipe de quatro pesquisadores da UFRGS se prepara para viajar à Antártida no final de dezembro deste ano, na primeira travessia científica brasileira ao interior do continente. O grupo é formado pelo professor e diretor do Centro Polar e Climático da UFRGS, Jefferson Simões, líder da travessia, além do químico Ronaldo Tomar Bernardo; do doutorando em Geologia, Luciano Marquetto; e do engenheiro químico Felipe Lindau.

O grupo vai percorrer cerca de 1.400 quilômetros no manto de gelo, com início da viagem pelo interior do continente gelado previsto para 5 de janeiro e final, para o dia 31 do mesmo mês. Durante o trajeto, serão feitas amostragens superficiais e através de perfuração do manto de gelo (coleta de testemunhos). Além da amostragem, que pretende gerar dados para avaliar os impactos antrópicos na atmosfera, dos últimos 50 anos, como poluição e gases estufa, a expedição tem como objetivo conhecer e preparar o local de instalação do segundo módulo científico brasileiro, o Criosfera 2, que será levado à Antártida no verão de 2015/2016.

A travessia

O grupo sai de Punta Arenas (Chile) e vai até o ponto inicial da travessia, a geleira Union (79°45’S, 82°50’W, ± 700 m de altitude), pousando na pista de gelo azul com a aeronave Ilyushin 76. De lá, seguem 520 km até chegarem ao local onde está instalado o módulo científico brasileiro Criosfera 1. Do Criosfera 1, seguem mais 650 km até o Monte Johns (79°55’S, 94°23’W, com 2.125 m de altitude), onde é o futuro local de instalação do módulo Criosfera 2. Avançam 100 km, então, em direção à geleira Pine e retornam ao Monte Johns para  a pista de pouso na geleira Union.

Antes da instalação do Criosfera 2, Simões ressalta que o módulo científico Criosfera 1, instalado em 2011, já começa a registrar os primeiros resultados. “Já tivemos o registro do aumento de concentração de CO2 na atmosfera, atingindo o valor de 400 ppm (partes por milhão), o que confirma as medições realizadas pelos laboratórios dos Estados Unidos presentes no continente antártico”, afirma o pesquisador.

Fonte: UFRGS Notícias

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Cientista holandês recebe título de Doutor Honoris Causa

Cientista holandês Piet van Leeuwen recebe título de Doutor Honoris Causa. Foto: Gustavo Diehl

Cientista holandês Piet van Leeuwen recebe título de Doutor Honoris Causa. Foto: Gustavo Diehl

Pioneiro em “química sustentável”, graças a seus estudos sobre a seletividade, recuperação e estabilidade de catalisadores, Petrus Wilhelmus Nicolaas Maria van Leeuwen é o mais recente Doutor Honoris Causa da UFRGS. A solenidade de concessão do título foi realizada no último dia 30, na Sala dos Conselhos, e contou com a presença de professores, estudantes e técnicos vinculados à Química. O docente foi saudado pelo reitor Carlos Alexandre Netto, que salientou ser essa a mais alta honraria da Instituição e que representa o reconhecimento da comunidade científica e acadêmica por sua especial relevância na sua área do conhecimento.

O cientista holandês declarou sentir-se muito honrado com tão importante distinção e destacou sua relação profissional e de amizade com docentes do Instituto de Química.  Piet van Leeuwen, como é chamado, desenvolve pesquisas em colaboração com os professores do IQ Jairton Dupont – há 15 anos – e Henri Schrekker – mais recentemente. O homenageado já esteve diversas vezes na UFRGS e também recebeu docentes da Instituição no Instituto de Pesquisa Química da Catalunha (ICIQ), Espanha, onde exerce o cargo de líder do grupo de catálise homogênea.

Desde o início de sua carreira, o Doutor Honoris Causa tem contribuído de forma impactante para o desenvolvimento da catálise homogênea em nível mundial e tem sido reconhecido internacionalmente pela academia e pela indústria, tendo conquistado diversos prêmios e títulos anteriores a este. Fez grandes contribuições sobre o estudo dos efeitos dos ligantes em catálise, sendo o principal autor e especialista em “bite angle effect”, além de ter contribuído de forma significativa para processos industrialmente relevantes.

Van Leeuwen tornou-se Ph.D. pela Universidade de Leiden, Holanda, em 1967 e seu trabalho referente a complexos de coordenação contendo ligantes fracos recebeu o Prêmio Shell de melhor tese de química naquele ano. Esse destaque foi fundamental para sua posterior contratação pela companhia Shell, onde permaneceu durante 26 anos desenvolvendo projetos de pesquisa na Holanda e nos Estados Unidos. Desempenhou importante papel no campo emergente da catálise homogênea, com destaque para a descoberta dos catalisadores de reações de hidroformilação, que são usados atualmente na indústria. Foi também professor das universidades de Amsterdã e de Eindehoven, Holanda, antes de assumir seu atual cargo no ICIQ espanhol.

 

 

Fonte: UFRGS Notícias