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Produção científica – Exposições fotográficas


Não só de passagem

 

Fernanda Rechenberg

(graduação jornalismo, Biev/UFRGS)

 

Ano de produção: 2003

 

A Travessa 24 de Maio é um espaço peculiar no centro de Porto Alegre. Fazendo a ligação entre a cidade alta e a cidade baixa, a "escadaria", como é conhecida pelos porto-alegrenses, guarda a um só tempo passagem e permanência. Por sua posição estratégica, abriga desde transeuntes, passantes e moradores do bairro a passeio, até ladrões que aproveitam o fato de ali não circularem carros. É um espaço coletivo, público e apropriado pelos moradores da cidade. Pode parecer, à primeira vista, um lugar impessoal e anônimo, mas um olhar mais atento nos revela o aspecto de permanência e memória do lugar. Na "escadaria", residem cerca de 500 pessoas - algumas há mais de 30 anos, entre estudantes, trabalhadores e famílias, que preservam ali seus espaços individuais, suas casas, suas estórias.

 

6 fotografias 10x15 e 4 18x24.

 

E-mail: fernandarechenberg@gmail.com

 

A cozinha e suas múltiplas funções e significados entre os agricultores no planalto catarinense

 

Neusa Maria Bloemer

(doutor em Ciências (Antropologia Social) USP)

 

Ano de produção: 2002

 

Trata-se de fotografias de cozinhas de pequenos agricultores pertencentes a dois grupos étnicos: os descendentes de italianos, ou “colonos italianos” e “caboclos” ou brasileiros. Este ensaio recebeu o Prêmio Jovem Pesquisador Pierre Verger 2002.

 

13 fotografias (18x24) com moldura preta de 5 cm. Legendas.

 

E-mail: neusabloemer@hotmail.com

 

Vida de camelô

 

Rosana Pinheiro-Machado

(bolsista BIEV/UFRGS)

 

Ano de produção: 2002

 

Trata-se de imagens produzidas no centro da capital gaúcha que retratam o cotidiano dos ambulantes que atuam naquele local. A proposta também é de mostrar através destas imagens um pouco dos atores que constroem suas vidas na rua, produzindo uma estética peculiar de classes populares. Este ensaio participou da Mostra Livre de Fotografias da 23ª Reunião Brasileira de Antropologia em Gramado, 2002.

 

5 fotografias (25x30), 9 fotografias (18x24).

 

E-mail: rpinheiromachado@yahoo.com.br

 

Representações urbanas: simbolismo e micropoder

 

Péricles Luiz Pimental Calafange

(graduação em Ciências Social UFAL)

 

Ano de produção: 2001/2

 

O tema dos mendigos abordado a partir dos aspectos do simbolismo e do micropoder. Uma breve retrospectiva na nossa memória, podemos observar abandonados mendigos, loucos, prostitutas, deficientes, cujo simbolismo e relação de micropoder se associa a sua própria existência e sobrevivência.

 

10 fotografias (18x24) com moldura. Em pasta com sacos plásticos.

 

E-mail: pcalafange@aol.com

 

O maracatu e seus personagens

 

Bianca Peixoto Brandão R. Cardoso

(IFCS/UFRJ)

 

Ano de produção: 2001/2

 

O maracatu rural, ou Maracatu de Baque Solto , na região da zona da mata pernambucana. A exposição busca apresentar os principais personagens de dois encontros de maracatu rural na cidade de Tabajara, no carnaval de 2001 e, em Nazaré da Mata em 2002. Este ensaio participou do Concurso Pierre Verger de Fotografia 2002.

 

15 fotografias (20x30) com moldura branca. Em pasta.

 

E-mail: biabrandao@hotmail.com

 

Os conquistadores do mar

 

Anamaria Teles

(mestranda em Antropologia Social PPGAS/UFSC)

 

Ano de produção: 2001/2

 

Etnografia visual com um grupo de pescadores da Barra da Lagoa, comunidade pesqueira de Florianópolis/SC. O peixe não é apenas um produto do trabalho do pescador, capital e alimento, mas também um ser dotado de preferências e artimanhas que se tem de conhecer para poder capturar. A pesca faz parte do ethos da Barra da Lagoa e toda a comunidade, de certa forma, participa das atividades pesqueiras. Este ensaio participou do Concurso Pierre Verger de Fotografia 2002.

 

15 fotografias (15x23) com moldura. Dois pares de fotografias em um mesmo papel fotográfico. Em pasta.

 

E-mail: anamariateles@hotmail.com

 

Cigano, pescador da Lagoa do Peixe

 

Gianpaolo Adomilli

(mestrando PPGAS/UFRGS)

 

Ano de produção: 2001

 

Ensaio fotográfico que retrata o cotidiano do pescador Cigano na região do Talamar.

 

3 painéis (100x80 cm) com fotografias e objetos da região.

 

Telefone: (51) 3217-2401

 

Quilombos do Trombetas

 

Lúcia Mendonça Morato de Andrade

(mestre em Antropologia Social FFLCH/USP)

 

Ano de produção: 2001

 

Este ensaio fotográfico integra as atividades do Projeto Manejo dos territórios quilombolas desenvolvido pela Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos do município de Oriximiná (ARQMO) e pela Comissão Pró-Índio de São Paulo (CPI-SP). Busca documentar e divulgar a vida, a cultura e o meio ambiente das comunidades negras descendentes dos quilombos de Oriximiná (PA). Este ensaio participou do Concurso Pierre Verger de Fotografia 2002.

 

15 fotografias (18x24) com moldura preta de 5 cm. Em pasta com sacos plásticos.

 

E-mail: luciaandrade@uol.com.br

 

Uma ilha na cidade

 

Rafael Devos

(mestrando em Antropologia Social PPGAS/UFRGS)

 

Ano de produção: 2001

 

Exposição fotográfica sobre cotidiano na Ilha dos Marinheiros durante a enchente de 2001.

 

7 fotografias (18x24) e 6 fotografias (20x30), com moldura.

 

Telefone: (51) 3212-2764

 

Fé e festa nos janeiros da Bahia

 

Edson Dias Ferreira

(doutorando em Ciências Sociais PUC/SP, prof. Assistente UEFS/BA)

 

Ano de produção: 2001

 

Impressão acerca da dinâmica da Lavagem do Bonfim vista a partir da observação e do acompanhamento do cortejo. Este ensaio participou do Concurso Pierre Verger de Fotografia 2002.

 

15 fotografias (20x25) sem moldura. Em pasta.

 

 

Espejos para la identidad: pasantes de la fiesta de la Virgen de Copacabana

 

Rosana Beatriz Menna

(licenciada em Antropologia/Argentina)

 

Ano de produção: 2001

 

Ensaio que busca mostrar os atributos simbólicos que ostentam os passantes, atores/agentes presentes em qualquer festa andina boliviana, articulando-se como marcadores e reprodutores de identidade em um espaço de imigração. Este ensaio participou do Concurso Pierre Verger de Fotografia 2002.

 

11 fotografias (20x30) sem moldura. Em pasta. Com legandas.

 

E-mail: rosanamenna@yahoo.com

 

Geometrias urbanas

 

Sylvia Caiuby Novaes

(USP)

 

Ano de produção: 2001

 

Com o exercício do olhar podemos recompor a paisagem urbana, descobrir o que não é imediatamente visível quando passamos por ela como meros transeuntes. Este ensaio participou do Concurso Pierre Verger de Fotografia 2002.

 

11 fotografias p&b (22x15) com moldura. Em pasta.

 

E-mail: scaiuby@usp.br

 

Imagens de crianças hospitalizadas: prontuários e pacientes

 

Lelia Lofego Rodrigues

(doutora em Antropologia Social PPGAS/UnB)

 

Ano de produção: 2001

 

As imagens que compõem este ensaio fotográfico foram produzidas em dois meses quando 279 crianças passaram pelo processo de internação hospitalar nas enfermarias do Sarah, rede de hospitais públicos de reabilitação do aparelho locomotor. Os “autorretratos” são um produto lúdico e estético do processo de reabilitação, a criança se representa, fala sobre si. Este ensaio participou do Concurso Pierre Verger de Fotografia 2002.

 

15 fotografias p&b/cor (18x26) com moldura. Em pasta.

 

E-mail: lelialofego@hotmail.com

 

A cidade e o tempo

 

Olavo Ramalho Marques

(graduando em Ciências SociaisUFRGS)

 

Ano de produção: 2001

 

A exposição busca retratar as consequências das obras de abertura da 3ª Perimetral no Bairro Jardim Botânico, em Porto Alegre. Busca-se o registro de uma "estética da desordem" provocada por tal processo de renovação no tecido urbano da cidade, bem como sua incidência na vida cotidiana dos moradores do bairro. Este ensaio participou da Mostra Livre de Fotografias da 23ª Reunião Brasileira de Antropologia em Gramado, 2002.

 

11 fotografias p&b (40x30), 7 fotografias p&b (30x20) sem moldura.

 

E-mail: olavomarques@yahoo.com

 

Etnografia de uma catástrofe : estudo de antropologia urbana e visual sobre os desafios da natureza e a sobrevivência como modo de vida entre moradores de Águas Claras, Viamão.

 

Aline Buaes

(bolsista IC NAVISUAL/UFRGS)

 

Ano de produção: 2000/1

 

Este trabalho é fruto de um estudo de antropologia urbana e visual sobre os desafios impostos pelos desastres naturais. A partir do cotidiano de sobrevivência buscam-se as interpretações do imprevisível entre uma família de moradores de Águas Claras/RS depois da “tormenta” de outubro de 2000. Este ensaio participou da Mostra Livre de Fotografias da 23ª Reunião Brasileira de Antropologia em Gramado, 2002.

 

25 fotografias (18x25 e 20x30).

 

E-mail: aline_buaes@uol.com.br

 

Endereço: Av. Bento Gonçalves, 9500 – Prédio 43311, Bloco AI, Sala 104A – CEP 91509-900 – Porto Alegre, RS, Brasil

Telefone/fax: +55 (51) 3308-6638 | E-mail: ppgas@ufrgs.br