Home > AGEPRO - Aperfeiçoamento em Gestão da Produção e Operações

AGEPRO - APERFEIçOAMENTO EM GESTãO DA PRODUçãO E OPERAçõES

Projeto de Aperfeiçoamento em Gestão da Produção e Operações - AGEPRO:
O Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (PPGEP/UFRGS) deseja convidar seus egressos de cursos de Pós-Graduação Lato e Strictu Sensu a participar do Projeto de Aperfeiçoamento e Reciclagem em Gestão da Produção e Operações (AGEPRO), a ser oferecido em nível de extensão.
O objetivo deste projeto é oferecer aos egressos a oportunidade de participar de disciplinas diferentes daquelas cursadas em seu curso original, permitindo complementar e/ou atualizar seus conhecimentos em Engenharia de Produção.
Serão disponibilizadas várias disciplinas nas áreas de: Engenharia Econômica e Análise Gerencial de Custos, Ergonomia, Gestão de Produção, Gestão de Projetos, Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos e Produção Enxuta.
 
Características do Projeto:

- O aluno poderá cursar até oito (8) créditos, que equivalem a cento e vinte (120) horas/aula, de disciplinas oferecidas em Cursos de Especialização Lato Sensu previamente definidos pelo PPGEP/UFRGS, respeitando os eventuais pré-requisitos das disciplinas e as vagas disponíveis;

- O aluno receberá um certificado de Extensão referente às disciplinas cursadas. Importante destacar que este certificado não permitirá o aproveitamento dos créditos nesta modalidade na eventual realização de outro curso Lato e Strictu Sensu do PPGEP/UFRGS.

- O investimento a ser realizado para cursar as disciplinas escolhidas será definido conforme o número de créditos que as compõem. Destaca-se que as disciplinas ofertadas serão de 1, 2 ou 3 créditos, equivalentes a 15, 30 ou 45 horas/aula, respectivamente.

 
Disciplinas:
Verifique abaixo a lista de disciplinas oferecidas, bem como as datas, horários e a inscrição, ou ligue para (51) 3308-3909 ou (51) 3308-4006.
 
 
 
 
 
Lista de Disciplinas ofertadas e seus respectivos Cursos de Especialização:

 

 Disciplinas do Curso: Engenharia Econômica e Análise Gerencial de Custos

 C/H 

 DATA

 PROFESSOR

Engenharia Econômica I

30

 

Kliemann/Joana

Princípios básicos de Engenharia Econômica. Sistemas de amortização. Correção monetária. Métodos para comparação de alternativas de investimento: Valor Uniforme Equivalente (VUE); Valor Presente Líquido (VPL); Taxa Interna de Retorno (TIR); tempo de recuperação do capital (payback). Consideração dos efeitos da depreciação, do Imposto de Renda e da inflação.

Estatística para Negócios

30

 

Tiago Filomena

Visualização, apresentação e descrição de dados. Distribuições de probabilidade. Distribuições amostrais e estimação. Introdução a testes paramétricos de hipóteses. Qui Quadrado e testes não paramétricos de hipóteses. Correlação linear e análise de regressão. Análise de dados de séries temporais.

Análise de Demonstrativos Contábeis e do Desempenho Organizacional

45

 

Fernando Ben 

Demonstrações contábeis. Regime de competência x regime de caixa. Tributos: impostos; taxas; contribuições; cumulatividade e não-cumulatividade. Esferas tributárias: Federais; Estaduais; Municipais; Substituição Tributária. Opções tributárias das empresas no nível federal: lucro Real; lucro presumido; simples nacional. Opções tributárias das empresas no nível estadual: empresa normal; simples nacional. Opções tributárias das empresas no nível municipal.
Fatores econômicos x fatores financeiros. Análise de desempenho econômico e financeiro: análise vertical e horizontal; índices de liquidez; índices de estrutura; índices de atividade; índices de rentabilidade; análise consolidada. Orçamento empresarial: análises de cenários; projeções do Balanço Patrimonial, da Demonstração do Resultado do Exercício e do fluxo de caixa.

Finanças Corporativas I

30

 

Tiago Filomena

Planejamento Financeiro e Crescimento. Finanças de curto prazo: ciclo operacional e financeiro, orçamento de caixa, financiamento de curto prazo. Gestão do Caixa. Gestão de Estoques. Avaliação de empresas: fluxo de caixa, avaliação pelo fluxo de caixa descontado, valor da empresa, múltiplos.

Métodos Computacionais aplicados à Engenharia Econômica

15

 

Marcelo Brutti

1 Introdução aos métodos computacionais.
2 Utilização de pacotes e criação de funções.
3 Manipulação de dados reais.
4 Aplicações em Engenharia Econômica I.
5 Introdução a análise de dados I.
6 Introdução a análise de dados II.
7 Manipulação de dados simulados.
8 Aplicações em Engenharia Econômica II.

Engenharia Econômica II

30

 

Joana

Modelos de substituição de ativos. Avaliação de alternativas de investimento sujeitas a restrições orçamentárias (análise de portfólio): utilização de programação linear e de programação por objetivos. Métodos de análise multicriterial: MAUT e AHP.

Análise Macroeconômica para Negócios

30

 

Ronald Otto Hillbrecht

A economia no longo prazo. Crescimento econômico. Poupança, formação de capital e mercados financeiros. Sistema financeiro, moeda e preços. A economia no curto prazo: Flutuações econômicas. Consumo e produção. Estabilização da economia e o papel do Banco Central. Política macroeconômica. A economia internacional: Taxas de câmbio. Comércio internacional e fluxos de capital.

Gerenciamento de Processos e Indicadores de Desempenho

30

 

Müller

Introdução. Sistema de Gestão Empresarial – MEIO (Modelo de Estratégia, Indicadores e Operações). Planejamento Estratégico. Avaliação de desempenho. Gerenciamento de Processos. Modelos de medição de desempenho. Desdobramento estratégico com a utilização do Balanced Scorecard (BSC). Discussão de casos. Apresentação/discussão de temas relacionados.

Finanças Corporativas II

30

 

Guilherme

Planejamento Financeiro e Crescimento. Finanças de curto prazo: ciclo operacional e financeiro, orçamento de caixa, financiamento de curto prazo. Gestão do Caixa. Gestão de Estoques. Avaliação de empresas: fluxo de caixa, avaliação pelo fluxo de caixa descontado, valor da empresa, múltiplos.

Análise e Gestão de Riscos

30

 

Joana

Conceitos de risco e incerteza. Principais métodos de análise de riscos: análise de sensibilidade, análise de cenários, árvore de decisão e simulação de Monte Carlo.

Análise Gerencial de Custos I

30

 

Kliemann

Problemática da área de gestão de custos: gastos x custos; custos e avaliação de desempenho econômico. Sistemas de custeio: princípios + métodos de custeio. Os grandes princípios de custeio: absorção total; absorção parcial; absorção ideal; variável parcial; variável. Análise de custo-volume-lucro: pontos de equilíbrio econômico, operacional, financeiro e de fechamento; margem de segurança.

Economia das Organizações

30

 

Ronald Otto Hillbrecht

Mercados, organizações e o papel do conhecimento. Economia gerencial: Demanda. Produção e Custos. Estrutura de mercados. Precificação com poder de mercado. Criação e captura de valor. Teoria dos jogos. Contratos e conflitos de incentivos.

Análise Gerencial de Custos II

30

 

Müller

Métodos tradicionais de alocação de custos: custo-padrão e centros de custos. Orçamento matricial. Métodos modernos de alocação de custos: Unidades de Esforço de Produção (UEPs). Estudos de caso e discussão sobre a complementaridade dos métodos de custeio.

Análise Gerencial de Custos III

30

 

Kliemann

Métodos modernos de alocação de custos: Custeio Baseado em Atividades (Activity-Based Costing/Activity-Based Management - ABC/ABM); Time-Driven ABC– TDABC. Principais vantagens e/ou desvantagens de cada um deles. Estudos de caso.

 Disciplinas do Curso: Ergonomia

 C/H 

 DATA

 PROFESSOR

Intervenção Ergonômica

30

 

Amaral

Histórico. Abordagem ergonômica no desenvolvimento de projetos. Diagnóstico em ergonomia. Projeto e pesquisa em ergonomia. Desenvolvimento de pesquisa em ergonomia. Custos da intervenção ergonômica. Laudo ergonômico.

Ergonomia - Fatores Fisiológicos

30

 

Marcelo Pereira

Noções de fisiologia do trabalho. Trabalho muscular e fadiga. Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho. Carga de Trabalho, cinesiologia e biomecânica. Métodos de análise levantamento manual de peso. O problema postural. Métodos ergonômicos de análise postural.

Ergonomia Integrada à Gestão da Produção

30

 

Saurin

Evolução das formas de organização do trabalho (Taylorismo, sistema sócio-técnico, produção enxuta), tipos de layout (funcional, posicional, linha e celular) e seus impactos na SST; manufatura celular; sistemas de produção puxada, gerenciamento visual.

Ergonomia - Design de Produto

30

 

Mateus

Design universal; Acessibilidade; Dimensionamento de produtos, ambientes e postos de trabalho; Testes de usabilidade no uso de produtos e interfaces informatizadas.

Legislação, Saúde e Segurança no Trabalho

30

 

Paulo Oliveira

Preceitos constitucionais e legislação complementar aplicada à saúde do trabalhador. - Lei Orgânica da Saúde, Consolidação das leis do trabalho e leis da previdência social. - Normas regulamentadoras de segurança e medicina do trabalho, com especial atenção à NR 17 - Ergonomia e NR 12- Máquinas e Equipamentos - Direito a informação do trabalhador, vigilância de saúde do trabalhador. - Inspeção do trabalho. - Acordos e convenções coletivas de trabalho. - Programas de saúde do trabalhador e suas relações com a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. - Documentos legais e laudos técnicos. - Responsabilidade civil e criminal e o profissional de saúde. - Trabalho coletivo e comunicação em condições de trabalho.

Ergonomia - Fatores Físico-Ambientais

30

 

Amaral

Ergonomia física/ergonomia de processo: aspectos fisiológicos do trabalho; aspectos organizacionais do processo de trabalho. Aspectos físicos do ambiente de trabalho; fatores humanos no trabalho; segurança do trabalho.

Ergonomia Cognitiva e informacional

30

 

Rosa Almeida

O funcionamento de "sistemas humano-máquina" enfocando a troca de informação; atividade mental; estrutura do comportamento cognitivo.

Gestão de Projetos em Ergonomia

30

 

Mateus/Marcelo Pereira

Conceituação e contextualização do tema gestão de projetos; competências necessárias para a gestão de projetos em ergonomia; agilidade em projetos; métodos e ferramentas para a gestão de projetos.

Gestão de Pessoas e QVT

30

 

Cláudia Medianeira

Gestão de Pessoas nas Organizações. A Gestão de Pessoas e o Comportamento Organizacional: categorias de análise. A Gestão de Pessoas em Nível Individual. Ferramentas para a Gestão de Pessoas em Nível individual. A Gestão de Pessoas em Nível de Grupos e Equipes. Ferramentas para a Gestão de Pessoas em Nível de Grupos e de Equipes. A Gestão de Pessoas em Nível Organizacional. Ferramentas para a Gestão de Pessoas em Nível Organizacional. A qualidade de vida no trabalho (QVT). Análise de QVT.

Bioestatística e Epidemiologia

30

 

Carla/Sabrina

Conceitos básicos de Estatística (população, amostra e variável ? tipos). Distribuição de frequências (simples e cruzadas). Análise Gráfica. Medidas de Tendência Central e de Variabilidade. Probabilidade Básica. Distribuição Normal. Amostragem. Intervalos de Confiança. Testes de Hipótese (Qui-quadrado, Teste t de Student e ANOVA), Análise de Regressão Linear. Conceitos básicos de Epidemiologia. Indicadores de saúde. Delineamentos de pesquisa epidemiológica. Viés em estudos epidemiológicos. Medidas de Efeito e de Associação. Testes Diagnósticos. Fontes de dados epidemiológicos e sistemas nacionais de informação para a saúde. Fundamentos para a leitura crítica da literatura epidemiológica.

Gestão de Segurança em Sistemas Complexos

30

 

Saurin

Características de sistemas complexos e diretrizes de gestão alinhadas com a natureza dos mesmos, modelagem de sistemas complexos segundo o Functional Resonance Analysis Method (FRAM), análise cognitiva de tarefas, tipos de erros humanos, causas de incidentes segundo a visão da complexidade, investigação de incidentes, princípios da engenharia de resliência, medição de desempenho, dispositivos à prova de erros, integração da segurança ao projeto de processos e produtos, treinamento em habilidades de resiliência, gestão de procedimentos operacionais padronizados, sistemas de gestão de segurança e saúde no trabalho.

Prática Ergonômica

30

 

Amaral

Laudo Ergonômico, Métodos de Pesquisa; Atividade prática - Análise de um Posto de trabalho - Análise Micro-ergonômica, precedida da identificação da demanda (justificativa da análise).

Gestão em Saúde e Segurança do Trabalho

30

 

Marcelo Pereira/ Luis Renato

Visão da gestão em Saúde e Segurança do Trabalho (SST) no Brasil e no mundo. Relação entre sistema e programa. Tipos de enfoque. Macro elementos de um sistema de gestão. Correlação entre sistemas OHSAS 18001 / ISO 14001 / ISO 9001. Sistema de Gestão Integrado (SGI) nas organizações. Ferramentas e requisitos importantes do SGI. Diretrizes dos sistemas de gestão PDCA. Diretrizes da OIT (para Segurança e Saúde no Trabalho). Legislação Brasileira ? As Normas Regulamentadoras e a SST. PPRA e PCMSO. Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC). Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Laudo ergonômico. Custos associados a projetos em ergonomia.

 Disciplinas do Curso: Gestão da Produção

 C/H 

 DATA

 PROFESSOR

Confiabilidade e Manutenção Industrial

30

 

Ribeiro

Introdução à Confiabilidade. Discussão da Confiabilidade dentro do contexto da qualidade total. Objetivos das áreas de Confiabilidade e Manutenibilidade. MTBF, MTTR, Disponibilidade. A função confiabilidade e a função de risco. Estimativas de parâmetros para amostras completas ou censuradas. O método dos momentos e o método da verossimilhança máxima. Confiabilidade de sistemas: sistemas em série, paralelo e mistos. Sistemas complexos. Métodos cut-set e tie-set. Alocação ótima de confiabilidade. Testes acelerados de sobrevida: modelos paramétricos e modelos físicos. Modelos de garantia. Modelos de degradação.

Pesquisa Operacional e Otimização

45

 

Fogliatto

A abordagem e as técnicas da Pesquisa Operacional. Modelagem Matemática. Introdução aos métodos matemáticos como elementos auxiliares no processo de tomada de decisão e análise dos problemas da empresa. Programação linear: formulação e interpretação gráfica. O algoritmo Simplex. Modelos de redes. Solução de problemas com utilização do computador. O Processo Analítico Hierárquico.

Analise Gerencial de Custos

45

 

Kliemann

Na busca de competitividade, muitas empresas estão revendo seus sistemas de custeio, pelo fato dos mesmos não atenderem a todas as atuais necessidades de informação. Para compreender o porque disto, é necessário entender a problemática de custos do ponto de vista histórico e discutir a adequação dos sistemas de custeio aos processos de gerenciamento e ao ambiente competitivo atuais. A maioria dos gestores das empresas não domina a linguagem contábil, ocorrendo muitas vezes problemas de comunicação entre áreas, além do que estes gestores acabam por “aceitar” os números contábeis sem um poder de crítica. Para tanto, é preciso ministrar conteúdos relativos a conceitos, princípios e métodos de apuração de custos.

Com isso, busca-se fornecer aos participantes elementos para compreensão e análise crítica dos mecanismos utilizados para custeio. Mas um sistema de informação de custos não é um fim em si mesmo. Uma empresa não necessariamente tem mais sucesso se tiver um bom sistema de custos. Discutir a utilização das informações de custos para o planejamento e controle empresariais é também importante, ou talvez o mais importante, dado que o fim é o apoio que a informação de custos oferece às decisões e ações empresariais

Temas:
Histórico e problemática de custeio
Conceitos básicos
Filosofias/Princípios de custeio (Absorção Total; Absorção Parcial; Custeio Variável)
Análise CVL (Custo-volume-lucro)
Métodos tradicionais de custeio (Custo-padrão; Centros de Custos)
Métodos modernos de custeio (ABC – activity-based costing; UEP - unidades de esforço de produção).
Aplicações da informação de custos em decisões estratégicas e operacionais

Seis Sigma e Controle Estatístico do Processo

45

 

Carla

Recapitulação de conceitos básicos de Estatística.  Introdução ao Controle Estatístico da Qualidade (CEP).  Etapas da implantação do CEP. Estudos de Estabilidade: Cartas de Controle: para atributos e para variáveis.  Estudos de capacidade do processo. Índices Cp e Cpk.  Função perda quadratica de Taguchhi e a filosofia de melhoria continua da qualidade. Análise de Sistema de medição. Metodologia Seis Sigma. Método DMAIC.

Planejamento da Demanda e Gestão de Estoques

30

 

Fogliatto

O curso oferece uma visão global da área de Produção, detalhando as atividades relacionadas com a Programação, Planejamento e Controle da Produção (PPCP). A disciplina apresenta em profundidade algumas técnicas consagradas de Planejamento e Controle da Produção: Definição de Processos Produtivos, Estudos de layouts, Previsão de Demanda e Gestão de Estoques.

Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos

45

 

Cassel

Introdução à Logística: perspectiva histórica, evolução, conceitos associados. Logística empresarial: enfoque sistêmico, componentes do sistema logístico, planejamento logístico, logística como vantagem competitiva. Serviço ao cliente: a perspectiva logística. Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management / SCM). Modelos, parcerias e gestão integrada na SCM. Gestão de estoques: importância, custos dos estoques, ferramentas de análise de estoques, estoques de segurança, nível ótimo de disponibilidade de produto. Gestão de transportes: aspectos gerais, características dos modais, escolha modal. Gestão da armazenagem e da movimentação de materiais: importância, armazenagem x estocagem, dimensionamento da estrutura e área necessária, equipamentos de movimentação. Localização de instalações: teorias de localização, método do centro de gravidade.Operação logística: lead time, logística reversa, milk run, cross-docking, transit point, merge in transit, just-in-sequence. Prestadores de serviços logísticos: conceitos, modalidades de serviço, atividades relacionadas, contratação. Sistemas de Informações Logísticas. Logística internacional. Indicadores logísticos.

Intervenção Ergonômica

30

 

Amaral

A Introdução. Ergonomia de processo. Lógica antropocêntrica. Metodologia em ergonomia. Fundamentos teóricos da Análise Ergonômica do Trabalho e metodologia. Layout de processo. Apresentação de Estudos de caso. Planejamento e condução de trabalhos práticos. 
Os procedimentos a serem adotados em estudos de análise de processo baseiam-se na lógica antropocêntrica.

Sequenciamento de Operações e Gestão de Insumos

30

 

Anzanello

O curso oferece uma visão global da área de Produção, detalhando as atividades relacionadas com a Programação, Planejamento e Controle da Produção (PPCP). A disciplina apresenta em profundidade algumas técnicas consagradas de Planejamento e Controle da Produção: Análise de Capacidade Produtiva, Técnicas de Programação de Tarefas (sequenciamento) e MRP (Material Requirements Planning).

Introdução ao Lean e Estabilidade Básica

30

 

Saurin

As bases da organização da produção (produção artesanal, taylorismo-fordismo); origens e princípios básicos do Sistema Toyota de Produção (STP); mecanismo da função produção: conceito de processos e operações; conceito e classificação de perdas; troca rápida de ferramentas; conceito e práticas da produção puxada; controle da qualidade zero defeitos; autonomação; manutenção produtiva total; padronização de operações; gerenciamento visual; melhoria contínua; mapeamento do fluxo de valor; impacto da produção enxuta sobre as condições de trabalho; cultura organizacional enxuta.

Simulação Computacional

30

 

Anzanello

Introdução à simulação: conceitos básicos de simulação discreta, aplicações em manufatura, etapas do projeto de simulação, softwares de simulação. Modelagem de sistemas e suas variáveis, distribuições utilizadas em simulação, geração de números aleatórios. Simulação de Monte Carlo e simulação em software comercial. Teoria de Filas.

 Disciplinas do Curso: Sistemas LEAN

 C/H 

 DATA

 PROFESSOR

Introdução ao Lean e Estabilidade básica

30

 

Saurin/Tortorella

Nessa disciplina, inicialmente serão apresentados os conceitos e princípios básicos do Lean, bem como sua evolução ao longo dos sistemas produtivos. Em seguida, a disciplina irá apresentar aos participantes as vantagens da implantação da Manutenção Produtiva Total (MPT) em um sistema Lean, como ferramenta de integração do Homem x Máquina x Empresa, para a melhoria da qualidade e maximização da eficiência das máquinas e equipamentos. Além disso, o aluno irá desenvolver os conceitos associados aos setups rápidos e os métodos estruturados para a padronização e gestão dos tempos de setup dentro da perspectiva competitiva nacional.

Sistemas Puxados, Padronização e MFV

30

 

Saurin/Luzzi

Nessa disciplina, inicialmente serão discutidos os princípios fundamentais dos sistemas puxados e seus três tipos básicos (reposição, sequenciada e mista). Em seguida, serão apresentados os procedimentos para dimensionamento de estoques em uma lógica de produção puxada, enfatizando o sistema kanbans. A elaboração do trabalho padronizado dos operadores de linha de frente será outro assunto abordado, sendo discutidos os passos para elaborar e manter o trabalho padrão, visando reduzir perdas e balancear a carga de trabalho dos operadores. Além disso, será apresentado o mapeamento do fluxo de valor (MFV), a principal ferramenta usada em ambientes lean para compreender os processos e identificar onde cada prática e princípio lean deve ser aplicada. As etapas e dificuldades para aplicação do MFV serão abordadas, demonstrando como elaborar mapas do estado futuro que contemplem princípios lean chaves, tais como puxar a produção e padronizar operações.

Logística Lean

30

 

Ghinato (Lean Way)

Esta disciplina apresentará os conceitos de logística lean, o método para o dimensionamento de um sistema logístico inbound, assim como elaborar um plano para implantar, manter e melhorar o sistema. Será abordado o trabalho de transporte dos materiais ao longo das rotas, identificando atividades que agregam e atividades que não agregam valor. Definição do Tempo para Execução das Atividades de Transporte e Alimentação dos Materiais, Definição do Processo Puxador e Padronização das Atividades do Ciclo Puxador, Arranjo do Layout para Otimização do Fluxo de Materiais, o Papel do Mizusumashi (Alimentador/Abastecedor de Materiais), balanceamento das Atividades de Transporte e Alimentação de Materiais. Ainda serão abordados os princípios de fluxo nivelado de entrega, aumento da frequência de abastecimento e redução do tamanho dos lotes de entrega.

Seis Sigma e Controle Estatístico de Processos

30

 

Carla

Recapitulação de conceitos básicos de Estatística. Introdução ao Controle Estatístico da Qualidade (CEP). Etapas da implantação do CEP. Estudos de Estabilidade: Cartas de Controle: para atributos e para variáveis. Estudos de capacidade do processo. Índices Cp e Cpk. Função perda quadratica de Taguchhi e a filosofia de melhoria continua da qualidade. Análise de Sistema de medição. Metodologia Seis Sigma. Método DMAIC.

Planejamento da Demanda e Gestão de Estoques

30

 

Anzanello

O sistema lean visa produzir de acordo com o ritmo da demanda, evitando produção em excesso. Dessa forma, conhecer a demanda real do mercado é fundamental para o dimensionamento da capacidade, o que inclui dimensionar estoques de materiais, mão-de-obra e equipamentos. Dessa forma, a disciplina enfatiza os temas previsão de demanda, planejamento da capacidade, gestão de estoques e balanceamento da produção. Também é discutido como o planejamento de vendas deve ser integrado com o planejamento das operações.

Fatores Humanos e Autonomação

30

 

Saurin/Amaral

Essa disciplina inicialmente apresenta princípios e práticas de ergonomia e segurança no trabalho, visando a eliminação de perdas associadas a acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. São apresentadas práticas para realizar uma análise ergonômica do trabalho e princípios de projeto de processos que equilibrem as demandas técnicas e humanas. Além disso, a disciplina apresenta os princípios e implicações da autonomação (Jidoka). Uma máquina em condições normais de funcionamento não necessita de um “vigia” tomando conta dela. Para assegurar a qualidade do trabalho realizado pela máquina, acopla-se a ela um dispositivo a prova de erros (poka-yoke) que a faz parar quando ocorre qualquer irregularidade, evitando assim produzir uma peça com defeito. Os tipos e princípios de projeto de poka-yokes são discutidos. A autonomação também cria a possibilidade de que um mesmo operador opere várias máquinas, sendo multifuncional. Os tipos e dificuldades associadas à implantação da multifuncionalidade também são abordados.

Desenvolvimento de Produto Lean

30

 

Marcia

Nessa disciplina tem-se uma abordagem para estruturar o processo de desenvolvimentos de novos produtos segundo a filosofia lean. São abordadas práticas como a engenharia simultânea, identificação e priorização de requisitos dos clientes e projeto orientado para facilitar a manufatura. A abordagem permite a obtenção de ganhos de lead time de desenvolvimento de produto, bem como melhoria da qualidade das informações através da redução de retrabalhos e fluxos paralelos de informação. Além disso, potencializa a aplicação dos princípios enxutos de modo a minimizar problemas na concepção de novos processos de desenvolvimento, capacitando o participante a analisá-los de maneira crítica.

Análise Gerencial de Custos

30

 

Kliemann

Essa disciplina aborda os métodos para o cálculo de custos em um ambiente lean, bem como a análise de viabilidade econômico financeira de projetos de melhoria. Também é explorada a necessidade do uso de novos indicadores de desempenho financeiros e não financeiros, compatíveis com a filosofia lean.

Desdobramento de Diretrizes (Hoshin Kanri) e Gerenciamento A3

30

 

Ghinato/Tortorella

Nesta disciplina os participantes aprenderão a desenvolver e desdobrar o planejamento estratégico da empresa alinhado com os princípios lean (Hoshin Kanri). Serão discutidas as origens; componentes e etapas do Hoshin Kanri, a dinâmica do Hoshin Kanri, o processo de Nemawashi (obtenção de consenso) e a estrutura Interna de Suporte ao Hoshin Kanri. O processo de gerenciamento A3 será apresentado como uma forma de desdobramento do planejamento estratégico Hoshin Kanri. Também será enfatizado o papel do A3 como método para a identificação e solução de problemas, segundo a lógica da melhoria contínua e demais princípios lean, como a gestão visual e a busca de consenso entre todos os envolvidos.

Lean em Serviços e Processos Administrativos

30

 

Ghinato

Essa disciplina aborda as particularidades da gestão em serviços, enfatizando o uso de técnicas para capturar requisitos dos clientes e avaliar a satisfação dos mesmos com produtos e serviços. Tais técnicas são fundamentais para a identificação do que agrega valor ao cliente, um princípio lean fundamental. Também serão abordados conceitos e princípios do lean office: as sete perdas nas Funções Administrativas, a Gestão dos Processos e Fluxo de Informações, Mapeamento do Fluxo de Valor e o Mapeamento dos Processos Administrativos, Os Principais Elementos do Lean System nos Processos Administrativos. São discutidos exemplos de aplicação de princípios lean em serviços, em setores como assistência à saúde, serviços bancários, restaurantes e aeroportos.

Simulação Computacional

30

 

Cassel

Essa disciplina aborda o uso de simulação computacional como ferramenta para tomada de decisão e avaliação de impactos de mudanças tipicamente introduzidas como parte de iniciativas de implantação lean, tais como melhorias de layout, formação de famílias de produtos e redução de estoques.

Liderança Lean e Melhoria Contínua

30

 

Tortorella

Esta disciplina apresenta as principais habilidades que um líder deve ter para a implantação do Lean e o desenvolvimento de pessoas. As habilidades quanto ao processo de ensino, escolha do método do treinamento, desenvolvimento do trabalho em equipe, aprendizado das características técnicas do líder e seu desenvolvimento darão aos líderes as diretrizes básicas para condução do processo de mudança na empresa. Os participantes estudarão a importância do gestor na propagação, manutenção e sucesso do lean. Para isso, será destacado o papel do gestor no processo de formador de opinião na organização na gestão da mudança, usando as soft skills necessários para sustentabilidade das práticas enxutas e continuidade da mudança. A disciplina ainda aborda o papel da liderança para criar um ambiente favorável à melhoria contínua (kaizen), bem como as diferentes formas de operacionalização deste princípio.

 Disciplinas do Curso: Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos

 C/H 

 DATA

 PROFESSOR

Introdução à Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos

15

 

Cassel

Objetivo: Prover aos alunos uma visão conceitual e prática das funções de Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos a partir da discussão das suas principais atribuições dentro do contexto organizacional. Discutir, a partir de uma perspectiva histórica e evolutiva, as visões das funções, desafios e competências que hoje fazem parte das atividades de Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos em níveis tático e estratégico.
Conteúdo Programático:
Contextualização das funções de Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos;
Tendências que tem aumentando a importância e o impacto das funções logísticas e de SCM nas empresas
Estratégias de produção (MTS, MTO, ATO, ETO) e suas implicações para as funções logísticas;
Como essas funções estão distribuídas nas organizações / tendências;
Alinhamento entre posicionamento estratégico da empresa e o de logística e de Gestão da Cadeia;
Novas práticas em empresas e o desafio do alinhamento entre elas (Global Sourcing, plataformas globais, joint ventures, etc);
Modelos de colaboração e ressuprimento entre canais, fornecedores e prestadores de serviço logístico: VMI, CPFR, gestão de ordens e eventos na cadeia;

Análise Gerencial de Custos

45

 

Kliemann

Objetivo: Apresentar uma visão objetiva de modelos de gerenciamento de custos dentro das funções de logística e de gerenciamento da cadeia de suprimentos. Conceitos, princípios e métodos de apuração de custos, instrumentos para compreender os mecanismos de formação, apuração e análise de custos, utilização das informações de custos para o planejamento, controle e gestão das funções de Suprimentos, logística e Distribuição. Conhecer os princípios de custeio: absorção total, absorção ideal e variável. Métodos de custeio: custo-padrão, centros de custo, custeio baseado em atividades (Activity-Based Costing - ABC) e Unidades de Esforço de Produção (UEPs). Orçamento Matricial (OM). Custos Logísticos. Custo total de aquisição Total Cost of Ownership). Gestão Estratégica de Custos.

Conteúdo Programático:

Problemática da gestão de custos nas funções de SCM e Logística.

Terminologia de custos (origem, evolução e objetivos da contabilidade de custos, definições básicas e classificação de custos, o custo como elemento de tomada de decisão).

Os grandes princípios de custeio (Custeio por absorção total, Custeio por absorção parcial, Custeio por absorção ideal, Custeio variável parcial, Custeio variável, Principais vantagens e/ou desvantagens de cada um deles, considerações sobre anomalias em custos logísticos (avarias, fretes expressos, retrabalhos, coletas extras, demurrage, afretamentos).

Análise de custo-volume-lucro (CVL) - Margem de contribuição unitária (MCu) e razão de contribuição unitária (RCu); Ponto de equilíbrio em empresas monoprodutoras; Margem de segurança; Margem de contribuição e os fatores restritivos de produção; Ponto de equilíbrio em empresas multiprodutoras; Pontos de equilíbrio contábil (operacional), econômico e financeiro; Ponto de fechamento.

Análise de custo-volume-lucro (CVL) - Margem de contribuição unitária (MCu) e razão de contribuição unitária (RCu); Ponto de equilíbrio em empresas monoprodutoras; Margem de segurança; Margem de contribuição e os fatores restritivos de produção; Ponto de equilíbrio em empresas multiprodutoras; Pontos de equilíbrio contábil (operacional), econômico e financeiro; Ponto de fechamento.

Orçamento matricial ( Processo orçamentário, Orçamento base-zero – OBZ, Orçamento matricial).

Custos relacionados à Logística (Fretes ‘Premium’, custos de inspeção, custos de logística internacional, custos da não-qualidade em operações logísticas, vinculação entre indicadores de custo e operacionais – utilização de containers, custo por ton.km, etc).

Gestão estratégica de custos e avaliação de desempenho (Indicadores de desempenho em logística e SCM, SCOR – Supply Chain Operations Reference Model).

Arquitetura da Cadeia de Suprimentos

30

 

Panitz

Objetivo: Prover aos alunos conceitos, casos e modelos que suportem o processo de análise e tomada de decisão sobre a arquitetura de uma Cadeia de Suprimentos.

Conteúdo Programático:
Posicionamento da Cadeia (ressuprimento, lean, líder);
Decisões de make or buy;
Estratégia de sourcing;
Tipos de acordos e relacionamento com a Cadeia;
Estratégia de canais;
Estratégia de pricing;
Estratégias de consolidação, coleta e distribuição;
Localização e desenho da rede de suprimentos/distribuição;

Mapeamento da Cadeia de Suprimentos

30

 

Müller

Objetivo: Apresentar modelos de identificação avaliação de riscos associados com decisões estratégicas e táticas em uma Cadeia de Suprimentos.

Conteúdo Programático:

A implantação estratégica se dá ao nível dos processos organizacionais. Na tentativa de garantir isto, o sistema de indicadores exerce o papel de desdobrar metas aos processos e retornar seu desempenho. As empresas são tradicionalmente organizadas funcionalmente, por setores ou departamentos. Os processos empresariais são muitas vezes interfuncionais. Pouco adianta então um desempenho excelente de uma área ou departamento; o cliente é atendido por processos interfuncionais e sente o efeito do pior desempenho dentro destes processos. Portanto, o gerenciamento de processos é elemento vital para a consecução dos objetivos empresariais. Entende-se como necessário um modelo de gestão que se proponha a explicar as interfaces e os relacionamentos entre as partes, ou seja, alinhando as ações operacionais aos objetivos estratégicos em uma gestão orientada por um sistema de indicadores de desempenho

Gerenciamento de Riscos e Gestão de Contratos

30

 

Joana

Objetivo: Apresentar modelos de identificação avaliação de riscos associados com decisões estratégicas e táticas em uma Cadeia de Suprimentos.
Conteúdo Programático:
Identificando os riscos de uma cadeia de suprimentos;
Os riscos associados a estratégia de sourcing;
Aumentando a visibilidade da cadeia e a gestão de eventos;
Sistemas de avaliação e mitigação de riscos para logística (MMOG/LE);
Melhoras práticas de gerenciamento de risco numa cadeia de suprimentos;
Dimensionando o risco para aumentar a resiliência da Cadeia.

Planejamento da Demanda e Gestão de Estoques

30

 

Anzanello

Objetivo: Apresentar modelos, métodos e práticas de gestão que possibilitam a uma organização realizar e monitorar o processo de planejamento e atendimento da demanda tanto em nível estratégico quanto tático. Contextualizar as diferentes abordagens disponíveis para os diferentes tipos de decisões e variáveis envolvidas. Apresentar como utilizar modelos qualitativos (Delphi, Cenários, Teoria dos Jogos), quantitativos (modelos causais e modelos de séries temporais) e definir aspectos como graus de agregação/desagregação do processo de planejamento, horizonte de previsão e suas implicações em termos de nível de atendimento do mercado, inventário e riscos para a operação.
Conteúdo Programático:
Estratégias de produção e suas relações com o planejamento de demanda;
Gestão de demanda e política de inventário;
Modelos de planejamento de demanda de longo prazo (causais, econométricos e multivariados);
Modelos de planejamento de demanda táticos (séries temporais);
Tratamento de ciclicidade, aleatoriedade, tendência, sazonalidade, outliers e demanda reprimida no processo de previsão de demanda;
Modelos qualitativos: delphi, teoria dos jogos, cenários;
O processo de planejamento de demanda dentro de ERP’s (relação com o SOP, MPS e processos de ressuprimento);
O processo de planejamento de demanda e as decisões de inventário;
Planejamento de demanda e o ciclo de vida de produtos (lançamentos, maturidade, substitutos, phase-out);
Indicadores para o controle do processo de gestão de demanda (MAPE, BIAS, Fill Rate, OTIF, Giro de Inventário).

Sequenciamento de Operações e Gestão de Insumos

30

 

Anzanello

Objetivo: Apresentar uma visão integrada da função planejamento dentro das organizações, desde a gestão de demanda até o processo de suprimento. Apresentar o processo de Plano de Vendas e Operações aplicado a diferentes tipos de organizações (MTS, ATO, MTO). Apresentar o processo de planejamento de distribuição, produção e materiais sob o ponto de vista de ferramentas, modelo de gestão e métricas.

Conteúdo Programático:

Plano de Vendas e Operações - Sales and Operations Planning (S&OP) – preparação, indicadores, variáveis de decisão e processo de alinhamento.

Planejamento de Distribuição.

Plano Mestre de Produção.

Planejamento de capacidade e balanceamento de produção: APS, CRP, Heijunka.

Diferença entre manufatura discreta e repetitiva e sua relação com a estratégia de produção (MTS, MTO, ATO).

Programação fina de produção.

Planejamento de Materiais utilizando o MRP.

O processo de ressuprimento baseado em diferentes ferramentas de acionamento: MRP, Kanban, JIT sequenciado, VMI.

Parametrização de um sistema de MPS e MRP dentro de um ERP;

Modelos de planejamento colaborativo: CPFR (Collaborative Planning Forecast and Replenishment).

Indicadores do processo de planejamento para monitorar aderência, tempo de resposta, ativos e custos.

Conceitos e ferramentas de gerenciamento visual;

Sistemas Andon;

Ferramentas de gerenciamento de execução e eventos numa Cadeia de Suprimentos (SCEM – Supply Chain Event Management);

Ferramentas de integração entre sistemas de manufatura e sistemas de planejamento e controle: MES (Manufacturing Execution System);

Coleta automática de dados: datamatrix, código de barras uni e bi-dimensional, RFID;

Intralogística, Movimentação de Materiais, Operações de Terminais e Centros Logísticos

30

 

Tortorella

Objetivo: Apresentar uma visão sobre de projeto de layout, infra-estrutura e processos operacionais de terminais, almoxarifados e centros logísticos. Apresentar e discutir a aplicação de sistemas de armazenagem, sistemas de movimentação e abastecimento, sistemas de WMS e coleta automática de dados (código de barras, bidimensional e RFID). Operações de cross-docking, merge-in-transit e transbordo. Conceitos de gestão de movimentação e armazenagem de materiais em fluxos de recebimento, estocagem, abastecimento, picking e expedição.

Conteúdo Programático:

Layout de fábricas, armazéns e terminais: principais características e diretrizes de projeto;

O fluxo de recebimento e armazenamento;

Cross-docking, flow-thru, merge in transit;

O processo de picking: técnicas e ferramentas;

Tipos de sistemas de movimentação;

Tipos de sistemas de armazenagem (blocados, porta pallets, drive-inn, flow-thru, prateleiras inteligentes);

Processos de abastecimento de linha (kanban, kitting, por ordem de separação);

Engenharia e design de embalagem;

Processamento de pedido de clientes, processos operativos (recebimento, inspeção, estocagem, separação, despacho, abastecimento);

Contagens de inventário, controle de FIFO, FEFO, LIFO e housekeeping;

Indicadores para gestão de terminais, armazéns e centros logísticos.

Global Supply Chain e Logística Internacional

30

 

Panitz

Objetivo: Apresentar uma visão ampla do atual cenário Internacional, oportunidades desafios e variáveis de decisão para uma organização elaborar uma estratégia de distribuição ou suprimentos internacional. Entender o papel as características operacionais de cada um dos agentes intervenientes no processo de logística internacional (Armador,Freight Forwarder, Broker, autoridades portuária, alfândegas e órgãos regulatórios).

Conteúdo Programático:

Global Sourcing;

Implicações das estratégias de sourcing internacional sobre os processos de gestão de demanda, planejamento, capital de giro e custos logísticos;

Modelo de decisão para operações de CKD, SKD, CBU;

Regimes especiais;

A importância da análise de acordos bilaterais e regulamentação entre blocos econômicos;

Embalagem internacional;

Seleção e gestão de prestadores de serviço de logística internacional;

Aspectos a considerar na parametrização, planejamento e programação de componentes importados.

O Pensamento Enxuto e a Teoria das Restrições na Gestão da Cadeia de Suprimentos

30

 

Saurin/Daniel

Objetivo: Apresentar modelos de identificação avaliação de riscos associados com decisões estratégicas e táticas em uma Cadeia de Suprimentos.

Conteúdo Programático:

Identificando os riscos de uma cadeia de suprimentos;

Os riscos associados a estratégia de sourcing;

Gestão Sustentável da Cadeia de Suprimentos

15

 

Ângela

Objetivo: Apresentar uma visão sobre sustentabilidade nas decisões de logística e gestão de cadeia de suprimentos. Apresentar tecnologias e soluções de transporte, embalagem e materiais que podem contribuir para um modelo de operação mais competitivo e sustentável. Discutir aspectos de legislação e suas implicações sobre fluxos logísticos nacionais e internacionais.

Conteúdo Programático:

Logística sustentável combina com competitividade;

Logística reversa, soluções e desafios para diferentes tipos de indústria;

Marcos regulatórios;

O papel embalagem como alternativa para uma logística mais sustentável;

Gestão de resíduos líquidos e sólidos;

O monitoramento das emissões de carbono gerados pela cadeia logística;

Sistemas Tributários, Aduaneiros e as Decisões Logísticas

15

 

Fernando Ben 

Objetivo: Apresentar uma visão do sistema tributário brasileiro nos três níveis da federação. Apresentar o funcionamento do sistema tributário e regulatório aduaneiro, suas implicações sobre operações de importação e exportação e sobre as decisões de logística das empresas. Discutir como que regimes especiais, incentivos fiscais e acordos internacionais podem afetar decisões relativas a logística, localização industrial e estratégias de suprimentos e distribuição de produtos.

Conteúdo Programático:

Contextualização do sistema tributário brasileiro;

Atualidades sobre legislação tributária: impactos da guerra fiscal. Anomalias do sistema tributário atual.

Tributos e impostos incidentes sobre operações de compra, venda e de transporte no Brasil.

Tributos e taxas incidentes nas operações de importação e exportação;

Regimes aduaneiros especiais (linha azul, draw-back, recof, entrepostagem);

Câmbio e acordos bilaterais e sua importância para as decisões de suprimentos e de localização industrial.

Relação entre estratégias de CKD, SKD, CBU e exigências de conteúdo local;

Exemplos de Incentivos fiscais.

Tributos incidentes sobre operações de transporte. Base de cálculo.

Estratégias para minimizar a carga tributária.

Ferramentas de Apoio para a Gestão da Cadeia (enablers)

15

 

Tulio

Objetivo: Apresentar as diversas categorias de sistemas, tecnologias e infra-estrutura que dão suporte aos Macro-processos Logísticos de uma Organização. Ao longo da disciplina serão discutidos a necessidade e o impacto do uso da TI como requisito básico para garantir excelência operacional sobre diversos aspectos (controle, confiabilidade, responsividade, previsibilidade, análise de cenários, flexibilidade e colaboração).

Conteúdo Programático:

ERP’s, visão gerão;

Módulos de Planejamento (Gestão de Demanda, SOP, DRP, MPS, CRP, MRP);

Módulos para gestão de armazéns: WMS (Warehouse Management System);

Sistemas de otimização e simulação;

Ferramentas de BI;

Sistemas especialistas: OMS, TMS, SCEM, APS,

EDI e web-EDI: protocolos, aplicações e suas vinculações com modelos de gestão e ressuprimento (VMI, JIT, Milk Run, MRP)

Modelagem para Tomada de Decisão na Cadeia de Suprimentos

60

 

Anzanello/Cassel

Objetivo: Apresentar as diversas abordagens de modelos quantitativos aplicados para decisões estratégicas e táticas de logística e gestão de cadeias de suprimentos.

Conteúdo Programático:

Definindo qual é o problema.

Modelos macroscópicos e analíticos.

Modelos estatísticos e econométricos.

Modelos numéricos de otimização e heurísticos.

Modelos de simulação.

Teoria de Filas.

 Disciplinas do Curso: Gestão de Projetos - PMI

 C/H 

 DATA

 PROFESSOR

Revelando a Gestão de Projetos: uma experiência ativa 

30

 

Istefani Carisio de Paula

Apresentar visão de diferentes tipos de projeto e complexidade. Panorama nacional das empresas e do seu preparo para a gestão de projetos (GP). Perfil profissional/valor propiciado pela GP para a organização/empresa. Alinhamento de professores e alunos, dinâmicas colaborativas. Realização de projeto prático ilustrativo dos conteúdos. Revisão de mitos e verdades em GP.

Compreendendo a gestão de projetos

30

 

Istefani/Thiago Regal da Silva 

Conceitos básicos de projeto, gerenciamento de projetos, papel do gestor, valor do negócio entre outros. Influências organizacionais e a GP. Processos de gerenciamento de projetos. Gerenciamento da integração. A organização empresarial e a gestão de projetos. Planejamento de projeto. Áreas de conhecimento da gestão de projetos e a estruturação de um plano de projetos.

Seis Sigma e Controle Estatístico de Processos

30

 

Carla

Conceitos de Gestão Ágil de Projetos. O manifesto ágil. Principais metodologias e suas características. Comparativos entre métodos preditivos e métodos adaptativos. Papéis, artefatos e aplicação das metodologias ágeis em projetos. Comunicação visual e compartilhada, equipes e liderança em projetos ágeis.

Gestão organizacional de Projetos e o PMO

15

 

Marco Antônio Kappel Ribeiro

Conceitos básicos de projeto, gerenciamento de projetos, papel do gestor, valor do negócio entre outros. Influências organizacionais e a GP. Processos de gerenciamento de projetos. Gerenciamento da integração. A organização empresarial e a gestão de projetos. Planejamento de projeto. Áreas de conhecimento da gestão de projetos e a estruturação de um plano de projetos. Execução, controle e encerramento. Plataformas computacionais de acompanhamento de projeto.

Gestão de Portfólio na prática 

15

 

Ribeiro

Métodos e ferramentas para a gestão de portfólio de projetos e seus componentes na organização. Estudo de viabilidade para priorização no portfólio dos projetos oriundos da estratégia. As diversas ferramentas de seleção e priorização de Projetos, como matrizes de decisão, AHP, critérios objetivos e subjetivos entre outros, ferramentas qualitativas e quantitativas. Decisão de iniciar ou não um projeto (Go/No Go). Avaliação de projetos em condições de incerteza. Análise de sensibilidade. Governança de portfólio de projetos. Elaboração e gerenciamento de roadmap e mix de projetos. Monitoramento de valor estratégico. Gestão de desempenho, mudança, comunicação e riscos em portfólios.

Negociação e contratos em Gestão de Projetos 

15

 

Roberto Petry

Negociação na prestação de serviços. Relacionamento com cliente, compreensão de suas necessidades, escopo do projeto em situações de certeza e incerteza, tipos de contrato em caso de projetos tradicionais e ágeis. Contratos de confidencialidade, parceria e patentes em projetos de inovação. Modelos de propostas de projeto. Formatos de apresentação e venda de projetos.

Liderança e Gestão de Recursos Humanos em projetos 

30

 

Cláudia Medianeira

Desenvolvimento do Plano de Recursos Humanos para o Projeto; Mobilização e desmobilização da equipe do projeto; Desenvolvimento da equipe do projeto, identificação de necessidades e formas de avaliação dos esforços de desenvolvimento; Gerenciamento da equipe do projeto, formas de manter, motivar e remunerar a equipe. Abordagem sobre a Liderança e Administração de Equipes. Perfil, habilidades e competências essenciais da Liderança focada em resultados, liderança para inovação. Tipos de liderança e seus impactos. Perfis pessoais e liderança situacional. Processo de feedback como ferramenta de aprendizagem e crescimento. Inovação e mudança organizacional. Negociação e gestão de conflitos em projetos. Processos de Mentoring e Coaching. Equipes de projetos tradicionais e equipes ágeis e de projetos inovadores.

Gestão do tempo, custos e recursos do projeto 

30

 

Mauricio Moreira e Silva Bernardes e Kliemann

Planejamento da Gestão do Cronograma e do Orçamento. Definição e sequenciamento das atividades. Estimativa de recursos, custos e duração das atividades. Gestão das linhas de base de tempo e custo. Análises de desempenho (análise das tendências, método do caminho crítico, método da corrente crítica, análise de valor agregado). Métodos de estimativa de durações. Análise PERT através de sistema computacional. Métodos e tipologias de nivelamento de recursos. Desenvolvimento do cronograma com uso de ferramentas computacionais. Formas de controle do cronograma.

Gestão de requisitos, escopo e qualidade 

30

 

Marcia

Conceitos fundamentais sobre o gerenciamento do escopo. Ferramentas e técnicas de coleta de requisitos e definição de escopo. Definição e decomposição do escopo para geração da EAP (Estrutura Analítica do Projeto) e dicionário da EAP. Ferramentas e técnicas de validação e controle de escopo. Conceitos e ferramentas da qualidade aplicados a projetos. Desenvolvimento de plano da qualidade adequado ao atendimento dos requisitos das partes interessadas, com ênfase no produto/serviço e na qualidade da gestão do projeto.s

Comunicação e Gestão de Stakeholders 

30

 

Alejandro

Processo de identificação as partes interessadas e mapeamento de expectativas. Planejamento do gerenciamento das partes interessadas. Gerenciamento do engajamento das partes interessadas de forma que estas contribuam para o projeto. Controle do engajamento das partes interessadas do projeto. Gestão das expectativas com ênfase em projetos complexos. Conceitos e princípios da comunicação interpessoal. A comunicação entre as pessoas, no âmbito objetivo, subjetivo e intersubjetivo, de ordem verbal e não verbal. Barreiras e fronteiras da comunicação humana. Inteligências múltiplas na comunicação. Tipologias e métodos específicos de comunicação. Gerenciamento e controle das comunicações do Projeto. Ruídos da comunicação, técnicas de engajamento, equipes em regiões/países diferentes.

Análise e Gestão de Riscos

30

 

Joana

Conceitos fundamentais. O paradigma de incertezas. Riscos residuais e secundários. Plano de gerenciamento de riscos. Mapeamento e identificação de riscos. Plano de ação de resposta aos riscos (cenário). Análises e abordagens qualitativa e quantitativa dos riscos. Teoria da Utilidade. Planos de desvio (workarounds). Tolerância e aversão a riscos. Controle dos riscos do Projeto. Planos e reserva de contingência, reserva gerencial.

Tópicos especiais 1: Teoria das Restrições e Mudança Organizacional

30

 

Cassel 

Visão geral dos conceitos envolvidos na Teoria das Restrições. Diferentes facetas e aplicações da TOC. Discute as abordagens da TOC para gestão de projetos e para a identificação e solução de problemas. Implicações da TOC em projetos de diferentes complexidades e em situações multiprojeto.

Tópicos especiais 2: Gestão avançada de custos e tempo 

30

 

Anzanello

Fatores que influenciam a qualidade das estimativas, diretrizes para estimar tempo, ferramentas aplicáveis, estimativas top down e bottom up, uso de bancos de dados para estimar, PERT, CPM e caminho crítico, curvas de aprendizagem para estimativas. Análise de viabilidade de projetos, Montagem de Fluxo de Caixa de Projetos, Avaliação de fluxos de caixa pelos métodos do Valor Presente Líquido (VPL), Taxa Interna de Retorno (TIR) e Pay-Back . Gestão dos custos do projeto durante planejamento e execução.

Tópicos especiais 3: Projetos Governamentais

15

 

Marco Antônio Kappel Ribeiro

Características e especificidades de projetos no setor público. Panorama dos projetos públicos no Brasil. Gestão pública na área de projetos. Licitações, modalidades e bases legais. Monitoramento e controle no setor público. Gestão de custos e cronograma. Desafios em projetos públicos. Estratégias e políticas públicas e seus efeitos no gerenciamento de projetos.

Tópicos especiais 4: Ciclo de vida em Projetos e Gestão da complexidade

30

 

Ângela e/ou Fernando Araújo

Conceituação de ciclos de vida. A aplicação de ciclos de vida conforme a área de aplicação. As relações entre fases. Modelos preditivo, adaptativo e incremental. Características, vantagens e desvantagens de cada modelo. Metodologias aplicadas ao ciclo de vida. Gestão da complexidade: explorar as etapas que as organizações realizam para melhorar o sucesso de programas e projetos complexos, aplicação de práticas de projetos de acordo com graus de complexidade, diagnóstico da complexidade; gestão do imprevisto, do inesperado, do complicado, natureza da complexidade, a ambiguidade em projetos.