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Guy de Maupassant Meu Tio Júlio

Então nos calamos.

À nossa frente, no horizonte, uma sombra violenta parecia surgir do mar. Era Jersey.

Quando nos aproximamos dos molhes, me veio ao peito um desejo violento de ver mais uma vez meu tio Júlio, de me aproximar, de lhe dizer alguma coisa consoladora, carinhosa.

Mas, como ninguém mais estava comendo ostras, ele tinha sumido, descido sem dúvida para o fundo do porão imundo onde morava o miserável.

E retornamos pelo barco de Saint-Malo, para não encontrar com ele. Miha mãe estava morrendo de preocupação.

Nunca tornei a ver o irmão de meu pai!

É por isso que você às vezes vai me ver dando cem tostões aos vagabundos.

 

 

 

 

 

 

 

(Tradução de ...)

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