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desapareceram ambos, duma só vez, e no mesmo instante
pareceu a Ivan Dmítritch e a sua mulher que os seus quartos eram escuros,
pequenos e baixos, que o jantar que eles acabaram de comer não os satisfez,
mas só está pesando no estômago, que as noites são longas e tediosas...
- E o diabo - disse Ivan Dmitrievitch, começando
a implicar. Por onde quer que se pise, está cheio de papeluchos debaixo
dos pés, migalhas, cascas. Nunca se varre nesta casa! Acho que vou ter
que sair de casa, e o diabo me carregue duma vez! Vou embora e me enforco
no primeiro poste.
(Tradução de Tatiana
Belinky)
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A Esposa
Eu já lhe pedi que não arrumasse a minha mesa
- dizia Nicolai Ievgráfitch. - Depois das suas arrumações nunca mais se
pode encontrar nada. Onde está o telegrama? Onde foi que o jogou? Queira
procurá-lo. É de Kazan, marcado com a data de ontem.
A arrumadeira, pálida, muito magra, de rosto
indiferente, encontrou na cesta debaixo da mesa alguns telegramas e entregou-os
em silêncio ao doutor, mas eram todos telegramas urbanos, de pacientes.
Depois, procuraram na sala de visitas e no dormitório de Olga Dmitrievna.
Já passava da meia-noite. Nicolai Ievgráfitch
sabia que sua mulher não voltaria para casa tão
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