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Teses e Dissertações (em andamento)

ALTENHOFEN, Cléo Vilson.
A aprendizagem do português em uma comunidade bilíngüe do Rio Grande do Sul. Um estudo de redes de comunicação em Harmonia. (Dissertação de Mestrado.) Porto Alegre : Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1990. 242 p. [Orient. Prof. Dr. Walter Koch]

ALTENHOFEN, Cléo Vilson.
Hunsrückisch in Rio Grande do Sul. Ein Beitrag zur Beschreibung einer deutschbrasilianischen Dialektvarietät im Kontakt mit dem Portugiesischen. Stuttgart : Steiner, 1996. 444 p. (Mainzer Studien zur Sprach- und Volksforschung; 21.) [Orient. Prof. Dr. Günter Bellmann]

AULER, Maria Luisa E.
O code switching no discurso bilíngüe em Ivoti, RS. (Dissertação de Mestrado). São Leopoldo (RS) : Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Programa de Pós-Graduação em Lingüística Aplicada, 2002. 104 p.

BARANOW, Ulf Gregor.
Studien zum deutsch-portugiesischen Sprachkontakt in Brasilien. (Diss. masch.) München : Ludwig Maximilian-Universität München, 1973. 403 p. […]

BILLIG, Johanna Dagort.
Bilinguismo e envelhecimento: efeitos no controle cognitivo. Diss. Mestrado. Porto Alegre : Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2009. [Orient. Profa. Dra. Ingrid Finger]

BREUNIG, Carmen Grellmann.
A alternância de código como pedagogia culturalmente sensível nos eventos de letramento em um contexto bilíngue. (Dissertação de Mestrado.) Porto Alegre : Universidade Federal do Rio Grande do Sul; PPG-Letras, 2005. 175 p. [Orient. Profa. Dra. Ana Maria Stahl Zilles]

BUENO-ANIOLA, Cíntia.
Soziale Stereotypen und ihre sprachliche Indizierung in den ‘deutschen Kolonien’ in Südbrasilien. Bern : Lang, 2007. 514 p. [Orient. Prof. Dr. Peter Auer – Univ. Freiburg]

DAMKE, Ciro.
As interferências do alemão como língua materna na aprendizagem do português. (Diss. Mestrado.) Porto Alegre : UFRGS, 1988. 359 p. [Orient. Prof. Dr. Margot Levy Mattoso]

DAMKE, Ciro.
Sprachgebrauch und Sprachkontakt in der deutschen Sprachinsel in Südbrasilien. Frankfurt a. M.; Berlin; Bern; New York; Paris; Wien : Lang, 1997. 319 p. (Europäische Hochschulschriften: Reihe 21, Linguistik; 190.) [Orient. Prof. Dr. Klaus Mattheier]

DÍAZ, Norma Esther.
Sprachkontakt in Nôvo Berlim (Rio Grande do Sul). Frankfurt a.M. : Lang, 2004. 317 p. [Orient. Prof. Dr. Harald Thun – Univ. Mainz]

DOLL, Johannes.
A implantação e o aproveitamento de um currículo bilíngüe: uma pesquisa-ação. (Dissertação de Mestrado.) Porto Alegre : UFRGS/FACED, 1994. 182 p. [Prof. Dr. Juan José Mouriño Mosquera]

DÜCK, Elvine Siemens.
Witmarsum, uma comunidade trilíngüe: Plautdietsch, Hochdeutsch e português. Curitiba : UFPR / PPG-Letras, 2005. [Orient. Profa. Dra. Odete Menon]

DÜCK, Elvine Siemens.
Vitalidade linguística do Plautdietsch em contato com variedades standard faladas em comunidades menonitas no Brasil. Tese de Doutorado. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Programa de Pós-Graduação em Letras, 2011. 335 p. [Orient. Prof. Dr. Cléo Vilson Altenhofen]

EMMEL, Ina.
“Die kann nun nich’, die is’ beim treppenputzen!”. O progressivo no alemão de Pomerode – SC. Tese de Doutorado. Florianópolis : Universidade Federal de Santa Catarina; PPG-Lingüística, 2005. 270 p. [Orient. Profa. Dra. Roberta Pires de Oliveira]

GEWEHR-BORELLA, Sabrina.
A influência da fala bilingue Hunsrückisch-Português Brasileiro na escrita de crianças brasileiras em séries iniciais. Dissertação de Mestrado. Pelotas – RS: Programa de Pós-Graduação em Letras / Universidade Católica de Pelotas (UCPel), 2010. Orientadora: Márcia Zimmer

HENNES, Maria Cristina.
A interferência fonológica de um dialeto alemão no português. Diss. Mestrado. Porto Alegre: PUCRS; PPG-Letras, 1979. [Orient. Prof. Dr. Fernando José da Rocha]

HILGEMANN, Clarice.
Mitos e concepções lingüísticas do professor em contextos multilíngües. Diss. Mestrado. Porto Alegre : Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2004. [Orient. Prof. Dr. Cléo V. Altenhofen]

HORST, Cristiane.
A dinâmica dos nomes próprios de pessoas e comuns de parentesco em uma comunidade de contato alemão-português do sul do Brasil. Tese de Doutorado. Kiel: Christian-Albrechts-Universität zu Kiel; Romanisches Seminar, 2009. [Orient. Prof. Dr. Harald Thun]

JUNG, Neiva Maria.
Identidades sociais na escola: gênero, etnicidade, língua e as práticas de letramento em uma comunidade rural multilíngüe. Tese de Doutorado. Porto Alegre : Universidade Federal do Rio Grande do Sul; PPG-Letras, 2003. 292 p. [Orient. Prof. Dr. Pedro M. Garcez]

KAHMANN, Christa Ingrid.
Interferência da língua portuguesa em um dialeto alemão. Diss. Mestrado. Florianópolis : UFSC, 1987. [Orient. Prof. Dr. Paulino Vandresen]

KRUG, Marcelo Jacó.
Identidade e comportamento lingüístico na percepção da comunidade plurilíngüe alemão-italiano-português de imigrantes – RS. Diss. Mestrado. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul; PPG-Letras, 2004. [Orient. Prof. Dr. Cléo Vilson Altenhofen]

KRUG, Marcelo Jacó.
Os bilíngües teuto-brasileiros frente à metafonia funcional do português. Tese de Doutorado. Kiel: Christian-Albrechts-Universität zu Kiel; Romanisches Seminar, 2009. [Orient. Prof. Dr. Harald Thun]

LEÃO, Paula Biegelmeier.
Transmissão intergeracional do alemão em contato com o português em vale Real – RS. Diss. Mestrado. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul; PPG-Letras, 2007. [Orient. Prof. Dr. Cléo Vilson Altenhofen]

MAILER, Valéria Contrucci de Oliveira.
O alemão em Blumenau: uma questão de identidade e cidadania. Diss. Mestrado. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2003. 102 p. [Orient. Prof. Dr. Werner Heidermann]

MARTINS, Sabrine.
Diferenças entre idosos bilíngues e monolíngues no desempenho de tarefas relacionadas às funções executivas, à memória de trabalho e à memória emocional de longo prazo.. Dissertação de Mestrado. Pelotas – RS: Programa de Pós-Graduação em Letras / Universidade Católica de Pelotas (UCPel), 2010. Orientadora: Márcia Zimmer

PAULI, Valesca Simon.
Interferência fonética de um dialeto alemão na expressão oral e escrita em português. Dissertação de Mestrado. Florianópolis : Universidade Federal de Santa Catarina/Pós-Graduação em Lingüística, 2001. [Orient. Prof. Dr. Leonor Scliar-Cabral]

PEREIRA, Maria Ceres.
Naquela comunidade rural, os adultos falam “alemão” e “brasileiro”. Na escola, as crianças aprendem o português: um estudo do continuum oral/escrito em crianças de uma classe bisseriada. Tese de Doutorado. Campinas: UNICAMP, 1999. [Orienta. Profa. Dra. Marilda do Couto Cavalcanti]

PICHL, Klaus.
Morphosyntaktische Besonderheiten der deutschen Schriftsprache in Brasilien als Folge des deutsch-portugiesischen Sprachkontakts dargestellt anhand zweier in Brasilien erscheinender deutschsprachiger Zeitungen. (Diss. masch.) Augsburg : Univ. Augsburg, 1983. 319 p.

SAMBAQUY-WALLNER, Virginia.
Das Deutsche in Rio Grande do Sul. (masch. Magisterarbeit.) München : Ludwig Maximilian-Universität München, 1995. Bd. 1, 122 S.; Bd. 2 (Materialband), 127 p.

SCHAUMLOEFFEL, Marco Aurélio.
Interferência do português em um dialeto alemão falado no sul do Brasil. Bridgetown : Schaumloeffel Editor/Lulu.com, 2007. Original: Interferência do português na variedade dialetal Hunsrück falada em Boa Vista do Herval – RS. Dissertação de Mestrado. Curitiba: Universidade Fedral do Paraná, 2003.

SCHNEIDER, Maria Nilse.
Atitudes e concepções lingüísticas e sua relação com as práticas sociais de professores em comunidades bilíngües alemão-português do Rio Grande do Sul. Tese de Doutorado. Porto Alegre : Universidade Federal do Rio Grande do Sul; PPG-Letras, 2007. [Orient. Profa. Dra. Ana Maria Stahl Zilles]

SILVA, Ellen Cristina da.
O interesse do jovem para o aprendizado da língua alemã na região de Blumenau. Diss. Mestrado. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2005. [Orient. Prof. Dr. Dário Pagel]

SOUZA, Esther Zink de.
Processos de interferência lingüística entre o português e o alemão. Diss. Mestrado. Campinas : UNICAMP, 1976. [Orient. Prof. Dr. Jürgen Heye]

SPINASSÉ, Karen Pupp.
Deutsch als Fremdsprache in Brasilien. Eine Studie über kontextabhängige unterschiedliche Lernersprachen und muttersprachliche interferenzen. Frankfurt a.M. : Peter Lang, 2005. 232 p. (Werkstattreihe Deutsch als Fremdsprache; 79.) [Orient. Prof. Dr. Ulrich Steinmüller]

STEINER, Maria Eliane Estivalét.
O bilingüismo em áreas urbanas de colonização alemã: um estudo em Jaraguá do Sul. Diss. Mestrado. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 1988. [Orient. Prof. Dr. Paulino Vandresen]

SUFREDINI, Lourdes Claudete Schwade.
Aspectos do bilingüismo alemão / português numa comunidade rural do oeste catarinense. Diss. Mestrado. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina/Pós-Graduação em Lingüística, 1993. [Orient. Prof. Dr. Oswaldo Antônio Furlan]

SULZBACH, Luciana.
Eine empirische Untersuchung zweier Varietäten des Brasildeutsch. Tese de Doutorado. Hannover : Universität Hannover; Fakultät für Geistes- und Sozialwissenschaften, 2004. 323 p. [Orient. Prof. Dr. Wolfgang Sauer]

TORNQUIST, Ingrid Margareta.
„Das hon ich von meiner Mama“ – zu Sprache und ethischen Konzepten unter Deutschstämmigen in Rio Grande do Sul. Umeå : Umeå University, 1997. 214 p. (Acta Universitatis Umensis, Umeå Studies in the Humanities; 137.)

UFLACKER, Cristina Marques.
As identidades negociadas na aula de alemão em ações que envolvem falantes de dialetos. Diss. Mestrado. Porto Alegre : Universidade Federal do Rio Grande do Sul; PPG-Letras, 2006. 193 p. [Orient. Profa. Dra. Margarete Schlatter]

VANDRESEN, Paulino.
Fonologia do vestfaliano de Rio Fortuna. Tese Livre Docência. Porto Alegre : PUCRS, 1970. 96 p.

VON BORSTEL, Clarice Nadir.
Aspectos do bilingüismo: alemão/português em Marechal Cândido Rondon – Paraná – Brasil. Diss. Mestrado. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina; 1992. [Orient. Prof. Dr. Paulino Vandresen]

ZIEGLER, Arne.
Deutsche Sprache in Brasilien. Untersuchungen zum Sprachwandel und zum Sprachgebrauch der deutschstämmigen Brasilianer in Rio Grande do Sul. Tese de Doutorado. Bochum, Univ. Bochum, 1996.

ZIMMERMANN, Ivo.
Interferência de um dialeto alemão na língua portuguesa. Diss. Mestrado. Florianópolis : UFSC, 1981. [Orient. Prof. Dr. Paulino Vandresen]

Atlas Linguísticos

ADDU = Thun, Harald (Dir.). Atlas lingüístico Diatópico y Diastrático del Uruguay – Norte (ADDU-Norte). Parte cartográfica: Tomo I: Consonantismo y vocalismo del español. Fasc. A.1.: Lateral palatal (/λ/, <ll> y Fricativa Mediopalatal (/j/, <y>): Lleísmo, yeísmo, zeísmo y cheísmo en el español uruguayo). Kiel : Westensee-Verl., 2000. 166 p. (Dialectologia Pluridimensionalis Romanica; 10.)

ADDU = Thun, Harald (Dir.). Atlas lingüístico Diatópico y Diastrático del Uruguay – Norte (ADDU-Norte). Parte cartográfica: Tomo I: Consonantismo y vocalismo del portugués. Fasc. I.A. 1/1: Laterales y palatales (A. 1/1: Palatalización de las oclusivas apicodentales (/t/ + [i], /d/ + [i]); A.1/2. Yeísmo y λeísmo). Kiel, Westensee-Verel., 2000. 30 p. (Dialectologia Pluridimensionalis Romanica; 12.)

ALA = Beyer, Ernst & Matzen, Raymond: Atlas linguistique et ethno-graphique de l'Alsace. Vol. 1. Paris, 1969. - Atlas linguistique et ethno-graphique de l'Alsace. Commencé par Ernest Beyer et Raymond Matzen. Vol. 2. réalisé par Arlette Bothorel-Witz, Marthe Philipp, Sylviane Spindler. Paris, 1984. (Atlas linguistiques de la France par regions.)

ALC = Griera, A. Atlas Lingüístic de Catalunya. 2. ed. Barcelona : La Polígrafa, 1966. [1923] 8 v.

ALC = Griera, A. Atlas Lingüístic de Catalunya: Introducció explicativa. Abadia de San Cugat del Valles : Instituto Internacional de Cultura Románica, 1964. 36 p.

ALE = Alinei, Mario et al. Atlas Linguarum Europae (ALE). v. 1 - Commentaires. Van Gorcum : Assen, 1983.

ALEAç = Ferreira, Manuela Barros; Saramago, João; Segura, Luísa; Vitorino, Gabriela. Atlas Linguístico Etnográfico dos Açores. Volume I: A criação de gado. Colab. Ernestina Carrilho; Maria Lobo. Lisboa: Centro de Linguística da Universidade de Lisboa; Direcção Regional da Cultura, 2001. 185 p.

ALEANR = Alvar, Manuel. Atlas Lingüístico y Etnográfico de Aragón, Navarra y Rioja (ALEANR). Madrid, 1983.

ALEC = Flórez, Luis et al. Atlas Lingüístico-Etnográfico de Colombia. Bogotá : Instituto Caro y Cuervo, 1981-1983. 6 v.

ALEC = Flórez, Luis. Manual del Atlas Lingüístico-Etnográfico de Colombia. Bogotá : Instituto Caro y Cuervo, 1983. 309 p.

ALEC = Montes G., José Joaquín et al. Glosario lexicográfico del Atlas Lingüístico-Etnográfico de Colombia (ALEC). Bogotá : Instituto Caro y Cuervo, 1986. 111 p.

ALEICan = Alvar, Manuel. Atlas Lingüístico y Etnográfico de las Islas Canarias (ALEICan). Madrid : Ediciones del Exmo. Cabildo Insular de Gran Canaria, 1975-1978. 3 v.

ALEPG = Gottschalk, Maria Filipa de Carvalho Félix; Barata, Maria da Graça Appleton Themudo & Adragão, José Victor do Carmo Rodrigues. Questionário lingüístico: I.1; I.2; I.3. Lisboa : Instituto de Lingüística, 1974. (Publicações do Atlas Lingüístico-Etnográfico de Portugal e da Galiza; 2.)

ALERS (2011) = KOCH, Walter; ALTENHOFEN, Cléo V. & KLASSMANN, Mário (Orgs.). Atlas Lingüístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil (ALERS): Introdução, Cartas fonéticas e morfossintáticas. 2a. ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS; Florianópolis: Editora da UFSC, 2011. 512 p. Autores: AGOSTINI, Basílio; ALTENHOFEN, Cléo V.; FURLAN, Oswaldo; KLASSMANN, Mário; KOCH, Walter (†); MARGOTTI, Felício Wessling; MERCER, José Luiz da Veiga; VIEIRA, Hilda Gomes (†) [ISBN 978-85-386-0132-6]

ALERS (2011) = ALTENHOFEN, Cléo V. & KLASSMANN, Mário (Orgs.). Atlas Lingüístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil (ALERS): Cartas Semântico-Lexicais. Porto Alegre: Editora da UFRGS; Florianópolis: Editora da UFSC, 2011. 960 p. Autores: AGOSTINI, Basílio; ALTENHOFEN, Cléo V.; FURLAN, Oswaldo; KLASSMANN, Mário; KOCH, Walter (†); MARGOTTI, Felício Wessling; MERCER, José Luiz da Veiga; VIEIRA, Hilda Gomes (†) [ISBN 978-85-386-0133-3]

ALERS (2002) = Altenhofen, Cléo Vilson; Klassmann, Mário Silfredo & Koch, Walter (orgs.). Atlas Lingüístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil. v. 1: Introdução. Co-autoria de Agostini, Basílio; Furlan, Oswaldo; Margotti, Felício Wessling; Mercer, José Luiz da Veiga; Vieira, Hilda Gomes. Porto Alegre : Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Curitiba : Editora da Universidade Federal do Paraná (UFPR); Florianópolis : Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 2002. 116 p.

ALERS (2002) = Altenhofen, Cléo Vilson; Klassmann, Mário Silfredo & Koch, Walter (orgs.). Atlas Lingüístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil. v. 2: Cartas fonéticas e morfossintáticas. Co-autoria de Agostini, Basílio; Furlan, Oswaldo; Margotti, Felício Wessling; Mercer, José Luiz da Veiga; Vieira, Hilda Gomes. Porto Alegre : Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Curitiba : Editora da Universidade Federal do Paraná (UFPR); Florianópolis : Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 2002. 430 p.

ALESUCH = Araya, Guillermo et al. Atlas Lingüístico-Etnográfico del Sur de Chile. Valdivia : Instituto de Filología de la Universidade Austral de Chile; Editorial Andres Bello, 1973. 1 v.

ALGa = García, Constantino et al. Atlas Lingüístico Galego. La Coruña : Fundación Pedro Barrié de la Maza, Conde de Fenosa, 1990. v. I, 1-2: Morfoloxía Verbal.

ALGR = Thun, Harald; Aquino, Almidio; Dietrich, Wolf; Symeonidis, Haralambos. Atlas lingüístico Guaraní-Románico. Tomo I: Léxico del cuerpo humano. Kiel : Westensee, 2009. (Dialectologia pluridimensionalis Romanica; 11)

ALGR = Thun, Harald; Bogado, Mario et al. Atlas lingüístico Guaraní-Románico: cuestionario Guaraní-Castelhano. 3. ed. melh. Kiel : Westensee, 1997.

ALGR = Thun, Harald; Jacquet, María da Gloria Pereira; Harder, Andreas; Machuca, Martín Ramírez; Peemöller, Johanne. Atlas lingüístico Guaraní-Románico: Sociología. Comentários. Kiel : Westensee-Verl., 2002. (Dialectologia pluridimensionalis Romanica; 2)

ALGR = Thun, Harald; Jacquet, María da Gloria Pereira; Harder, Andreas; Machuca, Martín Ramírez; Peemöller, Johanne. Atlas linguístico Guaraní-Románico: Sociología. Mapas. Kiel : Westensee-Verl., 2002. (Dialectologia pluridimensionalis Romanica; 2)

ALiB = Aguilera, Vanderci; Milani, Gleidy & Mota, Jacyra (orgs.). Projeto Atlas Lingüístico do Brasil. Salvador : ILUFBA; EDUFBA, 2003. 190 p.

ALiB = Comitê Nacional do Projeto AliB. Atlas Lingüístico do Brasil. Questionários. Londrina : Ed. UEL, 1998. 59 p.

ALiB = Comitê Nacional do Projeto AliB. Atlas Lingüístico do Brasil. Questionários 2001. Londrina : Ed. UEL, 2001. 47 p.

ALiSPA 1.1 = Razky, Abdelhak. Atlas Linguístico Sonoro do Pará. Equipe: Alcides Lima, Marilucia Oliveira, Raquel Lopes, Arlon Martins et al. Belém: UFPa, 2004.

ALM = Lope Blanch, Juan M. et al. Atlas Lingüístico de México. México (D.F.) : Colegio de México/Universidad Autónoma de México; Fondo de Cultura Económica, 1990-1992. tomo 1: Fonética; v. 1 (1990), v. 2 (1992).

ALMS = Oliveira, Dercir Pedro de (org.). Atlas Linguístico de Mato Grosso do Sul. Campo Grande (MS): Editora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), 2007. 271 p.

ALP = Aguilera, Vanderci de Andrade. Atlas lingüístico do Paraná. Curitiba : Imprensa Oficial do Estado do Paraná, 1994. 411 p.

ALP = Aguilera, Vanderci de Andrade. Atlas lingüístico do Paraná: Apresentação. Condrina : Ed. da UEL, 1996. VII, 167 p.

ALPA = Aragão, Maria do Socorro Silva de & Menezes, Cleusa P. Bezerra de. Atlas lingüístico da Paraíba. Brasília, CNPq/UFPB, 1984. 2 vol.

ALPI = Atlas Lingüístico de la Península Ibérica (ALPI). Madrid : Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 1962. v. 1.

ALS = Ferreira, Carlota da Silveira et al. Atlas lingüístico de Sergipe. Salvador, UFBA; Instituto de Letras/Fundação Estadual de Cultura de Sergipe, 1987. 361 p. il.

ALS-II = Cardoso, Suzana alice Marcelino. Atlas lingüístico de Sergipe – II. Salvador: Editora da UFBA, 2005. 2 v.

Alter, Willi (Hrsg.). Pfalzatlas. Im Auftrag der Pfälzischen Gesellschaft zur Förderung der Wissenschaften. Speyer, 1963.

Alvar, Júlio & Alvar, Janine: Guaraqueçaba; mar e mato. Trad. Cecília Maria Westphalen. Curitiba : Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, 1979. 2 vol. Ilustr.

Alvar, Manuel. Atlas Lingüístico y Etnográfico de Andalucía. Colab. A. Llorente y G. Salvador. Sevilla : Universidad de Granada, 1961. 6 v.

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APFB = Rossi, Nelson. Atlas prévio dos falares baianos. Introdução, questionário comentado, elenco das respostas transcritas. Rio de Janeiro : INL/MEC, 1965. 122 p.

APFB = Rossi, Nelson. Atlas prévio dos falares baianos. Rio de Janeiro : MEC/INL, 1964.

Boléo, Manuel de Paiva. Inquérito lingüístico. Coimbra, Fundo Sá Pinto, 1942. 115 p.

Boller, Fred. Dialektale Diaphasik: Die phonetische Gruppe [S + Konsonant] in Ostandalusien und der Provinz Murcia. Kiel : Westensee-Verl., 1999. CD-Rom, 312 p. (Dialectologia pluridimensionalis Romanica; 8.)

DiWA = Digitaler Wenker-Atlas. Georg Wenkers „Sprachatlas des Deutschen Reichs“, 1888-1923, handgezeichnet von Emil Maurmann, Georg Wenker und Ferdinand Wrede. Hrsg. von Jürgen Erich Schmidt und Joachim Herrgen. Bearb. von Alfred Lameli, Alexandra Lenz, Jost Nickel und Roland Kehrein, Karl-Heinz Müller, Stefan Rabanus. Marburg: Forschungsinstitut Deutscher Sprachatlas, 2001-

DSA = Deutscher Sprachatlas. Auf Grund des Sprachatlas des Deutschen Reichs von Georg Wenker, begonnen v. Ferdinand Wrede, fortgesetzt v. Walther Mitzka u. Bernhard Martin. Marburg, 1927-1956.

DWA = Deutscher Wortatlas. Hrsg. von Walther Mitzka [Bd. 5ff.: Walther Mitzka & Ludwig Erich Schmitt]. Gießen, 1951-1979.

DWb = Deutsches Wörterbuch von Jakob Grimm & Wilhelm Grimm. [Ab Bd. 4 bearb. von J. Grimm; K. Weigand & R. Hildebrand [u.a.]]. 16 Bde. Leipzig, Hirzel, 1854-1954.

DRENDA, Georg. Kleiner linksrheinischer Dialekatlas: Sprache in Rheinland-Pfalz und im Saarland. Stuttgart: Steiner-Verlag, 2008. 199 p.

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Nascentes, Antenor. Bases para a elaboração do atlas lingüístico do Brasil. [Questionário. Pontos de Inquérito.] Rio de Janeiro : Casa de Cultura Rui Barbosa, 1958. 22 p.

Nascentes, Antenor. Bases para a elaboração do atlas lingüístico do Brasil (II). [Elaboração do questionário geral] Rio de Janeiro : Casa de Rui Barbosa; MEC, 1961. 40 p.

Philipp, Marthe; Bothorel, Arlete & Levieuge, Guy. Atlas linguistique et ethnographique de la Lorraine germanophone. Paris, 1977. v. 1.

Putschke, Wolfgang & Veith, Werner H. (eds.). Sprachatlanten des Deutschen: laufende Projekte. Tübingen : Niemeyer, 1989. XII, 434 p. Mit Kartenanhang. (Studien zum Kleinen Deutschen Sprachatlas; Bd. 2.)

Radtke, Edgar & Thun, Harald (eds.). Neue Wege der romanischen Geolinguistik: Akten des Symposiums zur empirischen Dialektologie. Kiel : Westensee-Verl., 1996. 648 p. (Dialectologia Pluridimensionalis Romanica; 1.)

Rector, Mônica [org.]. Questionário básico de trabalho de campo lingüístico: revisão crítica do questionário do atlas lingüístico do atlas lingüístico de Antenor Nascentes. Rio de Janeiro : Fundação Casa de Rui Barbosa, 1983. 187 p.

SA = Schmitt, Ludwig Erich (Hrsg.). Schlesischer Sprachatlas. 1. Band: Laut- und Formenatlas. Von Günter Bellmann unter Mitarbeit von Wolfgang Putschke und Werner Veith. Marburg: Elwert, 1967.

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Monografias de Conclusão de Curso

MEYER, Martina. Deutsch ou Deitsch? Macroanálise pluridimensional da variação do Hunsrückisch rio-grandense em contato com o português. 2009. Curso (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

ROHR, Roberta Sebastiany. O português de contato com o alemão nos dados do ALERS. Porto Alegre, 2006. Curso (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

FELKEN, Rosa Maria Saraiva. Equivalências do gerúndio em português e alemão. Porto Alegre, 2006. Curso (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

GAMM, Gerusa Andrea Sohne. Análise de erros na aprendizagem do português por falantes de alemão. Porto Alegre, 2003. Curso (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Apresentações - Salão de Iniciação Científica / UFRGS

26. Renata Ramisch. Do preconceito à consciência lingüística em contextos de bilingüismo societal alemão-português: o status de dialeto/língua de imigração. Porto Alegre: XXI SIC / UFRGS, 2009. Iniciação científica (Letras Bacharelado) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

RESUMO: Do preconceito à consciência lingüística em contextos de bilingüismo societal alemão-português: o status de dialeto/língua de imigração. Renata Ramisch, Cléo V. Altenhofen (Projeto ALMA-H, Instituto de Letras - UFRGS). A presente pesquisa desenvolve-se no âmbito de estudos de política e planificação linguística. Seu foco de análise é o preconceito linguístico manifestado através da visão de dialeto/língua de imigração dos falantes em contextos de bilinguismo societal alemão-português. É objetivo da pesquisa, a partir de dados do projeto ALMA-H (Atlas Linguístico-Contatual das Minorias Alemãs na Bacia do Prata: Hunsrückisch), 1) descrever a dinâmica de funcionamento e manifestação do preconceito linguístico na rede de pontos do Atlas, bem como 2) desenvolver ações e instrumentos de conscientização linguística (language awareness) acerca dos benefícios da educação bilíngue e da pertinência da língua minoritária. Tem-se, portanto, de um lado, o diagnóstico e, de outro, o tratamento do problema em foco. A metodologia inclui a análise, quantificação e cartografia dos dados coletados pelo macroprojeto ALMA-H. Para a parte aplicada, o estudo aproveita a experiência de elaboração da exposição “Línguas de Imigração Alemã no Brasil”, na qual se buscou desenvolver estratégias de conscientização linguística. Além disso, procurou-se adaptar ao contexto brasileiro fundamentos de um projeto desenvolvido no País de Gales (cf. Edwards & Newcombe 2006), em que se aplicaram princípios da área de marketing à promoção da educação bilíngue em inglês e galês, associando a esta língua uma imagem positiva (www.twfcymru.com). Dados preliminares do ALMA-H mostram a amplitude do problema do preconceito linguístico e acentuam a relevância de ações de promoção e reconhecimento do plurilinguismo, tal como ocorre em projetos como o Inventário da Diversidade Lingüística do Brasil, em curso no âmbito do IPHAN. O presente estudo evidencia que é preciso avançar para ações in vivo de educação e conscientização linguística sobre o papel da língua materna e do bilinguismo. (Bolsa BIPOP/UFRGS; Projeto com Auxílio da Fundação Alexander von Humboldt)

25. Martina Meyer. Graus de dialetalidade do Hunsrückisch em contato com o português. Porto Alegre: XXI SIC / UFRGS, 2009. Iniciação científica (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

RESUMO: Graus de dialetalidade do Hunsrückisch em contato com o português. Martina Meyer, Cléo V. Altenhofen (Projeto ALMA-H, Instituto de Letras - UFRGS) Estudos prévios sobre o Hunsrückisch em contato com o português têm mostrado a variação interna dessa língua de imigração alemã (Altenhofen 1996). Esse fato é evidenciado através dos diferentes traços presentes na fala de teuto-brasileiros, seja de base germânica (interesse germanístico), seja motivado pelo contato com o português (foco em aspectos romanísticos). Considerando o Hunsrückisch um contínuo lingüístico que varia entre um tipo [+dialetal], de base francônio-moselana ou –renana e, de outro lado, um tipo [-dialetal], portanto [+padrão], pretende-se neste estudo, a) definir parâmetros para a medição do grau de dialetalidade do Hunsrückisch (Herrgen & Schmidt 1989), bem como b) identificar os processos e as relações que subjazem à composição dessa língua de contato nas diferentes localidades analisadas pelo projeto ALMA-H (Atlas Lingüístico-Contatual das Minorias Alemãs da Bacia do Prata: Hunsrückisch). A coleta e análise dos dados do Projeto seguem os pressupostos da geolingüística pluridimensional e relacional (Thun 1998). Para tanto, servem de base para a análise não apenas variáveis fonético-fonológicas, morfossintáticas e semântico-lexicais, mas também as atitudes dos falantes em relação às diferentes variantes da língua (dimensão diarreferencial). As análises preliminares de dados coletados até agora permitem reconhecer duas subvariedades do Hunsrückisch, que se opõem pelo status que lhes é atribuído em virtude de seu grau de dialetalidade maior – o tipo reconhecido como deitsch (ou Plattdeitsch) – ou menor, neste caso uma variedade que denominamos de deutsch, e que não deve ser confundida com o Hochdeutsch, associado ao alemão-padrão falado na Alemanha. A ocorrência de variantes do deitsch e do deutsch obedece a uma série de fatores de ordem diatópica, diageracional e diacrônica (imigrantes mais antigos ou mais recentes), contatual ou dialingual (nivelamento lingüístico), entre outros aspectos que serão sumariamente apresentados. (Bolsa PIBIC-CNPq; Projeto com Auxílio da Fundação Alexander von Humboldt)

24. Fernanda Cardoso de Lemos. A ditongação em sílaba com coda sibilante: uma análise pluridimensional da variação fonética do português brasileiro. Porto Alegre: XX SIC / UFRGS, 2008. Iniciação científica (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

RESUMO: A ditongação em sílaba com coda sibilante: uma análise pluridimensional da variação fonética do português brasileiro. Fernanda Cardoso de Lemos, Cléo V. Altenhofen (Projeto ALiB, Instituto de Letras - UFRGS) O presente estudo tem como foco central a variação da ditongação em sílaba com coda sibilante /S/ no português falado no Brasil. Seu objetivo é identificar macrotendências de aplicação da regra de ditongação no uso do portugês falado, considerando diferentes dimensões de análise da variação (sobretudo diatópica, diageracional, diastrática e diassexual), segundo o modelo da geolingüística pluridimensional e relacional (Thun 1998). Servem de base para o estudo os dados de 200 entrevistas realizadas pelo projeto ALiB (Atlas Lingüístico do Brasil) nas 25 capitais brasileiras, sendo oito entrevistas em cada capital (totalizando 200 informantes). À macroanálise geo-sociolingüística, que correlaciona o uso da língua com diferentes fatores extralingüísticos, somam-se variáveis fonológicas, como tonicidade, vogal-base e tipo de sibilante seguinte (alveolar ou palatal). Apesar do interesse primordial na configuração de áreas dialetais (diatopia) e de identificação das variantes com diferentes segmentos sociais (diastratia), o estudo aborda, também, a variação diafásica, através da análise de três modalidades de entrevista: resposta ao questionário, discurso semidirigido e leitura. Análises realizadas em estudo anterior, utilizando dados apenas das capitais da região sul, mostraram que a) a ocorrência da ditongação está fortemente ligada à tonicidade do vocábulo e ao seu núcleo silábico; b) quanto aos aspectos sociais, a ditongação mostrou-se pouco mais recorrente nos falantes de baixa escolaridade e c) na dimensão diatópica, a ditongação segue a tendência de polarização entre duas grandes áreas lingüísticas, uma ao norte (variedade paranaense) onde predomina a ditongação, e uma área ao sul (variedade sul-riograndense), onde ela não ocorre. Nessa nova etapa da pesquisa, busca-se analisar e ampliar esses resultados numa base de dados que abarca o conjunto do território brasileiro, aprimorando inclusive a metodologia de análise, cartografia e interpretação dos dados no modelo teórico utilizado. (Bolsa PIBIC-CNPq; Apoio CNPq 2008-2010)

23. Martina Meyer. Graus de dialetalidade do Hunsrückisch em contato com o português. Porto Alegre: XX SIC / UFRGS, 2008. Iniciação científica (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

RESUMO: Graus de dialetalidade do Hunsrückisch em contato com o português. Martina Meyer, Cléo V. Altenhofen (Projeto ALMA-H, Instituto de Letras - UFRGS) Estudos prévios sobre o Hunsrückisch em contato com o português têm mostrado a variação interna dessa língua de imigração alemã (Altenhofen 1996). Esse fato é evidenciado através dos diferentes traços presentes na fala de teuto-brasileiros, seja de base germânica (interesse germanístico), seja motivado pelo contato com o português (foco em aspectos romanísticos). Considerando o Hunsrückisch um contínuo lingüístico que varia entre um tipo [+dialetal], de base francônio-moselana ou –renana e, de outro lado, um tipo [-dialetal], portanto [+padrão], pretende-se neste estudo, a) definir parâmetros para a medição do grau de dialetalidade do Hunsrückisch (Herrgen & Schmidt 1989), bem como b) identificar os processos e as relações que subjazem à composição dessa língua de contato nas diferentes localidades analisadas pelo projeto ALMA-H (Atlas Lingüístico-Contatual das Minorias Alemãs da Bacia do Prata: Hunsrückisch). A coleta e análise dos dados do Projeto seguem os pressupostos da geolingüística pluridimensional e relacional (Thun 1998), ou seja são de ordem macroanalítica e abarcam diferentes dimensões de análise da variação lingüística. Para tanto, servem de base para a análise não apenas variáveis fonético-fonológicas, morfossintáticas e semântico-lexicais, mas também as atitudes dos falantes em relação às diferentes variantes da língua (dimensão diarreferencial). As análises preliminares de dados coletados até agora permitem reconhecer duas subvariedades do Hunsrückisch, que se opõem pelo status que lhes é atribuído em virtude de seu grau de dialetalidade maior – o tipo reconhecido como deitsch (ou Plattdeitsch) – ou menor, neste caso uma variedade que denominamos de deutsch, e que não deve ser confundida com o Hochdeutsch, associado ao alemão-padrão falado na Alemanha. A ocorrência de variantes do deitsch e do deutsch obedece a uma série de fatores de ordem diatópica, diageracional e diacrônica (imigrantes mais antigos ou mais recentes), contatual ou dialingual (nivelamento lingüístico), entre outros aspectos que serão sumariamente apresentados. (Bolsa PROPESQ/UFRGS; Projeto com apoio da Fundação Alexander von Humboldt, Alemanha – 2008-2010)

22. Fernanda Cardoso de Lemos. A ditongação em sílaba com coda sibilante no português falado do Sul do Brasil. Porto Alegre: XIX SIC / UFRGS, 2007. Iniciação científica (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

RESUMO: A ditongação em sílaba com coda sibilante no português falado do Sul do Brasil. Fernanda Cardoso de Lemos, Cléo V. Altenhofen (Projeto ALiB, Instituto de Letras - UFRGS) O presente estudo objetiva analisar a variação da ditongação em sílaba com coda sibilante /S/ no português falado do sul do Brasil, identificando macrotendências de sua ocorrência em nas dimensões: diatópica, diageracional, diastrática e diassexual de uso da língua. O estudo segue a perspectiva da geolingüística pluridimensional e tem como metodologia principal a interpretação de mapas e dados envolvendo técnicas como traçado de isoglossas, cartografia de mapas sintéticos, correlação de fatores lingüísticos e extralingüísticos, além de análises estatísticas e realização de macrossínteses. Servem de base para o estudo os dados do ALERS (Atlas Lingüístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil), para fins de análise da projeção diatópica da variante predominante, bem como do ALiB (Atlas Lingüístico do Brasil), para a análise vertical das dimensões sociais nas capitais Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba. Paralelamente a essa macroanálise de ordem geo-sociolingüística, serão consideradas variáveis fonológicas como tonicidade, vogal base e tipo de sibilante seguinte (alveolar ou palatal). O uso de dois bancos de dados justifica-se pela intenção de agregar ao estudo, além das variáveis sociais pluridimensionais, contempladas no projeto ALiB, a variável social comparativa entre o português rural e o português urbano. Além disso, consideram-se três estilos para a análise da variação diafásica: resposta ao questionário, discurso semidirigido e leitura. O corpus conta, com oito informantes entrevistados pelo ALiB em cada capital e com 275 informantes entrevistados pelo ALERS distribuídos pela área dos três estados sulinos. Análises prévias de parte dos dados mostram que a ditongação, nesse contexto, é menos freqüente no português riograndense, fato que nos leva a considerar como hipótese inicial que esse fenômeno é relevante, sobretudo, como marca de variação diatópica. (Bolsa PIBIC-CNPq)

21. Martina Meyer. Variantes fonéticas e atitudinais no uso do alemão como língua de imigração em contato com o português. Porto Alegre: XIX SIC / UFRGS, 2007. Iniciação científica (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

RESUMO: Variantes fonéticas e atitudinais no uso do alemão como língua de imigração em contato com o português. Martina Meyer, Cléo V. Altenhofen (Projeto ALMA-H, Instituto de Letras - UFRGS) Uma das características do grupo étnico falante da língua de imigração alemã é a presença de confissões religiosas distintas, sobretudo de católicos de um lado e de luteranos de outro. Do total de imigrantes alemães vindos ao Brasil, calcula-se que cerca de 60% tenham sido luteranos. Esse contexto diferenciado, juntamente com a separação histórica entre esses grupos, tanto na organização social, quanto na ocupação de áreas distintas, coloca a questão sobre a relação entre língua e religião, ou melhor, sobre a existência ou não de diferenças no comportamento lingüístico dos membros dessas confissões religiosas. A presente comunicação objetiva explorar um desses aspectos, isto é, analisar a hipótese já existente no imaginário dos falantes da língua de imigração (Hunsrückisch) e apontada por alguns autores, como por exemplo Willems (1940, cap. 13), de que há uma correlação entre o tipo de variedade de Hunsrückisch (mais próximo ou mais distante da variedade-padrão do alemão, Hochdeutsch) e a confissão religiosa do falante, no caso fazendo-se uma comparação entre o alemão de católicos e luteranos. Para tanto, serão analizadas variantes fonéticas e atitudinais no comportamento lingüístico de ambos os grupos em contato com o português, a partir de dados do estudo de Altenhofen (1996) e do recém iniciado projeto ALMA-H (Atlas Lingüístico-Contatual das Minorias Alemãs da Bacia do Prata: Hunsrückisch). Este último projeto segue a metodologia da geolingüística pluridimensional, que agrega à análise macrossínteses da variação da língua minoritária em uma série de dimensões. Como os levantamentos de dados se encontram recém no início, serão comparados nesta etapa da pesquisa os dados de dois pontos do ALMA-H, sendo um de falantes católicos, outro de luteranos. (Bolsa Propesq/UFRGS; Projeto com Auxílio da Fundação Alexander von Humboldt)

20. Martina Meyer. O alemão de católicos e protestantes no contato com o português brasileiro. Porto Alegre: XVIII SIC / UFRGS, 2006. Iniciação científica (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

RESUMO: O alemão de católicos e protestantes no contato com o português brasileiro. Martina Meyer, Cléo V. Altenhofen (Projeto ALERS, Instituto de Letras - UFRGS) Calcula-se que cerca de 60% dos imigrantes alemães vindos ao Rio Grande do Sul tenham sido protestantes (Dreher 2002). Existe ainda a hipótese, levantada, por exemplo, por Willems (1940, cap. 13), de que os protestantes teriam mantido mais fortemente o alemão do que os católicos, e que sua proficiência na variedade-padrão (Hochdeutsch) seria, de modo geral, maior, em virtude de uma série de fatores. é de se supor, além disso, que a separação histórica entre ambos os grupos, tanto na organização social, quanto na ocupação de áreas distintas, tenha levado igualmente a comportamentos lingüísticos distintos. Para responder a essas questões, falta, no entanto, uma visão global, macro-areal, objetivo do projeto ALMA (Atlas Lingüístico-Contatual das Minorias Alemãs na Bacia do Prata), em elaboração entre a UFRGS e a Univ. Kiel (Alemanha). O presente estudo contribui nesse projeto com os seguintes objetivos: a) verificar até que ponto o alemão desses grupos religiosos se distingue, em termos de traços padrão/não-padrão; b) determinar o papel da língua na religião e vice-versa, tomando-se como base que determinadas práticas sociais ligadas à religião são fortes indicadores de tendências do bilingüismo, do grau de manutenção da língua alóctone e de competências lingüísticas variáveis. A metodologia segue os pressupostos da dialetologia pluridimensional e relacional. Para tanto, utiliza os mesmos instrumentos de coleta de dados do ALMA, que incluem a) dados lingüísticos (através de leituras e entrevistas com questionário); b) sociológicos (levantamento em práticas religiosas, envolvendo orações, sermões etc.) e c) iconográficos (materiais impressos, inscrições etc.). A pesquisa encontra-se em fase inicial; como tal, tem priorizado, até agora, a fundamentação teórica e as questões metodológicas do projeto. (Bolsa PIBIC-CNPq)

19. Fernanda Cardoso de Lemos. Porto Alegre no contexto da variação do português rio-grandense. Porto Alegre: XVIII SIC / UFRGS, 2006. Iniciação científica (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

RESUMO: Porto Alegre no contexto da variação do português rio-grandense. Fernanda Cardoso de Lemos, Cléo V. Altenhofen (Projetos ALERS e ALiB, Instituto de Letras - UFRGS) Estudos prévios do ALERS (Atlas Lingüístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil) têm demonstrado duas grandes tendências na variação diatópica do português falado no sul do Brasil (v. Koch 2000; Altenhofen 2005): uma área de influência paranaense-paulista, vinda do norte para o sul, e outra rio-grandense, no sentido oposto, do sul para o norte, comportando-se Santa Catarina como zona de transição. Observa-se, paralelamente, a ocorrência, em meio a estas áreas, de padrões de fala distintos decorrentes do contato do português com línguas alóctones (de imigração). Nesse contexto, é objetivo do presente estudo elucidar o comportamento lingüístico de Porto Alegre em relação ao português rio-grandense, verificando a) se esse reflete os traços básicos da fala gaúcha, reforçando a identidade regional, ou b) se tende à adoção de traços exógenos (p.ex. do centro do país) ou inovações em curso no português brasileiro. Para tanto, prevê-se a análise geolingüística do conjunto de mapas lingüísticos do ALERS, totalizando cerca de 530 mapas. A interpretação desses mapas envolve técnicas distintas, como traçado de isoglossas, cartografia de mapas sintéticos, correlação de fatores lingüísticos e extra-lingüísticos, além de análises estatísticas, contrastando o comportamento de informantes do polígono Porto Alegre com o conjunto de informantes do resto da área. A isso se soma a análise diastrática, diageracional e diassexual dos dados coletados para o ALiB (Atlas Lingüístico do Brasil), em Porto Alegre. Considerando a identidade de Porto Alegre como capital gaúcha, a atração de migrantes provenientes do êxodo rural, bem como a formação multiétnica da cidade devida à contribuição dos imigrantes, espera-se um comportamento bastante variável que levanta a necessidade de ampliar o enfoque para uma dialetologia pluridimensional urbana, como o faz o ADDU (Atlas Diastrático y Diatópico del Uruguay) em relação a Montevidéu. (Bolsa FAPERGS)

18. Jaqueline Frey. A(s) norma(s) culta(s) dos falantes bilíngües Hunsrückisch-Português no sul do Brasil. Porto Alegre: XVII SIC / UFRGS, 2005. Iniciação científica (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

RESUMO: A(s) norma(s) culta(s) dos falantes bilíngües Hunsrückisch-Português no sul do Brasil. Jaqueline Frey, Cléo V. Altenhfeon (Projeto ALERS, Instituto de Letras - UFRGS) Um dos traços que caracterizam a paisagem lingüística do sul do Brasil é a presença de populações bilíngües falantes de línguas de imigrantes. Entre estas prevalecem variedades dialetais como o Hunsrückisch, fortemente influenciadas pelo português e com graus variáveis de manutenção e substituição lingüística (language shift) e de acesso às respectivas normas-padrão. O presente estudo objetiva 1) identificar as diferentes formas de aquisição do português no contato com o alemão, seja via norma escrita da escola ou via oral, através do contato com a variedade local dos falantes nativos de português; 2) traçar um quadro equivalente no que diz respeito às condições de acesso à norma-padrão da língua alóctone, Hochdeutsch; 3) verificar o resultado dessa aquisição identificando variações no grau de competência dos falantes nas respectivas normas cultas; 4) dadas essas diferenças, reunir elementos para uma descrição da percepção dos falantes sobre a norma culta do alemão substituída pelo português. A análise desses aspectos inclui  procedimentos metodológicos diversos: a) análise geolingüística de mapas do ALERS que apresentem contrastes entre variantes padrão/não-padrão na fala de bilíngües e monolíngües; b) análise estatística desses dados; c) análise suplementar das entrevistas do ALERS com informantes bilíngües alemão-português; d) pesquisa bibliográfica e coleta de dados complementar, incluindo leitura de texto em alemão- e português-padrão, entrevistas com falantes de Hunsrückisch, além de um mapeamento do ensino de alemão. Para tanto, serão utilizados instrumentos desenvolvidos para o projeto ALMA (Atlas Lingüístico das Minorias Alemãs na Bacia do Prata), com início em 2006. Dado seu caráter iniciante, as seguintes hipóteses precisam ainda ser confirmadas: ocorrência maior de variantes-padrão entre falantes bilíngües, indicando uma predominância de aquisição via escola; competência maior na variedade-padrão do alemão entre falantes da geração mais velha; enfim, localidades e falantes com ensino de alemão possuem uma proficiência maior na norma culta. (Bolsa Propesq/UFRGS)

17. Alice Fagundes Othero. A variação da vibrante em áreas bilíngües italiano-português no sul do Brasil. Porto Alegre: XVI SIC / UFRGS, 2004. Iniciação científica (Letras) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

RESUMO: A variação da vibrante em áreas bilíngües italiano-português no sul do Brasil. Alice Fagundes Othero, Cléo Vilson Altenhofen (Projeto ALERS, Instituto de Letras - UFRGS) A ocorrência de tepe e vibrante múltipla é uma das marcas mais perceptíveis da fala italiana. O que acontece com esta característica quando o italiano e o português no Brasil, duas línguas românicas com sistemas fonológicos distintos, entram em contato? O presente estudo tem como objetivo responder às seguintes questões relativas à variação da vibrante no português de falantes de italiano no sul do Brasil: a) grau de aplicação da regra de distinção fonológica entre tepe e vibrante múltipla ou fricativa velar em posição intervocálica, como em caro/carro; b) relação entre essa distinção ou não-distinção e o conjunto das realizações da vibrante em outras posições da palavra. A análise utiliza dados do projeto ALERS (Atlas Lingüístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil), em duas perspectivas: a primeira segue a análise geolingüística de mapas que cartografam o fenômeno, buscando identificar macrotendências da variação da vibrante em relaçãoà variável “espaço” (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná), tendo em vista o contraste entre o português de áreas bilíngües e monolíngües. A segunda perspectiva visa ao tratamento estatístico dos dados dos informantes bilíngües italiano-português e outros, no sentido de verificar tendências do uso da vibrante condicionadas pela variável “etnia”. Essas duas perspectivas deverão ser acrescidas de um estudo breve do contexto fonológico das variedades do italiano faladas pelos informantes do ALERS, dada a interferência dessas variedades no português. A pesquisa encontra-se na fase de análise dos dados, porém permite antever as seguintes hipóteses: 1) baixo índice de distinção fonológica entre as vibrantes em questão, na fala dos bilíngües em italiano e português, em favor da generalização de tepe; 2) quando há distinção, esta é feita entre tepe e vibrante múltipla, sem ocorrência relevante da fricativa velar; 3) no conjunto das realizações, confirma-se uma tendência ao predomínio de tepe, verificada em outros estudos já realizados.. (Bolsa PROPESQ/UFRGS

16. Paula Biegelmeier Leão. Variação de TU e VOCÊ no português falado no sul do Brasil - (continuação). Porto Alegre: XVI SIC / UFRGS,  2004. Iniciação científica (Letras) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

RESUMO: VARIAÇÃO DE "TU" E "VOCÊ" NO PORTUGUÊS FALADO NO SUL DO BRASIL Paula Biegelmeier Leão, Mário Silfredo Klassmann, Cléo Vilson Altenhofen (Projeto ALERS, Instituto de Letras - UFRGS) A presente análise da variação do português falado no sul do Brasil centra-se na questão dos pronomes tu e você e sua correlação com a variável "bilingüismo". Costuma-se associar o emprego de tu à variedade do português rio-grandense, sendo a variante você a forma inovadora do centro do país. Tal simplificação exclui, porém, questões como forma de tratamento (formal e informal), contexto geográfico, forma do verbo, bem como comportamento variável quanto ao bilingüismo. Constitui o objetivo deste estudo verificar, com base nos dados do Atlas Lingüístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil (ALERS): a) como se distribuem as variantes de tu e você entre os diversos grupos de fala (bilíngües e monolíngües; gaúchos, catarinenses e paranaenses) e b) em que medida refletem marcas distintivas da fala desses diferentes grupos. A metodologia partiu da análise geolingüística das cartas 38 a 58 do v. 2 do ALERS, em diferentes níveis de formalidade. Posteriormente, procedeu-se à análise quantitativa das variantes, correlacionando-as com sua ocorrência entre os grupos considerados. Embora ainda em andamento, a pesquisa permite antever que, contrariamente ao estereótipo do uso de tu como marca da fala rio-grandense, constata-se uma variação significativa que aponta para o emprego de você nas áreas bilíngües do Rio Grande do Sul, o que se explica pelo modo de aquisição do português por essas populações, essencialmente via escola. Por outro lado, o elevado índice de ocorrências de sujeito oculto, em Santa Catarina, reflete sua posição intermediária de transição entre a área de você, dominante no Paraná, e de tu, característico dos monolíngües lusos do Rio Grande do Sul. (PIBIC-CNPq)

15. Helenice Azevedo Gonçalves. O uso de construções metafóricas no léxico do português falado no sul do Brasil. Porto Alegre: XIV SIC / UFRGS, 2002. Iniciação científica (Letras) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

RESUMO: O USO DE CONSTRUÇÕES METAFÓRICAS NO LÉXICO DO PORTUGUÊS FALADO NO SUL DO BRASIL Helenice Azevedo Gonçalves, Cléo V. Altenhofen (Departamento de Línguas Modernas - Instituto de Letras - UFRGS)O emprego de construções metafóricas talvez seja, entre os processos de ampliação do léxico de uma língua, aquele que melhor representa a interface entre língua e cultura. Sua relevância para os estudos de variação e mudança lingüística, no entanto, não tem tido ainda o tratamento devido. O presente estudo objetiva, deste modo, verificar, com base nos dados do Atlas Lingüístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil (ALERS): a) se há campos semânticos que se mostram mais propensos ao uso de construções metafóricas; b) se há áreas geográficas específicas que fazem uso maior deste recurso (variação diatópica do fenômeno); e c) se existe uma correlação entre a freqüência de emprego dessas construções e a presença de populações bilíngües oriundas do adstrato de imigrantes europeus a partir do século XIX, considerando que constituem o grupo mais exposto à necessidade de aquisição de léxico novo. Para tanto, prevê-se, de um lado, a análise geolingüística das variantes cartografadas, a qual é complementada pela análise quantitativa do uso de construções metafóricas conforme os diferentes campos semânticos e a segunda língua dos informantes do ALERS. Apesar de ainda em andamento, a pesquisa permite concluir que a variação no uso de construções metafóricas no português falado no sul do Brasil reflete áreas culturais específicas e se acentua na comparação entre o português de bilíngües e monolíngües lusos. (PROPESQ)

14. Taís Bopp da Silva. Variação das oclusivas dentais na fala de bilíngües e monolíngües no sul do Brasil. Porto Alegre: XIV SIC / UFRGS, 2002. Iniciação científica (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

RESUMO: Variação das oclusivas dentais na fala de bilíngües e monolíngües no sul do Brasil. Taís Bopp da Silva, Cléo Vilson Altenhofen; Projeto Atlas Lingüístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil (ALERS, Instituto de Letras, UFRGS) Uma das marcas mais características do português do Brasil é a palatalização das oclusivas dentais diante de /i/. Tal fenômeno, contudo, apresenta forte variação, condicionada por uma série de fatores, entre os quais se destaca a variável bilingüismo do falante, que constitui o principal foco de interesse  deste estudo. A partir desta constatação, pretende-se responder as seguintes questões: 1) existe uma variação marcante na fala de bilíngües e monolíngües? 2) qual o comportamento da variação entre os falantes bilíngües? Tendo em vista tais questões, serão utilizadas cartas geolingüísticas do Projeto ALERS (Atlas Lingüístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil), a fim de viabilizar dois procedimentos básicos de análise: 1) Análise quantitativa, que busca verificar a ocorrência de variantes palatais e não-palatais nos diferentes grupos de informantes; 2) Análise geolingüística, a qual revelará a dimensão da distribuição das variantes no eixo da diatopia. A etapa atual deste estudo aponta que existe uma diferenciação notável entre a fala de bilíngües e monolíngües, sendo que as formas palatais ocorrem predominantemente no segundo grupo, e as formas não-palatais ocorrem com freqüência no primeiro grupo. Dentre estes últimos, nota-se uma variação entre os falantes bilíngües de português-alemão e de português-italiano, apresentando estes últimos uma menor ocorrência das formas palatais. Uma hipótese para a explicação de tal fenômeno diz respeito à organização fonológica da língua de origem de cada grupo de falantes, as quais utilizam ou não as formas palatais em contextos semelhantes aos do português. (FAPERGS)

13. Paula Biegelmeier Leão. Variação de TU e VOCÊ no português falado no sul do Brasil. Porto Alegre: XIV SIC / UFRGS, 2002. Iniciação científica (Letras) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

RESUMO: VARIAÇÃO DE "TU" E "VOCÊ" NO PORTUGUÊS FALADO NO SUL DO BRASIL Paula Biegelmeier Leão, Mário Silfredo Klassmann, Cléo Vilson Altenhofen (Projeto ALERS, Instituto de Letras - UFRGS)A presente análise da variação do português falado no sul do Brasil centra-se na questão dos pronomes tu e você e sua correlação com a variável "bilingüismo". Costuma-se associar o emprego de tu à variedade do português rio-grandense, sendo a variante você a forma inovadora do centro do país. Tal simplificação exclui, porém, questões como forma de tratamento (formal e informal), contexto geográfico, forma do verbo, bem como comportamento variável quanto ao bilingüismo. Constitui o objetivo deste estudo verificar, com base nos dados do Atlas Lingüístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil (ALERS): a) como se distribuem as variantes de tu e você entre os diversos grupos de fala (bilíngües e monolíngües; gaúchos, catarinenses e paranaenses) e b) em que medida refletem marcas distintivas da fala desses diferentes grupos. A metodologia partiu da análise geolingüística das cartas 38 a 58 do v. 2 do ALERS, em diferentes níveis de formalidade. Posteriormente, procedeu-se à análise quantitativa das variantes, correlacionando-as com sua ocorrência entre os grupos considerados. Embora ainda em andamento, a pesquisa permite antever que, contrariamente ao estereótipo do uso de tu como marca da fala rio-grandense, constata-se uma variação significativa que aponta para o emprego de você nas áreas bilíngües do Rio Grande do Sul, o que se explica pelo modo de aquisição do português por essas populações, essencialmente via escola. Por outro lado, o elevado índice de ocorrências de sujeito oculto, em Santa Catarina, reflete sua posição intermediária de transição entre a área de você, dominante no Paraná, e de tu, característico dos monolíngües lusos do RS.Obs.: A pesquisa recebeu o prêmio Jovem Pesquisador da área de Lingüística, Letras e Artes, no XIV Salão de Iniciação Científica, da UFRGS.

12. Taís Bopp da Silva. Difusão areal do fenômeno da não-palatalização da oclusiva dental surda no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: XIII SIC / UFRGS, 2001. Iniciação científica (Letras) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

11. Clara Regina de Ávila Flores. Identidade e diferença no português da fronteira Brasil-Uruguai. Porto Alegre: XIII SIC / UFRGS, 2001. Iniciação científica (Letras) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

10. Paula Biegelmeier Leão. O fenômeno da pluralização no português de contato da região sul do Brasil. Porto Alegre: XIII SIC / UFRGS, 2001. Iniciação científica (Letras) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

9. Paula Biegelmeier Leão. O português de contato no sul do Brasil: áreas e traços da fala dos bilíngües. Porto Alegre, 2000. Iniciação científica (Letras) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

8. Taís Bopp da Silva. O português falado no Rio Grande do Sul: realidade e estereótipos. Porto Alegre: XII SIC / UFRGS, 2000. Iniciação científica (Letras) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

7. Elaine Terezinha dos Reis Costa. Difusão areal e social do alçamento de E átono final no português do sul do Brasil. Porto Alegre: XI SIC / UFRGS, 1999. Iniciação científica (Letras) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

6. Marcos V. M. Sosa; Ulla Marisa P. Muss. "Português" ou "Brasileiro"? A denominação do vernáculo no sul do Brasil. Porto Alegre: XI SIC / UFRGS, 1999. Iniciação científica (Letras) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

5. Elaine T. dos Reis Costa; Sabrina A. Pacheco. O grau comparativo de superioridade dos adjetivos bom, grande e pequeno no português do Sul do Brasil. Porto Alegre: X SIC / UFRGS, 1998. Iniciação científica (Letras) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

4. Marguet I.H. Mittmann; Marcos V. M. Sosa; Débora da S. Stein. O traçado de isoglossas na interpretação de cartas lingüísticas. Porto Alegre: X SIC / UFRGS, 1998. Iniciação científica (Letras Bacharelado) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

3. Débora Silva Stein; Elaine dos Reis Costa; Vanise da Silva. A canga: um estudo etnográfico. Porto Alegre: IX SIC / UFRGS, 1997. Iniciação científica (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

2. Antônio César Mariné da Silva; Alexsandra Zanetti. A produção de cartas lingüísticas pluridimensionais e etnográficas. Porto Alegre: IX SIC / UFRGS, 1997. Iniciação científica (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

1. Letícia Cao Ponso; Paula Terra Nassr; Vanise da Silva. Uso do computador na geolingüística. Porto Alegre: VIII SIC / UFRGS, 1996. Iniciação científica (Letras Licenciatura) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

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