Charteris Santos dos Santos
Se olharmos para os modernos Estados Nacionais, podemos observar que a grande maioria criou, adotou ou apropriou-se, durante o seu processo de afirmação como nação, de uma variedade de símbolos que funcionam como pontos de referência, evocação de sentimentos patrióticos, transmissores de idéias. Um dos principais usuários desse arsenal simbólico são os órgãos de Propaganda Política desses Estados. Nosso recorte temático está centrado nas representações do Tio Sam na propaganda política dos Estados Unidos em períodos de guerra através de pôsteres. Palavras-chave: Estados Unidos, propaganda política, Segunda Guerra Mundial.
If we look to the modern national states, we can observe that a great number have created, adopted or appropriated, during their process of national affirmation, a variety of symbols that worked as reference evocation of patriotic feeling, conductors of ideas. One of the main users of this symbolic system are the political propaganda agencies of these countries. Our theme is centered on the representations of Tio Sam political propaganda in the USA, in times of war through american propaganda posters. Key Words: United States, political propaganda, Second World War.
Quando pensamos nos elementos que definem uma nação, algumas idéias vêm à mente de praticamente todo mundo: ela deve possuir um território definido, seus membros falam o mesmo idioma e uma identidade cultural característica deve ser reconhecida pela maioria. Contudo, nem sempre as nações são formadas por grupos culturalmente homogêneos, pois muitos países surgiram da união ou anexação (às vezes com o uso da força) de diferentes povos e etnias. As contradições internas são uma ameaça à estabilidade das nações, tornando necessária para as suas legitimações a definição de uma cultura nacional unificadora. Se olharmos para os modernos Estados Nacionais, podemos observar que a grande maioria construiu, adotou ou apropriou-se, durante o seu processo de afirmação como nação, de uma variedade de símbolos que funcionam como pontos de referência, evocação de sentimentos patrióticos, transmissão de idéias ou representação dos anseios do país (anseios da elite dirigente). Um dos principais usuários e difusores desse arsenal simbólico são os órgãos de Propaganda Política desses Estados1. Nosso recorte temático, centrado nas representações do Tio Sam na propaganda política dos Estados Unidos em períodos belicosos, originou-se da nossa experiência com outra pesquisa, mais específica, acerca do período da Segunda Guerra Mundial. Nesse trabalho, identificamos uma grande variedade de veículos utilizados nas campanhas de propaganda da época, dentre os quais concedemos preferência para os pôsteres. Ao concentrarmos nosso foco neste meio de comunicação, deparamo-nos com um volume muito grande de imagens do personagem Tio Sam, tido como um dos principais símbolos nacionais dos Estados Unidos. Aprofundando o estudo, percebemos que a utilização do personagem não foi comum apenas durante a Segunda Guerra, mas em praticamente todas as campanhas de guerra do governo norte-americano nos séculos XIX e XX.
Não há consenso entre os historiadores a respeito da história da personagem. Segundo a versão mais aceita nos Estados Unidos, a tradição do Tio Sam surgiu a partir de uma brincadeira entre soldados durante a guerra contra a Inglaterra em 1812. Eles recebiam os suprimentos alimentícios em barris que vinham com a inscrição U.S., sigla utilizada pelo exército e que significa United States (Estados Unidos). As letras foram associadas ao nome de um dos fornecedores do governo, Samuel Wilson, fabricante e comerciante de carne em conserva.
Filho de imigrantes judeus, Wilson nasceu em Arlington, Massachussets, no dia 13 de setembro de 1766, falecendo em 1854. A brincadeira dos soldados consistia em simplificar o nome de Samuel Wilson para Tio Sam (Uncle Sam em inglês), e associá-lo à sigla gravada nos barris de alimentos criando-se assim um personagem que, sendo o responsável pela alimentação das tropas, acabava por representar a própria administração federal. Ainda no século XIX, o chargista Thomas Nast criou um personagem baseado nessa história, já com suas roupas características imitando a bandeira norte-americana, para representar o governo dos EUA em seus cartuns.
A aparência com a qual nós estamos acostumados só surgiu no início do século XX, quando o famoso ilustrador James Montgomery Flagg utilizou sua própria imagem para desenhar a fisionomia do personagem, agora com o tradicional cavanhaque, no famoso pôster de alistamento do exército de 1916, durante a Primeira Guerra Mundial.
Bronislaw Baczko, Pierre Bourdieu e Sandra Pesavento, alguns dos autores onde buscamos nosso referencial teórico, estão ligados à corrente da historiografia chamada Nova História Cultural. Nesse sentido, nossa discussão historiográfica sobre o tema foi pautada em três conceitos básicos: sistema simbólico, representação e imaginário, tornando-se interessante neste momento a apresentação dessas idéias. Em qualquer grupo social, mesmo apresentando diferenças em sua organização, encontramos uma variada utilização de símbolos que são reconhecidos pelo grupo. Estes sistemas simbólicos são utilizados, por exemplo, na legitimação da ordem estabelecida, identificação do grupo e hierarquização social. A partir dessa idéia podemos reconhecer a importância destas construções no mundo social, pois segundo Pierre Bourdieu:
O domínio e o largo emprego de símbolos pelos Estados modernos, como bandeiras, hinos e brasões, demonstra que os governos percebem a importância deste tipo de ferramenta em sua afirmação de identidade nacional ou campanhas de propaganda política. Bourdieu afirma também que os símbolos só exercem efeito quando o públicor-alvo (povo), ignora a sua imposição por parte do grupo dominante, daí a preocupação dos propagandistas em assimilar personagens que já fazem parte da cultura popular, caso do Tio Sam. A partir do momento em que o símbolo ganha sentido para o grupo, ele funciona como uma representação. Entende-se por representação algo que ao ser identificado pelo espectador o remete automaticamente a outros objetos ou sentimentos. A representação evoca a ausência ou sugere a presença da realidade representada (Ginzburg, 2001, p. 85). Por exemplo: uma bandeira não é o país, mas ao ser vista em qualquer lugar do mundo traz àqueles que a reconhecem uma evocação da pátria que ela representa. Também podem fazer este papel evocador: músicas, desenhos, bandeiras e uma variedade imensa de outras construções. Já por imaginário chamamos todas as construções coletivas de interpretação e organização social a partir de símbolos e representações (por exemplo, a deificação do poder real garante a permanência deste status). O conjunto das representações elaboradas pela sociedade (sejam elas criadas propositalmente ou sem um marco de origem definido) formam o que entendemos por imaginário social. E, segundo Pesavento,1995, p. 24, o imaginário social se expressa por símbolos, ritos, discursos e representações alegóricas figurativas. (grifo nosso) Com estas características, o domínio do imaginário torna-se objeto de disputas e, como nos afirma Bronislaw Baczko,
Hoje se reconhece a importância que o imaginário tem como elemento da construção e da organização da produção historiográfica. Segundo Sandra J. Pesavento:
O personagem Tio Sam é um dos símbolos mais reconhecidos dos Estados Unidos e o governo daquele país utilizou sua representação em diferentes veículos de comunicação, principalmente durante os períodos de guerra. São estas representações e seus contextos de produção e difusão que nossa pesquisa busca analisar.
As técnicas de propaganda política Analisando os documentos coletados, foi possível identificar algumas das técnicas utilizadas pelo governo dos EUA em suas campanhas de propaganda. Uma prática comumente empregada baseia-se na chamada lei da unanimidade ou bandwagon. Podemos dizer que tal lei consiste no princípio cotidianamente representado através da expressão Maria vai com as outras, ou seja, a intenção do propagandista é arraigar no público a idéia de que determinada atitude ou pensamento está sendo tomada pela maioria da população. Dessa forma, quem não quiser ser anormal, deve seguir a tendência natural, intuitivamente ditada pela campanha de propaganda. Esta tendência natural pode existir efetivamente e, neste caso, a propaganda serve apenas para reforçá-la. Todavia, se a tal tendência é apenas desejada mas ainda não existe, a propaganda serve para fabricá-la no imaginário popular. Em outras palavras, a técnica do bandwagon é usada para criar, ou reforçar, o sentimento de unidade, de pertencer a um grupo expressivo, forte e coeso. Um pôster da época da Segunda Guerra Mundial, disponível no site Snapshots of the Past, exemplifica bem a intenção de criar-se uma atmosfera de unidade em um grupo forte e coeso. Nele um sério Tio Sam presta continência para trabalhadores civis enquanto o letreiro adverte: Nós estamos todos no exército agora! Vamos todos trabalhar para vencer!. Ao mesmo tempo procura-se criar o sentimento de mal-estar para quem fica excluído do grupo. Segundo Jean-Marie Domenach:
Outra técnica por nós identificada é conhecida como plain folks (gente comum). Normalmente ela é utilizada por políticos que desejam se aproximar das pessoas mais simples e despolitizadas através de atitudes populistas. A idéia é fazer o que as pessoas comuns fazem. Nos casos por nós estudados, a técnica não é utilizada para promover candidatos políticos, mas sim para transformar o próprio Tio Sam em uma pessoa comum, que tem hábitos típicos do cidadão estadunidense. A intenção é naturalizar a imagem do personagem, transformando-a em uma encarnação mais representativa da identidade norte-americana. Assim, Uncle Sam acorda uma hora mais cedo durante o esforço de guerra, em um pôster do período da Primeira Guerra Mundial, fabricado pela United Cigar Stores Company, e obtido no site da Biblioteca da Universidade de Minnesota. Nele temos um Tio Sam sonolento, acordando e vestindo um pijama estrelado enquanto o letreiro adverte: Tio Sam, seus inimigos já levantaram e estão trabalhando na hora extra de luz do dia. Quando você vai acordar? Adiante o relógio uma hora e vença a guerra!. Em outros exemplos Tio Sam joga baseball ou trabalha nas fábricas, usando o característico boné de operário norte-americano (pôster de McClelland Barclay, do período da Segunda Guerra Mundial, distribuído pela National Association of Manufacturers, obtido no site da Biblioteca da Universidade de Minnesota).
A própria encarnação da nacionalidade estadunidense na figura de um velho com roupas extravagantes evidencia uma terceira técnica empregada pelos órgãos de propaganda estadunidenses, baseada na lei da simplificação. Como o próprio nome sugere, a lei consiste basicamente em apresentar como simples algo que é naturalmente complexo. Um exemplo do emprego da técnica da simplificação em cartazes pode ser visto em um pôster da Federal Fuel Administration Conservation Division, que faz parte de uma campanha de racionamento e economia de combustível, disponível no site da Biblioteca da Universidade de Minnesota. Ainda do período da Primeira Guerra Mundial, o cartaz resume em uma frase a complexidade do conflito: Are you working for Uncle Sam or the Kaiser? (Você está trabalhando para o Tio Sam ou para o Kaiser?). Pela técnica da simplificação, basta uma frase, um estímulo sonoro ou visual para despertar determinado sentimento previsto para o receptor. Esta técnica (não por acaso) tem raízes na teoria dos reflexos condicionados de Pavlov, onde um estímulo planejado desperta uma reação desejada em um indivíduo previamente condicionado. É a técnica dos símbolos por excelência. Cabe ressaltar que a simplificação da Nação na figura do Tio Sam é apenas um (talvez o mais emblemático) dos exemplos de criação e condicionamento de símbolos norte-americanos. Nos contextos de guerra, normais para os EUA, (visto que anormais são os períodos de paz), são estimuladas também a imagem da bandeira nacional (com as representativas estrelas e listras), o hino nacional (The Star-Spangled Banner), a Estátua da Liberdade, (mais ainda após os atentados de 11 de setembro de 2001), a Colúmbia (encarnação feminina da Nação, e mais antiga do que o Tio Sam), a canção Yankee Doodle, a águia (ave nacional) e outros símbolos, normalmente associados às palavras liberdade e democracia. Na verdade, a técnica da simplificação é largamente usada em propaganda política. Não foram apenas os Estados Unidos da América que buscaram representar em símbolos a própria Nação ou o esforço de guerra. Durante a Segunda Guerra Mundial a Inglaterra criou o V da vitória, além de explorar a figura popular de Sir Winston Churchil e do mal encarado buldogue. A URSS imprimiu à exaustão cartazes com a imagem de Stalin e o símbolo foice-martelo. Na Alemanha nazista o culto ao líder causava comoção nacional, e são incontáveis os exemplos de cartazes, cartões postais, war stamps, e filmes que exploravam a imagem de Adolf Hitler, além da suástica e da águia nazista. Justamente nesta comparação percebemos que, se por um lado as leis da propaganda política usadas no mundo em guerra se parecem, de outro notamos que para os Estados Unidos faltava a figura de um grande e popular líder político. Ainda tomando o período da Segunda Guerra como referencial, percebemos que enquanto a Inglaterra tinha Churchill, a União Soviética tinha Stalin e a Alemanha tinha Hitler, os EUA careciam de um elemento aglutinador que personificasse os anseios populares. Durante a Segunda Guerra Mundial foram feitas tentativas de utilização em larga escala da figura dos presidentes Franklin Delano Roosevelt e Harry Truman, e generais como Dwight D. Eisenhower, mas sem grande retorno em termos de identificação popular. O Tio Sam preencheu (e ainda preenche) essa lacuna. Também é possível perceber a preocupação dos órgãos de propaganda com a individualização do inimigo. Segundo Domenach, uma boa propaganda não visa a mais de um objetivo de cada vez. Trata-se de concentrar o tiro em um só alvo durante dado período. Assim, percebemos que durante algumas campanhas de propaganda yankee na Segunda Guerra, os tiros disparados pelos propagandistas norte-americanos foram concentrados em alvos nazistas. Em outras, os alvos passaram a ser japoneses.
Especialmente nos cartazes onde o Tio Sam interage com a ameaça japonesa, notamos uma surpreendente semelhança com a propaganda segregacionista da Alemanha nazista. Isso por conta das representações racistas e estereotipadas do inimigo japonês Nestes casos foram explorados antigos preconceitos com relação aos povos asiáticos, acentuando-os e direcionando-os contra o Japão. Trata-se de outra conhecida técnica de propaganda, a chamada lei da transfusão. De acordo com Domenach:
Outra técnica clássica de propaganda política baseia-se na prática da orquestração. Apesar de ter sido sistematizada no século XX pelo propagandista nazista Joseph Goebbels, esta técnica é muito mais antiga, baseando-se no princípio fundamental da repetição. Para que uma campanha de propaganda seja efetiva, ela deve ser repetida à exaustão. Mas a repetição deve ocorrer de diferentes formas, variando os meios, para não se tornar enfadonha. Diz Jean-Marie Domenhach que:
Nossa pesquisa procura analisar principalmente as representações visuais do Tio Sam na propaganda norte-americana. Em função disso, fundamentamos nosso trabalho em documentação iconográfica, em sua essência cartazes de guerra. Entretanto, entramos em contato com outras formas de representação visual do personagem Uncle Sam, que evidenciam a utilização de processos de orquestração no estabelecimento da relação de condicionamento entre a população estadunidense e o velho cavalheiro de cartola estrelada. Essa documentação alternativa é, em geral, menos freqüente em nossas fontes, mas não por isso menos interessante. São normalmente nesses outros documentos que percebemos representações visuais totalmente diferentes daquelas encontradas nos cartazes. Imagens interessantes podem ser vistas em cartões e selos postais, war stamps, cartuns, quadrinhos (arte seqüencial), desenhos animados, brinquedos infantis, etc.
Um dos motivos pelos quais não nos detivemos nesta documentação passa pelo fato de que as mesmas - na maioria das vezes - não podem ser consideradas como propaganda oficial do governo dos EUA (configurando-se exceções os selos postais). Apesar de possuírem claramente um fundamento ideológico patriótico, moldando-se ao contexto em que foram produzidas, estas fontes são resultado de iniciativas da sociedade civil. Possuem fundamento nacionalista, é verdade, mas regram-se pelas leis do mercado, pois geralmente são resultado de produtos voltados ao público consumidor.
O material por nós estudado possui um valor documental bastante significativo, e seu potencial enquanto fonte historiográfica é muito grande. As representações do Tio Sam nos cartazes, selos, revistas em quadrinhos, cartões postais e outros meios revelaram-se ricas em detalhes merecedores de uma análise mais atenciosa. Por exemplo, em um cartaz de 1918 (Side by side - Britannia. Pôster obtido no site da Biblioteca da Universidade de Minnesota), temos as representações nacionais dos EUA e da Inglaterra caminhando lado a lado, de braços dados, trocando olhares afetuosos. Ela carrega um tridente, símbolo do poderio naval do Império Britânico, e faz-se acompanhar de um leão, outro símbolo inglês tradicional. Ele empunha uma espada, simbolizando o poder terrestre do exército dos EUA e faz-se acompanhar da águia americana. Interessante perceber que, em tempos de Guerra no Iraque, o pôster pintado por James Montgomery Flagg há 86 anos permanece mais atual do que nunca. Em 2004, podemos imaginar um pôster pós-moderno, onde George W. Bush e Tony Blair mantêm aquecido esse antigo romance. Ainda hoje o personagem Tio Sam é utilizado como representação do Estado norte-americano em revistas de histórias em quadrinhos, charges, pôsteres, selos, desenhos animados, ilustrações da internet e diversos outros meios de comunicação. Sua imagem, ou simplesmente a pronúncia do seu nome, não perdeu a capacidade de evocar os Estados Unidos da América, fato comprovado pelas várias aparições do personagem em revistas, jornais e gibis após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.
Entretanto, a imagem do velho cavalheiro está desgastada. Após quase dois séculos de batalhas, a figura do Tio Sam é hoje habilmente manipulada pelos grupos de oposição ao governo norte-americano, muitas vezes utilizando os antigos cartazes da Primeira e Segunda Guerras Mundiais, adulterando-lhes os dizeres. Dessa forma, basta uma rápida busca na internet para perceber que a maioria das imagens do Tio Sam disponíveis na web não se relacionam mais com a propaganda política do governo, mas sim com a contrapropaganda. Mesmo assim, Uncle Sam dá mostras de vitalidade. Em 2002, aproveitando a Guerra contra o Terror e a invasão do Afeganistão, a editora Marvel reformulou o personagem Capitão América. Em sua nova fase ele auxiliou no resgate às vítimas do WTC e caçou terroristas. As capas da sua nova revista foram inspiradas em antigos pôsteres do Tio Sam.
Mas será que o Tio Sam ainda tem fôlego para conquistar multidões? Qual será o seu poder de persuasão no século XXI? As respostas a essas perguntas resultarão da História militar, política e econômica dos EUA no novo século. Neste início de milênio, seqüências de intervenções bélicas além de suas fronteiras, fraudes eleitorais, coação econômica e arrogância governamental estão prejudicando a imagem do Tio Sam. Paradoxalmente, os ataques sofridos em 2001 renovaram as forças deste símbolo norte-americano. Enquanto essa História é escrita, o mito persiste.
Muitas idéias boas morrem por falta de incentivo. Por isso agradecemos à nossa orientadora, por acreditar e apostar em uma idéia. Trabalhar e estudar ao mesmo tempo não é fácil. Trabalhar, estudar e pesquisar é mais complicado ainda. Passar noites em frente ao computador tornou-se habitual para nós. Manter essa rotina só foi possível com o apoio da família e dos amigos. A eles, agradecemos pela paciência.
CHARTERIS SANTOS DOS SANTOS1 FÁBIO CHANG DE ALMEIDA2 MARLISE GIOVANAZ (orientadora)3 1 - Graduando em História - ULBRA/Canoas. 2 - Graduando em História - ULBRA/Canoas. 3 - Professora do Curso de História ULBRA/Canoas
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