PSIBlog da Psicologia da Educação UFRGS

setembro 29, 2012

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A Interpretação dos Sonhos, de Sigmund Freud

Filed under: Freud,Psicanalise — admin @ 5:27 pm

O Projeto Gutenberg oferece-lhe mais de 38.000 livros eletrônicos gratuitos: escolha entre livros grátis em formato epub ou livros grátis em formato kindle, descarregue-os ou leia-os online http://www.gutenberg.org/wiki/PT_Principal.

A Interpretação dos Sonhos
, de Sigmund Freud no original em alemão Die Traumdeutung http://www.gutenberg.org/ebooks/40739.

setembro 24, 2012

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Volume 11 das Obras Completas de Freud

Filed under: Freud,Psicanalise — admin @ 11:43 pm

Está nas livrarias o volume 11 das Obras Completas de Sigmund Freud, que contém Totem e Tabu e outros textos do pai da Psicanálise entre 1912 e 1914. A tradução é de Paulo César de Souza.

Outro destaque do livro é o texto Contribuição à história do movimento psicanalítico, que conta a história da psicanálise até então, inclusive os polêmicos rompimentos de Freud com Jung e Adler.

O próximo volume, o 9, está quase traduzido e será lançado em 2013, segundo Paulo César. O site da Companhia das Letras anunciou que o volume 13 também está a caminho, mas não mencionou a data de lançamento.

Outras informações sobre o lançamento no site da editora: http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13384.

Veja os volumes já publicados das obras completas: http://www.companhiadasletras.com.br/autor.php?codigo=02767.

Fonte: http://kanzlermelo.wordpress.com/2012/09/21/companhia-das-letras-lanca-volume-11-das-obras-completas-de-sigmund-freud.

setembro 10, 2009

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Uso excessivo de antidepressivos criou “psiquiatria veterinária”

Filed under: Psicanalise — admin @ 1:52 am

Fonte: http://www.abril.com.br/noticias/comportamento/uso-excessivo-antidepressivos-criou-psiquiatria-veterinaria-375631.shtml&lt

São Paulo, 30 – Habituados, por dever de ofício, a ouvir os outros, os psicanalistas são seres que se observam. MARIA RITA KEHL dirigia seu carro pela Via Dutra, quando surgiu pela frente um cachorro. Não havia como parar, o carro estava acossado pelos caminhões que vinham portrás. O animal foi atropelado, e saiu mancando pelo acostamento.

O choque fez a psicanalista meditar sobre a velocidade que preside a vida contemporânea, a aceleração que nos leva a reagir instantaneamente a tudo que acontece para, em seguida, esquecer com igual rapidez. Vivemos em regime de um eterno presente, cada vez mais intenso. E cada vez mais sem sentido, para não dizer "alienado", conforme vocabulário de outra época.

Em sua clínica, e na própria literatura das profissões psi, Maria Rita tem observado o aumento de queixas de depressão. Talvez seja o mal-estar do século, a "moléstia" do capitalismo turbinado e globalizado. O cão da Via Dutra (que, afinal, não morreu no acidente) a ajudou a juntar as duas pontas do problema e relacionar a depressão com determinada experiência do tempo: talvez os deprimidos sejam os sujeitos que "sofrem de um sentimento de tempo estagnado, desajustados do tempo sôfrego do mundo capitalista".

Esta a hipótese de "O Tempo e o Cão" (Boitempo, 304 páginas), livro que faz com que análise clínica e crítica social dialoguem e se completem de modo a iluminar o fenômeno da depressão contemporânea. A seguir, a entrevista concedida pela psicanalista à reportagem.

O título do livro, "O Tempo e o Cão", refere-se diretamente a uma experiência, que imagino um tanto traumática, de atropelar um cachorro na estrada. Gostaria que explicasse como elaborou esse incidente no sentido de uma percepção das relações entre a depressão e a temporalidade.

MARIA RITA KEHL – Foi um acidente de pequena importância até mesmo para o cão, que consegui não matar por sorte. Por pouco, a velocidade normal do tráfego na Via Dutra, entre caminhões e ônibus, me obrigaria a passar por cima dele. Se em vez de um cão fosse uma criança seria impensável não frear, mas teria provocado um acidente de proporções tremendas. Qual a novidade disso? Sabemos que a velocidade regular de nossa vida cotidiana é brutal; estamos habituados a ela. Mas o incidente na estrada me fez pensar nos efeitos subjetivos da aceleração da vida contemporânea. Na época andava lendo Benjamin, para quem a atividade contínua de “aparar os choques” da vida moderna (repare que ele escrevia sobre Paris no final do 19) é incompatível com a dimensão da experiência e está entre as causas do que ele chama de melancolia. Comecei a pensar no livro por aí.

Interessantes as objeções ao uso intensivo dos medicamentos no tratamento psiquiátrico das depressões. A doutrina da “eficácia contemporânea” passa necessariamente pela medicalização do sintoma?

MARIA RITA KEHL – Eu não condeno em bloco o uso dos antidepressivos. Sei que muitas pessoas dependem de medicação até para sair de casa e chegar ao analista. Os antidepressivos podem salvar vidas. Minha crítica se refere ao uso indiscriminado de medicamento como tentativa de apagamento do sujeito do inconsciente, segundo a lógica de que o valor da vida se mede pela eficiência. Os efeitos dessa aliança sobre o modo como as pessoas tentam suprimir as próprias crises normais da existência com medicamentos, a meu ver, incluem-se entre as causas do aumento das depressões no século 21.

De que maneira isso também pode ser interpretado como uma conivência entre a psiquiatria e o interesse econômico dos laboratórios?

MARIA RITA KEHL – Este é um fato objetivo. A pressão dos laboratórios sobre os psiquiatras, a presença maciça das grandes marcas de medicamentos a financiar congressos de psiquiatria, o prestígio dos medicamentos de última geração, em relação aos quais os psiquiatras temem ficar desatualizados e perder clientela, etc. A psiquiatria hoje está tão atrelada às descobertas da indústria farmacêutica que, de acordo com alguns críticos da área, a produção de um pensamento teórico sobre as doenças mentais se reduziu a zero. Virou uma “psiquiatria veterinária”, na expressão do psicanalista André Green. Mas há importantes exceções a este estado de coisas; não são poucos os psiquiatras que indicam que a medicação deva ser acompanhada de alguma forma de terapia da palavra.

De qualquer forma, o que parece contar mesmo é a “aceleração do tempo” contemporâneo. Ponho entre aspas porque o tempo não acelera e sim a nossa percepção dele. Você associa esse fenômeno às novas tecnologias, ao chamado turbocapitalismo? Estes fenômenos predispõem à depressão?

MARIA RITA KEHL – Você tem toda a razão, não é o tempo que acelera, somos nós. Aliás, o que é o tempo? A leitura de Henri Bergson me foi de grande valia para pensar nessa questão. A impressão que se tem, desde a revolução industrial, é que o tempo em sua dimensão cronológica vem se acelerando de uma forma exasperante. Quanto mais tentamos aproveitar o tempo, quanto mais dispomos das horas e dos dias segundo a convicção de que “tempo é dinheiro”, mais sofremos do sentimento de desperdiçar a vida. Você já reparou que depois de uma semana muito corrida, com a agenda repleta de compromissos, tem-se a impressão de que o tempo voou e nada aconteceu? O que me preocupa é que, na tentativa de fazer render o tempo desde o começo da vida, hoje os pais de classe média e alta começam a educar seus filhos segundo o mesmo princípio da agenda cheia. Algumas dessas crianças cheias de compromissos se tornam insatisfeitas, dependentes de estimulação externa, incapazes de devanear e inventar brincadeiras quando estão desocupadas.

Achei interessante (e alarmante) essa questão das mães ansiosas, que não conseguem dar aos filhos o seu devido tempo e mantêm uma expectativa alta em seu desempenho. Em que medida isso afeta a criança e a predispõe à depressão? A posição (enfraquecida) dos pais também chama a atenção. De que maneira a família nuclear parece se desagregar atualmente por força das exigências sociais crescentes?

MARIA RITA KEHL – Essa pergunta são duas, certo? A ansiedade materna, bem antes de se manifestar como expectativa pelo desempenho da criança, tem a ver com a pressa em mantê-la sempre satisfeita. Mas a melhor forma de amar uma criança não é impedir que ela conheça a falta: a falta é constitutiva do aparelho psíquico. Ela não pode faltar! A criança começa a virar gente (sujeito) ao inventar recursos simbólicos para lidar com o vazio e a insatisfação. Ora, a sociedade em que vivemos é regida por essa espécie de imperativo kantiano às avessas: goze. Que dizer da obrigatoriedade do gozo? Ela só não é mais danosa porque é impossível de cumprir. Aqui entra sua segunda questão: os chamados pais enfraquecidos são exatamente os que vivem em dívida com a satisfação de seus filhos. Difícil encontrar algum ideal tão inquestionável quanto o prazer. Mesmo os pais que não desconhecem a função de colocar limites aos excessos de suas crianças, não encontram outros ideais para transmitir a elas.

De certa forma, a modernidade pode ser vista como uma patologia do tempo, que atingiu um ponto insuportável de aceleração. Acredita que esse fator ou pode produzir outros sintomas psíquicos além da depressão?

MARIA RITA KEHL РCertamente sim: as drogadi̵̤es, por exemplo, ṇo seriam sintomas da urg̻ncia em gozar que comanda a vida contempor̢nea? E a viol̻ncia banalizada nas grandes cidades, ṇo seria sinal do encolhimento da capacidade de negociar conflitos em fun̤̣o dessa mesma urg̻ncia?

Você acredita que um estudo psicanalítico desse tipo funciona também como uma crítica ao capitalismo contemporâneo, ao consumismo, à reificação crescente, etc?

MARIA RITA KEHL – Espero que sim, ainda que as críticas jamais tenham tido o poder de derrubar o capitalismo. O que o derrubará, algum dia, serão as condições materiais concretas produzidas por suas próprias contradições. Nossa: agora falei como uma cartilha. Mas penso que a produção do pensamento crítico é um importante dispositivo contra o conformismo, o sentimento fatalista de que está “tudo dominado”, de que o capitalismo conseguiu anular todas as visões de mundo diferentes dele. A crítica é um “veneno antimelancolia”, no sentido benjaminiano da “indolência do coração” que caracteriza a atitude fatalista.

Já detectou em sua clínica alguma repercussão da atual crise econômica mundial? Acha que ela contribuirá para gerar mais depressivos ou ao contrário, pode produzir uma conscientização crítica do modelo atual?

MARIA RITA KEHL – No meu consultório, casualmente, não. Pode ser questão de tempo. Quanto à crise atual provocar ainda mais depressões, respondo que sim, no que concerne ao desemprego, ao desamparo, à desesperança dos que são chutados para fora do sistema produtivo como seres supérfluos. E por outro lado, não: o abalo do pensamento único que correspondia ao triunfo da concentração do capital financeiro poderá ter interessantes efeitos antidepressivos. Somos novamente convocados a pensar, fazer projetos coletivos, resgatar esperanças em outra ordem mais justa que esta que causou o desastre. O singular, o modesto, o pequeno, poderão retomar seu trabalho nas brechas do grandioso, do monumental, do “dinheiro que apenas se olha” (Débord). Os movimentos sociais poderão se revitalizar; as pessoas poderão reinventar a ação política e deixar de se sentir supérfluas. Quem sabe o fatalismo melancólico deixe de dominar a subjetividade?

Você acha que a proliferação de manuais de autoajuda, de receitas de felicidade, tem algo a ver com a “felicidade obrigatória” que a sociedade do desempenho nos prescreve?

MARIA RITA KEHL РConcordo com voc̻. Mas respeito aqueles que, na falta de outros recursos, buscam nesses livros caminhos para sair da depresṣo. Ocorre que o ideal de felicidade, que no s̩culo 18 nos libertou do conformismo religioso, hoje se tornou opressivo. Virou uma subideologia da sociedade de consumo. Ora, a felicidade ṇo ̩ uma mercadoria que se possua. Ṇo ̩ uma conquista do ego; ela ṇo para quieta, ṇo nos garante nada. As pessoas sentem-se culpadas por ṇo possuir a tal felicidade, o que os torna ainda mais infelizes. Prefiro, com Oswald de Andrade, deixar de lado a felicidade e apostar na prova dos nove da alegria.

Você vê possibilidade de diminuir o sofrimento do depressivo, sem alterar as condições sociais que com ele se relacionam?

MARIA RITA KEHL – Você me permite esclarecer um ponto importante. A ideia de que a depressão seja um sintoma social não significa que osdepressivos devam ser tratados como casos sociológicos. Os depressivos devem ser escutados, como todos os que buscam a psicanálise, um a um. Assim, em sua singularidade irredutível, deve ser conduzida a análise dos depressivos – que passa, necessariamente, pela reversão da forma como cada um deles se deixou alienar (como todo sujeito, aliás) pelas formações hegemônicas do imaginário social.

FIM

março 28, 2009

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JORNADA DE ABERTURA 2009 DA APPOA – CIÚMES

Filed under: Psicanalise — Tags:, , — admin @ 4:30 pm

JORNADA DE ABERTURA 2009

CIÚMES

Dia: 04 de abril de 2009

Local: Santander Cultural

Local: Rua Siqueira Campos, 1025 – Porto Alegre/RS – Brasil

Será o ciúme inerente ao humano?

Freud respondeu que há um tipo de ciúme normal, o qual acompanha o sujeito desde a rivalidade entre os irmãos, até o ciúme do amor entre os pais.

Na outra ponta, entretanto, diz-nos Freud, há outra espécie: a loucura de ciúme, formação delirante, acompanhada da convicção inabalável da traição do outro.

No campo intermediário entre o ciúme comum e a loucura se descortina um campo a mapear: o amor vem sempre acompanhado do desejo de possuir o objeto? O ciúme é a demonstração de tal anseio de posse? Serão as mulheres mais ciumentas que os homens? Quando o ciúme se torna sintoma? Há um ciúme tipicamente masculino e um feminino?

O que se pode afirmar é que o ciúme flerta com a totalidade: a encontrada na certeza delirante da loucura, a pretendida pelo ciumento(a) que quer tudo saber sobre o desejo do outro, ou ainda, a totalidade da idealização do objeto que o sujeito teme perder para um outro.

Na busca do domínio do objeto de amor e desejo, o ciumento é atormentado pela dúvida, o que a literatura tão bem demonstra, por exemplo, com Machado de Assis e sua enigmática Capitu. Dom Casmurro é a expressão da dúvida do ciumento, só esclarecida na composição de uma teoria que pode chegar a ser delirante.

PROGRAMA:

9h30min.

Abertura

Lucia Serrano Pereira

Presidente da APPOA

Ciúmes, eu?

Maria Ângela Brasil

Do ciúme à inveja. Danos do amar.

Marcia Helena Ribeiro

14h30min.

Delírio de ciúme

Nilson Sibemberg

Sobre os tipos de ciúme

Lúcia Mees

Encerramento

Coordenação do Eixo de Trabalho do Ano.

INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES

NO SITE OU NA SECRETARIA DA APPOA

Categoria

Valores

Associados

R$ 70,00

Estudantes de Graduação

R$ 80,00

Profissionais

R$ 90,00

Informações e inscrições:

- Sede da APPOA

- Horário de funcionamento da Secretaria da APPOA: De segunda à quinta-feira, das  13h30min às 21h30min e as sextas-feiras, das 13h30min às 20h.

- Inscrições mediante depósito bancário para o Banco Banrisul: agência: 0032, conta-corrente: 06.039893.0-4 ou Banco Itaú, agência: 0604, conta-corrente: 32910-2. Neste caso, enviar, por  fax, o comprovante de pagamento devidamente

preenchido para a inscrição ser efetivada.

- Estudantes de Graduação deverão apresentar comprovante de matrícula em

curso superior.

- Inscrições pelo site: www.appoa.com.br, após efetuar a inscrição pelo site, enviar por fax ou e-mail o comprovante de pagamento devidamente preenchido.

- As vagas são limitadas.


Associação Psicanalítica de Porto Alegre – APPOA

Rua: Faria Santos, 258 – Petrópolis – Porto Alegre – RS

Fones: (51) 3333.2140 ou (51) 3333.7922

appoa@appoa.com.br – www.appoa.com.br

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QUADRO DE ENSINO 2009 – APPOA

Filed under: Psicanalise — Tags:, , — admin @ 4:14 pm

QUADRO DE ENSINO 2009

EIXO DE TRABALHO DO ANO

ENCONTROS DE ESTUDO DO SEMINÁRIO

“AS PSICOSES” DE JACQUES LACAN

Reuniões sistemáticas de trabalho, que acontecerão ao longo do ano, para estudo do Seminário “As Psicoses”. Esse estudo envolverá toda a instituição, inspirando também seus eventos.

Coordenação: Eda Tavares, Maria Lúcia Müller Stein e Otávio Nunes

Quintas-feiras, 21h, reuniões quinzenais, gratuitas e abertas aos interessados.

* As atividades que seguem (seminários, grupos de estudos, núcleos e oficinas) têm início previsto para o mês de março – com exceção daquelas nas quais consta outra data de início.

SEMINÁRIOS

A TOPOLOGIA NA CLÍNICA DA NEUROSE E DA PSICOSE

Coordenação: Ligia Víctora

Sexta-feira, 18h15min, quinzenal.

CLÍNICA PSICANALÍTICA NA CONTEMPORANEIDADE

Coordenação: Rosane Ramalho

Segunda-feira, 20h30min, mensal.

O DIVÃ E A TELA

Coordenação: Enéas de Souza e Robson de Freitas Pereira

Sexta-feira, 19h, mensal.

OS VINTE CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE LACAN

Coordenação: Alfredo Jerusalinsky

Quarta-feira, 20h30min, quinzenal (1 e 3 quartas-feiras do mês).

SEMINÁRIOS RSI E SINTHOMA: CONSTITUIÇÃO E CORTE DO NÓ

Coordenação: Adão Costa

Segunda-feira, 10h, semanal.

A PSICANÁLISE NA CLÍNICA COM CRIANÇAS

Coordenação: Alfredo Jerusalinsky

Bimensal, em Buenos Aires.

A PSICOSSOMÁTICA NA INTERDISCIPLINA E TRANSDISCIPLINA

Coordenação: Jaime Betts

Sábado, 10h, mensal, em Novo Hamburgo.

DE FREUD A LACAN – CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA PSICANÁLISE

Coordenação: Alfredo Jerusalinsky

Bimensal, em Belém do Pará.

NOVAS BATALHAS ENTRE A PSICANÁLISE E O POSITIVISMO

Coordenação: Alfredo Jerusalinsky

Sábado, 9h, mensal, dias 21/3, 18/4, 16/05, 27/06, 15/08, 12/09, 17/10 e 14/11, em São Paulo.

GRUPOS TEMÁTICOS

A CONSTITUIÇÃO DO SUJEITO

Coordenação: Carmen Backes

Sexta-feira,10h30min, quinzenal.

ADOLESCÊNCIA, EXPERIÊNCIA E LAÇO SOCIAL

Coordenação: Roselene Gurski

Sexta-feira, 12h30min, quinzenal.

ADOLESCÊNCIA, VIOLÊNCIA E LEI

Coordenação: Márcia Menezes Ribeiro e Norton Cezar da Rosa Jr.

Sexta-feira, 14h30min, mensal.

AS FORMAÇÕES DO INCONSCIENTE

Coordenação: Gerson Smiech Pinho

Sexta-feira, 16h15min, quinzenal.

CLÍNICA PSICANALÍTICA: ALGUNS CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Coordenação: Carmen Backes

Sexta-feira, 14h30min, quinzenal.

FREUD E LACAN: A CLÍNICA PSICANALÍTICA E O SUJEITO CONTEMPORÂNEO

Coordenação: Maria Ângela Brasil e Eduardo Mendes Ribeiro

Segunda-feira, 10h30min, quinzenal.

HISTÓRIAS DA PSICANÁLISE

Coordenação: Ana Maria Gageiro e Maria Lúcia Müller Stein

Segunda-feira, 18h15min, quinzenal.

Início em abril

LIDERANÇA E PODER NAS RELAÇÕES DE TRABALHO: UMA LEITURA PSICANALÍTICA

Coordenação: Rosana Coelho

Quarta-feira, 19h30min, quinzenal.

LITERATURA E PSICANÁLISE

Coordenação: Marieta Madeira Rodrigues

Quarta-feira, 14h30min, mensal (2 quarta-feira do mês).

Início em abril.

NEUROCIÊNCIAS, PSICANÁLISE E DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Coordenação: Fernanda da Silva Gonçalves e Simone Mädke Brenner

Quinta-feira, 18h15min, mensal (1° quinta-feira do mês)

O BEBÊ E OS PROCESSOS DE ESTRUTURAÇÃO PSÍQUICA – DO LAÇO PARENTAL AO LAÇO SOCIAL

Coordenação: Ana Paula Melchiors Stahlschmidt e Mercês Ghazzi

Terça-feira, 10h, quinzenal.

Início em maio.

O SUJEITO NAS FRONTEIRAS: DIÁLOGOS POSSÍVEIS ENTRE ABORDAGENS PSICANALÍTICAS E BIOLOGIZANTES

Coordenação: Marcelo Victor e Roselene Gurski

Sexta-feira, 12h30min, quinzenal.

PSICANÁLISE DE CRIANÇAS – FUNDAMENTOS PSICANALÍTICOS

Coordenação: Marta Pedó

Segunda-feira, 10h30min, quinzenal.

PSICANÁLISE E ANTROPOLOGIA

Coordenação: Verónica Pérez

Terça-feira, 18h30min, quinzenal.

PSICANÁLISE E MÚSICA

Coordenação: Heloisa Marcon

Quinta-feira, 19h, quinzenal.

TEMAS ATUAIS NA CLÍNICA DA ADOLESCÊNCIA

Coordenação: Sandra D.Torossian e Tatiane Reis Vianna

Sexta-feira, 16h, quinzenal.

ANALISAR UMA CRIANÇA: CONSTITUIÇÃO SUBJETIVA E CLÍNICA DA INFÂNCIA

Coordenação: Mercês Ghazzi e Siloé Rey

Sábado, 10h, quinzenal, em Osório.

ADOLESCÊNCIA: ENTRE A CLÍNICA, AS INSTITUIÇÕES E OS SINTOMAS SOCIAIS

Coordenação: Ângela Lângaro Becker e Ieda Prates da Silva

Sábado, 10h, mensal, em Novo Hamburgo.

A PSICANÁLISE, A INFÂNCIA E AS INSTITUIÇÕES

Coordenação: Ieda Prates da Silva e Larissa Costa B. Scherer

Terça-feira, 19h30min, quinzenal, em Novo Hamburgo.

AS ESTRUTURAS CLÍNICAS NA PSICANÁLISE LACANIANA

Coordenação: Marianne Stolzmann Mendes Ribeiro

Data e horário a confirmar.

CLÍNICA PSICANALÍTICA DAS PSICOSES

Coordenação: Rosane Ramalho

Terça-feira, 15h, quinzenal, no Rio de Janeiro.

COMO NASCE UM SUJEITO? A INFÂNCIA EM SEUS PRIMÓRDIOS

Coordenação: Simone Mädke Brenner

Quinta-feira, 19h30min, mensal, em Novo Hamburgo (2 quinta-feira do mês).

ESPECIFICIDADES DA CLÍNICA PSICANALÍTICA NO CAMPO DA SAÚDE MENTAL

Coordenação: Volnei Dassoler

Quarta-feira, 18h30min, quinzenal, em Santa Maria.

INTRODUÇÃO À PSICANÁLISE – CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Coordenação: Walter Cruz

Segunda-feira, 19h, quinzenal, em Parnaíba (Piauí).

PROBLEMAS DE CLÍNICA PSICANALÍTICA

Coordenação: Alfredo Jerusalinsky

Sábado, 17h30min, mensal, em São Paulo (3 sábado do mês).

GRUPOS TEXTUAIS

A IMAGEM INCONSCIENTE DO CORPO, DE FRANÇOISE DOLTO

Coordenação: Simone Mädke Brenner

Quinta-feira, 18h15min, mensal (3 quinta-feira do mês).

GRUPO DE ESTUDOS SOBRE O LIVRO LACAN E A FILOSOFIA, DE ALAIN JURANVILLE

Coordenação: Aidê Ferreira Deconte e Sonia Mara Moreira Ogiba

Terça-feira, 18h, quinzenal.

MOMENTO DE LER: Seminário XV de Lacan

Coordenação: Maria Auxiliadora Sudbrack

Data e horário a confirmar.

SEMINÁRIO I DE JACQUES LACAN - OS ESCRITOS TÉCNICOS DE FREUD

Coordenação: Norton Cezar da Rosa Jr

Sexta-feira, 10h, quinzenal.

SEMINÁRIO XXIV DE LACAN - “O NÃO SABIDO QUE SABE DE UMA EQUIVOCAÇÃO” OU “O INSUCESSO DO INCONSCIENTE É O AMOR”

Coordenação: Maria Auxiliadora Sudbrack

Quinta-feira, 14h, quinzenal.

GRUPO DE ESTUDOS SOBRE O SEMINÁRIO X – A ANGÚSTIA DE LACAN

Coordenação: Sidnei Goldberg

Quarta-feira, 20h30min, quinzenal, em São Paulo.

O SEMINÁRIO III DE LACAN – AS PSICOSES

Coordenação: Charles Elias Lang

Quinta-feira, 19h, semanal, em Maceió.

ATIVIDADES EM CONJUNTO COM O INSTITUTO APPOA –

CLÍNICA, INTERVENÇÃO E PESQUISA EM PSICANÁLISE

SEMINÁRIOS

CLINICANDO

Coordenação: Ana Costa

Quarta-feira, 20h, mensal.

DESEJO E INSTITUIÇÃO

Coordenação: Eduardo Mendes Ribeiro e Simone Paulon

Terça-feira, 14h, quinzenal.

Atividade vinculada ao Instituto de Psicologia da UFRGS.

SEMINÁRIO: A ÉTICA DA PSICANÁLISE

Coordenação: Maria Cristina Poli e Simone Moschen Rickes

Quarta-feira, 14h30min, quinzenal (1 e 3 quartas-feiras do mês).

GRUPOS TEMÁTICOS

A PRIMEIRA INFÂNCIA E SUAS IMPLICAÇÕES SOCIAIS

Coordenação: Inajara Erthal Amaral, Sandra Torossian e Gilson Firpo

Quinta-feira, 14h, mensal (segunda quinta-feira do mês).

OS DISPOSITIVOS CLÍNICOS NAS SITUAÇÕES SOCIAIS CRÍTICAS

Coordenação: Jorge Broide

Sábado, 10h, mensal.

NÚCLEOS DE ESTUDO

NÚCLEO PASSAGENS – SUJEITO E CULTURA

Responsáveis: Ana Costa, Edson Sousa e Lucia Pereira

SEMINÁRIO – A FICÇÃO NA PSICANÁLISE: FREUD, LACAN E OS ESCRITORES.

Coordenação: Lucia Serrano Pereira

Data e horário a confirmar, mensal, início no segundo semestre.

NÚCLEO DAS PSICOSES

Responsáveis: Ester Trevisan, Maria Ângela Bulhões, Mário Corso, Nilson Sibemberg e Rosane Ramalho

APRESENTAÇÃO DE PACIENTES (com Alfredo Jerusalinsky)

Atividade a ser desenvolvida em conjunto com o Cais Mental Centro

Datas e horários a confirmar.

NÚCLEO DE PSICANÁLISE DE CRIANÇAS

Sábado, 10h, reuniões mensais.

Responsáveis: Alfredo Jerusalinsky, Beatriz Kauri dos Reis, Eda Tavares, Ieda Prates da Silva, Gerson Pinho, Marta Pedó, Siloé Rey e Simone Moschen Rickes.

OFICINAS

OFICINA DE TOPOLOGIA

Coordenação: Ligia Víctora

Sábado, 10h, semestral.

EXERCÍCIOS CLÍNICOS

Atividade marcada em função da proposição de algum membro da Instituição, e que ocorre aos sábados pela manhã.

Datas: 25/04 e 07/11.

LETRA VIVA

Atividade proposta pela Comissão da Biblioteca, com leitura e discussão de trabalhos elaborados por colegas da APPOA. Acontecerá aos sábados pela manhã, datas a confirmar.

PRINCIPAIS EVENTOS DO ANO

JORNADA DE ABERTURA – CIÚMES

Data: 4 de abril

Local: Santander Cultural – Porto Alegre – RS.

REUNIÃO DOS DELEGADOS DAS ASSOCIAÇÕES DE CONVERGENCIA JUNTO AO COMITÊ DE ENLACE GERAL[1][1]

Data: 6 e 7 de maio

Local: Buenos Aires

IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE CONVERGENCIA: A EXPERIÊNCIA DA PSICANÁLISE. O SEXUAL: INIBIÇÃO, CORPO, SINTOMA

Data: 8, 9 e 10 de maio

Local: Faculdade de Direito, Universidade de Buenos Aires, Buenos Aires

RELENDO FREUD E CONVERSANDO SOBRE A APPOA – O CASO SCHREBER (1911)

Data: 29, 30 e 31 de maio

Local: Hotel Laje de Pedra – Canela – RS.

JORNADA DO INSTITUTO APPOA – PSICANÁLISE E INTERVENÇÕES SOCIAIS

Data: 27 de junho

Local: APPOA

JORNADA DO PERCURSO DE ESCOLA

Data: 8 de agosto

Local: APPOA

JORNADA DO PERCURSO DE PSICANÁLISE DE CRIANÇAS

Data: 12 de setembro

Local: APPOA

JORNADA CLÍNICA

Data: 17 e 18 de outubro

Local: Centro de Eventos Plaza São Rafael

PERCURSO DE ESCOLA

TURMA: IX

Quinto semestre: Transferência

Sexto semestre: Temas cruciais da psicanálise; história e formação

TURMA:X

Primeiro semestre: O inconsciente

Segundo semestre: Édipo e castração

PERCURSO EM PSICANÁLISE DE CRIANÇAS

Seminário compartilhado com o Núcleo de Estudos Sigmund Freud

TURMA: III

Primeiro e segundo semestres: Metapsicologia do sujeito infantil I e II; Constituição do sujeito psíquico de acordo com as diferentes escolas; Metapsicologia do sujeito infantil III e IV.



[1] A APPOA é associação fundadora de Convergencia – Movimento Lacaniano para a Psicanálise Freudiana, movimento que reúne 41 instituições de diferentes países (8 brasileiras) há dez anos.


Associação Psicanalítica de Porto Alegre – APPOA

Rua: Faria Santos, 258 – Petrópolis – Porto Alegre – RS

Fones: (51) 3333.2140 ou (51) 3333.7922

appoa@appoa.com.br – www.appoa.com.br


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