Histeria de Angústia e Histeria de Conversão

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Neurose

Segundo Roudinesco (1997), esse termo foi criado pelo médico escocês William Cullen (1710 – 1790) para designar doenças nervosas que promoviam distúrbios de personalidade, e foi popularizado por Philippe Pinel em 1785. A partir do surgimento da psicanálise, a neurose será definida como uma “afeccção patogênica em que os sintomas são a expressão simbólica de um conflito psíquico que tem raízes na história infantil do sujeito e constitui compromissos entre o desejo e a defesa” (Laplanche,1995). As psiconeuroses, termo utilizado inicialmente por Freud, são, então, aquelas que estão ligadas a um conflito infantil, onde o conflito psíquico é o determinante, como na Neurose Obsessiva e na Histeria, diferindo das neuroses atuais, que se referem a conflitos do presente, relacionados ao disfuncionamento somático da sexualidade (Laplanche e Pontalis, 1995). O principal mecanismo da neurose é o recalque.


Histeria

É uma classe de neuroses que apresentam quadros clínicos muito variados, sendo as formas mais identificadas a Histeria de Conversão, em que o conflito psíquico simboliza-se nos sintomas corporais mais diversos, como no caso Dora, e a Histeria de Angústia, de caráter fóbico, como no caso do Pequeno Hans (1909).

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