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Depoimentos

Abaixo você encontra depoimentos de estudantes da UFRGS que estiveram ou estão em mobilidade em universidades no exterior.

Alemanha
          China
          Espanha
          Hungria

 

Alemanha

 

  • Nome: Rosiane Silveira Pontes
  • Universidade de destino: Technische Universität Dresden
  • Curso: Ciências Sociais - Bacharelado
  • Período damobilidade: 2009/2

Inscrevi-me para o Programa Erasmus Mundus I com a intenção de incremento na formação acadêmica. Mesmo consciente de que o curso de Ciências Sociais possui peculiaridades em cada universidade em que é ministrado, acreditava que a possibilidade de conhecer a realidade de um curso desse tipo em outro país seria de grandRosiani Pontes
Grosser Garten
Dresden - Alemanhae importância para mim. Meu objetivo inicial foi alcançado.
Entretanto, o melhor que levo comigo dessa oportunidade ímpar é o conhecimento de outra cultura e da forma de pensar de outros países.

A TU Dresden foi exemplar ao proporcionar a todos os bolsistas o melhor no que tange o atendimento a dúvidas.
O contato com outros bolseiros Erasmus Mundus da Europa, especialmente os da cidade de Dresden/Alemanha, as amizades feitas e o dRosiani Pontes
Tram 4
Dresden - Alemanhaesenvolvimento de outro idioma - especificamente o alemão - são de extrema valia para meu crescimento enquanto acadêmica e principalmente como pessoa.

Fui para Alemanha sabendo o básico de alemão, para uma cidade da antiga DDR, pouco reconhecida no meio acadêmico das Ciências Sociais e para uma universidade técnica.
Aprendi diferentes formas de se portar como aluna e professora em sala de aula, conheci uma universidade cuja ênfase na pesquisa, durante a graduação, não é o foco.
Creio que todos que tenham interesse em ser intercambistas devem procurar informações na universidade de origem e de destino, programas que oferecem bolsas e tentar.

A experiência é única e vale muito a pena, não só academicamente, mas em termos culturais.

 

  • Nome: Karina Marckmann
  • Universidade de destino: International Winter University (IWU) Kassel
  • Curso: Engenharia Ambiental
  • Período mobilidade: 2010/1

Minha experiência no IWU-2010 foi simplesmente maravilhosa!  Além de estudardepoimentofoto1 Energias Renováveis no país que é o melhor nesta área (Alemanha), tive a oportunidade de fazer visitas técnicas, conhecer pessoas de diversos locais, morar na casa de uma família maravilhosa e aprender um pouco mais da língua alemã. O programa é bem organizado e tem várias atividades, inclusive passeios que são muito legais para trocas culturais entre as pessoas de diferentes locais. Recomendo que as pessoas participem do programa, é uma ótima experiência e vale a pena o investimento.

 

 

China

 

China - Tiantan

  • Nomes: Felipe Machado e Helena Melchionna
  • Universidade de destino: Universidade de Comunicação da China
  • Curso: Relações Internacionais (UFRGS), Mandarim (China)
  • Período da mobilidade: 2009-2 e 2010-1

China - YiheyuanA China tem sido uma experiência realmente enriquecedora. As diferenças culturais são muitas e estão presentes em muitos aspectos do nosso cotidiano. Embora essas diferenças - inclusive o idiomaChina - Beihai Park (2) - tenham sido difíceis inicialmente, à medida que nos acostumamos com o estilo de vida chinês, passamos a nos interessar mais e mais por elas. Beijing é uma cidade incrível. Repleta construções históricas -  inimagináveis ainda para o nosso tempo -  a cidade é uma verdadeira mescla entre o antigo e o moderno. Nosso intercâmbio para China, mantidas as devidas proporções, é claro, pode se incluir nessa mesma mistura temporal que é Beijing, pois ele significa também uma nova fase no processo de internacionalização de nossa universidade, consolidando parcerias tradicionais, mas também voltada e disposta a inovar e garantir uma experiência inovadora para seus alunos.

Nós somos os primeiros alunos da UFRGS a vir estudar na China, mas certamente não seremos os últimos.

 

Espanha 

 

  • Nome: Fabiane Flores Sum
  • Universidade de destino: Universidad Politécnica de Valencia
  • Curso: Engenharia de Produção
  • Período da mobilidade: 2009/02

Fabiane Flores Sum
Ciudad de las Artes y de las Ciencias
ValênciaMinha mobilidade foi para a Espanha, mais especificamente na cidade de Valência. A universidade é incrivelmente perfeita, organizada, limpa e tecnológica. O início de um intercâmbio acredito ser sempre complicado, a adaptação a uma nova cultura, a um novo ritmo e a um novo sistema. No meu caso não foi diferente, o sistema aqui é bem diferente, os métodos de avaliação, calendário letivo, etc. mas em menos de um mês eu já estava habituada. A Espanha em si é um país maravilhoso, e muitoooo seguro. As coisas aqui são muito bem organizadas e o sistema de transporte funciona.

Com relação a mim, um intercâmbio sempre foi meu sonho, mas confesso que nem nesse sonho eu achei que ele pudesse ser tão maravilhoso. Aqui eu conheci gente de todos os cantos do mundo, inclusive muitos brasileiros de cantos diferentes do Brasil. Bom, eu sou estudante Erasmus, e aqui na Europa, existe um mundo chamado Erasmus, existem muitas festas, excursões, etc. Para que além das atividades acadêmicas possamos também conhecer pessoas, que é uma das metas do programa.

Em realidade eu posso dizer que volto em fevereiro de 2010 uma pessoa bastante diferente, eu não aprenderia em 10 anos aí o que acho que aprendi aqui. Antes eu morava com meus pais, aqui tive de me virar sozinha, cuidar de uma casa e de mim mesma. Aprendi a lidar com diferenças, a superar desafios, a manter a calma mesmo quando tudo parece estar dando errado e a nunca desistir de nada!

Se eu pudesse voltar no tempo eu tenho a certeza de que eu faria tudo igual novamente. E digo para quem se interessa por um intercâmbio, que corra atrás disso, que se esforce, pois eu tenho absoluta certeza de que valerá muito a pena!

 

Hungria

 

  • Nome: Shanna Trichês Lucchesi
  • Universidade de destino: Budapest University of Technology and Economics
  • Curso: Engenharia Civil
  • Período da mobilidade: 2009/2Shanna Lucchesi - Hungria

 O guia do estudante para alunos estrangeiros de nossa universidade húngara começava dizendo que estudar no exterior não é mais luxo, é necessidade. Sempre acreditei nisso, mas esses 4 meses fora do Brasil só aumentaram minha convicção. Meus amigos que já haviam passado por esse tipo de experiência me contavam como havia sido espetacular e eu ficava sonhando. Foi tentando realizar esse sonho que me inscrevi no programa EBW.

Passado o susto da convocação, o primeiro passo foi tentar buscar o máximo de informações possíveis sobre a Hungria. Mais especificamente sobre Budapeste. Foi útil, é claro, mas a Hungria não é um país para ser estudado, é preciso vivenciá-lo. Ainda são visíveis os efeitos da transição do socialismo para o capitalismo e, hoje, seus governantes tentam atingir os padrões exigidos pela União Européia para poder fazer crescer esse pequeno país (menos que a metade do Rio Grande do Sul em área). Um território marcado por batalhas desde o início da sua história, cujo ato final foi um bombardeio aéreo em Budapeste na Segunda Guerra Mundial.  Talvez devido a isso, os habitantes de mais idade tenham um pouco de receio das pessoas que não falem magyar (língua oficial do país). Já os jovens, com a mente mais aberta do mundo moderno, são muito prestativos e mesmo os que não sabem falar inglês tentam ajudar.

Uma das minhas principais preocupações era sobre o dia-a-dia acadêmico. Não sabia como seria nosso ingresso na universidade, a escolha das disciplinas, o horário das aulas. Chegando aqui, não tive problemas. Os coordenadores do programa na Hungria sempre estiveram dispostos a esclarecer dúvidas não só quanto à universidade, mas quanto às necessidades na cidade. Até mesmo durante o tempo que fiquei sem minha mala, ela foi extraviada na chegada, tive apoio (Dica útil: sempre leve uma muda de roupa na sua mala de mão). Também sempre pude contar com o Relinter e com o prof. Alexandre Pacheco, coordenador do curso de engenha civil. A burocracia inevitável nesse tipo de mobilidade, principalmente quando auxílio financeiro está envolvido, é cansativa. Muitas vezes foi necessário alterar dados, e, devido a isso, coletar assinaturas novamente das 4 entidades (eu, UFRGS, BME e Universidade do Porto – coordenadora do Programa EBW). O único item que acredito não ter sido tão satisfatório foi quanto às disciplinas cursadas aqui. Talvez pelo inglês também não ser a língua nativa dos professores, fiquei com a impressão de que algo faltava. Os próprios estudantes que poderiam realizar seus estudos em húngaro, me confessaram preferir o inglês por dizerem ser 'mais fácil', ou seja, os professores não seriam tão exigentes. Acredito, que para engenharia, uma profissão de tanta responsabilidade, não podemos optar pelo 'mais fácil'.

Faltando dois meses para voltar ao Brasil, a saudade aperta. Casa é sempre casa. Entretanto só estando longe para saber. É necessário ter coragem e enfrentar esses desafios. Comentei sobre isso na minha carta de motivação para participar do programa e agora sei que não mentia. Voltarei com mais maturidade, responsabilidade e com muitas histórias para contar. Sei que esses seis meses serão enriquecedores para mim pessoalmente, academicamente e profissionalmente. Obrigada pela oportunidade.

Viszontlátásra! (Adeus!)

 

 

 

  • Nome: Tiago Zanchet
  • Universidade de destino: Budapest University of Technology and Economics
  • Curso: Engenharia de Produção
  • Período da mobilidade: 2009/2 e 2010/01

 depoimentofoto2As one of the first tasks of the program, choose the possible destinations to realize the studies, Budapest is not very much known in Brazil. But with no doubt, Budapest is one of the greatest city to live in Europe. I have not lived in any other city in there, but I got some ideas from traveling and talking with friends. Culturally very rich, good infrastructure for students, it has a central position in east Europe (other cultures are very easy reached) and above all, a BEAUTIFUL city. For those who came from Brazil, I would specially point out the security, good transportation system, good housing, and cost of living. I just loved to live in Budapest and I got no negative point about this. For me, and I would say that for my friends, the Hungarian language is a little bit difficult to learn, but the Hungarians were most of the times trying to help. I felt no problem on dealing with day-to-day living. From trying to find beans in the supermarket to fixing my laptop, no problems!

As a second step, the preparations for getting to Budapest, the arrival in Budapest  and during all the time as a BME's student, I just want to say thanks to Eszter. She was great for all of us, all the time. The whole process was well organized. The only "small problem" I got, when trying to get registered the second time, was a matter of tasks distribution, as the offices were being, as I think it was, reorganized. But I think I just got this because I was in the transition of semesters.

About studying, I, and I could also expand this words to my friends, encountered some confusing situations in selecting our classes. Initially, the classes which we could choose before getting to Hungary were not the same of those officially presented later, in Budapest. Our initial plan of studies had to be modified, send again to Brazil, a long process of getting signatures to make everything official again. Also, in the second semester, after choosing my classes, I got some canceled. It is a suggestion to establish the classes before they get to the students. The content of the classes was as agreed, but I got some different impressions from different professors about they rigor in the classes. Many students, Hungarians, said the English classes were easier than those taught in Hungarian. The English of the professors was mostly good. I got very interesting classes, and many I could use in my home University. My feeling in the end was that there was missing a little bit of planning and preparation for some specific classes. It is also important to point out the great variety of classes that students could take, many linked with sports and athletic activities.

These are just few words on what I took from this exchange program. Any questions you may have on what I wrote, or things that I left without a word, please just email me.

I will be always happy to help anyone who may have questions about going to Budapest. My email is tiago.zan@gmail.com.

 

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