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Projeto REMOA

Rede-Cidadã de Monitoramento do Ambiente baseado em Conceitos da Internet das Coisas

Apresentação

Este projeto propõe um conjunto de ferramentas que explora a participação do cidadão em uma cidade inteligente baseada na Internet das Coisas através do conceito de Redes de Monitoramento do Ambiente em que o cidadão vive. A participação-cidadã é abordada sob dois aspectos: a participação anônima (pública) e a participação personalizada. A participação anônima, dentro do conceito de democracia participativa do e-gov, é baseado em uma rede ubíqua para o cidadão partilhar os fatos por ele presenciado/vivido e obter informações integradas em categorias diversas que definem o status do cotidiano de serviços prestados pelo governo de sua cidade. A participação personalizada oferece serviços de e-gov para o cidadão a partir do monitoramento de aspectos ambientais e/ou pessoais. O protótipo a ser desenvolvido aborda questões inovadoras envolvidas no desenvolvimento de (i) uma intra-estrutura de suporte à rede-cidadã na forma de um framework e de soluções de rede, (ii) aplicações de acesso móvel e ubíquo à rede-cidadã usando tecnologias como smartphones e QRCodes, (iii) aplicações que ilustram possíveis serviços personalizados a serem oferecidos aos cidadãos, tais como monitoramento de aspectos de Saúde pessoal - doenças crônicas e agendamento de consultas.  

Monitoramento remoto de pacientes com doenças crônicas

O protótipo a ser desenvolvido visa possibilitar o monitoramento constante de pacientes com doenças crônicas em suas próprias casas utilizando dispositivos de monitoramento como sensores de movimento, monitores de pressão cardíaca, dentre outros. Baseando-se em conceitos de Internet das Coisas e computação Ubíqua, este projeto pretende possibilitar o monitoramento de pacientes de forma não intrusiva e autônoma. Os equipamentos de monitoramento utilizarão a infra-estrutura de suporte à rede-cidadã para enviar os dados para um servidor remoto onde os dados serão automaticamente processados e avaliados. Como resultado da avaliação alarmes e ações podem ser iniciados para atender uma eventual emergência.


Utilizando dispositivos móveis como smartphones ou tablets médicos e agentes de saúde poderão acessar as informações atualizadas do paciente monitorado, como ilustrado na figura 1. Os agentes, quando na casa dos pacientes monitorados, poderão receber informações diretamente dos dispositivos de monitoramento no dispositivo móvel que estiverem utilizando. A infra-estrutura de suporte garantirá que apenas pessoas autorizadas, utilizando dispositivos autorizados, tenham acesso às informações dos pacientes em momentos e locais determinados. 

 

ilustracao

 Figura 1: Ilustração do protótipo de monitoramento remoto de pacientes

 

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