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Programa

 

SECRETARIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

 

PROGRAMA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL PERMANENTE NA UFRGS

2.º CICLO AVALIATIVO

Ênfase na Avaliação Interna

 

  1. Introdução
  2. A avaliação institucional praticada na UFRGS desde a década de 1990, tem como ponto central a busca do auto-conhecimento da Instituição.

    Na ocasião do desenvolvimento do Programa de Avaliação Institucional da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – PAIUFRGS, que se realizou durante o período de 1994 a 2000, a ênfase encaminhou-se ao ensino de graduação pelo fato deste ter sido considerado o primeiro ponto que deveria ser abordado e, na seqüência, os demais seriam tratados. No entanto, com o decorrer do processo, o envolvimento mais profundo foi com a graduação, sendo que os outros segmentos acabaram participando de uma forma complementar.

    Os resultados desse Programa foram profícuos no que diz respeito à gestão interna dos cursos que participaram, considerando que ocorreram alterações tanto de nível curricular como organizacional em muitos deles. E ainda, os debates e as discussões vieram a subsidiar ações da administração central em benefício do desenvolvimento das diversas atividades da Universidade. Este período proporcionou o acionamento da avaliação interna da gestão, que foi coordenada pelo Gabinete da Reitora, em conjunto com a Pró-Reitoria de Planejamento.

    A avaliação da gestão englobou as atividades contempladas no Plano de Gestão 1996/2000 e teve a sua continuidade no Plano de Gestão 2000/2004. O foco principal desta avaliação foi a consulta e a participação dos gestores da administração central e das demais instâncias da Universidade. Salienta-se que esta ação avaliativa continua em desenvolvimento.

    Acrescente-se que a avaliação externa executada pela CAPES, desde a década de 1970, se manteve em paralelo a todo esse processo.

    De outro lado, a partir de 1996, o Ministério da Educação, através de seus órgãos competentes, tais como a Secretaria de Ensino Superior - SESu e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, vêm se ocupando em avaliar externamente os cursos de graduação oferecidos no país. No caso da UFRGS, as avaliação utilizadas são o Exame Nacional de Cursos - Provão e a Avaliação das Condições de Ensino - ACE.

    Dentro deste cenário, a UFRGS está implementando o aprofundamento de sua Avaliação Institucional, com ênfase na Avaliação Interna, através do presente Programa de Avaliação Institucional Permanente da UFRGS - PAIPURGS. Este está elaborado numa perspectiva de organicidade avaliativa do conjunto de suas funções, quais sejam o ensino de graduação e de pós-graduação, a pesquisa, a extensão e a gestão acadêmica e administrativa, nas suas relações com os diferentes segmentos da sociedade e, também, com seus diversos níveis de relacionamento local, regional, nacional e internacional.

     

  3. Princípios da Avaliação Institucional Permanente
  4. Para fundamentar o Segundo Ciclo Avaliativo da UFRGS, que tem ênfase na avaliação interna, com auto-avaliação, privilegiando o ensino, a pesquisa, a extensão e a gestão, de forma orgânica, faz-se mister partir de seu documento maior, o Estatuto da UFRGS (UFRGS, 1996), dos compromissos assumidos através do seu Plano de Gestão (UFRGS, 2000-2004), do espírito universal dos Anais da Conferência Mundial sobre o Ensino Superior (UNESCO, 1998) e contribuições das 27 Unidades Acadêmicas, do Colégio de Aplicação e da Escola Técnica da UFRGS.

    Em assim sendo, os princípios basilares que norteiam a UFRGS são os mesmos que orientam a sua avaliação institucional – Pertinência Social e Excelência sem Excludência numa Universidade como Bem Público.

    A UFRGS como Bem Público constitui-se em corpo social, bem público a serviço da sociedade, que se afirma através da sua capacidade de representação cultural, intelectual e científica. A sua missão é inequívoca em dois grandes sentidos: 1) formar recursos humanos qualificados, competentes científica e tecnologicamente e com compromisso para o exercício da cidadania, e 2) produzir conhecimento, com o desafio de garantir a inovação e a crítica, fruto do respeito à diversidade, à heterogeneidade, à pluralidade de idéias que convivem no mesmo espaço institucional, abrigo da polêmica e da multiplicidade de saberes.

    Enquanto universidade pública, pois, a UFRGS apresenta-se como a "expressão da sociedade democrática e pluricultural, inspirada nos ideais de liberdade, de respeito pela diferença e solidariedade, constituindo-se em instância necessária de consciência crítica, na qual a coletividade possa repensar suas formas de vida e suas organizações sociais, econômicas e políticas " (Estatuto, Art.2º, Título I).

     

    O princípio da Pertinência Social deve estar visível na formação educativa oferecida e na produção científica, filosófica, artística e tecnológica desenvolvida, correspondendo ao que a sociedade espera, precisa, deseja e tem direito a receber de uma instituição pública. Este princípio se expressa em conceber o ensino superior em função de seu papel e seu lugar na sociedade, de sua missão de educação, pesquisa e extensão, de seus laços com o mundo do trabalho, de suas relações com o Estado, das fontes de financiamento públicas e de suas interações com os outros graus e formas de ensino.

    O princípio da Excelência sem Excludência deve atingir todas as áreas da Universidade, acadêmicas e de gestão administrativa, ao mesmo tempo em que suas atividades são oferecidas, sem restrição, a estudantes, à população em geral e aos diversos setores da sociedade. A excelência sem excludência reflete-se nos patamares de qualidade estipulados e na eqüidade com que lida com as esferas locais, regionais, nacionais e internacionais, bem como com os diferentes estratos da sociedade – desde aqueles que demandam tecnologias avançadas até aqueles que necessitam da transposição inovadora e crítica do conhecimento produzido para a solução de problemas básicos de sobrevivência.

    As demandas advindas das Unidades Acadêmicas, do Colégio de Aplicação e da Escola Técnica, consubstanciadas em documentos resultantes das visitas feitas pelos membros da Secretaria de Avaliação Institucional, acompanhados do Vice-Reitor, no período de fevereiro a maio de 2003, associadas aos princípios, perfizeram os pilares do atual Programa de Avaliação Institucional Permanente da UFRGS (PAIPUFRGS). Tais demandas foram sistematizadas levando em conta a incidência em que apareceram e estão a seguir discriminadas.

     

  5. Sistematização das Demandas
  6. 3.1 Avaliação das condições de infra-estrutura física e de equipamentos;

    3.2 Avaliação, alocação, capacitação e valorização dos servidores técnico-administrativos;

    3.3 Acompanhamento dos egressos de graduação e de pós-graduação;

    3.4 Avaliação do docente e da disciplina pelo discente;

    3.5 Aprimoramento da matriz de alocação docente;

    3.6 Entendimento da avaliação como processo que envolve ensino, pesquisa, extensão e gestão;

    3.7 Sistematização de dados e informações existentes;

    3.8 Verificação da qualidade da inserção social da Universidade;

    3.9 Análise da gestão da estrutura acadêmica e administrativa;

    3.10 Consulta à comunidade sobre relações Universidade-Sociedade;

    3.11 Utilização dos resultados das avaliações externas realizadas pelo MEC;

    3.12 Atenção especial aos Departamentos/Unidades, que oferecem disciplinas para outros cursos;

    3.13 Implementação de formas de superação da evasão de alunos de graduação;

    3.14 Utilização da experiência dos professores da UFRGS que participam das avaliações externas do MEC;

    3.15 Entendimento da avaliação como processo;

    3.16 Utilização dos resultados da avaliação para o planejamento;

    3.17 Divulgação dos resultados da avaliação;

    3.18 Realização de capacitação pedagógica para os professores;

    3.19 Avaliação do custo/aluno de cada Curso.

     

  7. Meta
  8. Avaliar o cumprimento da missão da Universidade na sua finalidade de educação e produção de conhecimento integrados no ensino, na pesquisa, na extensão, na gestão acadêmica e administrativa, em cada Unidade Acadêmica e na Universidade como um todo, tendo por base os princípios da Pertinência Social e da Excelência sem Excludência.

  9. Objetivos

5.1 Enfatizar a avaliação interna, como mecanismo qualificado para trabalhar com as diversas atividades e funções que são desenvolvidas pela UFRGS;

5.2 Utilizar as informações disponíveis na Universidade, inclusive as advindas das diversas avaliações externas, realizadas pelos órgãos governamentais;

5.3 Consultar a comunidade universitária e a comunidade externa sobre seu grau de satisfação em relação ao cumprimento da missão da Universidade;

5.4 Utilizar os resultados da avaliação como instrumentos de planejamento e de gestão.

 

A figura a seguir sintetiza as relações acima estabelecidas entre os princípios e as funções da Universidade como Bem Público, olhados a partir da Avaliação Institucional como um organizador qualificado

6. Questões de Avaliação para a Universidade

6.1 Egressos

  • Consultar os egressos da graduação e da pós-graduação, em relação à sua atividade profissional, para saber se atua na área de formação, se atua em outra área ou se encontra-se desempregado, bem como saber sua opinião a respeito da formação obtida na Universidade.

6.2 Técnicos Administrativos

  • Avaliar desempenho, alocação e qualificação, buscando a valorização dos técnico-administrativos, com vistas a subsidiar a elaboração da matriz de alocação de técnico-administrativos.

6.3 Avaliação do docente e da disciplina pelo discente

  • Otimizar a atual prática de avaliação de disciplina e de docente pelo discente, através de um sistema on line articulado entre a Administração Central e as Unidades Acadêmicas.

6.4 Infra-estrutura

  • Conhecer as reais necessidades físicas e de equipamentos das Unidades Acadêmicas, presentes e futuras, através dos dados disponibilizados pela Pró-Reitoria de Infraestrutura.
  • Estimular as Unidades Acadêmicas a aprofundarem a análise de suas demandas e prioridades, considerando inclusive os pareceres das avaliações externas, a fim de subsidiar as instâncias competentes para as necessidades de planejamento e de gestão da Universidade.

 

7. Questões de Avaliação para as Unidades Acadêmicas

7.1 Ensino

  • Explicitar em que medida e quais as evidências que mostram as relações estabelecidas pela formação educativa, na graduação e na pós-graduação, com a atualidade do mundo do trabalho e da formação cidadã, nos seus aspectos profissionais, éticos, sociais, culturais, ecológicos, econômicos e humanísticos;

7.2 Pesquisa

  • Situar as pesquisas desenvolvidas, em relação à sua inserção e relevância local, regional, nacional e internacional e em relação a diferentes segmentos da sociedade;

 

 

 

 

7.3 Extensão

  • Situar as ações de extensão desenvolvidas, em relação à sua inserção e relevância local, regional, nacional e internacional e em relação a diferentes segmentos da sociedade;

7.4 Gestão Acadêmica

  • Analisar a gestão acadêmica da Unidade em termos da organização dos: projeto(s) político(s) pedagógico(s), currículo(s) de graduação, programa(s) de pós-graduação, linhas de pesquisa e projetos de extensão.

7.5 Gestão Administrativa

  • Realizar diagnóstico da gestão administrativa, com foco nos aspectos estratégicos e operacionais, como alicerce ao desenvolvimento das atividades da Unidade.

7.6 Infra-estrutura

  • Analisar dados da infra-estrutura física e de recursos tecnológicos, verificando a compatibilidade com as necessidades da Unidade e salientando as prioridades de atendimento.

7.7 Pessoal Docente

  • Analisar os dados sobre o pessoal docente, de acordo com o Projeto Acadêmico da Unidade/Universidade.
  • Subsidiar as instâncias de decisão sobre a matriz de alocação de vagas docentes.

7.8 Pessoal Técnico-Administrativo

  • Analisar os dados sobre o pessoal técnico-administrativo, capacitado para desenvolver as atividades de apoio técnico e administrativo, de acordo com o Projeto Acadêmico da Unidade/Universidade.
  • Subsidiar as instâncias de decisão com elementos para auxiliar na elaboração da matriz de alocação de vagas de técnico-administrativos.

7.9 Estudantes

  • Avaliar as condições para o atendimento do alunado e as perspectivas de expansão, mantidos os pressupostos de qualidade.
  • Conhecer a opinião e sugestões dos alunos sobre o curso, a Unidade e a Universidade, utilizando, dentre outras fontes, as publicações sobre os perfis e representações dos estudantes do ensino médio e técnico, da graduação e da pós-graduação.

 

 

7.10 Relações Institucionais

  • Reconhecer a vocação social da Unidade, através dos tipos de relações estabelecidas, com os diferentes segmentos da sociedade, realizados através de convênios, consultorias e similares.

 

8. Metodologia

A implantação do Programa prevê o envolvimento de todos os segmentos da comunidade acadêmica – professores, alunos e técnico-administrativos – com o desenvolvimento de várias etapas, que podem ocorrer concomitantemente e atender a objetivos diferentes. Ou seja, uma ação em desenvolvimento não invalida a outra, podendo, inclusive, complementarem-se mutuamente.

Tendo em vista a diversidade que a UFRGS possui em relação às atividades de ensino, pesquisa e extensão, este momento avaliativo da Instituição procura atender a esta característica, mas também busca a interação entre elas. Neste sentido, é de extrema importância a participação dos vários segmentos que compõem a Universidade através de suas Unidades Acadêmicas.
8.1 Responsabilidades:
8.1.1 À Secretaria de Avaliação Institucional – SAI, compete:
  • Coordenar e articular, com as Unidades Acadêmicas, e com os diversos setores da administração central, o desenvolvimento do Programa de Avaliação Institucional Permanente da UFRGS - PAIPUFRGS: 2.º Ciclo Avaliativo;
  • Subsidiar as Unidades Acadêmicas, com dados e informações necessárias e pertinentes para a execução do PAIPUFRGS;
  • Organizar e desenvolver seminários e outros eventos que se fizerem necessários para ancorar o desenvolvimento das atividades do PAIPURGS;
  • Sistematizar os processos e resultados das ações de avaliação, em relatórios parciais e em publicação final, para divulgar o trabalho realizado.
8.1.2 Aos Núcleos de Avaliação das Unidades – Nau’s, articulados com a SAI, compete:
  • Implantar o processo de avaliação das Unidades, segundo o Programa de Avaliação Institucional Permanente na UFRGS: 2º Ciclo Avaliativo, envolvendo a comunidade de alunos, professores e técnico- administrativos;
  • Realizar eventos que sirvam de suporte teórico e prático ao processo de avaliação;
  • Responsabilizar-se pela análise do diagnóstico de sua Unidade, coordenando o processo de Avaliação Interna;
  • Participar do trabalho referente às quatro questões de avaliação para a Universidade: 1) acompanhamento de egressos, 2) análise da alocação, qualificação e desempenho com vistas a valorização dos técnico-administrativos; 3) otimização do processo de avaliação docente e de disciplina pelo discente; e 4) análise das condições físicas e de equipamentos da Unidade, para subsidiar as prioridade de infraestrutura da Unidade;
  • Elaborar o projeto de avaliação interna da Unidade, contemplando suas peculiaridades e especificidades, entendendo as questões de avaliação para as Unidades Acadêmicas como referências orientadoras: 1) ensino; 2) pesquisa; 3) extensão; 4) gestão acadêmica; 5) gestão administrativa; 6) infra-estrutura; 7) pessoal docente; 8) pessoal técnico-administrativo; 9) estudantes; 10) relações institucionais;
  • Organizar relatórios de avaliação, de acordo com o cronograma do Programa de Avaliação, atentando às suas duas vertentes de desenvolvimento: uma que "olha" a Universidade por inteiro, e outra que busca as especificidades das atividades desenvolvidas em cada Unidade Acadêmica da Instituição, incluindo a Escola Técnica e o Colégio de Aplicação.

 

9. Cronograma de Atividades

1ª Etapa - Reuniões de sensibilização junto às Unidades Acadêmicas, para informar sobre a atual situação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior no país, situar a UFRGS nesse contexto e solicitar documento de posicionamento da Unidade com subsídios à elaboração e execução do 2º Ciclo Avaliativo. Entrega de dossiê sintético, com informações gerais da Unidade Acadêmica (fev – maio/2003);

2ª Etapa – Recebimento dos documentos advindos das Unidades Acadêmicas com suas contribuições ao 2º Ciclo Avaliativo da UFRGS (jun/2003);

3ª Etapa - Sistematização das demandas advindas das Unidades, em função das reuniões de sensibilização, e elaboração do Programa de Avaliação Institucional, incluindo graduação, pós-graduação, pesquisa, extensão e gestão, numa perspectiva orgânica, respeitando o global da Instituição e as especificidades das Unidades (jun-jul/2003);

4ª Etapa - Realização de Seminário para apresentação do Programa do 2º Ciclo Avaliativo da UFRGS, à comunidade acadêmica, e entrega de "CD- ROM" contendo informações para o desenvolvimento do processo de avaliação (ago/2003);

5ª Etapa – Definição sobre a composição dos Núcleos de Avaliação das Unidades – NAU’s, confirmando os já existentes e estabelecendo prazo para a criação dos demais (ago/2003);

6ª Etapa – Desenvolvimento de reuniões de trabalho sistemáticas entre a SAI e os Coordenadores dos NAU’s, para aproximação entre os grupos de trabalho, troca de experiências, auxílio mútuo e definição de necessidades para o desenvolvimento do trabalho. Produção de dados/informações/indicadores, solicitados pelas Unidades Acadêmicas (set/03 a jul/04);

7ª Etapa - Criação dos sub-grupos de trabalho, a partir dos NAU’s, que irão definir e implantar, em conjunto com a SAI, instrumentos/procedimentos para: acompanhamento dos egressos de graduação e de pós-graduação e avaliação do docente e da disciplina pelo discente (set-dez/2003);

8ª Etapa - Definição do formato e elaboração do 1º Relatório de Avaliação, contendo o diagnóstico das Unidades Acadêmicas e da Universidade (Set/03-Jul/04);

9ª Etapa - Realização do Seminário de Meta-Avaliação, como balanço analítico do desenvolvimento do 2º Ciclo Avaliativo e projeção de sua continuidade (jul/2004);

10ª Etapa – Organização e publicação da experiência do 2º Ciclo Avaliativo da UFRGS destacando as especificidades de cada Unidade Acadêmica (maio-jul/2004).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Brasil, Ministério da Educação e do Desporto. Fundação CAPES. Boletim Informativo V.2, N.1.Jan/Mar. Brasília: 1994.

Brasil, Ministério da Educação e do Desporto. Portaria n.º249/96. Institui a sistemática para a realização do Exame Nacional de Cursos. Diário Oficial da União, Seção 1, 20 Março 1996, 4686.

Brasil, Decreto n.º3860/01. Dispõe sobre a organização do ensino superior, a avaliação de cursos e instituições, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Seção 1, 10 julho de 2001; Edição 132.

Brasil, Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. CAPES: 50 anos. Org. Marieta de Moraes Ferreira e Regina da Luz Moreira. Brasília, DF: CAPES, 2002. 343p.

LEITE, Denise. Avaliação Institucional, Reformas e Redesenho Capitalista das Universidades. In Avaliação e Compromisso: a educação superior em debate. Dias Sobrinho, José e Ristoff, Dilvo (org). Florianópolis: Insular, 2003.

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Ministério da Educação. Disponível em www.capes.gov.br. Acessado em 16 janeiro 2004.

MOROSINI, Marília C. et al (org). Enciclopédia de Pedagogia Universitária. Porto Alegre: PAPERGS/RIES, 2003.

UNESCO. Tendências da Educação Superior para o Século XXI: Anais da Conferência Mundial sobre o Ensino Superior. Paris, 5 a 9/out/1998.

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Estatuto e Regimento Geral. Porto Alegre: UFRGS, 1996.

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Plano de Gestão 1996-2000.Porto Alegre: UFRGS, 1997.

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. CEPAV/CAVI. PAIUFRGS – Avaliação Institucional na UFRGS: UFRGS Século XXI – Compromissos e Ações. Porto Alegre: UFRGS, 1999.

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Plano de Gestão 2000-2004. Porto Alegre: UFRGS, 2001.

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Secretaria de Avaliação Institucional. Avaliação institucional permanente na UFRGS: graduação, pós-graduação, pesquisa, extensão, gestão . Porto Alegre: UFRGS, 2003.

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Disponível em www.ufrgs.br/sai/ Acessado em 16 janeiro 2004.

 

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