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Compras Ecoeficientes

 

A rotina universitária exige o consumo de diversos produtos de escritório e limpeza. Cada um dos itens adquiridos por meio de pregões eletrônicos e licitações são associados a danos ambientais na produção, no transporte, no uso e no descarte final – ciclo de vida.  Pensando no consumo considerável apresentado pela Universidade, visto que aqui circulam cerca de 40 mil pessoas diariamente, procuram-se alternativas que respeitem o ambiente para diminuir o impacto ambiental associado ao seu funcionamento.

O Projeto “Compras Ecoeficientes” iniciou em 2009 com o incentivo do Ministério do Meio Ambiente, pela Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), e do Ministério do Planejamento, pela Instrução Normativa 01/2010, que determina aos órgãos públicos que adotem práticas ecoeficientes na compra e no consumo de produtos. Na A3P, é colocado:

“Licitações que levem à aquisição de produtos e serviços sustentáveis não apenas são importantes para a boa conservação do ambiente, como também representam uma melhor relação custo/benefício a médio ou longo prazo quando comparadas às que se valem do critério de menor preço. Logo, é importante que se ponha em prática a adoção de critérios de sustentabilidade ambiental em licitações nos órgãos públicos e que se dê prioridade a licitações por via eletrônica”.

Seguindo essas recomendações, passou-se a fazer a “adequação” das listas de compras da Universidade, analisando os itens de limpeza e escritório quanto ao seu ciclo de vida, composição, eficiência e forma de comercialização, para encontrar o ambientalmente menos agressivo.

O método usado é o de pesquisa quanto à composição dos materiais disponíveis no mercado, além da necessária experiência dos usuários para atestar a qualidade dos produtos. Assim, por exemplo, são buscados produtos químicos isentos de nitrogênio (para não contribuir com a eutrofização dos cursos d’água) e concentrados (que utilizam menos embalagens e evitam maiores gastos em transporte do que os diluídos), folhas de papel recicladas e vassouras feitas com produtos reaproveitados.

Com o desenvolvimento do projeto, espera-se identificar o que há de mais ecoeficiente no mercado e até mesmo incentivar a produção de tais produtos e a adoção de compras sustentáveis em outras instituições.

 

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