GNU Blog Software Livre na EducaçãoMicro Livre

05/09/2014

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Rastreamento automático e notificação 2014/2

Filed under: Blogs,Educação,Software Livre — admin @ 11:43 am

O rastreamento automático através de pingback ou de trackback é uma mecanismo que permite que o autor de um blog tome conhecimento quando um outro blogueiro cita o endereço de uma publicação sua.

Assim, faremos alguns testes para verificar se esse mecanismo está em funcionamento:

Olá Caroline! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Giovanna! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Jonathas! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Marina! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Leandro! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Carla! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Então, relembrando: coloque no seu blog o endereço de forma clicável (link) completo do artigo (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo). Se possível, coloque o endereço do rastreamento (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo/trackback).

Saudações livres!

28/05/2014

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Software Educacional Livre na Wikipédia –

Filed under: EAD,Software Livre,Wiki — admin @ 1:02 pm

Software educacional livre na Wikipédia

Endereço da categoria na Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Software_educacional_livre

Página mãe no Blog Software Livre na Educação: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/software-educacional-livre-na-wikipedia

Cópia local dos artigos da Wikipédia em formato de blog:: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/mapa-do-blog.

Cópia dos artigos da Wikipédia na instalação local MediaWiki: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/wiki/Categoria:Software_educacional_livre.

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Tabela Dinâmica Software Educacional Livre, parte integrante do projeto Software Educacional Livre na Wikipédia 2014: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/tabela-dinamica.

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18/09/2012

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Anúncios publicitários nas redes sociais

Filed under: EAD,Educação,Internet — admin @ 5:03 pm

Anúncios publicitários nas redes sociais eletrônicas

Na utilização educacional ou escolar das redes sociais eletrônicas, em geral não é abordada uma questão: os anúncios publicitários exibidos.

No Facebook, a coluna da direita exibe publicidade rotativa personalizada.

A propósito, foram publicados livros didáticos em 2011 no Chile com anúncios publicitários.

Chile põe publicidade em livro didático http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,chile-poe-publicidade-em-livro-didatico,704193,0.htm.

Governo chileno aprova anúncios publicitários em livros didáticos http://operamundi.uol.com.br/conteudo/reportagens/11093/governo+chileno+aprova+anuncios+publicitarios+em+livros+didaticos.shtml.

Polêmica nos livros didáticos http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/14884/polemica-nos-livros-didaticos.

Textos escolares aprobados por el Mineduc incluyen publicidad http://www.elmostrador.cl/noticias/pais/2011/04/05/textos-escolares-aprobados-por-el-mineduc-incluyen-publicidad.
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24/01/2012

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Instale em um pen drive as atividades do Sugar/OLPC

Filed under: Educação,Informática,Internet,Software Livre — admin @ 7:29 pm

O sistema operacional de software livre Sugar www.sugarlabs.org, criado para o projeto OLPC www.laptop.org, pode ser instalado em um pen drive. Claro, você também pode instalar em um computador de mesa ou portátil.

A base do sistema é uma das versões da distribuição de software livre Fedora: http://spins.fedoraproject.org/soas.

O Sugar tem centenas de atividades desenvolvidas para crianças, nas áreas de Matemática, Física, Leitura e Redação, Geografia, Mídias, etc.

Veja em: http://activities.sugarlabs.org.

Um dos destaques, o software musical TAM TAM, para crianças e adolescentes, tem 4 versões: Edit, Jam, Mini e Sintetizador http://wiki.laptop.org/go/TamTam. Vídeos: http://www.youtube.com/watch?v=31L9qaxOrp0 e http://www.youtube.com/watch?v=Nwqt8NMT-zI

Outro destaque, entre tantos, são as 107 atividades do software Gcompris http://activities.sugarlabs.org/collection/gcompris.

Boa diversão!

19/10/2011

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Perfil falso nas redes sociais

Filed under: Educação,Internet — admin @ 6:17 pm

Perfil falso nas redes sociais

STJ rejeita indenização contra Google

15/09/2011 – 08h40
Fonte: jornal Folha de São Paulo  http://www1.folha.uol.com.br/mercado/975459-stj-rejeita-indenizacao-contra-google.shtml

LARISSA GUIMARÃES
DE BRASÍLIA

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que os provedores não são obrigados a ter fiscalização prévia de conteúdos na internet.

No entanto, a 3ª Turma do tribunal entendeu que os provedores devem tirar o material do ar imediatamente caso sejam informados sobre textos ou imagens com conteúdo ilícito.

A decisão envolveu um usuário do Orkut e o Google, empresa que criou e mantém o popular site de relacionamento.

O caso começou em 2007, quando um usuário da cidade de Pirapora (MG) alegou que havia sido ofendido –um desconhecido criou um perfil falso dele no Orkut.

O internauta pediu uma indenização de R$ 8.300 por danos morais e chegou a vencer na 1ª e na 2ª instâncias, mas o Google recorreu. O STJ negou o pedido de indenização contra a empresa.

Na decisão, a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, considerou o fato de que a empresa retirou do ar o material ofensivo ao usuário após ser comunicada.

“Ao oferecer um serviço por meio do qual se possibilita que os usuários externem livremente sua opinião, deve o provedor de conteúdo ter o cuidado de propiciar meios para que se possa identificar cada um desses usuários, coibindo o anonimato e atribuindo a cada manifestação uma autoria certa e determinada”, afirmou, na decisão.

LÍCITO OU ILÍCITO

Para o diretor de relações governamentais do Google, Marcel Leonardi, quem oferece uma plataforma não é responsável pelo conteúdo divulgado pelos usuários.

“Com exceção dos casos óbvios (como pornografia infantil), quem vai definir se algo é lícito ou ilícito é o Judiciário, e não o provedor”, acrescentou.

O presidente da Abranet (Associação Brasileira de Internet), Eduardo Neger, também defende que o provedor não pode fazer uma avaliação prévia. “Não é possível fazer juízo de valor.”

O advogado do usuário de Pirapora (MG) afirmou que ele não deve recorrer da decisão do STJ.

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STJ: Google não pode ser responsabilizado por material publicado no Orkut

Fonte: Superior Tribunal de Justiça http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=100532

20/01/2011 – 08h07

DECISÃO

A Google Brasil Internet Ltda. não pode ser responsabilizada por material publicado em site de relacionamento mantido pela empresa. Essa foi a decisão dos ministros da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao indeferir pedido de indenização por danos morais a mulher que, em primeira instância, obteve antecipação de tutela, posteriormente confirmada, para determinar a exclusão de todo o material ofensivo que relacionava o nome da autora.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) isentou o Google do pagamento de indenização por danos morais por entender que a fiscalização pretendida pela autora, na prática, implica exame de todo o material que transita pelo site, tarefa que não pode ser exigida de um provedor de serviço de hospedagem, já que a verificação do conteúdo das veiculações implicaria restrição da livre manifestação do pensamento.

Contra essa decisão do tribunal paulista foi interposto recurso especial ao STJ sob a alegação de que “o site em questão configura uma prestação de serviços colocada à disposição dos usuários da rede” e, por isso, existe responsabilidade objetiva. No recurso, afirma-se ainda que o compromisso assumido de exigir que os usuários se identifiquem não foi honrado, o que gera a falha no serviço. Por fim, alega-se negligência na prestação do serviço.

Para a relatora, ministra Nancy Andrighi, apesar de gratuito, o Orkut exige que o usuário realize um cadastro e concorde com as condições de prestação do serviço, gerando um banco de dados com infinitas aplicações comerciais e, por isso, é inegável a relação de consumo nos serviços de internet.

A ministra entende também que a responsabilidade do Google deve ficar restrita à natureza da atividade por ele desenvolvida naquele site: disponibilizar na rede as informações encaminhadas por seus usuários e assim garantir o sigilo, a segurança e a inviolabilidade dos dados cadastrais de seus usuários, bem como o funcionamento e a manutenção das páginas na internet que contenham as contas individuais e as comunidades desses usuários.

Em relação à fiscalização do conteúdo, a relatora considera que não se trata de uma atividade intrínseca ao serviço prestado, de modo que não se pode considerar defeituoso o site que não examina e filtra o material nele inserido. A verificação antecipada, pelo provedor, do conteúdo de todas as informações inseridas na web eliminaria um dos maiores atrativos da internet, que é a transmissão de dados em tempo real.

Em contraponto, a ministra Nancy Andrighi, afirma que, mesmo que fosse possível vigiar a conduta dos usuários sem descaracterizar o serviço prestado pelo provedor, haveria de se considerar outro problema: os critérios que autorizariam o veto ou o descarte de determinada informação. Seria impossível delimitar parâmetros de que pudessem se valer os provedores para definir se uma mensagem ou imagem é potencialmente ofensiva. “Entretanto, também não é razoável deixar a sociedade desamparada frente à prática, cada vez mais corriqueira, de se utilizar comunidades virtuais como artifício para a consecução de atividades ilegais”, declara.

Ao negar provimento ao recurso, a ministra destacou que os provedores de conteúdo não respondem objetivamente pela inserção no site, por terceiros, de informações ilegais e que eles não podem ser obrigados a exercer um controle prévio do conteúdo das informações postadas no site por seus usuários. Mas, devem assim que tiverem conhecimento inequívoco da existência de dados ilegais no site, removê-los imediatamente, sob pena de responderem pelos danos respectivos, mantendo, dessa forma, um sistema minimamente eficaz de identificação de seus usuários.

Como o Google adotou as medidas que estavam ao seu alcance visando à identificação do responsável pela inclusão no Orkut dos dados agressivos à moral da recorrente, os ministros da Terceira Turma, em decisão unânime, seguiram o voto da relatora, negando provimento ao recurso.

A questão pelo mundo

Esse é um assunto de repercussão internacional, que tem ocupado legisladores de todo o mundo e tem como tendência isentar os provedores de serviço da responsabilidade pelo monitoramento do conteúdo das informações veiculadas em seus sites.

Os Estados Unidos alteraram seu Telecomunications Act (Lei de Telecomunicações), por intermédio do Communications Decency Act (Lei da Moralização das Comunicações), com uma disposição que isenta provedores de serviços na internet pela inclusão, em seu site, de informações encaminhadas por terceiros.

A Comunidade Europeia também editou uma diretiva, intitulada “ausência de obrigação geral de vigilância”, que exime os provedores da responsabilidade de monitorar e controlar o conteúdo das informações de terceiros que venham a transmitir ou armazenar.

Contudo, essas normas não livram indiscriminadamente os provedores de responsabilidade pelo tráfego de informações em seus sites. Há, como contrapartida, o dever de, uma vez ciente da existência de mensagem de conteúdo ofensivo, retirá-la imediatamente do ar, sob pena de responsabilização.

Existe no Brasil iniciativa semelhante, o Projeto de Lei n. 4.906/01, do Senado Federal, que reconhece expressamente a incidência do Código de Defesa do Consumidor ao comércio eletrônico (artigo 30) e isenta os “provedores de transmissão de informações” da responsabilidade pelo conteúdo das informações transmitidas (artigo 35), desobrigando-os de fiscalizar mensagens de terceiros (artigo 37). Fixa, contudo, a responsabilidade civil e criminal do provedor de serviço que, tendo conhecimento inequívoco da prática de crime em arquivo eletrônico por ele armazenado, deixa de promover a imediata suspensão ou interrupção de seu acesso (artigo 38).

Fonte: Coordenadoria de Editoria e Imprensa do STJ

21/07/2010

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FISL 11 – Educação e Inclusão Digital

Filed under: Educação,Software Livre — admin @ 12:47 am

Caros/as

Amanhã, quarta-feira, começa o Fórum Internacional de Software Livre – FISL 11. Termina no sábado. Será na PUC-RS.

http://www.fisl.org.br

O evento tem previsão de participação 7 mil pessoas, com mais de 300 palestras.

Há trabalhos ótimos sobre software livre na educação. Veja abaixo.

Nos Grupos de Usuários haverá espaço permanente para:

Software Livre Educacional
Pandorga Gnu-Linux
Debian Brasil
Mulheres da Computação
Gubro-PR – Grupo de Usuários BrOffice.org do Paraná
Acessibilidade na Web
Texto Livre
Bancos de Sementes Livres
E mais: http://softwarelivre.org/fisl11/grupos-de-usuarios-do-fisl-11

Além disso, tem muitas outras coisas interessantes!

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Educação e Inclusão Digital

Fórum Internacional Software Livre – FISL 11

Algumas das palestras:

Software livre na escola: da Filosofia à implantação
http://verdi.softwarelivre.org/papers_ng/activity/view?activity_id=632

Educação e software livre: opções nas nuvens e nas máquinas
Prédio 40 – Sala 601 – DIA 22/07/2010

FERES movendo a rede: educação popular, educação escolar e cultura livre
http://verdi.softwarelivre.org/papers_ng/activity/view?activity_id=945

UCA – Abertura e Apresentação do Programa Um Computador por Aluno
http://verdi.softwarelivre.org/papers_ng/activity/view?activity_id=975

UCA – Preparando para expansão: Lições da Experiência Piloto Brasileira
http://verdi.softwarelivre.org/papers_ng/activity/view?activity_id=977

UCA – Apresentação de Professores e Crianças da Escola Luciana de Abreu
http://verdi.softwarelivre.org/papers_ng/activity/view?activity_id=979

UCA – Experiências do Pré-Piloto de Porto Alegre, de Piraí – RJ,
Brasília, Palmas – TO e de São Paulo.
http://verdi.softwarelivre.org/papers_ng/public/selected?event_id=1&area_id=16

Educação e software livre: professor, um jeito hacker de ser
http://verdi.softwarelivre.org/papers_ng/activity/view?activity_id=536

Cultura Livre na Educação: os Recursos Educacionais Abertos
Prédio 9 – Auditório – fisl 10 – Dia 24/07/2010

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Eventos comunitários:

Educação (com software livre) é bom e eu gosto!
Prédio 5 – Auditório – fisl 9 – Dia 22/07/2010, às 15h

Cultura Digital: um movimento livre de educação popular e tecnologias
sociais
Prédio 40 – Sala 601 – fisl 7 – Dia 23/07/2010

III Encontro TextoLivre e Underlinux sobre documentação em software livre
Sala 40-A fisl 6 – Dia 21/07/2010, às 17h

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Trilha Educação e Inclusão Digital – Todas as palestras
http://verdi.softwarelivre.org/papers_ng/public/selected?event_id=1&area_id=16

Grade geral da programação:
http://verdi.softwarelivre.org/papers_ng/public/fast_grid

29/10/2009

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Prêmio Ação Coletiva

Filed under: Educação,Software Livre — admin @ 10:00 pm

Gente

Estou muito feliz!

Recebi o Prêmio Ação Coletiva, oferecido pelo Portal Software Público Brasileiro – SPB.

É a terceira edição do prêmio, que visa reconhecer a participação da comunidade do SPB na colaboração voluntária ao desenvolvimento e aprimoramento dos softwares disponibilizados no Portal.

A indicação ao prêmio foi uma iniciativa do Rainer e da Francine, coordenadores da comunidade de software livre educacional Pandorga Gnu/Linux. A escolha dos premiados foi realizada através de votos das pessoas cadastradas no SPB, em conjunto com a comissão julgadora.

A entrega do prêmio – um computador portátil MacBook e uma placa metálica de reconhecimento – ocorreu no I Encontro Nacional do Software Público, realizado em Brasília, nos dias 27 e 28 de outubro.

Rainer e Francine, muito obrigado! Obrigado a todos que participaram da votação!

Para saber mais: O Prêmio Ação Coletiva 2009 é organizado pela Associação de Tecnologias Abertas ATA, com o patrocínio da Intel e o apoio técnico do Portal de Software Público Brasileiro http://www.softwarepublico.gov.br.
Regulamento: http://www.softwarepublico.gov.br/reg_acao_coletiva3.
Comunidade Pandorga Gnu/Linux: http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/clubs/pandorga.
I Encontro Nacional do Software Público: http://www.softwarepublico.gov.br/i-encontro-spb.
Notícias: http://tinyurl.com/acao-coletiva-1, http://tinyurl.com/acao-coletiva-2, http://tinyurl.com/acao-coletiva-3 e http://tinyurl.com/acao-coletiva-4.

14/09/2009

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OpenOffice para crianças

Filed under: Educação,Informática,Software Livre — admin @ 3:17 pm

Recebi por email:

OOo4Kids, (pronuncia-se “OpenOffice for Kids”), é um projeto em andamento, focado em crianças entre 7 e 12 anos. Baseado no código do OpenOffice.org, mas bastante simplificado. Isto significa, que o OpenOffice.org tem características que o OOo4Kids não terá. Caso você precise destas características, use o OpenOffice.org, que você pode obter em http://download.openoffice.org/index.html

Aquele que desejar testar o OOo4Kids, numa versão ainda em desenvolvimento estável mas não completa (0.5), pode obtê-la em

=> http://download.openoffice.org/index.html

Este site é provido por TuxServices (http://www.tuxservices.com), e mantido por Nicolas Jeudy e Ben Bois. Se você gostar de nosso trabalho, considere nos ajudar, com doações ou trabalho, através da ONG EducOOo (http://www.educoo.org ), que mantém o OOo4Kids.

Antes de usar o OOo4Kids, você deve fazer um backup de seus documentos, e você NÃO deve usa-lo em ambiente de produção.

We currently only provide the following locales : french, spanish, english-US, portugese and german

Sistemas operacionais:

– OOo4Kids para Windows (XP mini) : O instalador está embutido. Siga as instruções para utiliza-lo.

Problemas conhecidos: OOo4Kids funciona perfeitamente em paralelo com o OpenOffice.org, mas a associação dos arquivos, segue a ordem daquele que foi instalado por ultimo. Caso você deseje associar seus documentos com o OpenOffice.org, após instalar o OOo4Kids, reinstale o OpenOffice.org.

– Mac OS X (Intel e PowerPC) : Instala e funciona perfeitamente em paralelo com o OpenOffice.org.

Um duplo clique sobre o arquivo de download, vai montar a imagem de disco. Para instalar o software, coloque o ícone do OOo4Kids na pasta de Applicações.

As preferências estarão em ~/Library/Application Support/OOo4Kids. Se você encontrar problemas, ou se você deseja remover o OOo4Kids, simplesmente jogue a pasta de preferências no lixo.

– Linux Intel : Disponibilizado em .tar.gz até que possamos entregar pacotes deb e rpm corretamente. : Descompacte o arquivo, e coloque-o em seu diretório pessoal. Localize o script “soffice” e clique nele duas vezes para iniciar o software.

Outras versões (Linux PowerPC and Mips 32bits) estarão disponíveis logo, e você pode nos contactar caso focê deseje testar uma versão mais antiga.

IMPORTANTE : Por favor, reporte qualquer erro na lista dev@listes.educoo.org (http://listes.educoo.org/mailman/listinfo/dev).

Por último, mas não menos importante, lembre-se que este software está em constante desenvolvimento, e existe riscos, como qualquer outro software. Leia cuidadosamente as instruções na página de download.

09/10/2008

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Alunos australianos podem usar eletrônicos para “colar”

Filed under: Educação,Internet — Tags:, — admin @ 12:21 am

Fonte: http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=38273&sec=6

22/08/2008 07:08 –
Australianos podem usar eletrônicos para “colar”

Já conhecido por sua política de provas com “livro-aberto”, a escola de ensino médio (high school) da faculdade Presbyterian Ladies’ College em Sydney inova permitindo que estudantes de inglês, de 14 e 15 anos, utilizem tecnologia para obter ajuda. Dentre as fontes permitidas estão a Internet, iPods ou até mesmo um telefonema para alguém fora da escola.

A escola já adotava uma política onde os alunos podiam trazer livros de referência para os testes e utilizá-los, com a condição de referenciar corretamente a fonte, para dar os devidos créditos ao “dono” da idéia, conta o World News Australia.

Porém, seguindo as tendências da evolução das mídias de estudo e divulgação de conteúdo, o colégio passou a incorporar os aparelhos eletrônicos ao processo de avaliação.

Deirdre Coleman é a responsável pelo programa que incentiva os alunos a obterem a informação utilizando seus celulares, acessando a Internet ou escutando podcasts em seus iPods. Ela afirma que a intenção é preparar o estudante para o mundo que ele vai encontrar lá fora. “Eles não precisam memorizar toda a informação. Atualmente o que eles precisam ser capazes de fazer é utilizar os meios disponíveis para obtê-la e serem capazes de checar sua confiabilidade.” Ela também lembra que os alunos só serão capazes de procurar por pequenos “pedaços de informação” caso tenham uma visão global do assunto, e apenas precisem verificar detalhes dela, diz o Sydney Morning Herald.

O teste do novo método foi feito com uma prova sobre linguagem persuasiva, tendo as olimpíadas como tema. “Eles não foram avaliados pelo conhecimento sobre os jogos, mas sim por sua capacidade de utilizar esse tipo de linguagem e por sua argumentação” explicou a professora. A aluna Annie Achie, de 15 anos, afirmou que telefonar para sua tia a deu uma visão melhor sobre o assunto: “ela me explicou como os investimentos são aplicados na infra-estrutura do país e não diretamente no povo chinês.” O tema da análise era sobre os jogos serem um desperdício de dinheiro.

Para os patrocinadores da idéia, o importante é ser capaz de utilizar a capacidade de raciocínio para listar recursos e utilizá-los de forma rápida, eficiente e correta, e não apenas ocupar “espaço em memória” com informações que estão disponíveis a qualquer momento. O consultor educacional inglês Marc Prensky afirma: “por quê não revolucionar o conceito de cola e incluir o mundo em nossa base de conhecimento?”

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Projetos de aprendizagem – Amora – CAp

Filed under: Educação — Tags:, , , — admin @ 12:16 am
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