GNU Blog Software Livre na EducaçãoMicro Livre

18/09/2012

Inscreva-se no RSS

An√ļncios publicit√°rios nas redes sociais

Filed under: EAD,Educa√ß√£o,Internet — admin @ 5:03 pm

An√ļncios publicit√°rios nas redes sociais eletr√īnicas

Na utiliza√ß√£o educacional ou escolar das redes sociais eletr√īnicas, em geral n√£o √© abordada uma quest√£o: os an√ļncios publicit√°rios exibidos.

No Facebook, a coluna da direita exibe publicidade rotativa personalizada.

A prop√≥sito, foram publicados livros did√°ticos em 2011 no Chile com an√ļncios publicit√°rios.

Chile p√Ķe publicidade em livro did√°tico http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,chile-poe-publicidade-em-livro-didatico,704193,0.htm.

Governo chileno aprova an√ļncios publicit√°rios em livros did√°ticos http://operamundi.uol.com.br/conteudo/reportagens/11093/governo+chileno+aprova+anuncios+publicitarios+em+livros+didaticos.shtml.

Polêmica nos livros didáticos http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/14884/polemica-nos-livros-didaticos.

Textos escolares aprobados por el Mineduc incluyen publicidad http://www.elmostrador.cl/noticias/pais/2011/04/05/textos-escolares-aprobados-por-el-mineduc-incluyen-publicidad.
.
.

01/03/2012

Inscreva-se no RSS

Formato livre no Microsoft Office

Filed under: Inform√°tica — admin @ 4:07 pm

Podemos utilizar as suítes de escritório LibreOffice e OpenOffice para exibir e salvar documentos no formato de software livre Open Document Format ODF.

Baixe os programas nos endereços acima.

Quem utiliza o Microsoft Word 2007 também pode salvar e exibir ODT. Basta baixar a atualização SP2: http://www.microsoft.com/pt-br/download/details.aspx?id=5.

Quem utiliza o Microsoft Word 2003 também pode salvar e exibir ODT, DOCX, PDF, etc. Basta baixar o complemento: http://www.microsoft.com/pt-br/download/details.aspx?id=3.

Além disso, há um projeto independente que criou um conversor: http://odf-converter.sourceforge.net.
.
.

15/02/2012

Inscreva-se no RSS

Cl√°usula 11 do Google

Filed under: Blogs,Internet — admin @ 6:29 pm

Acho que é um ponto interessante para uma discussão educacional e de cidadania.

Data da redação da mensagem: 18/11/2010

——————-

Faz pouco tempo que comecei a prestar aten√ß√£o aos Termos de Uso das ferramentas chamadas de “gratuitas” na Internet. O usu√°rio, ao fazer o cadastro, necessita concordar com o Contrato. Vejamos o exemplo dos servi√ßos do Google. A cl√°usula 11 prev√™ que o usu√°rio concede ao Google uma licen√ßa IRREVOG√ĀVEL, PERP√ČTUA e MUNDIAL para REPRODUZIR, ADAPTAR, MODIFICAR, TRADUZIR, PUBLICAR, DISTRIBUIR, EXIBIR os conte√ļdos.

————

Fonte: http://www.google.com/accounts/TOS?hl=pt_BR

11. Licen√ßa de conte√ļdo do usu√°rio

11.1 O usu√°rio ret√©m direitos autorais e quaisquer outros direitos que j√° tiver posse em rela√ß√£o ao Conte√ļdo que enviar, publicar ou exibir nos Servi√ßos ou atrav√©s deles. Ao enviar, publicar ou exibir conte√ļdo, o usu√°rio concede ao Google uma licen√ßa irrevog√°vel, perp√©tua, mundial, isenta de royalties e n√£o exclusiva de reproduzir, adaptar, modificar, traduzir, publicar, distribuir publicamente, exibir publicamente e distribuir qualquer Conte√ļdo que o usu√°rio enviar, publicar ou exibir nos Servi√ßos ou atrav√©s deles. Essa licen√ßa tem como √ļnico objetivo permitir ao Google apresentar, distribuir e promover os Servi√ßos e pode ser revogada para certos Servi√ßos, conforme definido nos Termos Adicionais desses Servi√ßos.

11.2 O usu√°rio concorda que essa licen√ßa inclui o direito do Google de disponibilizar esse Conte√ļdo a outras empresas, organiza√ß√Ķes ou indiv√≠duos com quem o Google tenha rela√ß√Ķes para o fornecimento de servi√ßos licenciados e para o uso desse Conte√ļdo relacionado ao fornecimento desses servi√ßos.

——————

AN√öNCIOS PUBLICIT√ĀRIOS

17. An√ļncios

17.1 Alguns dos Servi√ßos s√£o mantidos por receita proveniente de publicidade e podem exibir an√ļncios e promo√ß√Ķes. Tais an√ļncios podem ser contextuais ao conte√ļdo da informa√ß√£o armazenada nos Servi√ßos, pesquisas feitas por meio dos Servi√ßos ou outras informa√ß√Ķes.

17.2 A maneira, modo e abrang√™ncia da publicidade do Google nos Servi√ßos est√£o sujeitos a altera√ß√Ķes sem aviso pr√©vio espec√≠fico ao usu√°rio.

17.3 Considerando a concess√£o por parte do Google do acesso e uso dos Servi√ßos, o usu√°rio manifesta o seu acordo sobre a possibilidade de o Google colocar tais an√ļncios nos Servi√ßos.

———————–

DESATIVAÇÃO DA CONTA

4. Prestação dos Serviços pelo Google

4.4 O usu√°rio reconhece e aceita que, se o Google desativar a sua conta, poder√° ser impedido de acessar os Servi√ßos, os detalhes da conta ou quaisquer arquivos ou outros conte√ļdos que estejam na conta.

—————————–

TERMOS DE USO DO GOOGLE BLOGGER (BLOGSPOT)

Encerramento unilateral e imotivado

Fonte: http://www.blogger.com/terms.g

10. Encerramento e Suspensão. O Google pode, conforme julgar necessário, a qualquer momento e por quaisquer motivos, encerrar o fornecimento do Serviço, encerrar este Contrato ou suspender ou encerrar sua conta. Em caso de encerramento, sua conta será desativada e você poderá não ter
acesso √† sua conta ou a quaisquer arquivos ou conte√ļdos da mesma [...]

——————————-

Veja matéria sobre ausência de privacidade na nova política do Google:
http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/blog/ausencia-de-privacidade-google

01/02/2012

Inscreva-se no RSS

Filme em DVD Piratas do Vale do Silício

Filed under: Inform√°tica — admin @ 3:28 pm

Gente

Acho que vale a pena assistir o filme em DVD Piratas do Vale do Silício.

Pode ser interessante para conhecer um pouco o esp√≠rito empresarial e financeiro que move o software propriet√°rio, para contrap√ī-lo ao esp√≠rito de coopera√ß√£o e compartilhamento do software livre.

O filme apresenta uma versão romanceada do início da era dos computadores pessoais.

Dois principais personagens:

1 STEVE JOBS, fundador da Apple (empresa fabricante dos computadores Mac e do iPod, iPhone e iPad, entre outros). http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs

2 BILL GATES, fundador da Microsoft. http://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Gates

Personagens secund√°rios:
- Steve Wozniak, sócio de Steve Jobs. http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Wozniak
- Paul Allen e Steve Ballmer, sócios de Bill Gates. http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Allen
http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Ballmer

Agumas fotos da pessoas representadas no filme: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/monitorapatricia/archives/48

———

Artigo da Wikipédia sobre o filme:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Piratas_do_Vale_do_Sil%C3%ADcio

Piratas do Vale do Silício (Pirates of Silicon Valley), de 1999, é um filme feito para a televisão, pela TNT, escrito e dirigido por Martyn Burke. Baseado no livro Fire in the Valley: The Making of The Personal Computer, de Paul Freiberger e Michael Swaine, o filme oferece uma versão dramatizada do nascimento da era da informática doméstica, desde o primeiro PC, através da histórica rivalidade entre a Apple e seu Macintosh e a Microsoft, indo desde o Altair 8800 da empresa MITS, passando pelo MS-DOS, pelo IBM PC e terminando no Microsoft Windows.

O filme começa no início da década de 1970 e termina em 1997, pouco antes de Steve Jobs ser demitido da Apple por John Sculley.

Come√ßando no campus da UCB (Universidade de Berkley) durante o per√≠odo do Movimento Liberdade de Express√£o, o filme exp√Ķe as afli√ß√Ķes dos amigos Steve Jobs (Noah Wyle) e Steve Wozniak (Joey Slotnick), que formariam a Apple Computer; e os estudantes de Harvard, Bill Gates (Anthony Michael), Steve Ballmer (John Di Maggio) e o amigo de Gates, Paul Allen (Josh Hopkins), que criariam a Microsoft.

Gates, Jobs e Wozniak deixariam a universidade (Jobs foi na realidade, um estudante do Reed College) por um curto período, mas isto não é documentado no filme; Wozniak logo regressaria à UCB, para poder tomar o papel no crescimento da revolução dos computadores pessoais. O filme é narrado pelo ponto de vista de Wozniak e Ballmer.

P√°gina oficial do filme:
http://alt.tnt.tv/movies/tntoriginals/pirates

Fiz uma busca e o filme está disponível para aquisição em DVD:
http://www.videolar.com, http://www.walmart.com.br, etc.

30/01/2012

Inscreva-se no RSS

Ataque da Microsoft à soberania nacional brasileira

Filed under: Inform√°tica,Software Livre — admin @ 2:13 pm

Sobre o ataque da Microsoft à soberania nacional: Wikileaks, Microsoft, ODF e OpenXML

12 de Setembro de 2011

Fonte: http://softwarelivre.org/portal/comunidade/sobre-o-ataque-da-microsoft-a-soberania-nacional-wikileaks-microsoft-odf-e-openxml

Autor: Jomar Silva

H√° alguns dias fomos todos surpreendidos com¬†um documento encontrado no CableGate, trocado entre a embaixada norte americana no Brasil e o Governo Norte Americano em 2007. De acordo com este documento, a Microsoft fazia grav√≠ssimas acusa√ß√Ķes contra o governo brasileiro, e apesar de ter se feito de ‚Äėtolinha‚Äô pelo relato da reuni√£o, pedia indiretamente uma interven√ß√£o do Governo Norte Americano para frear o avan√ßo do ODF no Brasil, conseguir o apoio brasileiro para a aprova√ß√£o do OpenXML na ISO, frear a parceria entre o comit√™ t√©cnico brasileiro e demais comit√™s internacionais que discutiam o padr√£o, reduzir a influ√™ncia do Brasil no debate internacional sobre o OpenXML, al√©m de acusar o Minist√©rio das Rela√ß√Ķes Exteriores e a Casa Civil de estarem executando uma campanha anti-americana. Pior do que isso, insinuam ainda que o ODF √© um padr√£o anti-americano!

http://softwarelivre.org/furusho/odf/jomar-silva-latinoware-2009.jpg

Eu estava envolvido até o pescoço com tudo isso naquela época e tenho aqui todos os detalhes de bastidores que causaram esta reunião entre a Microsoft e o Embaixador Americano e posso afirmar categoricamente: Foi SIM um pedido velado de intervenção.

Como esclarecimento inicial, o XML citado de forma incompleta no documento é o OpenXML (o Open deve ter sido suprimido por quem relatou a reunião).

Para contextualizar o documento, √© importante lembrar que come√ßamos a trabalhar na avalia√ß√£o do OpenXML no Brazil no in√≠cio de 2007, e que votamos ‚ÄúN√ÉO‚ÄĚ √† aprova√ß√£o do padr√£o em Setembro. O¬†resultado desta vota√ß√£o foi a rejei√ß√£o do padr√£o com mais de 3 mil defeitos t√©cnicos apontados. Mesmo assim, de forma surpreendente, o SC34 resolveu agendar uma reuni√£o de 5 dias para Mar√ßo de 2008 em Genebra na Sui√ßa para ‚Äėdiscutirmos os mais de 3 mil problemas t√©cnicos‚Äô. Esta reuni√£o se chamou Ballot Resolution Meeting (BRM) e existe farta documenta√ß√£o em meu blog sobre ela e o seu resultado final, de mudan√ßa de voto surpreendente e aprova√ß√£o do padr√£o.

Gostaria de deixar claro aqui que não acredito que esta reunião entre Microsoft e o representante maior do Governo Norte Americano no Brasil tenha sido uma iniciativa individual do Sr. Michel Levy, mas que tenha sido uma iniciativa da corporação. Apesar de funcionário da Microsoft o Sr. Michel Levy é brasileiro, e prefiro não acreditar que ele tenha, por iniciativa própria, decidido se esforçar para colocar o Governo Norte Americano contra o Governo Brasileiro, desrespeitando assim nossa soberania nacional e nosso mérito técnico.

A primeira pergunta que deixo aqui √© em quantos outros pa√≠ses que votaram N√ÉO ao OpenXML o mesmo aconteceu, e quais destes pa√≠ses ‚Äúacataram‚ÄĚum eventual pux√£o de orelha por parte do governo norte americano.

Sim, o pux√£o de orelha pode mesmo ter ocorrido, pois se notarem a linha geral do discurso usado aqui no Brasil, a decis√£o t√©cnica nacional √© apresentada como sendo algo contra os Direitos de Propriedade Intelectual (IPR), e uma das coisas que causam retalia√ß√£o nos acordos de livre com√©rcio com os Estados Unidos s√£o as viola√ß√Ķes √† Propriedade Intelectual. Estou cansado de colecionar boatos aqui dos tempos de OpenXML, onde poss√≠veis san√ß√Ķes motivadas por estas viola√ß√Ķes foram trazidas √† mesa para a negocia√ß√£o dos votos de governo em alguns pa√≠ses (se seu pa√≠s mudou de voto depois de Setembro de 2007, pode investigar que vai encontrar um papel ‚Äėchave‚Äô para o governo nesta mudan√ßa de voto). Quem sabe um dia o Wikileaks nos ajuda a investigar de forma aprofundada isso tamb√©m !

Ainda sobre a motiva√ß√£o da reuni√£o, acho c√īmico o fato de que no √ļltimo par√°grafo do documento esta escrito que a Microsoft n√£o estava pedindo ajuda ao Governo Norte Americano, e duvido que no meio diplom√°tico ver√≠amos ali algo como ‚Äúa Microsoft veio pedir ajuda pelo amor de Deus, pois estes malditos nativos Sul Americanos est√£o estragando tudo !‚Ä̂Ķ Se n√£o foi para pedir ajuda, por que motivo fizeram a reuni√£o ? Seria o Embaixador Americano um psic√≥logo especializado em frustra√ß√Ķes corporativas ? Ser√° que ele √© blogueiro secreto de algum site internacional de fofoca ?

Se ele deu ‚Äėconselhos‚Äô √† Microsoft no Brasil, ser√° que ele pode tamb√©m me dar os n√ļmeros da Mega Sena se eu for at√© l√° ?

Voltando ao documento, fico imensamente irritado ao ver a Microsoft afirmar que o Governo Brasileiro estava pressionando a ABNT para adotar o ODF. A Microsoft era membro do comitê da ABNT na época, e tenho aqui uma ata de reunião a empresa concorda com a abertura do processo para a adoção do padrão ODF no Brasil. Fui o responsável por este processo dentro da ABNT e contamos com colaboração de diversos órgãos de governo e empresas privadas, seguindo todas as regras internas da ABNT, sem pressão alguma e o pior de tudo: todo o processo foi feito com acompanhamento da Microsoft, que era membro do comitê e optou por não nos ajudar com o trabalho de tradução do padrão  para o português do Brasil.

A Microsoft sabia que o Brasil mantém uma tradição dentro da ABNT de que não são adotadas no Brasil as normas internacionais que contaram com o voto de rejeição do Brasil na ISO. Em outras palavras, se a tradição não for quebrada, o OpenXML jamais será adotado no Brasil ! (e isso no final de 2007 era uma catástrofe para a empresa, que estava jogando pesado tudo o que podia para conseguir o carimbo da ISO no OpenXML).

Para piorar a situa√ß√£o, a troca de informa√ß√Ķes entre membros dos comit√©s t√©cnicos que avaliavam o OpenXML era constante, e ao ver que o Brasil tinha dado um voto N√ÉO muito bem embasado tecnicamente, foi natural come√ßarmos a receber por aqui pedidos de colabora√ß√£o de diversos membros de outros comit√™s. Eu mesmo perdi a conta do n√ļmero de pessoas e comit√™s com quem me correspondi durante aqueles meses. Claro que novamente isso incomodava demais a empresa, pois passamos a distribuir por a√≠ pontos de argumenta√ß√£o para os quais eles nunca teriam uma resposta aceit√°vel, e isso estava de fato complicando bastante a vida deles para manipular o jogo no mundo todo.

N√£o vou comentar aqui as acusa√ß√Ķes feitas ao Minist√©rio das Rela√ß√Ķes Exteriores, mas digo apenas que se o minist√©rio se manifestou internacionalmente sobre os fatos da √©poca, esta foi uma decis√£o soberana e devia ser aceita por todos (e aceitar n√£o significa concordar ou aprovar). Trabalhar contra um posicionamento destes √© trabalhar contra a soberania nacional, e isso √© inadmiss√≠vel !

Acho interessante ver como o mundo d√° voltas, e ver que as pessoas que a Microsoft acusa de serem anti americanas, s√£o atualmente o Ministro da Defesa (Celso Amorim) e a nossa Presidenta da Rep√ļblica (Dilma Russef), que √© acusada ainda de ser contra os direitos de propriedade intelectual. Espero que a assessoria de ambos leiam o documento, para que fique clara a imagem que a Microsoft tem dos dois !

Para finalizar, tentam ainda insinuar que o ODF é um padrão anti americano. Confesso que gostaria muito de saber o que a IBM, Oracle, Google e Red Hat (entre outras empresas americanas) pensam sobre o padrão, uma vez que trabalham há alguns anos em seu desenvolvimento e adoção. Na verdade eu prefiro que estas empresas expliquem diretamente ao Governo Norte Americano se o ODF é ou não anti-americano, e espero ainda que elas peçam esclarecimentos ao governo do seu país sobre atividades similares da Microsoft em outros países durante os anos de 2007 e 2008.

Para quem n√£o acompanhou a hist√≥ria toda, o ODF foi adotado no Brasil, o OpenXML rejeitado por aqui e s√≥ n√£o tivemos um papel maior no cen√°rio internacional pois fomos calados no √ļltimo dia do BRM, justo quando iriamos apresentar uma proposta que mudaria o final desta hist√≥ria. J√° contei esta hist√≥ria¬†aqui.

Obrigado ao WikiLeaks, por nos ajudar a começar a tirar os esqueletos do armário. Para quem quiser entender como a Microsoft trata e negocia com países que possuem políticas pró Software Livre, vale a pena ler este outro cable aqui. Divirtam-se !

* fonte: blog Jomar Silva

* Leia mais aqui…

* blog Pr. e Deputado Praczyk…

* Software Livre Brasil….

Fonte: Vitorio Furusho
.
Inscreva-se no RSS

Alerta contra riscos do ChromeOS da Google

Filed under: Inform√°tica,Internet,Software Livre — admin @ 2:13 pm

Não guarde seus arquivos pessoais na nuvem da Google ou na nuvem de qualquer outra empresa. Preserve seus dados no seu próprio computador. E faça cópia de segurança http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/copia-de-seguranca. ;-)

———–

Richard Stallman, fundador de GNU, advierte: El ChromeOS de Google representa la pérdida del control sobre nuestros datos

Charles Arthur
guardian.co.uk

Traducido para Rebelión por Ricardo García Pérez
Fonte:
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=119047&titular=richard-stallman-fundador-de-gnu-advierte:-el-chromeos-de-google-representa-la-p%E9rdida-del-control

Un defensor del software libre advierte que e st√° previsto que la nueva computaci√≥n en nube del sistema operativo lanzado por Google empuje a la gente a una ¬ęcomputaci√≥n descuidada¬Ľ .

El nuevo ChromeOS de computaci√≥n en nube de Google parece un proyecto ¬ępara fomentar que la gente se entregue a una computaci√≥n descuidada¬Ľ al obligarlos a almacenar su informaci√≥n en la nube, en lugar de en equipos que se encuentren directamente bajo su control, advierte Richard Stallman, fundador de la Fundaci√≥n para el Software Libre [FSF, Free Software Foundation] y creador del sistema operativo GNU.

Stallman, un veterano de la inform√°tica que es firme defensor del software libre a trav√©s de su Fundaci√≥n para el Software Libre, advirti√≥ hace dos a√Īos que hacer uso generalizado de la computaci√≥n en nube era ¬ępeor que ser imb√©cil¬Ľ, ya que supon√≠a perder el control sobre la informaci√≥n.

Ahora afirma que cada vez le preocupa m√°s que Google haya lanzado su sistema operativo ChromeOS, que est√° basado en GNU/Linux y concebido para el almacenamiento local de la menor cantidad posible de informaci√≥n. Por el contrario, descansa sobre una conexi√≥n de datos que vinculen la ¬ęnube¬Ľ de servidores de Google, ubicados en lugares desconocidos, para que almacenen documentos y otros datos.

Entre los riesgos que comporta el almacenamiento de los datos en la m√°quina de una empresa, en lugar de en nuestro propio equipo, se encuentra la p√©rdida de derechos legales sobre la informaci√≥n. Stallman se√Īala que ¬ęen Estados Unidos se pierden incluso derechos legales si almacenas la informaci√≥n en las m√°quinas de una empresa en lugar de en la tuya. La polic√≠a est√° obligada a presentar una orden de registro si quiere obtener la informaci√≥n de tu ordenador; pero si los datos est√°n almacenados en el servidor de una empresa, la polic√≠a puede obtenerlos sin presentarte nada. Puede incluso que ni siquiera tenga que presentar a la empresa una orden de registro¬Ľ.

Google inici√≥ la semana pasada la presentaci√≥n ¬ętranquila¬Ľ de ChromeOS, en la que presumi√≥ de algunos aspectos del software y suministr√≥ port√°tiles Cr-48 con el sistema instalado a los desarrolladores y a algunos periodistas mientras dec√≠a que no estar√° disponible de forma generalizada hasta mediados de 2011.

Eric Schmidt, director general de Google, lo elogi√≥ en una entrada de su blog: ¬ęPara m√≠, este tipo de anuncios son los m√°s importantes de mi vida profesional, pues demuestran el verdadero poder de la ciencia inform√°tica para transformar la vida de las personas. Es extraordinario que plataformas muy complejas puedan ofrecer soluciones maravillosamente simples como Chrome y ChromeOS, que cualquiera es capaz de utilizar desde el primer momento si lo comprenda bien¬Ľ, escribi√≥. ¬ęCuando los desarrolladores empiezan a jugar con nuestro ordenador Chrome OS Cr-48 beta ven que, aunque todav√≠a est√° en mantillas, funciona incre√≠blemente bien. Se puede construir todo lo que sol√≠as combinar con software cliente aprovech√°ndose al completo de la capacidad de la web.¬Ľ

Pero Stallman no se deja impresionar. ¬ęCreo que a los comercializadores les gusta la “computaci√≥n en nube” porque carece de significado sustancial. El significado del t√©rmino no es una entidad, sino una actitud: “Permitid que fulano, mengano o zutano guarden vuestros datos, que fulano, mengano o zutano hagan la tarea inform√°tica por vosotros (y la controlen)”. Quiz√° el concepto “computaci√≥n descuidada” fuera m√°s adecuado.¬Ľ

Ve un problema al acecho: ¬ęSupongo que muchas personas seguir√°n pas√°ndose a la computaci√≥n descuidada porque cada minuto nace un idiota. Quiz√° el gobierno estadounidense trate de fomentar que las personas alojen sus datos donde el gobierno pueda apoderarse de ellos sin mostrarles una orden de registro, en lugar de en sus propios inmuebles. Sin embargo, mientras hayamos bastantes que sigamos manteniendo nuestros datos bajo control, podemos seguir haci√©ndolo. Y ser√° mejor que lo hagamos o, de lo contrario, desaparecer√° esa alternativa¬Ľ.

La responsabilidad de los proveedores de computaci√≥n en nube ha ocupado el primer plano de la atenci√≥n desde hace un par de semanas, cuando Amazon elimin√≥ el contenido de Wikileaks de su servicio de computaci√≥n en nube EC2 alegando que el portal de las filtraciones hab√≠a quebrantado las condiciones y las cl√°usulas del contrato… y sin brindarse a negociar al respecto.

Stallman s√≥lo ve un aspecto digno de elogio en ChromeOS: es heredero de GNU/Linux. ¬ęEn esencia, ChromeOS es el sistema operativo de GNU/Linux. Sin embargo, se ofrece sin las aplicaciones habituales y est√° equipado para impedir y obstaculizar la instalaci√≥n de aplicaciones¬Ľ, declar√≥ a The Guardian . ¬ęDir√≠a que el problema reside en la naturaleza de la misi√≥n que se ha previsto que cumpla ChromeOS. Sobre todo, animarte a guardar los datos en otra parte y a hacer las tareas inform√°ticas en otra parte, en lugar de en tu propio ordenador.¬Ľ

‚ÄĘ Stallman advierte a los hackers potenciales que no se descarguen la aplicaci√≥n LOIC que se impone como m√©todo para manifestar su ira contra portales contrarios a Wikileaks; no porque piense que la protesta es un error, sino porque el c√≥digo de la herramienta no est√° a la vista del usuario. ¬ęMe parece que utilizar LOIC es en la red el equivalente de las protestas contra las tiendas que eluden impuestos en Londres. No debemos permitir que eso constri√Īa el derecho a protestar¬Ľ, se√Īala. ¬ę[Pero] si los usuarios no pueden modificarlo, no deber√≠an confiar en √©l.¬Ľ

Correcci√≥n: Richard Stallman ha escrito lo siguiente: ¬ęUn art√≠culo de la BBC informaba de que alguien de Sophos dec√≠a que LOIC was ” software desconocido ” y yo pens√© que eso quer√≠a decir que era software propietario, pero me equivoqu√©. Result√≥ que LOIC es de hecho software libre, de manera que los usuarios pueden acceder al c√≥digo fuente y modificarlo. Por consiguiente, sus mecanismos de funcionamiento no son un secreto como los de Windows, MacOS o Adobe Flash Player, de tal modo que nadie puede imponer a trav√©s de √©l c√≥digos maliciosos, como se ha hecho con los otros paquetes citados.¬Ľ

Fuente: http://www.guardian.co.uk/technology/blog/2010/dec/14/chrome-os-richard-stallman-warning

24/01/2012

Inscreva-se no RSS

Instale em um pen drive as atividades do Sugar/OLPC

Filed under: Educa√ß√£o,Inform√°tica,Internet,Software Livre — admin @ 7:29 pm

O sistema operacional de software livre Sugar www.sugarlabs.org, criado para o projeto OLPC www.laptop.org, pode ser instalado em um pen drive. Claro, você também pode instalar em um computador de mesa ou portátil.

A base do sistema √© uma das vers√Ķes da distribui√ß√£o de software livre Fedora: http://spins.fedoraproject.org/soas.

O Sugar tem centenas de atividades desenvolvidas para crianças, nas áreas de Matemática, Física, Leitura e Redação, Geografia, Mídias, etc.

Veja em: http://activities.sugarlabs.org.

Um dos destaques, o software musical TAM TAM, para crian√ßas e adolescentes, tem 4 vers√Ķes: Edit, Jam, Mini e Sintetizador http://wiki.laptop.org/go/TamTam. V√≠deos: http://www.youtube.com/watch?v=31L9qaxOrp0 e http://www.youtube.com/watch?v=Nwqt8NMT-zI

Outro destaque, entre tantos, s√£o as 107 atividades do software Gcompris http://activities.sugarlabs.org/collection/gcompris.

Boa divers√£o!

22/12/2011

Inscreva-se no RSS

Vídeo Sensibilização para Uso do Software Livre

Filed under: Software Livre — admin @ 8:25 pm

Sensibilização para Uso do Software Livre

Sensibilização para Uso do Software Livre

Fonte: SERPRO http://www4.serpro.gov.br/inclusao/conteudos-educacionais-livres/sensibilizacao-para-uso-do-software-livre

Apresentação:
Este curso apresenta ao participante alguns conceitos que envolvem o conhecimento do que é e quais os tipos de softwares, com ênfase em software livre.
Também relata um pouco da história do software livre, cita e compara diversos exemplos de softwares livres e proprietários, além de desconstruir mitos, apontar iniciativas de uso e elencar as vantagens de se utilizar software livre.
Logo no início, o vídeo Liberdade Digital, animação totalmente feita com software livre.

Objetivo:
Sensibilizar os participantes sobre as in√ļmeras vantagens de se utilizar software livre, tanto para uso pessoal quanto profissional, de modo a ter um p√ļblico cada vez maior utilizando e divulgando o software livre.

19/10/2011

Inscreva-se no RSS

Vídeo Direitos autorais: para sempre menos um dia

Filed under: Internet — admin @ 6:18 pm

Vídeo Direitos autorais: para sempre menos um dia

Do original em inglês РCopyright: Forever Less One Day

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=tk862BbjWx4
http://blog.cgpgrey.com/copyright-forever-less-one-day

Livre tradução das legendas feita por @sergiorauber

Inserção e sincronismo das legendas por @modestiasuprema

conforme solicitado por @faconti em
http://faconti.tumblr.com/post/9847304076/copyright-para-sempre-menos-um-dia

Inscreva-se no RSS

Redes sociais t√™m poder sobre conte√ļdo publicado pelo usu√°rio

Filed under: Internet — admin @ 6:17 pm

Redes sociais t√™m poder sobre conte√ļdo publicado pelo usu√°rio

23/09/2011 – 07h51
Fonte: jornal Folha de S√£o Paulo

http://www1.folha.uol.com.br/tec/979480-redes-sociais-tem-poder-sobre-conteudo-publicado-pelo-usuario.shtml

LEONARDO LU√ćS
LUCAS SAMPAIO
DE SÃO PAULO

Sabe aquela foto do seu cachorro que fez sucesso entre os amigos no Facebook? E se ela fosse usada em uma propaganda, sem que você fosse consultado nem recebesse nada por isso? Pode?

Em teoria, sim. E, se você achava que não, é porque nunca deu atenção aos termos de uso e às políticas de privacidade da rede social.

Tal regra n√£o √© exclusividade do Facebook. Quem tem conta no Twitter, no Google+ ou no Orkut permite, ao clicar “li” e “aceito” no cadastro, que esses servi√ßos usem, quase sem restri√ß√Ķes, as informa√ß√Ķes pessoais ali publicadas –at√© para integrar an√ļncios. Apesar de prevista nas letras mi√ļdas do regulamento dos quatro sites, essa pol√≠tica n√£o torna nenhum deles respons√°vel pelo conte√ļdo publicado por usu√°rios, como ficou claro em decis√£o do Superior Tribunal de Justi√ßa.

Na semana passada, a corte isentou o Google de indenizar um usu√°rio que teve um perfil falso criado no Orkut. Decidiu-se que os sites n√£o s√£o obrigados a fiscalizar previamente o conte√ļdo.

“O provedor s√≥ √© respons√°vel, se, depois de notificado, n√£o tomar nenhuma atitude”, diz Victor Haikal, especialista em direito digital do escrit√≥rio PPP Advogados.

Os contratos têm outros pontos controversos, como a liberdade que as redes têm de alterar as regras a qualquer momento, sem notificar os usuários, e alguns insólitos, como a restrição (legalmente nula no Brasil) de uso do Facebook por quem já cumpriu pena por crime sexual.

Quem possui contas nessas quatro redes sociais supostamente leu mais de 160 mil caracteres de regras.

Como mostra o quadro abaixo, √© mais do que Gabriel Garc√≠a M√°rquez precisou para, em 1981, contar a “Cr√īnica de uma Morte Anunciada”.

Redes sociais - Termos de uso

Redes sociais – Termos de uso

SEM DESCULPA

A extens√£o dos contratos n√£o atenua as consequ√™ncias da quebra das cl√°usulas. Ao aceitar os termos sem l√™-los, o usu√°rio “foi negligente”, diz Haikal. “Voc√™ precisa cumprir o contrato. ‘Ah, √© arbitr√°rio…’ Mas voc√™ concordou.”

Em julho, o programador Michael Lee Johnson publicou an√ļncio no Facebook para ganhar seguidores no Google+. Todos os seus an√ļncios foram removidos da rede social.

A exclus√£o est√° amparada pelo contrato do Facebook, segundo o qual o site pode remover “qualquer an√ļncio, por qualquer motivo”.

Outro item pol√™mico que aparece nos contratos √© o compartilhamento de informa√ß√Ķes com terceiros. Quem entra numa rede social por meio de um aplicativo criado por outra empresa autoriza que esta veja seus dados.

Mudanças nas ferramentas oferecidas, se amparadas pela lei, também podem ser feitas à vontade, já que os termos não detalham cada serviço. Há alguns anos, o Orkut criou, sem notificação, um recurso que permite ao usuário ver quem visitou seu perfil. A novidade irritou internautas.

“Temos um compromisso com a transpar√™ncia, e o recurso foi introduzido nesse sentido. O usu√°rio poderia ativar ou desativar essa funcionalidade quando quisesse”, diz Felix Ximenes, diretor de comunica√ß√£o e pol√≠ticas p√ļblicas do Google Brasil.

Redes sociais - Termos de uso

Redes sociais – Termos de uso

Postagens mais antigas »
ÔĽŅ

Software Livre WordPress