GNU Blog Software Livre na EducaçãoMicro Livre

05/09/2014

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Rastreamento automático e notificação 2014/2

Filed under: Blogs,Educação,Software Livre — admin @ 11:43 am

O rastreamento automático através de pingback ou de trackback é uma mecanismo que permite que o autor de um blog tome conhecimento quando um outro blogueiro cita o endereço de uma publicação sua.

Assim, faremos alguns testes para verificar se esse mecanismo está em funcionamento:

Olá Caroline! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Giovanna! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Jonathas! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Marina! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Leandro! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Carla! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Então, relembrando: coloque no seu blog o endereço de forma clicável (link) completo do artigo (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo). Se possível, coloque o endereço do rastreamento (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo/trackback).

Saudações livres!

28/05/2014

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Software Educacional Livre na Wikipédia –

Filed under: EAD,Software Livre,Wiki — admin @ 1:02 pm

Software educacional livre na Wikipédia

Endereço da categoria na Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Software_educacional_livre

Página mãe no Blog Software Livre na Educação: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/software-educacional-livre-na-wikipedia

Cópia local dos artigos da Wikipédia em formato de blog:: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/mapa-do-blog.

Cópia dos artigos da Wikipédia na instalação local MediaWiki: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/wiki/Categoria:Software_educacional_livre.

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Tabela Dinâmica Software Educacional Livre, parte integrante do projeto Software Educacional Livre na Wikipédia 2014: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/tabela-dinamica.

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18/09/2012

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Anúncios publicitários nas redes sociais

Filed under: EAD,Educação,Internet — admin @ 5:03 pm

Anúncios publicitários nas redes sociais eletrônicas

Na utilização educacional ou escolar das redes sociais eletrônicas, em geral não é abordada uma questão: os anúncios publicitários exibidos.

No Facebook, a coluna da direita exibe publicidade rotativa personalizada.

A propósito, foram publicados livros didáticos em 2011 no Chile com anúncios publicitários.

Chile põe publicidade em livro didático http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,chile-poe-publicidade-em-livro-didatico,704193,0.htm.

Governo chileno aprova anúncios publicitários em livros didáticos http://operamundi.uol.com.br/conteudo/reportagens/11093/governo+chileno+aprova+anuncios+publicitarios+em+livros+didaticos.shtml.

Polêmica nos livros didáticos http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/14884/polemica-nos-livros-didaticos.

Textos escolares aprobados por el Mineduc incluyen publicidad http://www.elmostrador.cl/noticias/pais/2011/04/05/textos-escolares-aprobados-por-el-mineduc-incluyen-publicidad.
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01/03/2012

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Formato livre no Microsoft Office

Filed under: Informática — admin @ 4:07 pm

Podemos utilizar as suítes de escritório LibreOffice e OpenOffice para exibir e salvar documentos no formato de software livre Open Document Format ODF.

Baixe os programas nos endereços acima.

Quem utiliza o Microsoft Word 2007 também pode salvar e exibir ODT. Basta baixar a atualização SP2: http://www.microsoft.com/pt-br/download/details.aspx?id=5.

Quem utiliza o Microsoft Word 2003 também pode salvar e exibir ODT, DOCX, PDF, etc. Basta baixar o complemento: http://www.microsoft.com/pt-br/download/details.aspx?id=3.

Além disso, há um projeto independente que criou um conversor: http://odf-converter.sourceforge.net.
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15/02/2012

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Cláusula 11 do Google

Filed under: Blogs,Internet — admin @ 6:29 pm

Acho que é um ponto interessante para uma discussão educacional e de cidadania.

Data da redação da mensagem: 18/11/2010

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Faz pouco tempo que comecei a prestar atenção aos Termos de Uso das ferramentas chamadas de “gratuitas” na Internet. O usuário, ao fazer o cadastro, necessita concordar com o Contrato. Vejamos o exemplo dos serviços do Google. A cláusula 11 prevê que o usuário concede ao Google uma licença IRREVOGÁVEL, PERPÉTUA e MUNDIAL para REPRODUZIR, ADAPTAR, MODIFICAR, TRADUZIR, PUBLICAR, DISTRIBUIR, EXIBIR os conteúdos.

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Fonte: http://www.google.com/accounts/TOS?hl=pt_BR

11. Licença de conteúdo do usuário

11.1 O usuário retém direitos autorais e quaisquer outros direitos que já tiver posse em relação ao Conteúdo que enviar, publicar ou exibir nos Serviços ou através deles. Ao enviar, publicar ou exibir conteúdo, o usuário concede ao Google uma licença irrevogável, perpétua, mundial, isenta de royalties e não exclusiva de reproduzir, adaptar, modificar, traduzir, publicar, distribuir publicamente, exibir publicamente e distribuir qualquer Conteúdo que o usuário enviar, publicar ou exibir nos Serviços ou através deles. Essa licença tem como único objetivo permitir ao Google apresentar, distribuir e promover os Serviços e pode ser revogada para certos Serviços, conforme definido nos Termos Adicionais desses Serviços.

11.2 O usuário concorda que essa licença inclui o direito do Google de disponibilizar esse Conteúdo a outras empresas, organizações ou indivíduos com quem o Google tenha relações para o fornecimento de serviços licenciados e para o uso desse Conteúdo relacionado ao fornecimento desses serviços.

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ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS

17. Anúncios

17.1 Alguns dos Serviços são mantidos por receita proveniente de publicidade e podem exibir anúncios e promoções. Tais anúncios podem ser contextuais ao conteúdo da informação armazenada nos Serviços, pesquisas feitas por meio dos Serviços ou outras informações.

17.2 A maneira, modo e abrangência da publicidade do Google nos Serviços estão sujeitos a alterações sem aviso prévio específico ao usuário.

17.3 Considerando a concessão por parte do Google do acesso e uso dos Serviços, o usuário manifesta o seu acordo sobre a possibilidade de o Google colocar tais anúncios nos Serviços.

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DESATIVAÇÃO DA CONTA

4. Prestação dos Serviços pelo Google

4.4 O usuário reconhece e aceita que, se o Google desativar a sua conta, poderá ser impedido de acessar os Serviços, os detalhes da conta ou quaisquer arquivos ou outros conteúdos que estejam na conta.

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TERMOS DE USO DO GOOGLE BLOGGER (BLOGSPOT)

Encerramento unilateral e imotivado

Fonte: http://www.blogger.com/terms.g

10. Encerramento e Suspensão. O Google pode, conforme julgar necessário, a qualquer momento e por quaisquer motivos, encerrar o fornecimento do Serviço, encerrar este Contrato ou suspender ou encerrar sua conta. Em caso de encerramento, sua conta será desativada e você poderá não ter
acesso à sua conta ou a quaisquer arquivos ou conteúdos da mesma […]

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Veja matéria sobre ausência de privacidade na nova política do Google:
http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/blog/ausencia-de-privacidade-google

01/02/2012

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Filme em DVD Piratas do Vale do Silício

Filed under: Informática — admin @ 3:28 pm

Gente

Acho que vale a pena assistir o filme em DVD Piratas do Vale do Silício.

Pode ser interessante para conhecer um pouco o espírito empresarial e financeiro que move o software proprietário, para contrapô-lo ao espírito de cooperação e compartilhamento do software livre.

O filme apresenta uma versão romanceada do início da era dos computadores pessoais.

Dois principais personagens:

1 STEVE JOBS, fundador da Apple (empresa fabricante dos computadores Mac e do iPod, iPhone e iPad, entre outros). http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs

2 BILL GATES, fundador da Microsoft. http://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Gates

Personagens secundários:
Steve Wozniak, sócio de Steve Jobs. http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Wozniak
Paul Allen e Steve Ballmer, sócios de Bill Gates. http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Allen
http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Ballmer

Agumas fotos da pessoas representadas no filme: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/monitorapatricia/archives/48

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Artigo da Wikipédia sobre o filme:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Piratas_do_Vale_do_Sil%C3%ADcio

Piratas do Vale do Silício (Pirates of Silicon Valley), de 1999, é um filme feito para a televisão, pela TNT, escrito e dirigido por Martyn Burke. Baseado no livro Fire in the Valley: The Making of The Personal Computer, de Paul Freiberger e Michael Swaine, o filme oferece uma versão dramatizada do nascimento da era da informática doméstica, desde o primeiro PC, através da histórica rivalidade entre a Apple e seu Macintosh e a Microsoft, indo desde o Altair 8800 da empresa MITS, passando pelo MS-DOS, pelo IBM PC e terminando no Microsoft Windows.

O filme começa no início da década de 1970 e termina em 1997, pouco antes de Steve Jobs ser demitido da Apple por John Sculley.

Começando no campus da UCB (Universidade de Berkley) durante o período do Movimento Liberdade de Expressão, o filme expõe as aflições dos amigos Steve Jobs (Noah Wyle) e Steve Wozniak (Joey Slotnick), que formariam a Apple Computer; e os estudantes de Harvard, Bill Gates (Anthony Michael), Steve Ballmer (John Di Maggio) e o amigo de Gates, Paul Allen (Josh Hopkins), que criariam a Microsoft.

Gates, Jobs e Wozniak deixariam a universidade (Jobs foi na realidade, um estudante do Reed College) por um curto período, mas isto não é documentado no filme; Wozniak logo regressaria à UCB, para poder tomar o papel no crescimento da revolução dos computadores pessoais. O filme é narrado pelo ponto de vista de Wozniak e Ballmer.

Página oficial do filme:
http://alt.tnt.tv/movies/tntoriginals/pirates

Fiz uma busca e o filme está disponível para aquisição em DVD:
http://www.videolar.com, http://www.walmart.com.br, etc.

30/01/2012

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Ataque da Microsoft à soberania nacional brasileira

Filed under: Informática,Software Livre — admin @ 2:13 pm

Sobre o ataque da Microsoft à soberania nacional: Wikileaks, Microsoft, ODF e OpenXML

12 de Setembro de 2011

Fonte: http://softwarelivre.org/portal/comunidade/sobre-o-ataque-da-microsoft-a-soberania-nacional-wikileaks-microsoft-odf-e-openxml

Autor: Jomar Silva

Há alguns dias fomos todos surpreendidos com um documento encontrado no CableGate, trocado entre a embaixada norte americana no Brasil e o Governo Norte Americano em 2007. De acordo com este documento, a Microsoft fazia gravíssimas acusações contra o governo brasileiro, e apesar de ter se feito de ‘tolinha’ pelo relato da reunião, pedia indiretamente uma intervenção do Governo Norte Americano para frear o avanço do ODF no Brasil, conseguir o apoio brasileiro para a aprovação do OpenXML na ISO, frear a parceria entre o comitê técnico brasileiro e demais comitês internacionais que discutiam o padrão, reduzir a influência do Brasil no debate internacional sobre o OpenXML, além de acusar o Ministério das Relações Exteriores e a Casa Civil de estarem executando uma campanha anti-americana. Pior do que isso, insinuam ainda que o ODF é um padrão anti-americano!

http://softwarelivre.org/furusho/odf/jomar-silva-latinoware-2009.jpg

Eu estava envolvido até o pescoço com tudo isso naquela época e tenho aqui todos os detalhes de bastidores que causaram esta reunião entre a Microsoft e o Embaixador Americano e posso afirmar categoricamente: Foi SIM um pedido velado de intervenção.

Como esclarecimento inicial, o XML citado de forma incompleta no documento é o OpenXML (o Open deve ter sido suprimido por quem relatou a reunião).

Para contextualizar o documento, é importante lembrar que começamos a trabalhar na avaliação do OpenXML no Brazil no início de 2007, e que votamos “NÃO” à aprovação do padrão em Setembro. O resultado desta votação foi a rejeição do padrão com mais de 3 mil defeitos técnicos apontados. Mesmo assim, de forma surpreendente, o SC34 resolveu agendar uma reunião de 5 dias para Março de 2008 em Genebra na Suiça para ‘discutirmos os mais de 3 mil problemas técnicos’. Esta reunião se chamou Ballot Resolution Meeting (BRM) e existe farta documentação em meu blog sobre ela e o seu resultado final, de mudança de voto surpreendente e aprovação do padrão.

Gostaria de deixar claro aqui que não acredito que esta reunião entre Microsoft e o representante maior do Governo Norte Americano no Brasil tenha sido uma iniciativa individual do Sr. Michel Levy, mas que tenha sido uma iniciativa da corporação. Apesar de funcionário da Microsoft o Sr. Michel Levy é brasileiro, e prefiro não acreditar que ele tenha, por iniciativa própria, decidido se esforçar para colocar o Governo Norte Americano contra o Governo Brasileiro, desrespeitando assim nossa soberania nacional e nosso mérito técnico.

A primeira pergunta que deixo aqui é em quantos outros países que votaram NÃO ao OpenXML o mesmo aconteceu, e quais destes países “acataram”um eventual puxão de orelha por parte do governo norte americano.

Sim, o puxão de orelha pode mesmo ter ocorrido, pois se notarem a linha geral do discurso usado aqui no Brasil, a decisão técnica nacional é apresentada como sendo algo contra os Direitos de Propriedade Intelectual (IPR), e uma das coisas que causam retaliação nos acordos de livre comércio com os Estados Unidos são as violações à Propriedade Intelectual. Estou cansado de colecionar boatos aqui dos tempos de OpenXML, onde possíveis sanções motivadas por estas violações foram trazidas à mesa para a negociação dos votos de governo em alguns países (se seu país mudou de voto depois de Setembro de 2007, pode investigar que vai encontrar um papel ‘chave’ para o governo nesta mudança de voto). Quem sabe um dia o Wikileaks nos ajuda a investigar de forma aprofundada isso também !

Ainda sobre a motivação da reunião, acho cômico o fato de que no último parágrafo do documento esta escrito que a Microsoft não estava pedindo ajuda ao Governo Norte Americano, e duvido que no meio diplomático veríamos ali algo como “a Microsoft veio pedir ajuda pelo amor de Deus, pois estes malditos nativos Sul Americanos estão estragando tudo !”… Se não foi para pedir ajuda, por que motivo fizeram a reunião ? Seria o Embaixador Americano um psicólogo especializado em frustrações corporativas ? Será que ele é blogueiro secreto de algum site internacional de fofoca ?

Se ele deu ‘conselhos’ à Microsoft no Brasil, será que ele pode também me dar os números da Mega Sena se eu for até lá ?

Voltando ao documento, fico imensamente irritado ao ver a Microsoft afirmar que o Governo Brasileiro estava pressionando a ABNT para adotar o ODF. A Microsoft era membro do comitê da ABNT na época, e tenho aqui uma ata de reunião a empresa concorda com a abertura do processo para a adoção do padrão ODF no Brasil. Fui o responsável por este processo dentro da ABNT e contamos com colaboração de diversos órgãos de governo e empresas privadas, seguindo todas as regras internas da ABNT, sem pressão alguma e o pior de tudo: todo o processo foi feito com acompanhamento da Microsoft, que era membro do comitê e optou por não nos ajudar com o trabalho de tradução do padrão  para o português do Brasil.

A Microsoft sabia que o Brasil mantém uma tradição dentro da ABNT de que não são adotadas no Brasil as normas internacionais que contaram com o voto de rejeição do Brasil na ISO. Em outras palavras, se a tradição não for quebrada, o OpenXML jamais será adotado no Brasil ! (e isso no final de 2007 era uma catástrofe para a empresa, que estava jogando pesado tudo o que podia para conseguir o carimbo da ISO no OpenXML).

Para piorar a situação, a troca de informações entre membros dos comités técnicos que avaliavam o OpenXML era constante, e ao ver que o Brasil tinha dado um voto NÃO muito bem embasado tecnicamente, foi natural começarmos a receber por aqui pedidos de colaboração de diversos membros de outros comitês. Eu mesmo perdi a conta do número de pessoas e comitês com quem me correspondi durante aqueles meses. Claro que novamente isso incomodava demais a empresa, pois passamos a distribuir por aí pontos de argumentação para os quais eles nunca teriam uma resposta aceitável, e isso estava de fato complicando bastante a vida deles para manipular o jogo no mundo todo.

Não vou comentar aqui as acusações feitas ao Ministério das Relações Exteriores, mas digo apenas que se o ministério se manifestou internacionalmente sobre os fatos da época, esta foi uma decisão soberana e devia ser aceita por todos (e aceitar não significa concordar ou aprovar). Trabalhar contra um posicionamento destes é trabalhar contra a soberania nacional, e isso é inadmissível !

Acho interessante ver como o mundo dá voltas, e ver que as pessoas que a Microsoft acusa de serem anti americanas, são atualmente o Ministro da Defesa (Celso Amorim) e a nossa Presidenta da República (Dilma Russef), que é acusada ainda de ser contra os direitos de propriedade intelectual. Espero que a assessoria de ambos leiam o documento, para que fique clara a imagem que a Microsoft tem dos dois !

Para finalizar, tentam ainda insinuar que o ODF é um padrão anti americano. Confesso que gostaria muito de saber o que a IBM, Oracle, Google e Red Hat (entre outras empresas americanas) pensam sobre o padrão, uma vez que trabalham há alguns anos em seu desenvolvimento e adoção. Na verdade eu prefiro que estas empresas expliquem diretamente ao Governo Norte Americano se o ODF é ou não anti-americano, e espero ainda que elas peçam esclarecimentos ao governo do seu país sobre atividades similares da Microsoft em outros países durante os anos de 2007 e 2008.

Para quem não acompanhou a história toda, o ODF foi adotado no Brasil, o OpenXML rejeitado por aqui e só não tivemos um papel maior no cenário internacional pois fomos calados no último dia do BRM, justo quando iriamos apresentar uma proposta que mudaria o final desta história. Já contei esta história aqui.

Obrigado ao WikiLeaks, por nos ajudar a começar a tirar os esqueletos do armário. Para quem quiser entender como a Microsoft trata e negocia com países que possuem políticas pró Software Livre, vale a pena ler este outro cable aqui. Divirtam-se !

* fonte: blog Jomar Silva

* Leia mais aqui…

* blog Pr. e Deputado Praczyk…

* Software Livre Brasil….

Fonte: Vitorio Furusho
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Alerta contra riscos do ChromeOS da Google

Filed under: Informática,Internet,Software Livre — admin @ 2:13 pm

Não guarde seus arquivos pessoais na nuvem da Google ou na nuvem de qualquer outra empresa. Preserve seus dados no seu próprio computador. E faça cópia de segurança http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/copia-de-seguranca. ;-)

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Richard Stallman, fundador de GNU, advierte: El ChromeOS de Google representa la pérdida del control sobre nuestros datos

Charles Arthur
guardian.co.uk

Traducido para Rebelión por Ricardo García Pérez
Fonte:
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=119047&titular=richard-stallman-fundador-de-gnu-advierte:-el-chromeos-de-google-representa-la-p%E9rdida-del-control

Un defensor del software libre advierte que e stá previsto que la nueva computación en nube del sistema operativo lanzado por Google empuje a la gente a una «computación descuidada» .

El nuevo ChromeOS de computación en nube de Google parece un proyecto «para fomentar que la gente se entregue a una computación descuidada» al obligarlos a almacenar su información en la nube, en lugar de en equipos que se encuentren directamente bajo su control, advierte Richard Stallman, fundador de la Fundación para el Software Libre [FSF, Free Software Foundation] y creador del sistema operativo GNU.

Stallman, un veterano de la informática que es firme defensor del software libre a través de su Fundación para el Software Libre, advirtió hace dos años que hacer uso generalizado de la computación en nube era «peor que ser imbécil», ya que suponía perder el control sobre la información.

Ahora afirma que cada vez le preocupa más que Google haya lanzado su sistema operativo ChromeOS, que está basado en GNU/Linux y concebido para el almacenamiento local de la menor cantidad posible de información. Por el contrario, descansa sobre una conexión de datos que vinculen la «nube» de servidores de Google, ubicados en lugares desconocidos, para que almacenen documentos y otros datos.

Entre los riesgos que comporta el almacenamiento de los datos en la máquina de una empresa, en lugar de en nuestro propio equipo, se encuentra la pérdida de derechos legales sobre la información. Stallman señala que «en Estados Unidos se pierden incluso derechos legales si almacenas la información en las máquinas de una empresa en lugar de en la tuya. La policía está obligada a presentar una orden de registro si quiere obtener la información de tu ordenador; pero si los datos están almacenados en el servidor de una empresa, la policía puede obtenerlos sin presentarte nada. Puede incluso que ni siquiera tenga que presentar a la empresa una orden de registro».

Google inició la semana pasada la presentación «tranquila» de ChromeOS, en la que presumió de algunos aspectos del software y suministró portátiles Cr-48 con el sistema instalado a los desarrolladores y a algunos periodistas mientras decía que no estará disponible de forma generalizada hasta mediados de 2011.

Eric Schmidt, director general de Google, lo elogió en una entrada de su blog: «Para mí, este tipo de anuncios son los más importantes de mi vida profesional, pues demuestran el verdadero poder de la ciencia informática para transformar la vida de las personas. Es extraordinario que plataformas muy complejas puedan ofrecer soluciones maravillosamente simples como Chrome y ChromeOS, que cualquiera es capaz de utilizar desde el primer momento si lo comprenda bien», escribió. «Cuando los desarrolladores empiezan a jugar con nuestro ordenador Chrome OS Cr-48 beta ven que, aunque todavía está en mantillas, funciona increíblemente bien. Se puede construir todo lo que solías combinar con software cliente aprovechándose al completo de la capacidad de la web.»

Pero Stallman no se deja impresionar. «Creo que a los comercializadores les gusta la “computación en nube” porque carece de significado sustancial. El significado del término no es una entidad, sino una actitud: “Permitid que fulano, mengano o zutano guarden vuestros datos, que fulano, mengano o zutano hagan la tarea informática por vosotros (y la controlen)”. Quizá el concepto “computación descuidada” fuera más adecuado.»

Ve un problema al acecho: «Supongo que muchas personas seguirán pasándose a la computación descuidada porque cada minuto nace un idiota. Quizá el gobierno estadounidense trate de fomentar que las personas alojen sus datos donde el gobierno pueda apoderarse de ellos sin mostrarles una orden de registro, en lugar de en sus propios inmuebles. Sin embargo, mientras hayamos bastantes que sigamos manteniendo nuestros datos bajo control, podemos seguir haciéndolo. Y será mejor que lo hagamos o, de lo contrario, desaparecerá esa alternativa».

La responsabilidad de los proveedores de computación en nube ha ocupado el primer plano de la atención desde hace un par de semanas, cuando Amazon eliminó el contenido de Wikileaks de su servicio de computación en nube EC2 alegando que el portal de las filtraciones había quebrantado las condiciones y las cláusulas del contrato… y sin brindarse a negociar al respecto.

Stallman sólo ve un aspecto digno de elogio en ChromeOS: es heredero de GNU/Linux. «En esencia, ChromeOS es el sistema operativo de GNU/Linux. Sin embargo, se ofrece sin las aplicaciones habituales y está equipado para impedir y obstaculizar la instalación de aplicaciones», declaró a The Guardian . «Diría que el problema reside en la naturaleza de la misión que se ha previsto que cumpla ChromeOS. Sobre todo, animarte a guardar los datos en otra parte y a hacer las tareas informáticas en otra parte, en lugar de en tu propio ordenador.»

• Stallman advierte a los hackers potenciales que no se descarguen la aplicación LOIC que se impone como método para manifestar su ira contra portales contrarios a Wikileaks; no porque piense que la protesta es un error, sino porque el código de la herramienta no está a la vista del usuario. «Me parece que utilizar LOIC es en la red el equivalente de las protestas contra las tiendas que eluden impuestos en Londres. No debemos permitir que eso constriña el derecho a protestar», señala. «[Pero] si los usuarios no pueden modificarlo, no deberían confiar en él.»

Corrección: Richard Stallman ha escrito lo siguiente: «Un artículo de la BBC informaba de que alguien de Sophos decía que LOIC was ” software desconocido ” y yo pensé que eso quería decir que era software propietario, pero me equivoqué. Resultó que LOIC es de hecho software libre, de manera que los usuarios pueden acceder al código fuente y modificarlo. Por consiguiente, sus mecanismos de funcionamiento no son un secreto como los de Windows, MacOS o Adobe Flash Player, de tal modo que nadie puede imponer a través de él códigos maliciosos, como se ha hecho con los otros paquetes citados.»

Fuente: http://www.guardian.co.uk/technology/blog/2010/dec/14/chrome-os-richard-stallman-warning

24/01/2012

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Instale em um pen drive as atividades do Sugar/OLPC

Filed under: Educação,Informática,Internet,Software Livre — admin @ 7:29 pm

O sistema operacional de software livre Sugar www.sugarlabs.org, criado para o projeto OLPC www.laptop.org, pode ser instalado em um pen drive. Claro, você também pode instalar em um computador de mesa ou portátil.

A base do sistema é uma das versões da distribuição de software livre Fedora: http://spins.fedoraproject.org/soas.

O Sugar tem centenas de atividades desenvolvidas para crianças, nas áreas de Matemática, Física, Leitura e Redação, Geografia, Mídias, etc.

Veja em: http://activities.sugarlabs.org.

Um dos destaques, o software musical TAM TAM, para crianças e adolescentes, tem 4 versões: Edit, Jam, Mini e Sintetizador http://wiki.laptop.org/go/TamTam. Vídeos: http://www.youtube.com/watch?v=31L9qaxOrp0 e http://www.youtube.com/watch?v=Nwqt8NMT-zI

Outro destaque, entre tantos, são as 107 atividades do software Gcompris http://activities.sugarlabs.org/collection/gcompris.

Boa diversão!

22/12/2011

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Vídeo Sensibilização para Uso do Software Livre

Filed under: Software Livre — admin @ 8:25 pm

Sensibilização para Uso do Software Livre

Sensibilização para Uso do Software Livre

Fonte: SERPRO http://www4.serpro.gov.br/inclusao/conteudos-educacionais-livres/sensibilizacao-para-uso-do-software-livre

Apresentação:
Este curso apresenta ao participante alguns conceitos que envolvem o conhecimento do que é e quais os tipos de softwares, com ênfase em software livre.
Também relata um pouco da história do software livre, cita e compara diversos exemplos de softwares livres e proprietários, além de desconstruir mitos, apontar iniciativas de uso e elencar as vantagens de se utilizar software livre.
Logo no início, o vídeo Liberdade Digital, animação totalmente feita com software livre.

Objetivo:
Sensibilizar os participantes sobre as inúmeras vantagens de se utilizar software livre, tanto para uso pessoal quanto profissional, de modo a ter um público cada vez maior utilizando e divulgando o software livre.

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