GNU Blog Software Livre na EducaçãoMicro Livre

02/10/2013

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Rastreamento automático e notificação 2013/2

Filed under: Variados — admin @ 4:28 pm

O rastreamento automático através de pingback ou de trackback é uma mecanismo que permite que o autor de um blog tome conhecimento quando um outro blogueiro cita o endereço de uma publicação sua.

Assim, faremos alguns testes para verificar se esse mecanismo está em funcionamento:

Olá Fernanda! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

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Olá Katia! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

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Olá Tássia! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

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Olá Sabrina! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

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Olá Sibele! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

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Olá Gesiel! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

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Então, relembrando: coloque no seu blog o endereço completo do artigo (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo). Se possível, coloque o endereço do rastreamento (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo/trackback).

Saudações livres!

23/04/2013

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Rastreamento e notificação 2013/1

Filed under: Variados — admin @ 3:43 pm

O rastreamento automático (trackback) é uma mecanismo que permite que o autor de um blog tome conhecimento quando um outro blogueiro o cita.

Assim, faremos alguns testes para verificar se esse mecanismo está em funcionamento:

Olá Rafaela! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

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Olá Felipe! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).
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Olá Rosa! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).
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Olá Vânia! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).
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Olá Lissane! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).
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Olá Lisiane! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).
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Olá Breno! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).
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Então, relembrando: coloque no seu blog o endereço completo do artigo (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo). Se possível, coloque o endereço do rastreamento (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo/trackback).

Saudações livres!

05/11/2012

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Hospedagem em Porto Alegre

Filed under: Variados — admin @ 7:26 pm

Fonte:  http://oficinainclusaodigital.org.br/faq/hospedagem

Hotel Ritter fica em frente à rodoviária de Porto Alegre, e próximo ao aeroporto (um táxi custa em torno de 18 reais).

O Hotel Continental fica ao lado do Ritter.

Hospedagem Barata

Se você procura uma hospedagem de baixo custo, confira abaixo hotéis, hostels e pousadas para quem não quer gastar muito na sua estadia em Porto Alegre. Confira a listagem abaixo e entre em contato diretamente com os locais de seu interesse.

Hotéis – Bairros

Pousadas – Bairros

Hostels/Albergues – Bairros

Por favor, compreenda. Eu não estou indicando esses hotéis e tampouco afirmando a qualidade deles. Apenas copiei e colei as indicações da página fonte.
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14/02/2012

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Ausência de privacidade na nova política do Google

Filed under: Variados — admin @ 10:44 am

Como fica sua privacidade com o novo atrevimento do Google

Por José Antonio Milagre

Fonte: http://www.dicas-l.com.br/legaltech/legaltech_201202031348.php

Data de Publicação: 03 de Fevereiro de 2012

O que realmente pode acontecer a partir de 1 de março de 2012 com a vigência da “camisa de força digital”?

Todos estão recebendo e-mails, popups e alertas do Google sobre sua nova “Política de Privacidade”. A partir de 1 março, usuários que continuam usando os serviços tacitamente declaram concordância com as novas regras impostas pelo provedor de serviços. Longe das declarações superficiais, apaziguadoras e que nunca dizem toda a verdade, por parte dos representantes do Google, é hora do cidadão saber realmente como ficará sua privacidade.

Se você acha que esta informação é dispensável, talvez não tenha percebido o valor deste direito, o direito de proteção dos dados pessoais, o direito de estar só, de não ser rastreado ou ter padrões, comportamentos privados e hábitos logados a cada passo que se dá no mundo virtual.

Primeiramente, na verdade, nada é para melhorar a “comodidade dos internautas”. Você realmente acredita nisso? O fato é que hoje, além da política de privacidade geral, alguns serviços do provedor tinham regras próprias, adicionais. Com a nova política, estas regras (aproximadamente 60) ficam agrupadas em uma única regra. E o que tem de mal?

Em se unificando as políticas o Google também se cria o permissivo para o mesmo utilizar o que já estruturou antes de consultar o cidadão: Um grande centro de mineração de dados, um poderoso cérebro de cruzamento, que agora, agrupará informações de todos os serviços, antes separados, isolados.

Quais os efeitos? Um cidadão que tenha uma conta de e-mail Gmail quebrada por determinação da Justiça, como os dados agora são coletados como um todo, poderá ver sua privacidade em outros serviços, Blogger, Orkut, Docs, etc., quebrada. Não há garantias que diante desta nova política, não fique mais fácil a autoridades e interessados obterem dados além dos necessários para uma investigação ou repressão de um ato ilícito.

Imagine que você faz uma pesquisa relacionada a sexualidade no buscador e neste momento YouTube e Gmail são influenciados por esta busca, no Orkut ou Google+ perfis de vendas de produtos eróticos lhe enviam mensagens. Como se livrar deste rastro?

Você está no caminho de uma reunião. O tráfego parece estar diminuindo. Um texto surge: “Você vai se atrasar, pegue a próxima saída para a rota alternativa”. Você realmente deseja esta facilidade proposta pelo Google? Pois bem, para isso acontecer, considere que o Google bisbilhotou sua localização de seu celular Android e além disso fuçou no seu Calendar, para saber para onde você ia e quais seus compromissos!

Segundo a revista Scientific American, teríamos também um problema grave de integração de dados entre contas diferentes. Imagine que você tem uma conta pessoal (usada para diversão) e outra profissional? Você gostaria de ter a integração entre ambas, relacionamentos, contatos, termos pesquisados? Pense bem…

A revista vai além, e explica que mais um problema futuro seria o descobrimento dos usernames, pois Google+ solicita nomes reais e outros serviços como YouTube não. A partir de 01 de março, em tese, seu nome real poderia aparecer em todos os seus produtos Google. Legal?

Ao passo em que aprimora sua gestão de informações, passa a ter um dossiê global e integrado de cada usuário de Internet, com cabeçalhos HTTP, IPs, localização geográfica, termos procurados, sua agenda do Calendar, conversas do Gtalk, documentos do Docs, etc. etc. Imagine tudo isto integrado, nas mãos das pessoas erradas?

Cada serviço do Google tem sua característica o que demanda proteções adicionais de privacidade. Não se pode, em prejuízo do principio da especificidade (ou especialidade), conceder a serviços distintos regras idênticas. Cada dado deve ser coletado para finalidade específica. Agora, crio um simples e-mail e dou o direito ao Google de usar estes dados em todos os seus outros serviços? Sim! Não existe finalidade!E aliás, esta unificação parte do baseline mais protetivo a privacidade ou mais aberto? Com certeza do mais aberto. Pegue o serviço do Google que mais lhe dá direitos em relação a dados de usuários, unifique a todos os demais e pronto, estamos oferecendo “comodidade, facilidade aos internautas”.

Não se trata de comodidade, mas de estratégia para anúncios focados, para lucrar com seus dados. Igualmente, é obscura a declaração da Privacy Officer do Google de que “os governos requisitaram regras menores e mais simples em relação a privacidade”. Fica clara a intenção, favorecer quebras de sigilo, investigações e anúncios publicitários.

E para o usuário o que resta? Não fazer login? Ignorar sua privacidade rumo a “novas experiências”. Não! Cabe ao Google nos dar o direito de escolhermos e desativarmos a combinação, conexão e intercâmbio de informações. Lembrando que pelo anteprojeto de Lei de proteção de dados pessoais, toda a combinação de informações deve ser previamente e expressamente autorizada pelo usuário, que aliás poderá revoga-la a qualquer momento. Não devemos buscar somente o direito de desligar anúncios, mas de desligar esta correlação de informações. Não devemos buscar o direito de limpar o histórico, mas efetivamente limpar os registros dos servidores do provedor…

O cidadão que quiser, por exemplo, manter dados desvinculados entre os serviços, segundo o Google só teria das saídas, ou não fazer loggin ou criar novas contas. Imagine-se com uma conta para cada serviço?

É hora de buscarmos nossos direitos inerentes a privacidade digital, como os de poder peticionar e conhecer realmente cada informação que o provedor coleta sobre nós, o de realizar as chamadas “auditorias de privacidade” e principalmente o de “opt-out” de mudanças suspeitas nas regras do jogo, como a presente. Nos Estados Unidos, um bom exemplo, os republicanos Ed. Markey e Joe Barton já solicitaram a Federal Trade Comission (FTC), a investigação das violações a privacidade estampadas pela nova política (veja carta), zelando, efetivamente, pelos direitos dos usuários.

Então me desculpe, mas não vejo benefício algum na política do Google, a não ser para aqueles ávidos em conhecer o que fazemos, anunciantes, empresas, governo e ao próprio

Google que terá mais tráfego em seus serviços.

Você pode até pensar, “Ora, mas o Google já faz isso faz tempo!” Ok, mas agora passa a legitimar seus atos, em uma política em que, ou você concorda ou está praticamente fora da Internet. Precisamos de figuras que também defendam nossa privacidade no Congresso.Pense, e veja se não é hora de exigir de nossos Congressistas maior atenção a estes temas e aos nossos direitos.

Aliás, para nós, nossos direitos, para o Google, “idéias erradas”. Pense bem antes de colocar seus dados nesta teia. Ou realmente você acredita que oferecer lembretes de sua reunião é mais importante do que seus dados e seu sagrado direito a privacidade?

Continue achando que o que é de graça não se questiona. Não há nada de graça, o preço de tudo isso, são seus dados pessoais, o rastreamento da sua vida. Em síntese, como bem disse Jeff Chester, um cão de guarda da privacidade, Diretor do Centro de Democracia Digital, a partir de primeiro de março, receberemos uma “camisa de força digital”, forçados a compartilhar informações pessoais, sem defesa.

Até quando a destruição de nosso direito a privacidade será coberto pelo falso manto da “otimização da experiência do usuário”? Não queremos novas experiências impostas, mas liberdade para construí-las, quando bem nos convier.

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Congresso americano e União Europeia se opõem à nova política de privacidade do Google

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/congresso-americano-e-uniao-europeia-se-opoem-a-nova-politica-de-privacidade-do-google

A nova política de privacidade já foi recebida com certo temor por parte de seus usuários. Agora, o Congresso americano e órgãos reguladores da União Europeia estão fuçando as mudanças e não estão nem um pouco felizes — mas o Google parece não se importar muito.

De acordo com o The Hill, legisladores do Congresso questionaram os representantes do Google durante duas horas ontem, mas eles não ficaram satisfeitos com as explicações da empresa. Falando ao The Hill, a legisladora Mary Bono Mack disse:

“Por ser mais simplificada, [a política de privacidade] é na verdade mais complexa… No fim das contas, eu não acredito que as respostas dadas a nós foram o bastante se considerarmos o que isso significa para a segurança de nossas famílias e crianças.”

Aparentemente, o Congresso americano está preocupado sobre quanto de envolvimento os usuários têm na hora de proteger sua própria privacidade, mas as respostas não foram satisfatórias em pontos como apagar dados ou manter dados guardados por muito tempo. “Há uma crescente temor no Congresso sobre questões de privacidade — disso não há dúvidas”, acrescentou Mack.

Do outro lado do oceano, reguladores da União Europeia estão pedindo para o Google adiar o início de sua nova política de privacidade, segundo informações da Reuters. “Dado o amplo número de serviços que vocês prestam, e a popularidade deles, mudanças na política de privacidade podem afetar muitos cidadãos na maioria, senão em todos, os membros da União Europeia”, disse o Data Protection Working Party da União Europeia em uma carta enviada a Larry Page ontem. “Nós desejamos poder checar as possíveis consequências na proteção de dados pessoais de todos esses cidadãos de forma coordenada.” Eles não dizem o tempo que precisam para isso, mas, bem, não sabemos nem se o Google concordará com isso.

Dito isso, o Google está fazendo uma série de novos inimigos após sua proposta de mudança de política de privacidade, e notícias assim só dão a entender que a reação negativa continua crescendo. Mesmo o Google sendo uma empresa privada, o que significa que em tese eles podem fazer o que quiserem com seus serviços — desde que de forma legal –, há um ponto em que seus opositores querem que as coisas sejam feitas com mais calma. Se isso significar que nações cobrarão respostas legais do Google, o palco estará armado para um debate enorme. [The Hill e Reuters; Imagem: AP]

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O que as mudanças da política de privacidade do Google significam?

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/o-que-as-mudancas-da-politica-de-privacidade-do-google-significam

O Google anunciou ontem que decidiu modificar toda sua política de privacidade. A primeira vista, a mudança é bem simples: todos os serviços do Grande G terão a mesma política de privacidade. Mas isso significa que todos os dados serão unificados. E que as informações usadas em qualquer serviço do Google poderão ser usadas todos os outros. Há escapatória?

Segundo o Google, a mudança aconteceu por dois motivos: primeiro, o site contava com mais de 70 políticas de privacidade, e era difícil revisar todas com as agências reguladoras. Agora, com uma só política, alguns entraves legais devem ser eliminados. E, em segundo lugar, o Google diz que isso irá melhorar a vida do usuário. Como?

Veja o vídeo do Google sobre a nova política de privacidade: http://www.youtube.com/user/googleprivacy

Agora, todos os seus dados serão armazenados e coletados de uma só forma. Isso significa que se você estiver no Gmail, por exemplo, e escrever sobre alpinismo, sua próxima visita ao YouTube poderá ter uma sugestão de vídeo sobre o assunto. Há, no entanto, combinações mais perigosas: usuários do Google Latitude, por exemplo, terão seus dados de localização colhidos e utilizados em outros serviços — o mesmo para americanos que usarem o Google Wallet como carteira virtual. O mesmo acontece com o Google+, que cada vez ganha mais espaço em outros serviços da empresa: eles já aparecerem no topo das buscas com sugestões de amigos e páginas.

E qual o problema em toda a história? A famigerada frase “don’t be evil”. Foi com esse mantra que o Google se tornou o que é hoje, e compilar dados de usuários para facilitar o bombardeio de publicidade mais do que direcionada não parece seguir a filosofia da empresa. Segundo os princípios de privacidade da empresa:

Pessoas têm preocupações e necessidades diferentes sobre privacidade. Para servir melhor todos os nossos usuários, o Google esforça-se para oferecê-los opções úteis e fáceis sobre como lidar com suas informações pessoais. Nós acreditamos que informações pessoais não devem ser usadas como reféns e temos o compromisso de criar produtos que permitam que os usuários exportem suas informações pessoais para outros serviços. Nós não vendemos as informações pessoais dos usuários.

Pois bem, caso você não aceite a nova política de unificação de dados do Google, sabe qual é sua opção? Não usar os serviços. Tais mudanças podem facilmente ultrapassar a linha de privacidade proposta pela empresa. E elas também indicam que as recentes mudanças — como a adição da “busca social” com o Google+ — mostram um caminho bem diferente daquele Google que pregou a ideia de “lucrar sem ser demoníaco”. E bem parecido com aquilo que Larry Page criticou em uma entrevista à revista Playboy em 2004:

PLAYBOY: Os portais tentam criar o que eles chamam de conteúdo pegajoso, para manter o usuário pelo maior tempo possível neles.

PAGE: Esse é o problema. A maioria dos portais mostra seu próprio conteúdo acima de outros conteúdos da internet. Nós acreditamos que isso é um conflito de interesse, algo análogo a ganhar dinheiro com resultados de busca. A ferramenta de busca deles não necessariamente oferece os melhores resultados; ele oferece os melhores resultados do portal. O Google tenta, de forma consciente, ficar longe disso. Nós queremos que você saia do Google e chegue ao lugar certo o mais rápido possível. É um modelo bem diferente.

Agora, você tem até o dia primeiro de março para rever toda a sua vida online e pensar no que você quer compartilhar em cada serviço do Google. E fique de olhos bem abertos quando aquela publicidade extremamente direcionada atingir sua tela. [Google Blog e Gizmodo US]

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Veja a cláusula 11 dos Termos de Uso do Google: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/blog/clausula-11-do-google

07/01/2012

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Apple admite trabalho infantil

Filed under: Variados — admin @ 5:54 pm

[Acho que esta notícia não tem relação com software livre. Ou será que tem?]

Apple admite trabalho infantil na fabricação de seus produtos

Fonte: Rede Record
http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/apple-admite-trabalho-infantil-na-fabricacao-de-seus-produtos-20100228.html

Irregularidade é de empresas que fornecem serviços à empresa, diz relatório

publicado em 28/02/2010 às 16h44

A empresa tecnológica Apple, fabricante do iPhone, do iPod e dos computadores Mac, divulgou neste domingo (28) um relatório no qual reconhece que três de seus fornecedores empregaram menores de idade em suas fábricas.

O documento, que é publicado anualmente, diz que três dessas companhias contrataram um total de 11 jovens de 15 anos. A legislação de seus respectivos países estabelece a idade mínima de 16 anos para trabalhar. Todos eles já haviam chegado à idade mínima para trabalhar no momento em que a auditoria foi realizada, mas tinham apenas 15 anos quando foram contratados, diz a empresa.

Após a descoberta, a Apple exigiu a cada uma das fábricas “desenvolver e implementar sistemas de gestão apropriados para impedir a contratação de menores no futuro”, como melhores sistemas para verificar a idade dos funcionários. Nenhum dos jovens continua trabalhando nas fábricas em que foram contratados.

Com a publicação desse relatório, a Apple busca se antecipar a possíveis críticas. A empresa americana não deu os nomes das companhias que se incluem nele, mas se sabe que seus auditores visitaram fábricas nos Estados Unidos, República Tcheca, Coreia do Sul, Filipinas, Cingapura, China, Taiwan e Tailândia.

O documento revela também outros sérios incidentes. Os funcionários trabalhavam mais horas do que o devido em um total de 60 fábricas e 24 provedores, que pagavam salários abaixo do mínimo. No total, a Apple descobriu 17 tipos de violações de suas normas de responsabilidade social, como documentos falsificados, taxas de contratação excessivas ou incidências no tratamento de resíduos perigosos.

“Copyright Efe – Todos os direitos de reprodução e representação são reservados para a Agência Efe.”

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Trabalhadores escravos no Rio Grande do Sul

Filed under: Variados — admin @ 5:47 pm

[Acho que esta notícia do jornal Zero Hora não tem relação com software livre. Ou será que tem?]

Operação resgata trabalhadores escravos no centro do Estado

Jornal Zero Hora 17/11/2007 21h14min

Nome da empresa está sendo preservado para fins de negociação dos pagamentos

Fonte:
http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a1681325.xml

Vinte e nove trabalhadores, quatro mulheres e três crianças foram encontradas em Umbú e Areal, a 70 km da cidade de Cacequi.

Os trabalhadores, do Mato Grosso e de Alegrete, estavam há 11 meses na região. Estrangeiros em situação irregular também estão no grupo. Eles produziam madeira para sustentação de trilhos, conhecida como “dormente”.

O grupo tomava banho e consumia água de uma sanga contaminada, onde agricultores costumam lavar equipamentos agrícolas, segundo o delegado do Ministério do Trabalho, Heron de Oliveira.

— Quando faltava a comida habitual, feijão com arroz, se alimentavam de ração para cavalos — afirma o delegado.

A descoberta ocorreu quando um deles fugiu, na terça-feira passada, e caminhou até Cacequi para fazer a denúncia na polícia da cidade. Auditores do Ministério interrogaram os empregadores na noite deste sábado.

Os trabalhadores estão hospedados em um hotel, em Cacequi. Toda vez que é flagrada uma situação de trabalho escravo, os trabalhadores ficam sob o amparo do Ministério do Trabalho.

De acordo com o chefe da Delegacia Regional do Trabalho em Santa Maria, José Locatelli, o nome da empresa e dos empregadores estão sendo preservados para fins de negociação dos pagamentos que os trabalhadores tem direito.

Segundo Locatelli, a intenção primordial é de fazer com que os escravizados recebam os valores e sejam encaminhados para as localidades de origem.

— Os empregadores admitiram as irregularidades. Não queremos prender ninguém. A empresa poderá continuar funcionando, desde que cumpra a lei — afirma.

Uma nova visita da Delegacia Regional do Trabalho será feita na tarde de hoje, em busca de possíveis trabalhadores escravos que ainda não foram encaminhados para o hotel. O encaminhamento de seguro desemprego será feito na segunda-feira, quando equipes do Ministério do Trabalho se deslocarão de Porto Alegre para agilizar a documentação.

A operação foi realizada pelo Ministério Público do Trabalho, Delegacia Regional do Trabalho, Brigada Militar e Polícia Federal.

22/12/2011

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Meios de comunicação cerceiam a liberdade de expressão

Filed under: Variados — admin @ 7:00 pm

Levante sua Voz

Fonte: http://vimeo.com/7459748

Vídeo “Levante sua voz”

Vídeo produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung remonta o curta ILHA DAS FLORES de Jorge Furtado com a temática do direito à comunicação. A obra faz um retrato da concentração dos meios de comunicação existente no Brasil.

Roteiro, direção e edição: Pedro Ekman
Produção executiva e produção de elenco: Daniele Ricieri
Direção de Fotografia e câmera: Thomas Miguez
Direção de Arte: Anna Luiza Marques
Produção de Locação: Diogo Moyses
Produção de Arte: Bia Barbosa
Pesquisa de imagens: Miriam Duenhas
Pesquisa de vídeos: Natália Rodrigues
Animações: Pedro Ekman
Voz: José Rubens Chachá

27/10/2011

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Matemáticos revelam rede capitalista que domina o mundo

Filed under: Variados — admin @ 5:49 pm
26/10/2011

Fonte: IHU Unisinos http://t.co/P4Iyt6XS

Matemáticos revelam rede capitalista que domina o mundo

Este gráfico mostra as interconexões entre o grupo de 1.318 empresas transnacionais que formam o núcleo da economia mundial. O tamanho de cada ponto representa o tamanho da receita de cada uma.

A reportagem é da revista New Scientist, 22-10-2011 e reproduzida pelo sítio Inovação Tecnológica.

Além das ideologias
Conforme os protestos contra o capitalismo se espalham pelo mundo, os manifestantes vão ganhando novos argumentos.

Uma análise das relações entre 43.000 empresas transnacionais concluiu que um pequeno número delas – sobretudo bancos – tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global.

A conclusão é de três pesquisadores da área de sistemas complexos do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça.

Este é o primeiro estudo que vai além das ideologias e identifica empiricamente essa rede de poder global.

“A realidade é complexa demais, nós temos que ir além dos dogmas, sejam eles das teorias da conspiração ou do livre mercado,” afirmou James Glattfelder, um dos autores do trabalho. “Nossa análise é baseada na realidade.”

Rede de controle econômico mundial

A análise usa a mesma matemática empregada há décadas para criar modelos dos sistemas naturais e para a construção de simuladores dos mais diversos tipos. Agora ela foi usada para estudar dados corporativos disponíveis mundialmente.

O resultado é um mapa que traça a rede de controle entre as grandes empresas transnacionais em nível global.

Estudos anteriores já haviam identificado que algumas poucas empresas controlam grandes porções da economia, mas esses estudos incluíam um número limitado de empresas e não levavam em conta os controles indiretos de propriedade, não podendo, portanto, ser usados para dizer como a rede de controle econômico poderia afetar a economia mundial – tornando-a mais ou menos instável, por exemplo.

O novo estudo pode falar sobre isso com a autoridade de quem analisou uma base de dados com 37 milhões de empresas e investidores.

A análise identificou 43.060 grandes empresas transnacionais e traçou as conexões de controle acionário entre elas, construindo um modelo de poder econômico em escala mundial.

Poder econômico mundial

Refinando ainda mais os dados, o modelo final revelou um núcleo central de 1.318 grandes empresas com laços com duas ou mais outras empresas – na média, cada uma delas tem 20 conexões com outras empresas.

Mais do que isso, embora este núcleo central de poder econômico concentre apenas 20% das receitas globais de venda, as 1.318 empresas em conjunto detêm a maioria das ações das principais empresas do mundo – as chamadas blue chips nos mercados de ações.

Em outras palavras, elas detêm um controle sobre a economia real que atinge 60% de todas as vendas realizadas no mundo todo.

E isso não é tudo.

Super-entidade econômica

Quando os cientistas desfizeram o emaranhado dessa rede de propriedades cruzadas, eles identificaram uma “super-entidade” de 147 empresas intimamente inter-relacionadas que controla 40% da riqueza total daquele primeiro núcleo central de 1.318 empresas.

“Na verdade, menos de 1% das companhias controla 40% da rede inteira,” diz Glattfelder.

E a maioria delas são bancos.

Os pesquisadores afirmam em seu estudo que a concentração de poder em si não é boa e nem ruim, mas essa interconexão pode ser.

Como o mundo viu durante a crise de 2008, essas redes são muito instáveis: basta que um dos nós tenha um problema sério para que o problema se propague automaticamente por toda a rede, levando consigo a economia mundial como um todo.

Eles ponderam, contudo, que essa super-entidade pode não ser o resultado de uma conspiração – 147 empresas seria um número grande demais para sustentar um conluio qualquer.

A questão real, colocam eles, é saber se esse núcleo global de poder econômico pode exercer um poder político centralizado intencionalmente.

Eles suspeitam que as empresas podem até competir entre si no mercado, mas agem em conjunto no interesse comum – e um dos maiores interesses seria resistir a mudanças na própria rede.

As 50 primeiras das 147 empresas transnacionais super conectadas

Barclays plc
Capital Group Companies Inc
FMR Corporation
AXA
State Street Corporation
JP Morgan Chase & Co
Legal & General Group plc
Vanguard Group Inc
UBS AG
Merrill Lynch & Co Inc
Wellington Management Co LLP
Deutsche Bank AG
Franklin Resources Inc
Credit Suisse Group
Walton Enterprises LLC
Bank of New York Mellon Corp
Natixis
Goldman Sachs Group Inc
T Rowe Price Group Inc
Legg Mason Inc
Morgan Stanley
Mitsubishi UFJ Financial Group Inc
Northern Trust Corporation
Société Générale
Bank of America Corporation
Lloyds TSB Group plc
Invesco plc
Allianz SE 29. TIAA
Old Mutual Public Limited Company
Aviva plc
Schroders plc
Dodge & Cox
Lehman Brothers Holdings Inc*
Sun Life Financial Inc
Standard Life plc
CNCE
Nomura Holdings Inc
The Depository Trust Company
Massachusetts Mutual Life Insurance
ING Groep NV
Brandes Investment Partners LP
Unicredito Italiano SPA
Deposit Insurance Corporation of Japan
Vereniging Aegon
BNP Paribas
Affiliated Managers Group Inc
Resona Holdings Inc
Capital Group International Inc
China Petrochemical Group Company

Bibliografia:

The network of global corporate control
Stefania Vitali, James B. Glattfelder, Stefano Battiston
arXiv
19 Sep 2011
http://arxiv.org/abs/1107.5728

01/10/2010

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Teste com o rastreamento automático (trackback) 2

Filed under: Variados — admin @ 10:45 am

O rastreamento automático (trackback) é uma mecanismo que permite que o autor de um blog tome conhecimento quando um outro blogueiro o cita.

Assim, faremos alguns testes para verificar se esse mecanismo está em funcionamento:

Olá Felipe! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

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Olá Patrícia! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

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Saudações livres!

12/01/2010

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Lançamento do Blog Software Livre na Educação

Filed under: Variados — Tags: — admin @ 10:23 am

logo-livre-edu
Colega professor

Tenha o seu próprio blog. Utilize essa ferramenta de comunicação e ofereça o serviço a seus alunos.

O Blog Software Livre na Educação está no ar! Com o apoio da SEAD/UFRGS, que aprovou o projeto e concedeu um bolsista, o blog conta atualmente com mais de 130 páginas de material pedagógico selecionado e etiquetado (tags), composto de textos, imagens, áudio e vídeo, nas áreas de Informática na Educação, Software Livre na Educação, Ferramentas Digitais de Aprendizagem Livres, Redes Sociais de Aprendizagem Livres e mais.

Alunos e visitantes podem interagir através do espaço específico para comentários em cada uma das páginas. É possível consultar o mapa do blog e realizar buscas com ferramenta interna. Também é oferecida a possibilidade de que os alunos criem o seu próprio blog, individualmente ou em grupos. O mecanismo RSS compõe o quadro de funcionalidades, notificando automaticamente o usuário sobre atualizações do blog e de páginas específicas. Estão disponíveis a criação de fóruns de discussão, fotologs, leitor e agregador de RSS e favoritos sociais. Um editor wiki de textos coletivos, com o mesmo software da Wikipédia, abre mais possibilidades para a cooperação. Uma plataforma para aprendizagem e relacionamento social, do tipo Orkut, Facebook, etc, também está disponível.

Colega professor, você pode utilizar para si e para seus alunos os serviços do blog Software Livre na Educação. Desfrute. Evite problemas com hospedagens supostamente “gratuitas”: existe a possibilidade de cancelamento imotivado dos serviços e também a possibilidade de exibição de anúncios publicitários no seu blog.

Lançamento do Blog Software Livre na Educação quinta-feira, dia 14/01/2010, às 16h30, na sala 816 da FACED/UFRGS.

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