GNU Blog Software Livre na EducaçãoMicro Livre

02/10/2013

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Rastreamento automático e notificação 2013/2

Filed under: Variados — admin @ 4:28 pm

O rastreamento automático através de pingback ou de trackback é uma mecanismo que permite que o autor de um blog tome conhecimento quando um outro blogueiro cita o endereço de uma publicação sua.

Assim, faremos alguns testes para verificar se esse mecanismo est√° em funcionamento:

Ol√° Fernanda! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se est√° tudo bem com o rastreamento autom√°tico (trackback).

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Ol√° Katia! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se est√° tudo bem com o rastreamento autom√°tico (trackback).

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Ol√° T√°ssia! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se est√° tudo bem com o rastreamento autom√°tico (trackback).

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Ol√° Sabrina! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se est√° tudo bem com o rastreamento autom√°tico (trackback).

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Ol√° Sibele! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se est√° tudo bem com o rastreamento autom√°tico (trackback).

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Ol√° Gesiel! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se est√° tudo bem com o rastreamento autom√°tico (trackback).

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Então, relembrando: coloque no seu blog o endereço completo do artigo (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo). Se possível, coloque o endereço do rastreamento (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo/trackback).

Sauda√ß√Ķes livres!

23/04/2013

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Rastreamento e notificação 2013/1

Filed under: Variados — admin @ 3:43 pm

O rastreamento automático (trackback) é uma mecanismo que permite que o autor de um blog tome conhecimento quando um outro blogueiro o cita.

Assim, faremos alguns testes para verificar se esse mecanismo est√° em funcionamento:

Ol√° Rafaela! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se est√° tudo bem com o rastreamento autom√°tico (trackback).

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Ol√° Felipe! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se est√° tudo bem com o rastreamento autom√°tico (trackback).
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Ol√° Rosa! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se est√° tudo bem com o rastreamento autom√°tico (trackback).
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Ol√° V√Ęnia! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se est√° tudo bem com o rastreamento autom√°tico (trackback).
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Ol√° Lissane! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se est√° tudo bem com o rastreamento autom√°tico (trackback).
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Ol√° Lisiane! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se est√° tudo bem com o rastreamento autom√°tico (trackback).
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Ol√° Breno! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se est√° tudo bem com o rastreamento autom√°tico (trackback).
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Então, relembrando: coloque no seu blog o endereço completo do artigo (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo). Se possível, coloque o endereço do rastreamento (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo/trackback).

Sauda√ß√Ķes livres!

05/11/2012

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Hospedagem em Porto Alegre

Filed under: Variados — admin @ 7:26 pm

Fonte:  http://oficinainclusaodigital.org.br/faq/hospedagem

O Hotel Ritter fica em frente à rodoviária de Porto Alegre, e próximo ao aeroporto (um táxi custa em torno de 18 reais).

O Hotel Continental fica ao lado do Ritter.

Hospedagem Barata

Se você procura uma hospedagem de baixo custo, confira abaixo hotéis, hostels e pousadas para quem não quer gastar muito na sua estadia em Porto Alegre. Confira a listagem abaixo e entre em contato diretamente com os locais de seu interesse.

Hotéis РBairros

Pousadas – Bairros

Hostels/Albergues – Bairros

Por favor, compreenda. Eu n√£o estou indicando esses hot√©is e tampouco afirmando a qualidade deles. Apenas copiei e colei as indica√ß√Ķes da p√°gina fonte.
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14/02/2012

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Ausência de privacidade na nova política do Google

Filed under: Variados — admin @ 10:44 am

Como fica sua privacidade com o novo atrevimento do Google

Por José Antonio Milagre

Fonte: http://www.dicas-l.com.br/legaltech/legaltech_201202031348.php

Data de Publicação: 03 de Fevereiro de 2012

O que realmente pode acontecer a partir de 1 de mar√ßo de 2012 com a vig√™ncia da “camisa de for√ßa digital”?

Todos est√£o recebendo e-mails, popups e alertas do Google sobre sua nova “Pol√≠tica de Privacidade”. A partir de 1 mar√ßo, usu√°rios que continuam usando os servi√ßos tacitamente declaram concord√Ęncia com as novas regras impostas pelo provedor de servi√ßos. Longe das declara√ß√Ķes superficiais, apaziguadoras e que nunca dizem toda a verdade, por parte dos representantes do Google, √© hora do cidad√£o saber realmente como ficar√° sua privacidade.

Se voc√™ acha que esta informa√ß√£o √© dispens√°vel, talvez n√£o tenha percebido o valor deste direito, o direito de prote√ß√£o dos dados pessoais, o direito de estar s√≥, de n√£o ser rastreado ou ter padr√Ķes, comportamentos privados e h√°bitos logados a cada passo que se d√° no mundo virtual.

Primeiramente, na verdade, nada √© para melhorar a “comodidade dos internautas”. Voc√™ realmente acredita nisso? O fato √© que hoje, al√©m da pol√≠tica de privacidade geral, alguns servi√ßos do provedor tinham regras pr√≥prias, adicionais. Com a nova pol√≠tica, estas regras (aproximadamente 60) ficam agrupadas em uma √ļnica regra. E o que tem de mal?

Em se unificando as pol√≠ticas o Google tamb√©m se cria o permissivo para o mesmo utilizar o que j√° estruturou antes de consultar o cidad√£o: Um grande centro de minera√ß√£o de dados, um poderoso c√©rebro de cruzamento, que agora, agrupar√° informa√ß√Ķes de todos os servi√ßos, antes separados, isolados.

Quais os efeitos? Um cidadão que tenha uma conta de e-mail Gmail quebrada por determinação da Justiça, como os dados agora são coletados como um todo, poderá ver sua privacidade em outros serviços, Blogger, Orkut, Docs, etc., quebrada. Não há garantias que diante desta nova política, não fique mais fácil a autoridades e interessados obterem dados além dos necessários para uma investigação ou repressão de um ato ilícito.

Imagine que você faz uma pesquisa relacionada a sexualidade no buscador e neste momento YouTube e Gmail são influenciados por esta busca, no Orkut ou Google+ perfis de vendas de produtos eróticos lhe enviam mensagens. Como se livrar deste rastro?

Voc√™ est√° no caminho de uma reuni√£o. O tr√°fego parece estar diminuindo. Um texto surge: “Voc√™ vai se atrasar, pegue a pr√≥xima sa√≠da para a rota alternativa”. Voc√™ realmente deseja esta facilidade proposta pelo Google? Pois bem, para isso acontecer, considere que o Google bisbilhotou sua localiza√ß√£o de seu celular Android e al√©m disso fu√ßou no seu Calendar, para saber para onde voc√™ ia e quais seus compromissos!

Segundo a revista Scientific American, ter√≠amos tamb√©m um problema grave de integra√ß√£o de dados entre contas diferentes. Imagine que voc√™ tem uma conta pessoal (usada para divers√£o) e outra profissional? Voc√™ gostaria de ter a integra√ß√£o entre ambas, relacionamentos, contatos, termos pesquisados? Pense bem…

A revista vai além, e explica que mais um problema futuro seria o descobrimento dos usernames, pois Google+ solicita nomes reais e outros serviços como YouTube não. A partir de 01 de março, em tese, seu nome real poderia aparecer em todos os seus produtos Google. Legal?

Ao passo em que aprimora sua gest√£o de informa√ß√Ķes, passa a ter um dossi√™ global e integrado de cada usu√°rio de Internet, com cabe√ßalhos HTTP, IPs, localiza√ß√£o geogr√°fica, termos procurados, sua agenda do Calendar, conversas do Gtalk, documentos do Docs, etc. etc. Imagine tudo isto integrado, nas m√£os das pessoas erradas?

Cada servi√ßo do Google tem sua caracter√≠stica o que demanda prote√ß√Ķes adicionais de privacidade. N√£o se pode, em preju√≠zo do principio da especificidade (ou especialidade), conceder a servi√ßos distintos regras id√™nticas. Cada dado deve ser coletado para finalidade espec√≠fica. Agora, crio um simples e-mail e dou o direito ao Google de usar estes dados em todos os seus outros servi√ßos? Sim! N√£o existe finalidade!E ali√°s, esta unifica√ß√£o parte do baseline mais protetivo a privacidade ou mais aberto? Com certeza do mais aberto. Pegue o servi√ßo do Google que mais lhe d√° direitos em rela√ß√£o a dados de usu√°rios, unifique a todos os demais e pronto, estamos oferecendo “comodidade, facilidade aos internautas”.

N√£o se trata de comodidade, mas de estrat√©gia para an√ļncios focados, para lucrar com seus dados. Igualmente, √© obscura a declara√ß√£o da Privacy Officer do Google de que “os governos requisitaram regras menores e mais simples em rela√ß√£o a privacidade”. Fica clara a inten√ß√£o, favorecer quebras de sigilo, investiga√ß√Ķes e an√ļncios publicit√°rios.

E para o usu√°rio o que resta? N√£o fazer login? Ignorar sua privacidade rumo a “novas experi√™ncias”. N√£o! Cabe ao Google nos dar o direito de escolhermos e desativarmos a combina√ß√£o, conex√£o e interc√Ęmbio de informa√ß√Ķes. Lembrando que pelo anteprojeto de Lei de prote√ß√£o de dados pessoais, toda a combina√ß√£o de informa√ß√Ķes deve ser previamente e expressamente autorizada pelo usu√°rio, que ali√°s poder√° revoga-la a qualquer momento. N√£o devemos buscar somente o direito de desligar an√ļncios, mas de desligar esta correla√ß√£o de informa√ß√Ķes. N√£o devemos buscar o direito de limpar o hist√≥rico, mas efetivamente limpar os registros dos servidores do provedor…

O cidadão que quiser, por exemplo, manter dados desvinculados entre os serviços, segundo o Google só teria das saídas, ou não fazer loggin ou criar novas contas. Imagine-se com uma conta para cada serviço?

√Č hora de buscarmos nossos direitos inerentes a privacidade digital, como os de poder peticionar e conhecer realmente cada informa√ß√£o que o provedor coleta sobre n√≥s, o de realizar as chamadas “auditorias de privacidade” e principalmente o de “opt-out” de mudan√ßas suspeitas nas regras do jogo, como a presente. Nos Estados Unidos, um bom exemplo, os republicanos Ed. Markey e Joe Barton j√° solicitaram a Federal Trade Comission (FTC), a investiga√ß√£o das viola√ß√Ķes a privacidade estampadas pela nova pol√≠tica (veja carta), zelando, efetivamente, pelos direitos dos usu√°rios.

Então me desculpe, mas não vejo benefício algum na política do Google, a não ser para aqueles ávidos em conhecer o que fazemos, anunciantes, empresas, governo e ao próprio

Google que terá mais tráfego em seus serviços.

Voc√™ pode at√© pensar, “Ora, mas o Google j√° faz isso faz tempo!” Ok, mas agora passa a legitimar seus atos, em uma pol√≠tica em que, ou voc√™ concorda ou est√° praticamente fora da Internet. Precisamos de figuras que tamb√©m defendam nossa privacidade no Congresso.Pense, e veja se n√£o √© hora de exigir de nossos Congressistas maior aten√ß√£o a estes temas e aos nossos direitos.

Ali√°s, para n√≥s, nossos direitos, para o Google, “id√©ias erradas”. Pense bem antes de colocar seus dados nesta teia. Ou realmente voc√™ acredita que oferecer lembretes de sua reuni√£o √© mais importante do que seus dados e seu sagrado direito a privacidade?

Continue achando que o que √© de gra√ßa n√£o se questiona. N√£o h√° nada de gra√ßa, o pre√ßo de tudo isso, s√£o seus dados pessoais, o rastreamento da sua vida. Em s√≠ntese, como bem disse Jeff Chester, um c√£o de guarda da privacidade, Diretor do Centro de Democracia Digital, a partir de primeiro de mar√ßo, receberemos uma “camisa de for√ßa digital”, for√ßados a compartilhar informa√ß√Ķes pessoais, sem defesa.

At√© quando a destrui√ß√£o de nosso direito a privacidade ser√° coberto pelo falso manto da “otimiza√ß√£o da experi√™ncia do usu√°rio”? N√£o queremos novas experi√™ncias impostas, mas liberdade para constru√≠-las, quando bem nos convier.

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Congresso americano e Uni√£o Europeia se op√Ķem √† nova pol√≠tica de privacidade do Google

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/congresso-americano-e-uniao-europeia-se-opoem-a-nova-politica-de-privacidade-do-google

A nova pol√≠tica de privacidade j√° foi recebida com certo temor por parte de seus usu√°rios. Agora, o Congresso americano e √≥rg√£os reguladores da Uni√£o Europeia est√£o fu√ßando as mudan√ßas e n√£o est√£o nem um pouco felizes ‚ÄĒ mas o Google parece n√£o se importar muito.

De acordo com o The Hill, legisladores do Congresso questionaram os representantes do Google durante duas horas ontem, mas eles n√£o ficaram satisfeitos com as explica√ß√Ķes da empresa. Falando ao The Hill, a legisladora Mary Bono Mack disse:

‚ÄúPor ser mais simplificada, [a pol√≠tica de privacidade] √© na verdade mais complexa‚Ķ No fim das contas, eu n√£o acredito que as respostas dadas a n√≥s foram o bastante se considerarmos o que isso significa para a seguran√ßa de nossas fam√≠lias e crian√ßas.‚ÄĚ

Aparentemente, o Congresso americano est√° preocupado sobre quanto de envolvimento os usu√°rios t√™m na hora de proteger sua pr√≥pria privacidade, mas as respostas n√£o foram satisfat√≥rias em pontos como apagar dados ou manter dados guardados por muito tempo. ‚ÄúH√° uma crescente temor no Congresso sobre quest√Ķes de privacidade ‚ÄĒ disso n√£o h√° d√ļvidas‚ÄĚ, acrescentou Mack.

Do outro lado do oceano, reguladores da Uni√£o Europeia est√£o pedindo para o Google adiar o in√≠cio de sua nova pol√≠tica de privacidade, segundo informa√ß√Ķes da Reuters. ‚ÄúDado o amplo n√ļmero de servi√ßos que voc√™s prestam, e a popularidade deles, mudan√ßas na pol√≠tica de privacidade podem afetar muitos cidad√£os na maioria, sen√£o em todos, os membros da Uni√£o Europeia‚ÄĚ, disse o Data Protection Working Party da Uni√£o Europeia em uma carta enviada a Larry Page ontem. ‚ÄúN√≥s desejamos poder checar as poss√≠veis consequ√™ncias na prote√ß√£o de dados pessoais de todos esses cidad√£os de forma coordenada.‚ÄĚ Eles n√£o dizem o tempo que precisam para isso, mas, bem, n√£o sabemos nem se o Google concordar√° com isso.

Dito isso, o Google est√° fazendo uma s√©rie de novos inimigos ap√≥s sua proposta de mudan√ßa de pol√≠tica de privacidade, e not√≠cias assim s√≥ d√£o a entender que a rea√ß√£o negativa continua crescendo. Mesmo o Google sendo uma empresa privada, o que significa que em tese eles podem fazer o que quiserem com seus servi√ßos ‚ÄĒ desde que de forma legal ‚Äď, h√° um ponto em que seus opositores querem que as coisas sejam feitas com mais calma. Se isso significar que na√ß√Ķes cobrar√£o respostas legais do Google, o palco estar√° armado para um debate enorme. [The Hill e Reuters; Imagem: AP]

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O que as mudanças da política de privacidade do Google significam?

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/o-que-as-mudancas-da-politica-de-privacidade-do-google-significam

O Google anunciou ontem que decidiu modificar toda sua pol√≠tica de privacidade. A primeira vista, a mudan√ßa √© bem simples: todos os servi√ßos do Grande G ter√£o a mesma pol√≠tica de privacidade. Mas isso significa que todos os dados ser√£o unificados. E que as informa√ß√Ķes usadas em qualquer servi√ßo do Google poder√£o ser usadas todos os outros. H√° escapat√≥ria?

Segundo o Google, a mudança aconteceu por dois motivos: primeiro, o site contava com mais de 70 políticas de privacidade, e era difícil revisar todas com as agências reguladoras. Agora, com uma só política, alguns entraves legais devem ser eliminados. E, em segundo lugar, o Google diz que isso irá melhorar a vida do usuário. Como?

Veja o vídeo do Google sobre a nova política de privacidade: http://www.youtube.com/user/googleprivacy

Agora, todos os seus dados ser√£o armazenados e coletados de uma s√≥ forma. Isso significa que se voc√™ estiver no Gmail, por exemplo, e escrever sobre alpinismo, sua pr√≥xima visita ao YouTube poder√° ter uma sugest√£o de v√≠deo sobre o assunto. H√°, no entanto, combina√ß√Ķes mais perigosas: usu√°rios do Google Latitude, por exemplo, ter√£o seus dados de localiza√ß√£o colhidos e utilizados em outros servi√ßos ‚ÄĒ o mesmo para americanos que usarem o Google Wallet como carteira virtual. O mesmo acontece com o Google+, que cada vez ganha mais espa√ßo em outros servi√ßos da empresa: eles j√° aparecerem no topo das buscas com sugest√Ķes de amigos e p√°ginas.

E qual o problema em toda a hist√≥ria? A famigerada frase ‚Äúdon‚Äôt be evil‚ÄĚ. Foi com esse mantra que o Google se tornou o que √© hoje, e compilar dados de usu√°rios para facilitar o bombardeio de publicidade mais do que direcionada n√£o parece seguir a filosofia da empresa. Segundo os princ√≠pios de privacidade da empresa:

Pessoas t√™m preocupa√ß√Ķes e necessidades diferentes sobre privacidade. Para servir melhor todos os nossos usu√°rios, o Google esfor√ßa-se para oferec√™-los op√ß√Ķes √ļteis e f√°ceis sobre como lidar com suas informa√ß√Ķes pessoais. N√≥s acreditamos que informa√ß√Ķes pessoais n√£o devem ser usadas como ref√©ns e temos o compromisso de criar produtos que permitam que os usu√°rios exportem suas informa√ß√Ķes pessoais para outros servi√ßos. N√≥s n√£o vendemos as informa√ß√Ķes pessoais dos usu√°rios.

Pois bem, caso voc√™ n√£o aceite a nova pol√≠tica de unifica√ß√£o de dados do Google, sabe qual √© sua op√ß√£o? N√£o usar os servi√ßos. Tais mudan√ßas podem facilmente ultrapassar a linha de privacidade proposta pela empresa. E elas tamb√©m indicam que as recentes mudan√ßas ‚ÄĒ como a adi√ß√£o da ‚Äúbusca social‚ÄĚ com o Google+ ‚ÄĒ mostram um caminho bem diferente daquele Google que pregou a ideia de ‚Äúlucrar sem ser demon√≠aco‚ÄĚ. E bem parecido com aquilo que Larry Page criticou em uma entrevista √† revista Playboy em 2004:

PLAYBOY: Os portais tentam criar o que eles chamam de conte√ļdo pegajoso, para manter o usu√°rio pelo maior tempo poss√≠vel neles.

PAGE: Esse √© o problema. A maioria dos portais mostra seu pr√≥prio conte√ļdo acima de outros conte√ļdos da internet. N√≥s acreditamos que isso √© um conflito de interesse, algo an√°logo a ganhar dinheiro com resultados de busca. A ferramenta de busca deles n√£o necessariamente oferece os melhores resultados; ele oferece os melhores resultados do portal. O Google tenta, de forma consciente, ficar longe disso. N√≥s queremos que voc√™ saia do Google e chegue ao lugar certo o mais r√°pido poss√≠vel. √Č um modelo bem diferente.

Agora, você tem até o dia primeiro de março para rever toda a sua vida online e pensar no que você quer compartilhar em cada serviço do Google. E fique de olhos bem abertos quando aquela publicidade extremamente direcionada atingir sua tela. [Google Blog e Gizmodo US]

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Veja a cl√°usula 11 dos Termos de Uso do Google: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/blog/clausula-11-do-google

07/01/2012

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Apple admite trabalho infantil

Filed under: Variados — admin @ 5:54 pm

[Acho que esta notícia não tem relação com software livre. Ou será que tem?]

Apple admite trabalho infantil na fabricação de seus produtos

Fonte: Rede Record
http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/apple-admite-trabalho-infantil-na-fabricacao-de-seus-produtos-20100228.html

Irregularidade é de empresas que fornecem serviços à empresa, diz relatório

publicado em 28/02/2010 às 16h44

A empresa tecnológica Apple, fabricante do iPhone, do iPod e dos computadores Mac, divulgou neste domingo (28) um relatório no qual reconhece que três de seus fornecedores empregaram menores de idade em suas fábricas.

O documento, que é publicado anualmente, diz que três dessas companhias contrataram um total de 11 jovens de 15 anos. A legislação de seus respectivos países estabelece a idade mínima de 16 anos para trabalhar. Todos eles já haviam chegado à idade mínima para trabalhar no momento em que a auditoria foi realizada, mas tinham apenas 15 anos quando foram contratados, diz a empresa.

Ap√≥s a descoberta, a Apple exigiu a cada uma das f√°bricas “desenvolver e implementar sistemas de gest√£o apropriados para impedir a contrata√ß√£o de menores no futuro”, como melhores sistemas para verificar a idade dos funcion√°rios. Nenhum dos jovens continua trabalhando nas f√°bricas em que foram contratados.

Com a publica√ß√£o desse relat√≥rio, a Apple busca se antecipar a poss√≠veis cr√≠ticas. A empresa americana n√£o deu os nomes das companhias que se incluem nele, mas se sabe que seus auditores visitaram f√°bricas nos Estados Unidos, Rep√ļblica Tcheca, Coreia do Sul, Filipinas, Cingapura, China, Taiwan e Tail√Ęndia.

O documento revela tamb√©m outros s√©rios incidentes. Os funcion√°rios trabalhavam mais horas do que o devido em um total de 60 f√°bricas e 24 provedores, que pagavam sal√°rios abaixo do m√≠nimo. No total, a Apple descobriu 17 tipos de viola√ß√Ķes de suas normas de responsabilidade social, como documentos falsificados, taxas de contrata√ß√£o excessivas ou incid√™ncias no tratamento de res√≠duos perigosos.

“Copyright Efe – Todos os direitos de reprodu√ß√£o e representa√ß√£o s√£o reservados para a Ag√™ncia Efe.”

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Trabalhadores escravos no Rio Grande do Sul

Filed under: Variados — admin @ 5:47 pm

[Acho que esta notícia do jornal Zero Hora não tem relação com software livre. Ou será que tem?]

Operação resgata trabalhadores escravos no centro do Estado

Jornal Zero Hora 17/11/2007 21h14min

Nome da empresa está sendo preservado para fins de negociação dos pagamentos

Fonte:
http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a1681325.xml

Vinte e nove trabalhadores, quatro mulheres e tr√™s crian√ßas foram encontradas em Umb√ļ e Areal, a 70 km da cidade de Cacequi.

Os trabalhadores, do Mato Grosso e de Alegrete, estavam h√° 11 meses na regi√£o. Estrangeiros em situa√ß√£o irregular tamb√©m est√£o no grupo. Eles produziam madeira para sustenta√ß√£o de trilhos, conhecida como “dormente”.

O grupo tomava banho e consumia água de uma sanga contaminada, onde agricultores costumam lavar equipamentos agrícolas, segundo o delegado do Ministério do Trabalho, Heron de Oliveira.

‚ÄĒ Quando faltava a comida habitual, feij√£o com arroz, se alimentavam de ra√ß√£o para cavalos ‚ÄĒ afirma o delegado.

A descoberta ocorreu quando um deles fugiu, na ter√ßa-feira passada, e caminhou at√© Cacequi para fazer a den√ļncia na pol√≠cia da cidade. Auditores do Minist√©rio interrogaram os empregadores na noite deste s√°bado.

Os trabalhadores estão hospedados em um hotel, em Cacequi. Toda vez que é flagrada uma situação de trabalho escravo, os trabalhadores ficam sob o amparo do Ministério do Trabalho.

De acordo com o chefe da Delegacia Regional do Trabalho em Santa Maria, José Locatelli, o nome da empresa e dos empregadores estão sendo preservados para fins de negociação dos pagamentos que os trabalhadores tem direito.

Segundo Locatelli, a intenção primordial é de fazer com que os escravizados recebam os valores e sejam encaminhados para as localidades de origem.

‚ÄĒ Os empregadores admitiram as irregularidades. N√£o queremos prender ningu√©m. A empresa poder√° continuar funcionando, desde que cumpra a lei ‚ÄĒ afirma.

Uma nova visita da Delegacia Regional do Trabalho será feita na tarde de hoje, em busca de possíveis trabalhadores escravos que ainda não foram encaminhados para o hotel. O encaminhamento de seguro desemprego será feito na segunda-feira, quando equipes do Ministério do Trabalho se deslocarão de Porto Alegre para agilizar a documentação.

A opera√ß√£o foi realizada pelo Minist√©rio P√ļblico do Trabalho, Delegacia Regional do Trabalho, Brigada Militar e Pol√≠cia Federal.

22/12/2011

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Meios de comunicação cerceiam a liberdade de expressão

Filed under: Variados — admin @ 7:00 pm

Levante sua Voz

Fonte: http://vimeo.com/7459748

V√≠deo “Levante sua voz”

Vídeo produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung remonta o curta ILHA DAS FLORES de Jorge Furtado com a temática do direito à comunicação. A obra faz um retrato da concentração dos meios de comunicação existente no Brasil.

Roteiro, direção e edição: Pedro Ekman
Produção executiva e produção de elenco: Daniele Ricieri
Dire√ß√£o de Fotografia e c√Ęmera: Thomas Miguez
Direção de Arte: Anna Luiza Marques
Produção de Locação: Diogo Moyses
Produção de Arte: Bia Barbosa
Pesquisa de imagens: Miriam Duenhas
Pesquisa de vídeos: Natália Rodrigues
Anima√ß√Ķes: Pedro Ekman
Voz: José Rubens Chachá

27/10/2011

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Matem√°ticos revelam rede capitalista que domina o mundo

Filed under: Variados — admin @ 5:49 pm
26/10/2011

Fonte: IHU Unisinos http://t.co/P4Iyt6XS

Matem√°ticos revelam rede capitalista que domina o mundo

Este gr√°fico mostra as interconex√Ķes entre o grupo de 1.318 empresas transnacionais que formam o n√ļcleo da economia mundial. O tamanho de cada ponto representa o tamanho da receita de cada uma.

A reportagem é da revista New Scientist, 22-10-2011 e reproduzida pelo sítio Inovação Tecnológica.

Além das ideologias
Conforme os protestos contra o capitalismo se espalham pelo mundo, os manifestantes v√£o ganhando novos argumentos.

Uma an√°lise das rela√ß√Ķes entre 43.000 empresas transnacionais concluiu que um pequeno n√ļmero delas – sobretudo bancos – tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global.

A conclusão é de três pesquisadores da área de sistemas complexos do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça.

Este é o primeiro estudo que vai além das ideologias e identifica empiricamente essa rede de poder global.

“A realidade √© complexa demais, n√≥s temos que ir al√©m dos dogmas, sejam eles das teorias da conspira√ß√£o ou do livre mercado,” afirmou James Glattfelder, um dos autores do trabalho. “Nossa an√°lise √© baseada na realidade.”

Rede de controle econ√īmico mundial

A análise usa a mesma matemática empregada há décadas para criar modelos dos sistemas naturais e para a construção de simuladores dos mais diversos tipos. Agora ela foi usada para estudar dados corporativos disponíveis mundialmente.

O resultado é um mapa que traça a rede de controle entre as grandes empresas transnacionais em nível global.

Estudos anteriores j√° haviam identificado que algumas poucas empresas controlam grandes por√ß√Ķes da economia, mas esses estudos inclu√≠am um n√ļmero limitado de empresas e n√£o levavam em conta os controles indiretos de propriedade, n√£o podendo, portanto, ser usados para dizer como a rede de controle econ√īmico poderia afetar a economia mundial – tornando-a mais ou menos inst√°vel, por exemplo.

O novo estudo pode falar sobre isso com a autoridade de quem analisou uma base de dados com 37 milh√Ķes de empresas e investidores.

A an√°lise identificou 43.060 grandes empresas transnacionais e tra√ßou as conex√Ķes de controle acion√°rio entre elas, construindo um modelo de poder econ√īmico em escala mundial.

Poder econ√īmico mundial

Refinando ainda mais os dados, o modelo final revelou um n√ļcleo central de 1.318 grandes empresas com la√ßos com duas ou mais outras empresas – na m√©dia, cada uma delas tem 20 conex√Ķes com outras empresas.

Mais do que isso, embora este n√ļcleo central de poder econ√īmico concentre apenas 20% das receitas globais de venda, as 1.318 empresas em conjunto det√™m a maioria das a√ß√Ķes das principais empresas do mundo – as chamadas blue chips nos mercados de a√ß√Ķes.

Em outras palavras, elas detêm um controle sobre a economia real que atinge 60% de todas as vendas realizadas no mundo todo.

E isso não é tudo.

Super-entidade econ√īmica

Quando os cientistas desfizeram o emaranhado dessa rede de propriedades cruzadas, eles identificaram uma “super-entidade” de 147 empresas intimamente inter-relacionadas que controla 40% da riqueza total daquele primeiro n√ļcleo central de 1.318 empresas.

“Na verdade, menos de 1% das companhias controla 40% da rede inteira,” diz Glattfelder.

E a maioria delas s√£o bancos.

Os pesquisadores afirmam em seu estudo que a concentração de poder em si não é boa e nem ruim, mas essa interconexão pode ser.

Como o mundo viu durante a crise de 2008, essas redes são muito instáveis: basta que um dos nós tenha um problema sério para que o problema se propague automaticamente por toda a rede, levando consigo a economia mundial como um todo.

Eles ponderam, contudo, que essa super-entidade pode n√£o ser o resultado de uma conspira√ß√£o – 147 empresas seria um n√ļmero grande demais para sustentar um conluio qualquer.

A quest√£o real, colocam eles, √© saber se esse n√ļcleo global de poder econ√īmico pode exercer um poder pol√≠tico centralizado intencionalmente.

Eles suspeitam que as empresas podem até competir entre si no mercado, mas agem em conjunto no interesse comum Рe um dos maiores interesses seria resistir a mudanças na própria rede.

As 50 primeiras das 147 empresas transnacionais super conectadas

Barclays plc
Capital Group Companies Inc
FMR Corporation
AXA
State Street Corporation
JP Morgan Chase & Co
Legal & General Group plc
Vanguard Group Inc
UBS AG
Merrill Lynch & Co Inc
Wellington Management Co LLP
Deutsche Bank AG
Franklin Resources Inc
Credit Suisse Group
Walton Enterprises LLC
Bank of New York Mellon Corp
Natixis
Goldman Sachs Group Inc
T Rowe Price Group Inc
Legg Mason Inc
Morgan Stanley
Mitsubishi UFJ Financial Group Inc
Northern Trust Corporation
Société Générale
Bank of America Corporation
Lloyds TSB Group plc
Invesco plc
Allianz SE 29. TIAA
Old Mutual Public Limited Company
Aviva plc
Schroders plc
Dodge & Cox
Lehman Brothers Holdings Inc*
Sun Life Financial Inc
Standard Life plc
CNCE
Nomura Holdings Inc
The Depository Trust Company
Massachusetts Mutual Life Insurance
ING Groep NV
Brandes Investment Partners LP
Unicredito Italiano SPA
Deposit Insurance Corporation of Japan
Vereniging Aegon
BNP Paribas
Affiliated Managers Group Inc
Resona Holdings Inc
Capital Group International Inc
China Petrochemical Group Company

Bibliografia:

The network of global corporate control
Stefania Vitali, James B. Glattfelder, Stefano Battiston
arXiv
19 Sep 2011
http://arxiv.org/abs/1107.5728

01/10/2010

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Teste com o rastreamento autom√°tico (trackback) 2

Filed under: Variados — admin @ 10:45 am

O rastreamento automático (trackback) é uma mecanismo que permite que o autor de um blog tome conhecimento quando um outro blogueiro o cita.

Assim, faremos alguns testes para verificar se esse mecanismo est√° em funcionamento:

Ol√° Felipe! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se est√° tudo bem com o rastreamento autom√°tico (trackback).

‚ÄĒ‚ÄĒ‚ÄĒ‚ÄĒ‚ÄĒ‚ÄĒ-

Olá Patrícia! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

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Sauda√ß√Ķes livres!

12/01/2010

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Lançamento do Blog Software Livre na Educação

Filed under: Variados — Tags: — admin @ 10:23 am

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Colega professor

Tenha o seu próprio blog. Utilize essa ferramenta de comunicação e ofereça o serviço a seus alunos.

O Blog Software Livre na Educação está no ar! Com o apoio da SEAD/UFRGS, que aprovou o projeto e concedeu um bolsista, o blog conta atualmente com mais de 130 páginas de material pedagógico selecionado e etiquetado (tags), composto de textos, imagens, áudio e vídeo, nas áreas de Informática na Educação, Software Livre na Educação, Ferramentas Digitais de Aprendizagem Livres, Redes Sociais de Aprendizagem Livres e mais.

Alunos e visitantes podem interagir atrav√©s do espa√ßo espec√≠fico para coment√°rios em cada uma das p√°ginas. √Č poss√≠vel consultar o mapa do blog e realizar buscas com ferramenta interna. Tamb√©m √© oferecida a possibilidade de que os alunos criem o seu pr√≥prio blog, individualmente ou em grupos. O mecanismo RSS comp√Ķe o quadro de funcionalidades, notificando automaticamente o usu√°rio sobre atualiza√ß√Ķes do blog e de p√°ginas espec√≠ficas. Est√£o dispon√≠veis a cria√ß√£o de f√≥runs de discuss√£o, fotologs, leitor e agregador de RSS e favoritos sociais. Um editor wiki de textos coletivos, com o mesmo software da Wikip√©dia, abre mais possibilidades para a coopera√ß√£o. Uma plataforma para aprendizagem e relacionamento social, do tipo Orkut, Facebook, etc, tamb√©m est√° dispon√≠vel.

Colega professor, voc√™ pode utilizar para si e para seus alunos os servi√ßos do blog Software Livre na Educa√ß√£o. Desfrute. Evite problemas com hospedagens supostamente ‚Äúgratuitas‚ÄĚ: existe a possibilidade de cancelamento imotivado dos servi√ßos e tamb√©m a possibilidade de exibi√ß√£o de an√ļncios publicit√°rios no seu blog.

Lançamento do Blog Software Livre na Educação quinta-feira, dia 14/01/2010, às 16h30, na sala 816 da FACED/UFRGS.

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