Manual Scribus
Fonte: http://fazendoinclusao.com/manuais/Manual_Scribus.odt
Autor: Márcio Adriano Santos de Lemos
Empresa: Dataprev/RS – Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social
Introdução
Em anos passados o Software Livre era visto como um projeto rústico, pobre de inteface gráfica, de ferramentas Windows similares no GNU/Linux e de difÃcil configuração, não apresentando uma amigábilidade com o usuário final. Mas hoje está visão está deixando de existir, pois podemos encontrar diversas ferramentas de código livre similares à s que rodam em Windows com excelente qualidade e amigábilidade com o usuário e de fácil configuração. Isto deve-se ao empenho de milhares de usuários que contribuem para o aperfeiçoamento do Software Livre em todo o mundo, e desejam se libertar do monopólio de softwares proprietários. A principal vantagem do uso de Software Livre não está só no seu custo zero para adquirÃ-lo, mas também na sua segurança, pois sobre o código você terá toda a liberdade para alterar-lo ou aperfeiçoa-lo, criando assim, um produto personalizado para a sua empresa.
1.1 O que é o Scribus?
O Scribus é uma ferramenta de código livre de editoração gráfica, é a opção GNU/Linux para o Adobe PageMaker, QuarkXPress e InDesign. Com ele podemos criar: jornais, revistas, documentos, desenhos e impressos em geral. Neste manual apresentaremos de uma forma básica, as principais funções e aplicações que podemos efetuar com esta ferramenta.
1.2 Principais vantagens do Scribus em relação ao PageMaker 6.5:
É uma ferramenta de código livre o seu custo para adquirÃ-lo passa a ser zero;
Oferece uma interface gráfica mais clara e objetiva para o usuário;
Apresenta mais recursos para manipulação e formatação de objetos como: espaçamento de palavras, inserção de imagens, textos, tabelas, etc…
Salvamento automático definido pelo usuário.
1.3 Principais desvantagens do Scribus em relação ao PageMaker 6.5:
Os usuários do Windows que tenham pouca memória RAM, sentem certa diferença, quanto a manipulação e formatação de textos, pois o GNU/Linux exige uma quantia maior de memória não para o seu sistema mas para os programas que rodam nele;
Nas primeiras configurações exigem um usuário mais avançado em GNU/Linux.
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