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[Práticas Educativas: Tessituras em movimento] autora: Mara Nibia da Silva - PPGEDU / UFRGS Resumo:
Este trabalho tece reflexões sobre práticas educativas construídas por um grupo de professores em uma escola do interior do Rio Grande do Sul, no período de 1997 a 1999. Movidos pelo desejo de uma educação diferente, o grupo foi subvertendo os espaços burocratizados da escola e os transformando em espaços de reflexão, encontros e partilhas. Nesse processo foram desvelando as contradições que perpassavam suas práticas e as relações nisso implicadas. Ao reverem-se foram dando nova feição ao seu trabalho e nele se reconhecendo. Ancorada em Gramsci analiso as práticas em questão como um tempo de engendramento de uma participação engajada, ou seja, comprometida, compromissada com a construção de uma leitura de educação enquanto formação humana para educadores e educandos. Palavras-Chave: Práticas educativas, subversão de espaços, trabalho e formação humana. :: link para o texto completo [Quinta-feira, Março 25, 2004] [Su][link]
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[Pós-modernidade] Resenha / resumo do livro Pós Modernidade de David Lyon elaborada por Suzana Gutierrez em 2003.
Referência: LYON, David. Pós-modernidade.São Paulo: Paulus, 1998. 131p. :: leia a resenha [Domingo, Março 21, 2004] [Su][link]
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[iniciando o projeto] Nós educadores, alunos e professores, construímos, ao longo das nossas práticas, textos, reflexões, apresentações, palestras, imagens, etc. - trabalhos de todos os tipos que, na maioria dos casos, ficam empoeirando numa pasta ou esquecidos num arquivo no computador. Saber isolado, inativo, morto. Este blog é o ambiente geral do projeto que tem como objetivo resgatar e agregar toda esta produção. Os participantes do TRAMSE - UFRGS realizam, todo o semestre e nas mais variadas disciplinas, reflexões, argumentações, sínteses, resenhas que contribuem pouco para a construção de conhecimento do grupo. Não porque não tenham valor, mas porque não tem visibilidade e acessibilidade. Assim, dentro do Projeto ZAPT e vinculado ao sub-projeto [zaptlogs], estamos iniciando o desenvolvimento deste ambiente, que publicará a produção em Trabalho, Movimentos Sociais e Educação. Argumento é o nome do ambiente geral que publicará o resumo sucinto de todos os trabalhos e proverá o link para o trabalho completo situado em uma categoria. Penso iniciar com as categorias: trabalho ; movimentos sociais ; educação ; resenhas, deixando em aberto a inclusão de novas categorias, conforme o projeto for andando. A idéia é que os trabalhos sejam publicados sem correções ou avaliação por editores, portanto abertos a crítica e a avaliação pelos leitores. Assim, no final de cada trabalho, constará a forma de contato com o autor e um espaço onde o leitor poderá fazer seus comentários mais sucintos. Nada impede que um comentário ou discussão mais longa possa ser enviado para publicação estabelecendo assim um movimento intertextual e uma discussão pública, consistente e enriquecedora. Em relação a autoria, o projeto liga-se a concepção copyleft ao invés da tradicional e fechada copyright, como indica o logo da CC >> ali ao lado. É caminhando que se faz o caminho, portanto este projeto será construído aos poucos e em parceria com tantos quantos contribuírem com seus textos, suas críticas e seu entusiasmo. Gostaria de inaugurar este projeto deixando para reflexão as palavras de Bakhtin: Quando se trata do homem em sua existência (em seu trabalho, em sua luta, etc.), será possível encontrar uma abordagem diferente daquela que consiste em passar pelos textos de signos que ele criou ou cria? Será possível observá-lo e estudá-lo enquanto fenômeno natural, enquanto coisa? A ação física do homem deve ser compreendida como um ato; ora o ato não pode ser compreendido fora do signo virtual (reconstruído por nós) que o expressa (motivações , finalidades, estímulos, níveis de consciência). É como se fizéssemos o homem falar (construímos suas asserções essenciais, suas explicações, suas confissões, suas confidências, levamos a cabo um discurso interior potencial ou real, etc.). Em toda a parte temos o texto virtual ou real e a compreensão que ele requer. O estudo torna-se interrogação e troca, ou seja diálogo. Não interrogamos a natureza e ela não nos responde. Interrogamos a nós mesmos, e nós, de certa maneira, organizamos nossa observação ou nossas experiências a fim de obtermos uma resposta. Quando estudamos o homem, buscamos e encontramos o signo em toda a parte e devemos tentar compreender a sua significação. (BAKHTIN, 2000, p. 341) Suzana Gutierrez [Domingo, Março 21, 2004] [Su][link] |
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