|
| |
|
|
Sexta-feira, Julho 16, 2004
# [Atividade do TRAMSE] Colegas do TRAMSE!
Na próxima quinta-feira, dia 22/07, estaremos recebendo a Profª Drª Tania Raitz e o Prof. Dr. Lucídio Bianchetti para uma atividade do Núcleo de Pesquisa. Em meu nome e no da Profª Marlene Ribeiro, Coordenadora do TRAMSE, convido todos e todas para estarem conosco e convidarem à quem julgarem que este encontro possa interessar. Em especial, saliento a importância desta atividade para orientandos e orientandas em momento de elaboração de projetos e de relatórios de pesquisa. Carmen CAMINHOS DE PESQUISA EM TRABALHO E EDUCAÇÃO Sexta-feira, Julho 09, 2004
# Caros alunos e alunas! Em especial, para a Susana! Na última terça-feira esqueci de avisar que nosso "ensaio terá de terminar antes das 15h30 min, horário em que irei participar da Banca Examinadora do Projeto de Dissertação do Luís Filipe, orientando do Jorge. Assim, precisamos começar mesmo às duas horas para dar tempo para a discussão no grupo, do trabalho da Susana. Com carinho a todos e a cada um Carmen
# Caros alunos e alunas! Em especial, para a Susana! Na última terça-feira esqueci de avisar que nosso "ensaio terá de terminar antes das 15h30 min, horário em que irei participar da Banca Examinadora do Projeto de Dissertação do Luís Filipe, orientando do Jorge. Assim, precisamos começar mesmo às duas horas para dar tempo para a discussão no grupo, do trabalho da Susana. Com carinho a todos e a cada um Carmen Quinta-feira, Julho 08, 2004
# Rafael, que inveja...deve ser uma experiência única! Publico por que o pessoal vai adorar saber...abraços pra ti também. Rita (comentário do Rafael) Olá pessoal... não estou em casa, aliás, muito longe daí... Estou no Alagoas, junto com o pessoal do MST daqui. Peguei uma carona depois de estar no Enaterra, encontro pela reforma Agrária e o MST. A realidade tb é dura por aqui... Estamos em um alojamento do movimento. Buenas, era isso, um grande abraço e se puderem publicar este texto no blogger por mim seria uma ótima. Bellini, quero combinar contigo a entrega do livro. abraços coletivos, Rafael Arruda Rafael Arruda | Email | 07.08.04 - 1:45 pm | # --------------------------------------------------------------------------------
# [defesa!] :: Mara Nibia da Silva, orientanda da professora Carmen Machado, defenderá seu projeto de dissertação de mestrado: O trabalho acadêmico do professor, do curso de graduação em medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, no processo de constituição de mudanças na educação médica. Na banca os professores doutores Augusto Nibaldo Silva Triviños, Elaine Cláudia Ribeiro, Jussara Gue Martini e Marlene Ribeiro.
Data: 09/07/2004, sexta-feira, às 14 h. Local: sala 703 da FACED/UFRGS copiei lá do InTramse Domingo, Julho 04, 2004
# Rita Mônica Mombelli PPGEDU -UFRGS Relendo Clássicos - GRAMSCI Professora Carmen Machado A FORMAÇÃO DO PROFESSOR NO CONTEXTO HISTÓRICO - SOCIAL - REFLETINDO A NECESSÁRIA FORMAÇÃO PROFISSIONAL- Tudo o que vivi até hoje em minha profissão, me leva a ter a certeza de que a docência é das atividades profissionais a mais complexa. Quando penso que sou professora que forma professores para formar indivíduos, arrepiam-se a minha alma e o meu corpo, tamanha a responsabilidade que sinto. Essa preocupação com a formação de professores, vem se formando em mim, se tornando parte de mim já há muito tempo.
Não nasci marcado para ser um professor assim (como sou). Vim me tornando desta forma no corpo das tramas, na reflexão sobre a ação, na observação atenta a outras práticas, na leitura persistente e crítica. Ninguém nasce feito. Vamos nos fazendo aos poucos, na prática social de que tomamos parte.(FREIRE) Ser professor não basta. É preciso ser professor com os saberes da prática e com a teorização que compõe essa práxis. Esse respaldo da teorização, esses saberes que me dizem por que eu faço e não somente o que eu faço, me trazem essas inquietações, essa busca de respostas. Não me basta, sendo professora, saber o que faço. Preciso saber por que faço, para quem faço, quando faço. Gramsci nos ensina que o pensamento crítico se elabora a partir de três questões básicas: por que história? como a história? que história? Então, que história é essa? Numa sociedade onde os interesses, principalmente os econômicos, acabam estabelecendo valores que criam as mais desumanas condições de vida para a imensa maioria da população do planeta, torna-se necessário analisar o momento histórico educacionaI: Os historiadores da educação, como Bárbara Freitag, costumam dividir em três períodos distintos a história da educação brasileira: primeiro, do descobrimento até 1930: período em que predominou a educação tradicional, centrada no adulto e na autoridade do educador, marcadamente religiosa, e o ensino privado; segundo, de 1930 a 1964: depois de uma fase de confronto entre o ensino privado e o ensino público, predominam as idéias liberais na educação com o surgimento da escola nova, centrada na criança e nos métodos renovados, por oposição à educação tradicional; e, terceiro, o período pós-64, iniciado por uma longa fase de educação autoritária dos governos militares, em que predomina o tecnicismo educacional. Depois de 1985, tem início uma transição que dura até hoje, revelando o enorme atraso em que o País se encontra em matéria de educação para todos (GADOTTI, 2000,p. 25). A partir dos anos 90, a educação brasileira tem sido objeto de políticas e reformas submetidas às relações capitalistas de produção baseadas na concepção neoliberal de sociedade que apropriou-se de conceitos como qualidade, descentralização e gestão democrática. Devido às mudanças que têm ocorrido no mundo do trabalho, a escola pública atravessa hoje uma fase de profundas transformações. O modelo taylorista/fordista que influenciou a educação tradicional, com a divisão do trabalho em os que pensam e os que executam, distribuídos em vários níveis intermediários, regulados por supervisores, já não serve ao mundo globalizado. Com o fim da bipolaridade entre socialismo e capitalismo, o neoliberalismo procura se impor como único modelo de sociedade, agravando as desigualdades sociais e alargando o contingente de excluídos. O modelo econômico que hoje predomina e dita as normas de organização das sociedades prevê a flexibilidade dos sistemas, a capacidade de comunicação, um compromisso maior com o trabalho e exige criatividade e uma pseudocriticidade. O toyotismo, que veio superar as dificuldades e falhas apresentadas no modelo de produção e distribuição capitalista, vem influenciando sobremaneira as instituições escolares: Uma das conseqüências do Taylorismo- Fordismo foi a produção de grande quantidade de peças com defeitos e a baixa qualidade dos produtos, uma vez que durante a produção, os trabalhadores não podiam modificar as peças que apresentavam defeitos, pois não tinham como alterar a programação da linha de montagem. Com o avanço da tecnologia - a introdução da microeletrônica, que deu origem à chamada terceira revolução industrial - os japoneses buscaram formas de recuperar-se da destruição provocada pela Segunda Guerra, produzindo um sistema de trabalho polivalente, flexível, integrado em equipe, menos hierárquico, baseado no rodízio de tarefas, restabelecendo a possibilidade da ação dos trabalhadores em nível do setor de trabalho como um todo e não apenas em parte do processo. Esta forma de organizar a produção fez com que o trabalhador se responsabilize pelo produto do trabalho, buscando, de todas as formas, impedir que aconteçam erros ou defeitos, tanto nas máquinas como no produto( SANTOMÉ,1998, p.22-23). Ora, comparar esta definição com o que acontece hoje nas escolas não requer muita imaginação. A responsabilidade sobre o êxito da educação recai sobre a classe docente, assim como na produção do modelo toyota recai sobre o funcionário da fábrica. No mesmo tempo em que as empresas tiveram que se adaptar ao mercado, descentralizando poderes e fornecendo autonomia a seus empregados e colaboradores, a escola passa a conviver com idéias como autonomia, conselhos escolares, flexibilidade dos currículos e programas, etc. Ainda entendemos muito pouco sobre como funciona a educação, mas sabemos exatamente como funciona a sociedade capitalista. Entender essa relação é importante para que não tenhamos que esperar sempre os suspiros do capitalismo para dar o rumo à educação. Esta autonomia das escolas não significa independência, pois ela está contextualizada num sistema de relações que devem ser geridos, orientados, em seus diversos segmentos. Ela acontecerá se for construída de acordo com as especificidades locais, dentro de princípios democráticos, éticos, transparentes e solidários. É importante lembrar que, historicamente, os docentes reivindicam esta autonomia. Mesmo que ela venha no bojo de uma mudança no mercado de consumo, muito mais para atender as necessidades de um mundo globalizado, é possível valer-se destas inovações e aproveitar os espaços que surgiram para melhorar a qualidade do sistema educacional, das relações democráticas e das instâncias de participação e construção da cidadania. Outro determinante para que ela aconteça, é o reconhecimento de sua importância pelos indivíduos que a compõem. É preciso querer que ela aconteça, pois a autonomia não se constitui num fim em si mesma, mas uma forma de a escola realizar, da melhor forma possível, sua função social que é a formação de crianças e jovens. Em nossas escolas, ainda há muito a acontecer em termos de solidariedade, em relações humanas horizontais, cooperação. Vemos hoje, devido à globalização do modelo neoliberal, a predominância do mercado sobre a ética, da competição sobre a cooperação e do indivíduo sobre o social, e, conseqüentemente, a fragmentação da sociedade. Dessa forma, históricas conquistas sociais vão sendo diluídas pela onda neoliberal, que traz em seu bojo crises econômicas e éticas, além de uma crescente desmobilização da sociedade civil, apatia generalizada da juventude e divulgação de uma cultura massificante e acrítica, entre outras tantas conseqüências. Neste contexto, é preciso destacar a importância da escola como produtora e divulgadora de conhecimento e cultura, tendo o desafio de constituir-se como pilar do exercício da cidadania, da inserção dos indivíduos ao mundo do trabalho e no desenvolvimento da economia, além de contribuir na construção de uma sociedade mais justa e solidária. Podemos encontrar em Gramsci uma definição sobre isso. A escola é o instrumento para elaborar os intelectuais de diversos níveis. A complexidade da função intelectual nos vários Estados pode ser objetivamente medida pela quantidade das escolas especializadas e pela sua hierarquização: quanto mais extensa for a "área" escolar e quanto mais numerosos forem os "graus" "verticais" da escola, tão mais complexo será o mundo cultural, a civilização, de um determinado Estado. (GRAMSCI) É necessário que a educação engrosse a luta pela conquista de uma nova ética, que não veja o homem como mera peça de engrenagem de uma máquina produtiva. Compete à escola, de forma participativa, dialógica e criticamente, discutir e buscar uma educação de qualidade, comprometida com o processo emancipatório de seus alunos enquanto cidadãos. A escola deve ser um espaço aberto para o aprofundamento da reflexão, o debate democrático das idéias, a formulação de propostas, a troca de experiências e a articulação para ações eficazes na busca de mais humanidade para todos. E, seguindo esse pensamento, a escola que forma professores e os quer nessa ótica, precisa estar muito mais comprometida com esse processo. Nisso não podemos errar. Ao pensarmos a formação de professores, um ponto que não pode ser esquecido é a realidade das escolas públicas brasileiras, do Brasil das profundas diferenças. É necessário pensar a formação de professores tendo em vista que ela acontece numa escola repleta de contradições, de relações entre desiguais, de excluídos, desaparelhada de tecnologias, e principalmente, não preparada para a prática democrática. A aprovação da atual LDB pelo governo federal, definiu que as diretrizes e a avaliação do sistema educacional ficassem centralizados nas mãos do governo (PCNs, provões), mas as responsabilidades em relação aos inúmeros e graves problemas originados pela histórica precariedade das condições de ensino em nosso País foram descentralizadas (evasão, repetência, má formação profissional dos docentes, problemas sociais que afetam o dia-a-dia da escola, entre outros). Devido à democratização no Brasil, vemos hoje uma escola de massas em oposição a uma escola de elites numa sociedade cheia de desigualdades. Temos hoje muito mais alunos numa escola que é freqüentada teoricamente por todos e acessível também a todos, independente de pré-requisitos, motivações, culturas, contextos familiares ou capacidades. Se por um lado conquistou-se o acesso à escola, ela permaneceu a mesma, com os mesmos vícios elitistas, ignorando as conquistas sociais e não se preparando para atender os indivíduos que sempre estiveram à sua margem. A escola é hoje uma escola de contradições: atende a todos, mas prepara para as elites; prega a igualdade e, ao mesmo tempo, a competitividade; é igualitária e seletiva, abre-se à sociedade, mas não sabe lidar com os problemas sociais. Justamente por acolher a todos, tornam-se necessárias muitas mudanças nos currículos, nas relações com a sociedade, na formação de professores, no diálogo com os segmentos da comunidade escolar e local. A escola pública, que possui em seu seio as prioridades humanas mais urgentes possíveis, deve ter o compromisso com a formação dos profissionais da educação. Além das dificuldades técnico-administrativas das escolas para superar seus problemas e atingir seus objetivos educacionais, é preciso considerar que a formação humana está sendo sufocada pela forma capitalista de administração escolar. No nos esquecemos que além de professores somos gente. Quanto mais humanos formos, mais sensíveis serão os processos de formação. A partir da Segunda Guerra Mundial, o mundo passou por mudanças culturais muito significativas. Comportamentos, estrutura familiar, instituições tradicionais e sexualidade foram fortemente questionadas. A mulher, que basicamente é quem faz a docência mudou (sexualidade, maternidade, profissionalismo, movimentos sociais). Porém, a escola gira em torno de relações de poder um tanto quanto difíceis de administrar. É preciso estar atento para o que é dito e para o que acontece de fato. Muitas vezes, fala-se de construção, mas pratica-se a transmissão. Fala-se em democracia, mas na verdade acontece a obediência ou concordância. Assim, o Projeto Educativo da escola entra em colapso. Para superar estes aspectos negativos, a alternativa, sem dúvida, é a construção participativa do planejamento e da formação continuada dos professores. O planejamento participativo como instrumento político interfere diretamente na estrutura de poder, pois quebra o ciclo de centralização do poder em quem planeja e a dominação ou subordinação de quem executa o planejado por outrem. Participação supõe diálogo. Diálogo exige despir-se do poder e falar de igual para igual, admitindo ter que mudar de opinião ou assumir posturas às vezes diferentes da que defendíamos, ou, no dizer de Freire (1979, p.80): "O diálogo, como encontro dos homens para a tarefa comum de saber agir, se rompe, se seus pólos, (ou um deles) perdem a humildade". Diálogo supõe igualdade, e não imposição da vontade pessoal, baseada no cargo ou função que alguém possa deter. Dominar, impor-se aos demais, como fazem alguns professores, é uma questão de atitude pessoal, assim como lutar para que as estruturas de poder estejam a serviço da maioria, e não em benefício de poucos, é opção pessoal, é compromisso individual com uma sociedade democrática participativa. É necessário que a escola torne-se um espaço democrático, um espaço de formação contínua onde as idéias, os saberes e as diferenças sejam acolhidos com respeito, tolerância e acatamento. Ao tratarmos sobre a formação de professores, entraremos em questões sociais muito mais do que em questões pedagógicas. As atribuições desse professor, para quem analisa de fora do contexto escolar, parecem ser estritamente pedagógicas. Porém, quem conhece o ambiente escolar sabe que não é somente isso que cabe a um professor. Precisamos, na escola, compreender o sentido da história como processo de construção humana, da qual todos devemos participar, e que só tem sentido se existir um campo aberto às novas experiências, às rupturas e transgressões. A educação possui um poder muito grande, e este deve ser centrado na criação de atitudes não-conformistas, desenvolvendo opções políticas solidárias e inovadoras. Isto inclui discussões, trocas, diálogos dentro e fora da escola, para que todos adquiram o sentido do direito e da responsabilidade de se tornarem sujeitos. Para que sintamos prazer em ser protagonistas, é necessário experimentar, aprender, ir se qualificando aos poucos. Assim mais as pessoas se tornam motivadas a fazerem parte do processo, querendo abrir caminhos para uma transformação social, onde seja possível questionar e recriar valores até então impostos. Educação como ato político, visão crítica, ambiente favorável, integração grupal, relações democráticas, motivação para planejar participativamente, conhecimento teórico, envolvimento das pessoas da comunidade, disposição para arriscar, são requisitos para que aconteça mudanças. Colocar-se como sujeito na construção de um projeto de escola exige que todos os envolvidos tenham motivação e conhecimento, evitando-se ativismo ou práticas vazias de significado, pois principalmente do grupo de professores depende a manutenção ou transformação nas práticas de uma escola. A democracia no âmbito escolar aparece como instrumento de resolução de conflitos, pois cabe aos participantes da comunidade escolar, através do confronto de idéias e interesses, chegar ao melhor resultado, sem que haja submissão, mas respeito ao pluralismo e às diferenças. Assim, as possibilidades de conquista de uma sociedade justa e fraterna passam pela escola, mas uma escola que coloque a participação e a democracia como pré-requisitos à plena cidadania, que confere ao homem a dimensão de sujeito. Diante deste quadro, cabe nos perguntarmos: que tipo de profissional dará conta de atuar nesta escola cujos desafios de mudança e inovações vêm carregados de problemas e contradições? Se falamos em mudanças, se queremos essa mudança, é por que estamos insatisfeitos. Se estamos insatisfeitos, temos que buscar caminhos que necessariamente passem pela análise da teoria e da prática que surge dessa teoria. Que tipo de formação continuada precisamos ter nas escolas para que aconteça constantemente um repensar consciente sobre a prática, um repensar que contemple a nossa historicidade de educadores, que prepare os profissionais para atuarem na nova escola que se deseja para a transformação social? Formar professores para que eles adquiram e desenvolvam competências profissionais (além da consciência do necessário movimento de refletir e fundamentar suas práticas) não é tarefa simples ou rápida, mas necessária. Procuro em Gramsci algumas dessas respostas: auto-conhecimento, auto-disciplina, pensamento crítico, conhecimento do outro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 7 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979. GADOTTI, Moacir e colaboradores. Perspectivas atuais de Educação. Porto Alegre; Artes Médicas, 2000 GRAMSCI, A. Os intelectuais e a Organização da Cultura. 7a. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira: 1989. SANTOMÉ, Jurjo Torres. Globalização e Interdisciplinaridade. O Currículo Integrado. Porto Alegre: Artes Médicas,1998. SEC, Secretaria de Estado da Educação. Rio Grande Do Sul. Estrutura Do Sistema Educacional Escolar. Constituinte Escolar. Caderno Temático 3. 2000 _______. Planejamento Participativo. Constituinte Escolar. Caderno temático 2. 2000 Sexta-feira, Julho 02, 2004
# Disciplina: Relendo Gramsci Professora Carmen Machado Apresentação dos trabalhos: Dia 15.06 Vera ????? Dia 22.06 A) TRABALHO, SAÚDE E EDUCAÇÃO 1. Viviane Envelhecimento e idéias de Gramsci: uma reflexão 2. Edi Relações hegemônicas e contra hegemônicas nos currículos escolares 3. Rafael Turismo: Pelos senderos do turismo 4. Maira Envelhecimento e idéias de Gramsci: uma reflexão B) FORMAÇÃO DE PROFESSORES 5. Isabela A realidade do camponês italiano 6. Salete Políticas públicas: o real trabalho docente 7. Rita Quem formamos para formar? 8. Márcia Professores que a escola exige e professores que a universidade forma 9. Regina Iniciação e inovação na universidade Dia 29.06 C) FORMAÇÃO PROFISSIONAL 10. Silvana Formação do técnico agrícola 11. Humberto Correlação de forças e desenvolvimento humano 12. Nadir Toninho contra o império do mal 13. Beto Americanismo e fordismo no Vale do sapateiro 14. Carmen Formação dos professores enfermeiros: análise da concepção pedagógica 15. Eliete Intelectuais orgânicos: Florestam e Paulo Feire 16. Julia Estado ampliado: Sociedade política e civil 17. Nair Formação do educador social a partir do MST 18. Sandra Refletindo e dialogando com Gramsci: as experiências de formação da guarda municipal de Porto Alegre 19. Luis F. Construindo uma outra sociedade 20 Beline Trabalho docente e discente na educação de jovens e adultos Abraços, Vivi
# Queridos colegas, estou eu aqui tentando concluir o trabalho(texto) "O Campo e os Camponeses em movimento - um diálogo com Gramsci". Ler Gramsci é um desafio, interpretá-lo é muito mais. E quando se começa a lê-lo se quer também falar, porque ele fala para nós, para o nosso tempo, embora de outro tempo e encarcerado. Até 3ª feira, nossa última aula. Abraço a todos, Isabela Camini
# ![]() [Bocas del Tiempo] O novo livro de Eduardo Galeano. O mercado global Árvores de cor canela, frutos dourados. Mãos de mogno envolvem as sementes brancas em pacotes de grandes folhas verdes. As sementes fermentam ao sol. Depois, já desenvolvidas, o sol as seca, ao relento, e lentamente as pinta de cobre. Então o cacau inicia sua viagem pelo mar azul. Desde as mãos que o cultivam até as bocas que o comem, o cacau é processado nas fábricas da Cadbury, Mars, Nestlé ou Hershey, e vendido nos supermercados do mundo: para cada dólar que entra em caixa, três centavos e meio vão para as aldeias de onde vem o cacau. Um jornalista de Toronto, Richard Swift, estava em uma dessas aldeias, nas montanhas de Gana. Percorreu as plantações. Quando se sentou para descansar, sacou de sua mochila umas barras de chocolate. Antes da primeira mordida, encontrou-se rodeado de meninos curiosos. Eles nunca haviam provado aquilo. Ficaram encantados. :: dica de Planeta Porto Alegre. Um abraço a todos e bom final de semestre! |