|
| |
|
|
Quinta-feira, Maio 12, 2005
[
Compartilhando as alegrias!
]
#Nossa colega Dircenara e sua orientadora, Professora Carmen Machado, estão de parabéns. Foi homologada a passagem direta da Dirce para o doutorado. [
PARTICIPAÇÃO OUTORGADA E DEMOCRACIA
]
#O colega Humberto mandou seu texto PARTICIPAÇÃO OUTORGADA E DEMOCRACIA, para partilhar conosco. Terça-feira, Maio 10, 2005
[
como postar neste blog / versão 2005
]
#Entre em http://www.blogger.com, no quadro no alto da página, preencha nome de usuário (username) ufrgs e a senha divulgada na aula. Clique no botão efetuar login.
Aparecerá um painel contendo o nosso blog Relendo Classicos. Ao lado do nome do blog aparecem as opções: - Nova Postagem, + para entrar na área de postagem; - Alterar Definições, *. Entrando na área Nova Postagem, aparecerá uma pasta chamada Posting (Postar), com sub pastas: Create, Edit Posts e Status. * Create >> para novo post * Edit >> para localizar e editar (corrigir, acrescentar, ...) um post já publicado. * Status >> para ver como está a publicação. Digite seu post (em Create) e clique em Post & Publish para que ele vá para a página. Usando o editor no modo compose, ele mostrará várias ferramentas de edição. No modo edit html, mostrará os códigos html do post. Em preview pode-se ver como está ficando o post antes de publicar. Para ver o blog, entre em: Relendo Classicos, que é o endereço onde todos podem ler e comentar o que for postado. [
Gramsci: Estado e Relações Internacionais
]
#‘Gramsci: Estado e Relações Internacionais’, de Orides Mezzaroba (org.)
A idéia central do livro é aplicar para o contexto da realidade contemporânea, mais especificamente das relações internacionais, alguns dos conceitos mais importantes das obras do pensador italiano Antonio Gramsci (1891-1937). Co-fundador do Partido Comunista Italiano, Gramsci foi uma das referências essenciais do pensamento de esquerda no século 20. O fundamento de sua obra está voltado à compreensão do contexto político, histórico e cultural de sua época e de seu país. Os textos reunidos no livro trabalham com algumas categorias presentes no pensamento gramsciano diante da realidade dos Estados globalizados. Dessa forma, são feitas leituras da Guerra do Iraque, do Mercosul e da Alca, por exemplo, sob a perspectiva de Gramsci. Publicado pela Fundação Boiteux. Contatos pelo fone (48) 331-9655 ou e-mail funjab@ccj.ufsc.br [
Reler os Clássicos
]
#No nosso último encontro ficou no ar a questão: Por que reler os clássicos? Para responder esta questão podemos seguir pelo menos dois caminhos:
:: pensar o assunto em termos gerais - por que reler clássicos seria importante para qualquer pessoa em qualquer tempo? :: pensar o assunto de maneira individual - por que reler os clássicos é importante para mim neste momento? De cara já podemos apontar que estes caminhos não são lineares, nem divergentes, nem únicos. Uma bifurcação que se destaca na primeira olhada é a do tempo. E as linhas de pensamento, assim, multiplicam-se. Decidi pensar e compartilhar aqui algumas idéias sobre porque é importante para mim reler os clássicos neste momento. Acredito que seria muito bom dividirmos as nossas experiências, os nossos particulares momentos, guiados por esta questão comum. Então, vou começar descrevendo o meu momento atual. Terminei o mestrado em julho do ano passado e de lá para cá, com intensidade e empenho variáveis, venho construindo um anteprojeto para encaminhar a minha passagem direta ao doutorado. No início, isso era uma coisa que já estava quase pronta porém, com o tempo, foi ficando cada vez mais inacabada. Me dei conta que as lacunas não eram novidades e, sim, inconsistências que sobreviveram à todo o árduo trabalho que fiz na dissertação. Neste trabalho, a parte que mais me custou, assustou e suscitou dúvidas foi a de ir juntando tudo o que garimpava na investigação. Conectar tudo numa totalidade coerente, à luz da teoria e dos meus objetivos de forma que pudesse todo este processo retroagir sobre si mesmo e alimentar ou questionar a própria teoria e fazer cumprir ou dar novo rumo aos objetivos. Além disso, que pudesse responder as minhas questões de pesquisa, desencavar outras questões e fazer sentido. Era claro para mim que se tratava de uma construção que correspondia em cada ponto à um determinado momento. Que era recursiva e sem ilusões de acabamento, mas, mesmo assim, foi difícil assumir e justificar algumas conclusões. Uma teoria não é um substantivo ou um adjetivo com os quais designamos ou descrevemos as coisas. A teoria parece-se mais com um verbo que precisa ser exercitado. Uma atividade que criamos e analisamos e pela qual as coisas tornam-se coisas para nós, que criem em nós um correspondente sentido. Gosto do Karel Kosic para entender esta parte aqui. Reler os clássicos, neste momento, significa exercitar a teoria, revisitá-la, confirmar ou não as escolhas feitas anteriormente. Trazer a teoria como uma luz que clareia tanto para trás como para a frente, mostrando e preenchendo as lacunas, dando suporte aos novos vôos. Como o meu momento atual está incluindo alguns problemas físicos, este post é minha contribuição à aula de hoje e uma provocação à reflexão dos colegas. |