<?xml version='1.0' encoding='ISO-8859-1'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-5521186</atom:id><lastBuildDate>Fri, 18 Dec 2009 09:16:45 +0000</lastBuildDate><title>In TRAMSE</title><description>.:: trabalho, movimentos sociais e educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ::.</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/index.htm</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Suzana Gutierrez)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>407</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-9214512692249133454</guid><pubDate>Tue, 26 Feb 2008 00:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-18T07:16:45.287-02:00</atom:updated><title>Intramse sai da rede</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de quase 5 anos de projeto, esta é a última postagem do InTramse. O blog fica online como registro de uma época do TRAMSE, mas não será mais atualizado. Para notícias do TRAMSE, consulte &lt;a href="http://www.ufrgs.br/tramse/"&gt;http://www.ufrgs.br/tramse/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;ou faça contato com o Núcleo, na UFRGS - 51- 33084144&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-9214512692249133454?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2008/02/intramse-sai-da-rede.htm</link><author>noreply@blogger.com (Suzana Gutierrez)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-241901266342031392</guid><pubDate>Thu, 07 Feb 2008 02:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-07T00:25:30.221-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>artigo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>benjamin</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>marx</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>academia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>publicação</category><title>Entre fetichismo e sobrevivência: o artigo científico é uma mercadoria acadêmica?</title><description>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Luis David Castiel;    Javier Sanz-Valero&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Discutem-se possíveis significados da intensa preocupação vigente nos âmbitos acadêmicos com a idéia de produtividade em pesquisa que se reflete em um excesso de artigos publicados em várias revistas científicas. A contabilização numérica de artigos publicados por investigadores em revistas científicas de reconhecido status acadêmico serve para legitimar acadêmicos nos seus campos de atuação de várias formas. Nesse sentido, sugere-se que o artigo científico assume aspectos de mercadoria como fetiche, segundo a teorização do valor de uso/valor de troca de Marx e do valor de exposição de Benjamin. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Ao mesmo tempo, utilizam-se as idéias biológicas de seleção/evolução como elementos metafóricos constitutivos do "darwinismo bibliográfico". Há referências quanto à possibilidade de grande parte das preocupações bibliométricas vigentes servirem como instrumentos de análise econométrica para, sobretudo, orientar e aperfeiçoar análises de custo-efetividade em investimentos em pesquisa de várias ordens e tipos sob o ponto de vista de seu retorno econômico.&lt;/span&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Artigo de Revista;    Publicações Periódicas; Comunicação e Divulgação    Científica&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0102-311X2007001200026&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;amp;tlng=pt"&gt;Link para o artigo no Scielo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-241901266342031392?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2008/02/entre-fetichismo-e-sobrevivncia-o.htm</link><author>noreply@blogger.com (Suzana Gutierrez)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-4891239046305241253</guid><pubDate>Mon, 04 Feb 2008 01:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-03T23:43:53.138-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>pesquisa</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>educação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cnpq</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>plágio</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cotas</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>academia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>universidade</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>formação de professores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>publicações</category><title>diversas...</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54007"&gt;Universidade abre perspectivas para o sul gaúcho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tomou posse nesta terça-feira, 29, a reitora pro tempore da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), Maria Beatriz Luce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54008"&gt;Lista de cotistas da UFSC vaza pela internet&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Segundo universidade, hacker invadiu sistema e publicou documento, que traz desempenho de alunos; link estava no Orkut. Relação, com 30 mil nomes, é mantida em sigilo para evitar que aprovados sejam estigmatizados; vazamento acirra a disputa com a Justiça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54026"&gt;Caçador de plágios &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Programa de computador identifica casos de duplicidade em artigos científicos publicados. Uma análise de 7 milhões de textos da base de dados Medline resultou em quase 70 mil artigos considerados altamente semelhantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54030"&gt;I Simpósio de Ética no Uso de Animais &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Evento será realizado durante o XXVII Congresso Brasileiro de Zoologia, que acontece em Curitiba, de 19 a 21 de fevereiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54039"&gt;Pós-graduação: Sem 7, área de Ciências Sociais Aplicadas ganha mais notas 5 e 6 &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nenhum curso da área recebeu o conceito máximo; pouca produção discente é considerada o ponto fraco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54042"&gt;País ameaçado, artigo de Cristovam Buarque&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se algum país quisesse dominar o Brasil no século 21, não teria estratégia melhor do que abandonar a educação de nosso povo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54043"&gt;O calcanhar-de-aquiles da educação brasileira, artigo de João Grandino Rodas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;?Nenhuma palavra se disse sobre a causa primeira da lastimável situação da educação superior brasileira, qual seja o baixíssimo nível da educação fundamental, que macula a educação média e torna utópica a possibilidade de ensino superior, no sentido etimológico da palavra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54069"&gt;Instituições podem se inscrever em programa de apoio à formação de professores&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estão abertas a instituições que ofereçam licenciaturas com conceitos satisfatórios no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), as inscrições para o Programa de Bolsa Institucional de Iniciação à Docência (Pibid)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54078"&gt;CNPq divulga resultado das bolsas de produtividade em Pesquisa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com essa aprovação, o CNPq passa a contar com 10.370 bolsistas de Produtividade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54089"&gt;Alexandria - Revista de Educação em Ciência e Tecnologia &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-4891239046305241253?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2008/02/diversas.htm</link><author>noreply@blogger.com (Suzana Gutierrez)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-1525046267741962936</guid><pubDate>Fri, 01 Feb 2008 19:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-01T17:44:57.887-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>seminário</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>feminismo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>mídia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>mulher</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>democratização da comunicação</category><title>Seminário sobre mulher e mídia</title><description>&lt;a href="http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/uploaded_images/convite_seminario_mulheres[1]-778553.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/uploaded_images/convite_seminario_mulheres[1]-778548.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-1525046267741962936?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2008/02/seminrio-sobre-mulher-e-mdia.htm</link><author>noreply@blogger.com (Dialógico)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-4552650570195099856</guid><pubDate>Mon, 14 Jan 2008 11:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-14T11:27:39.165-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>lowy</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>capitalismo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>marxismo</category><title>Sociólogo brasileiro defende abolição do capitalismo como paradigma civilizatório. Entrevista com Michael Löwy</title><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Michael Löwy&lt;/strong&gt; é considerado pelos pares um marxista insubordinado. Ele acredita no potencial libertário existente no marxismo, a despeito da aplicação burocrática e autoritária das teorias de &lt;strong&gt;Karl Marx&lt;/strong&gt; pela malfadada experiência soviética. Além de visitar as idéias de &lt;strong&gt;Walter Benjamin&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.unisinos.br/ihu/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=11637" target="_blank"&gt;Georg Lukács&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, sua produção teórica perpassa as idéias de &lt;strong&gt;Max Weber&lt;/strong&gt;, o que lhe rende restrições entre marxistas. Suas opiniões radicais, que atingem o próprio marxismo, criticado pela ausência de preocupação ecológica e pelas ilusões a respeito do papel do Estado, se harmonizam com a personalidade tolerante, avessa a rupturas inférteis. A reportagem e a entrevista é de Francisco Quinteiro Pires e publicada pelo jornal &lt;strong&gt;O Estado de S. Paulo&lt;/strong&gt;, 13-01-2007.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na definição do amigo e crítico literário &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.unisinos.br/ihu/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=8866" target="_blank"&gt;Roberto Schwarz&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Löwy&lt;/strong&gt; combina a disciplina do marxista e a transgressão do surrealista. O que poderia ser conflito e prejuízo num intelectual se transforma em 'subversões que atacam a ordem na raiz'. &lt;strong&gt;Schwarz&lt;/strong&gt; é um dos 17 autores, ao lado de &lt;strong&gt;Alfredo Bosi&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Marcelo Ridenti&lt;/strong&gt;, de ensaios sobre o sociólogo brasileiro, radicado na França desde 1969.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Proferidas num seminário de 2005 e ora reunidas no livro &lt;strong&gt;As Utopias de Michael Löwy&lt;/strong&gt;, as reflexões abrangem vida e obra desse revolucionário romântico, que aponta o comunismo - erguido em bases democráticas - como alternativa à catastrófica globalização capitalista e afirma estar em curso, na China, verdadeira restauração do capitalismo. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Eis a entrevista.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Faz sentido falar hoje de revolução?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não só faz sentido falar em revolução, como é mais do que presente a necessidade de transformação radical do sistema capitalista, responsável pela destruição acelerada dos equilíbrios ecológicos do planeta. A principal crítica ao conceito tradicional de revolução é que ele não era suficientemente radical: colocava em questão somente as relações de produção capitalistas. Em outras palavras, o significado da revolução está na mudança do paradigma civilizatório: o atual é insustentável. Não há garantia de que o mundo caminha para a revolução. Pelo caminho atual, chegará a uma catástrofe ecológica sem precedentes, que tem na mudança do clima a expressão mais dramática. A revolução é uma aposta, segundo &lt;strong&gt;Blaise Pascal&lt;/strong&gt;, retomada por &lt;strong&gt;Lucien Goldmann&lt;/strong&gt;, na qual o indivíduo joga a vida, correndo o risco de perder.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O comunismo ainda pode ser uma alternativa mundial à globalização?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O comunismo, definido por &lt;strong&gt;Marx&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Engels&lt;/strong&gt; como uma associação de seres humanos livres que trabalha com meios de produção comunitários, é a única alternativa radical, em escala planetária, à globalização capitalista. As grandes decisões sobre produção e consumo não podem ser deixadas em mãos de exploradores - como nas economias de mercado - ou de uma elite técnico-burocrática de planejadores. Elas devem ser adotadas democraticamente, depois de um debate livre e pluralista, pelo conjunto da população, em função das necessidades sociais e de critérios ecológicos. O principal limite da experiência soviética - que transformou a URSS numa gigantesca potência industrial - foi o caráter antidemocrático e o desprezo pelo meio ambiente.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;A China é uma economia de mercado ou faz apenas uma experiência controlada do capitalismo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Está havendo na China um processo de restauração do capitalismo, de forma mais controlada do que na URSS depois de 1991, mantendo um discurso cada vez menos socialista e um sistema político fechado, de partido único. Se existe um futuro socialista para a China, ele não resultará de seus dirigentes, cada vez mais integrados numa lógica de desenvolvimento capitalista. Ele virá da capacidade de os trabalhadores chineses da cidade e do campo se organizarem para lutar por seus interesses. Mas existem, dentro e fora do Partido Comunista Chinês, militantes e intelectuais que ainda pensam em termos marxistas e buscam uma alternativa à restauração capitalista em curso.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O estado bolivariano de Hugo Chávez é uma experiência concreta de socialismo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Estamos bem longe do comunismo na Venezuela. O projeto bolivariano de &lt;strong&gt;Hugo Chávez&lt;/strong&gt; é um começo de ruptura com a dominação imperialista sobre o país e de uma significativa redistribuição social da renda petroleira. É o processo mais radical em curso atualmente na América Latina, acompanhado de perto pela Bolívia e pelo Equador. &lt;strong&gt;Chávez&lt;/strong&gt; tem colocado a perspectiva de um socialismo do século 21, mas é cedo demais para falar de uma ruptura com o capital. Se a Venezuela tomará o caminho do socialismo, isso depende da mobilização das classes populares. O papel de &lt;strong&gt;Hugo Chávez&lt;/strong&gt; na revolução bolivariana é indiscutível, mas a excessiva personalização do poder é um problema.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Qual o papel do Estado e da democracia na criação de alternativas ao capitalismo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A democracia é decisiva em qualquer processo de criação de alternativas ao capitalismo: o que é socialismo, senão a extensão, de forma radical e sem concessões, da democracia no terreno econômico e social? Se a democracia política é a recusa de qualquer forma de poder autoritário, o que é a democracia econômica senão a abolição da tirania dos grandes proprietários de fábricas, bancos e terras? Mas a democracia não se limita ao Estado: ela deve se aplicar em todos os terrenos da vida política, econômica e social e no nível internacional.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Qual a urgência da &lt;a href="http://www.unisinos.br/ihuonline/index.php?option=com_tema_capa&amp;amp;Itemid=23" target="_blank"&gt;Teologia da Libertação&lt;/a&gt;, quando o papa é Bento XVI, um combatente desse 'cristianismo de esquerda'?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Uma coisa é o que se passa em Roma, no alto da pirâmide clerical da Igreja. Outra é o que se passa na base, aqui na América Latina, onde várias gerações de cristãos têm participado, a partir das comunidades de base e das pastorais populares, das lutas sociais e do combate por uma sociedade mais livre e igualitária. Antigamente se dizia na Igreja: &lt;em&gt;Roma locuta, causa finita&lt;/em&gt; - Roma (o papa) falou, a discussão acabou. Agora não só os teólogos, mas centenas de milhares de militantes do cristianismo da libertação não abandonaram seus ideais, suas utopias e seu compromisso ativo com a luta dos oprimidos por emancipação. No Brasil, a presença dos cristãos em todos os movimentos sociais - a começar pelo &lt;strong&gt;Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;MST&lt;/strong&gt;) - é decisiva. Não basta uma bula papal para mudar essa realidade.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Em que medida o sr. compartilha a percepção de Walter Benjamin de que o capitalismo é uma religião?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Em &lt;strong&gt;O Capital,&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Marx&lt;/strong&gt; comparava o capitalismo a uma religião. As mercadorias são percebidas como ídolos, que têm vida própria e decidem o destino dos homens. Esse argumento foi utilizado pelos teólogos da libertação, como &lt;strong&gt;Hugo Assmann&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Franz Hinkelammert&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Jung Mo Sung&lt;/strong&gt;, para desenvolver uma crítica radical do capitalismo como religião idólatra. A teologia do mercado, de Thomas Malthus ao último documento do Banco Mundial, é ferozmente sacrificial: exige que os pobres ofereçam suas vidas no altar dos ídolos econômicos. &lt;strong&gt;Walter Benjamin&lt;/strong&gt;, ao escrever sobre isso em 1921, não havia lido&lt;strong&gt; O Capital&lt;/strong&gt;. Ele se inspira no sociólogo &lt;strong&gt;Max Weber&lt;/strong&gt; para analisar o caráter cultual do sistema. Na religião capitalista, a cada dia se vê a mobilização do sagrado, seja nos rituais na Bolsa, seja nas empresas, enquanto os adoradores seguem com angústia e extrema tensão a subida ou a descida das cotações. As práticas capitalistas não conhecem pausa, dominam a vida dos indivíduos da manhã à noite, da primavera ao inverno, do berço ao túmulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: &lt;a href="http://www.unisinos.br/_ihu/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=11663"&gt;Instituto Humanitas Unisinos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-4552650570195099856?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2008/01/socilogo-brasileiro-defende-abolio-do.htm</link><author>noreply@blogger.com (Suzana Gutierrez)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-2581005033141985962</guid><pubDate>Tue, 08 Jan 2008 13:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-08T11:46:46.000-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>desenvolvimento</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>amazonia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>brasil</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>ecologia</category><title>Nobel de la Paz pide expropiación de la Amazonia; Brasil prepara ?plan estratégico de defensa nacional?, por Heinz Dieterich</title><description>fonte: &lt;a href="http://imediata.org/index.php?p=153"&gt;Imediata&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do artigo de 17/10/2007 da Rebelion.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;1. Rajendra Pachauri y ?la amazona de la libertad? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;El hindú Rajendra Pachauri, presidente del Panel Intergubernamental sobre Cambio Climático de las Naciones Unidas, es una persona agradecida. En cuanto recibió el Premio Nobel de la Paz, junto con Al Gore, pagó su deuda con esta institución del imperialismo occidental, sugiriendo la expropiación de la Amazonia: ?No voy a opinar sobre lo que debe hacer el gobierno brasileño, pero las selvas como el Amazonas son las mayores fuentes naturales para la captación del carbono. En el futuro debemos tener políticas claras y un acuerdo internacional para garantizar que la protección forestal aumente en el mundo?. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;La demanda de Pachauri renueva un viejo sueño del gran capital occidental. Hace años, la ?amazona de la libertad? de la Internacional Socialista, la ex primer ministra noruega Gro Harlem Brundtland, propuso someter la Amazonia a una autoridad ecológica internacional, dependiente del Consejo de Seguridad de la ONU. El Grupo de los Siete se encantó con la idea y solicitó que la región fuese considerada una ?herencia de la humanidad?.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;2. La inerte diplomacia sudamericana&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;La reacción de la elite brasileña a la creciente presión de desbrasileñar la Amazonia ha sido diversa. En el campo político, la famosa diplomacia de Itamaraty se ha quedado dormida, al igual que la de Venezuela, permitiendo, por ejemplo, que la Organización del Tratado de la Amazonia (OTCA) ?bajo la conducción de su funcionario Rosalía Arteaga, nombrada por Lucio Gutiérrez? abriera las puertas del ?oro verde? al imperialismo europeo (España, Alemania, Francia) y estadounidense. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Esta penetración, en la cual participan gobiernos, ONG´s, fundaciones y universidades, entre otros, se explica en parte por el estado de hibernación de la diplomacia de los países de la OTCA, en parte por el servilismo neocolonial de algunos de sus miembros (Perú, Ecuador bajo Lucio Gutiérrez, Colombia) y la absurda tesis de que se necesita la alianza con el imperialismo europeo para defender la Amazonia del imperialismo de Washington. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3. La respuesta militar brasileña &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;En lo militar, la reacción ha sido múltiple: a) la generación de una incipiente logística militar y de inteligencia en la Amazonia, p.e., Tabatinga en la triple frontera con Colombia y Perú, y el sistema de inteligencia electrónica, SIVAM; b) un acercamiento con las Fuerzas Armadas de Venezuela, con cuyas adquisiciones de nueve avanzados submarinos rusos, 24 aviones de combate Sukhoi-30, y sistemas misilísticos, los dos países tendrían un potencial militar convencional de gran envergadura; c) la creciente adopción de la doctrina de la guerra de guerrillas y, d) un gradual reacercamiento a la tecnología nuclear.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3.1 Guerra de guerrillas a la brasileña &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Cuando la ex presidenta noruega hizo su propuesta de internacionalización de la Amazonia, el general Sotero Vaz anunció la ?vietnamización? de la selva con las siguientes palabras: ?Defenderemos a la Amazonia con una guerra de guerrillas?. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Que esta decisión de los militares brasileños era real, se mostraba, entre otros elementos, en el envío de una misión militar a Vietnam, en el año 2005. La delegación, compuesta por coroneles y tenientes coroneles de centros de instrucción y escuelas de oficiales, tenía la misión de aprender de la guerra popular prolongada vietnamita contra Estados Unidos. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Según el general Cláudio Barbosa de Figueiredo, jefe del Comando Militar de la Amazonia (CMA), en un conflicto en la Amazonia, ?la estrategia de la resistencia no difiere mucho de la guerra de guerrillas y es un recurso que el ejército no dudará en adoptar ante una posible confrontación con un país o grupo de países con potencial económico y bélico mayor que Brasil?. Aseveró que ?se deberá contar con la propia selva tropical como aliada para combatir al invasor?. Recordemos, que son los coroneles y tenientes coroneles los que tienen el control operativo sobre las unidades de combate en las Fuerzas Armadas. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3.2 El componente nuclear &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;En cuanto al componente nuclear, fue el propio Lula quien lo dio a conocer el 10 de julio de 2007: ?He autorizado los fondos para concluir el primer submarino a propulsión nuclear de la Marina de Guerra brasileña?. ?Si lo que faltaba era dinero, ya no va a faltar?, dijo tras visitar el Centro Tecnológico de la Marina, en el estado de San Pablo. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;?Asumí el compromiso de poner los recursos necesarios para que podamos concluir ese proyecto?, confirmó ante los periodistas y explicó que la conclusión de ese submarino, en el que Brasil trabaja desde hace más de 20 años, requiere de una inversión de aproximadamente 68 millones de dólares durante ocho años, ?y, quién sabe, si pudiésemos poner un poco más, podemos anticiparlo, porque está atrasado?. Lula confirmó al mismo tiempo la construcción de la tercera planta nuclear brasileña, Angra III. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;4. El ?plan estratégico de defensa nacional? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ante el planteamiento de Pachauri le tocó al M inistro de Defensa brasileño, Nelson Jobim, responder. La soberanía sobre el Amazonas es innegociable, decía Jobim, y recalcó que es ?difícil recibir recomendaciones? de la India o de Europa. ?Recuerden que ellos destruyeron todo. Vamos a cuidar del Amazonas porque es una cuestión nuestra; los brasileños saben cuidar lo que es suyo?. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Una declaración del gobierno contextualizó las palabras del Ministro, informando que Jobim y los Comandantes de las fuerzas militares de Brasil visitaban los puestos militares de la frontera norte del país para comenzar a elaborar un ?plan estratégico de defensa nacional?, que pretende desarrollar la Amazonía. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Tomando en cuenta el brutal avance del capitalismo agroindustrial brasileño e internacional en la Amazonia, podría resultar difícil convencerse de que la burguesía brasileña sepa ?cuidar lo que es ¿suyo??. Sin embargo, el punto central es que aunque la soberanía de la Amazonia no sea negociable, el futuro de esta región no se decidirá por la negociación, sino por la fuerza. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;5. El poder de Brasil &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;El poder de Brasil radica en tres elementos. El primero es económico. El oxígeno que la humanidad respira es, en gran medida, un producto de la Amazonia. En la crematística capitalista mundial, este producto se convierte en una mercancía, semejante al agua. Aquellos que más consumen esta mercancía ?y que más la contaminan? son Estados Unidos, Europa y China. Y la consumen gratuitamente . Si quieren que se preserve la ecología amazónica, tendrían que compensar a Brasil y los demás países de la cuenca amazónica por ?costos de oportunidad?, pagando el uso de esta mercancía. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;El segundo factor es el desarrollo nuclear. Con las reservas sobreproporcionales en agua dulce, biodiversidad, petróleo y oxígeno, América Latina tiene que tener presente un axioma insoslayable de la realpolitik del siglo XXI, formulado hace algunos años con absoluta claridad por el Presidente Francois Mitterrand: que una verdadera soberanía en el siglo XXI solo existirá para los Estados nacionales o regionales que disponen de armas estratégicas. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;El tercer elemento es la creación del Bloque Regional de Poder Latinoamericano (BRPL), sin el cual la defensa de la Amazonia, del acuífero guaraní, de la Patagonia y del petróleo de la Faja del Orinoco, son imposibles. Sólo la Unión latinoamericana permitirá a Brasil jugar en la liga de las grandes potencias. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Será difícil que su chovinismo se adapte a tal realidad. Pero si no lo logra, la misma realidad lo despertará un día no muy lejano del ?jogo bonito? de sus fantasías de grandeza. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-2581005033141985962?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2008/01/nobel-de-la-paz-pide-expropiacin-de-la.htm</link><author>noreply@blogger.com (Suzana Gutierrez)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-5776562321052951687</guid><pubDate>Tue, 08 Jan 2008 13:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-08T11:41:23.169-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>economia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>política</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>livros</category><title>O que o Brasil, o México, a Rússia e os EUA têm em comum?</title><description>por Russell Mokhiber&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://imediata.org/"&gt;Agência Imediata&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Traduzido de &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a target="_blank" href="http://commondreams.org/"&gt;commondreams.org&lt;/a&gt; de 17 de outubro de 2007&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O que o Brasil, o México, a Rússia e os EUA têm em comum?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Uma nova classe de bilionários em rápida expansão.&lt;br /&gt;Uma pobreza que se alastra.&lt;br /&gt;E uma classe média desamparada. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É o que diz David Cay Johnston, repórter do New York Times e vencedor do prêmio Pulitzer, em seu livro, prestes a ser lançado: ?Free Lunch: How the Wealthiest Americans Enrich Themselves at Government Expense (And Stick You with the Bill )? [Almoço de Graça: como os americanos mais ricos se enriquecem às custas do governo (e mandam a conta para você)] (Portfolio, dezembro de 2007). &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No livro, Johnston procura afligir o confortável décimo do um por cento dos estadunidenses no topo ? os 300.000 homens, mulheres e crianças que, no ano passado, fizeram mais dinheiro que todos os 150 milhões de estadunidense juntos, na base. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Sim, temos todos o direito de votar e mudar este estado desequilibrado de coisas. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas o poder político nos Estados Unidos é exercido por este estreito e rico segmento da população. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Grande parte da riqueza transferida para o topo chegou através das mãos de artistas do bem-estar corporativo, que transferiram bilhões da classe média para a classe bilionária. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Alguns políticos poderiam tomar a questão política central de ?Free Lunch? ? desigualdade de riqueza ? e basear nisso suas campanhas para a Casa Branca em 2008. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas a safra atual dos candidatos corporativos provavelmente ignorarão o fato, para não ofender a classe patrocinadora. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Embora Johnston se concentre nos esquemas perfeitamente legais que empolam os mais ricos dentre os ricos, às custas do restante de todos nós, grande parte do roubo que ele documenta é resultado da pura criminalidade corporativa que prossegue sem que seja promovido um processo de ação penal ou com uma instauração de processos insuficientes. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;?Uma das novas regras tem sido a de se certificar de que haja um número insuficiente de ?tiras? em Wall Street para se começar a escrever todas as reclamações legítimas, quanto menos perseguir um punhado de malfeitores?, escreve Johnston. ?Mais importante ainda, as ações de Ken Lay, Bernie Ebbers e dos outros [N. do T.: os responsáveis do escândalo Enron] eram somente parte de uma mudança maciça nas práticas e políticas que continuam. Os escândalos de Wall Street acabaram. A conduta que revelaram está apenas se institucionalizando.? &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;?Milhares de executivos em centenas de companhias que tiraram dinheiro dos acionistas por meio de ações deliberadas que os distingüem dos bandidos somente por serem cometidas com canetas ao invés de pistolas?, escreve Johnston. ?As técnicas são mais sutis e menos abertamente violentas, mas os resultados são piores, porque destróem a legitimidade da sociedade de formas que os bandidos de rua não poderiam fazer. As normas permitem isso.? &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No livro, Johnston focaliza cenas da classe criminosa corporativa que os editores do New York Times nunca permitiriam divulgar. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;?Diferentemente do ladrão ou bandido comum, esses executivos contam com os melhores e mais espertos advogados para explicar ou ofuscar suas más condutas,? ele escreve no livro. ?Nas raras ocasiões em que as acusações formais são formuladas, os acionistas enganados, às vezes, acabam pagando para defender os ladrões que os roubaram. Agregadas a isso, estão as legiões de publicistas que são pagos para reportar o que seus patrões querem que nós ouçamos ? a antítese do toque de chamada do jornalismo, no sentido de perseguir os fatos sem medo ou favores. As fileiras desses transformadores de imagem estão crescendo, ao mesmo tempo em que, no país todo, um quarto ou mais de todos os jornalistas estão sendo despedidos, reduzindo-se ulteriormente as chances de que fatos inconvenientes se tornem conhecidos.?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;?Os controles e as verificações fornecidos pela supervisão, inspeção, investigação e, em casos extremos, instauração de processo, têm sido todos entranhados em nome da desregulamentação e do encolhimento do tamanho do governo?, escreve ele. ?Quando não há policiais na área, o maior beneficiário não é o contribuinte que é aliviado do custo de se manter os oficiais de polícia, mas o próprio ladrão.? &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Johnston salienta que, antigamente, os empréstimos trapaceiros eram levados à justiça. Mas daí nos livramos das leis da usura e passamos novas leis que permitem à ?Goldman Sachs e à Lehman Brothers, ao MBNA e ao Citibank explorar os pobres, os não sofisticados e os tolos.? &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;?Esses concessores de empréstimos, podem agora cobrar e impor abertamente multas e penalidades que eram ilegais, até mesmo criminosas, uma geração atrás?, diz ele. ?O resultado? Nos últimos 25 anos, aproximadamente, uma família norte-americana em cada sete procurou refúgio nos tribunais federais para bancarrota. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nós transformamos vícios em passatempos. Caso em questão ? apostar em jogo dinheiro subsidiado que tinha sido prometido aos pobres, aos idosos, aos doentes.? &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;?É dessa maneira que Donald Trump tira dos menos favorecidos entre nós para polir sua imagem de suposto bilionário,? diz Johnston. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Se estivéssemos em outros tempos, este livro se tornaria um dos best-sellers da lista do New York Times e ficaria lá por muito tempo. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os 150 milhões de pessoas na base o leriam e ficariam furiosas. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;E a política se tornaria populista em 2008. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas como as coisas estão agora, Clarence Thomas, Alan Greenspan e Ann Coulter estão em primeiro, segundo e terceiro lugares na lista de best-sellers de não-ficção do Times. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O livro de Johnston não estará nas livrarias até o mês de dezembro. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É hora de mudança. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Russell Mokhiber é editor de Corporate Crime Reporter, com sede em Washington, D.C. &lt;a target="_blank" href="http://www.corporatecrimereporter.com/"&gt;http://www.corporatecrimereporter.com&lt;/a&gt; .&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-5776562321052951687?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2008/01/o-que-o-brasil-o-mxico-rssia-e-os-eua.htm</link><author>noreply@blogger.com (Suzana Gutierrez)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-4369944037499889137</guid><pubDate>Sat, 05 Jan 2008 22:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-14T09:50:51.499-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>índios</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>mato grosso</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>genocídio</category><title>48 índios Guarani assassinados em Mato Grosso do Sul no ano de 2007... O que temos a ver com isso?</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;Cláudio, Gilson, Marcelo, Marina, Márcio, Ramona, Francisco, César, Edson, Mário, Valdir, Lucas, Ademir... Nomes tão conhecidos, nomes comuns? Uma listagem com 48 (1) nomes de pessoas quase anônimas, daquelas que não contam nas estatísticas, que pesam pouco nas contagens oficiais, as que menos importam... Nomes de Guarani-Kaiowá assassinados no ano de 2007, pessoas que também sonhavam com dias melhores, mortos agora, vítimas da violência cometida contra os povos indígenas em Mato Grosso do Sul.    Nomes são marcas que nos individualizam, que nos identificam, e por isso é certamente mais fácil lidar com números, quando se trata de expor a violência. A morte parece menos contundente quando remetida ao campo da estatística. Mas os nomes falam, sussurram histórias pessoais, lembram pessoas que conhecemos, põem em evidência a humanidade e a materialidade das vidas que foram roubadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ao lermos os casos de assassinatos noticiados pelos jornais, esses nomes já não nos são indiferentes, especialmente quando se descrevem as condições das mortes: espancamentos, corpos mutilados por inúmeras facadas ou tiros, enforcamentos, estupros seguidos de morte, uso de meios cruéis, assassinatos praticados diante de crianças, com participação de mulheres e adolescentes. Dados que denunciam uma situação insustentável, e que pode ser vista como um grande grito de socorro.    Todos esses nomes pertencem a pessoas que compartilhavam a vida com outras ? eram filhos e filhas, pais e mães, irmãs e irmãos, sobrinhos e netos, eram parte de uma família, de uma comunidade, de um povo, de uma rede de relações que há muito está ameaçada. E a ameaça não é a barbárie ou a falta de civilidade, que muita gente insiste em atribuir aos índios, mas sim a omissão do poder público, a situação de confinamento em que vivem, a falta de terra, a falta de condições adequadas para organizar e manter a vida, a falta de perspectivas, a ausência de justiça e de direitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida dos Guarani-Kaiowá está ameaçada pelo confinamento de uma imensa população em pequenas áreas, que por sua vez é resultado de uma insaciável sede de produção, de lucratividade, de acumulação que nos torna cegos para as injustiças decorrentes do modelo de desenvolvimento que adotamos como único e inquestionável.          Os Guarani-Kaiowá vivem um estado de exceção, parecido com aquele experimentado em tempos de guerra ou de repressão, só que para eles isso se tornou rotineiro e, para nós, parece não fazer diferença. Viver em confinamento, enfrentar a escassez, a fome, a violência, o descaso, o preconceito, a falta de assistência, é uma rotina que torna impossível manter laços de solidariedade, e vivenciar certas tradições, certos costumes que regulam as relações sociais nestas comunidades.    Se a desnutrição infantil, noticiada com destaque anteriormente no estado do Mato Grosso do Sul, parecia abalar aquela sensação de que vivemos num país de fartura e de democracia, as notícias de assassinatos indígenas que agora nos chegam desse mesmo lugar parecem não produzir o mesmo efeito. Será que realmente acreditamos se tratar de violência interna, de conflitos entre índios, e pensamos que nada temos a ver com isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nos conforta essa certeza, é necessário, então, sacudirmos a poeira que recobre o que chamamos de justiça e reconhecer que a violência que assola a vida indígena tem causas implicadas diretamente com nossas vidas, com nosso modelo de sociedade e com as escolhas que temos feito em termos sociais e políticos. Temos tudo a ver com essa lista de nomes de mortos, bem como com as incontáveis listas de pessoas submetidas à semi-escravidão e a condições desumanas de sobrevivência em cada canto desse país. Temos tudo a ver com as concessões dadas a grandes empresas, com a acumulação de terras em latifúndios, com a ampliação dos já imensos plantios de soja, cana-de-açúcar, eucaliptos, e dos cada vez mais amplos campos de criação de gado. E temos também tudo a ver com os desvios de recursos e com a priorização dada a setores financeiros, restringindo sempre mais os investimentos em questões sociais, entre elas a demarcação das terras indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, todos nós participamos da consolidação de certas formas de governo, consciente ou inconscientemente, falando ou calando, e desse modo legitimamos certas estratégias políticas e acatamos a omissão de tantos direitos sociais.    Se as vítimas indígenas em Mato Grosso do Sul têm nomes, os agressores também têm! Não se trata de responsabilizar apenas a mão que empunhou a arma, a faca, o terçado, a corda da forca, ou que desferiu os golpes, espancando e matando a pauladas. Trata-se de atribuir responsabilidades também, e principalmente, ao poder público, ao Estado brasileiro e ao Governo Federal pela negligência e pelo descaso que leva ao não cumprimento dos direitos constitucionais dos povos indígenas. Se a responsabilidade em demarcar terras indígenas suficientes e adequadas ? assegurando assistência e respeito pelas culturas, crenças, tradições e estilos de vida dos distintos povos indígenas ? fosse efetivamente assumida pelo Governo Federal, é possível que estes cruéis assassinatos não acontecessem. Isso porque, ao assegurar o restabelecimento das condições de vida e de dignidade desta população, seria possível vislumbrar um futuro pelo qual vale a pena viver e lutar. Não se trata de assegurar privilégios aos indígenas, como muitos costumam afirmar, mas de resguardar seus direitos, constantes nas leis brasileiras e referendados, também, em diversos documentos, convenções e normas internacionais.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar nos nomes, nos rostos, na agonia dessas tantas vítimas do descaso e do confinamento nos causa desalento, e é necessário levar em conta que elas tinham diferentes idades... 12, 13, 14, 15, 16 anos! Adolescentes ainda, esfaqueados, violentados, espancados, sem possibilidades de defesa. Adolescentes como nossos filhos, irmãos, netos, passeando, divertindo-se ou a caminho de casa, vítimas da mesma violência que nos apavora quando nossos familiares saem para seus afazeres cotidianos. As vítimas, com seus nomes, histórias e vivências, eram pessoas como nós, para quem certamente a justiça se faz bem mais justa.    Também foram assassinados homens e mulheres Kaiowá de 18, 20, 22, 25 anos, outros de 30, 32, 36; 40, 60, 70, 107 anos! E, diante desse amplo espectro de dor, não podemos mais escapar à pergunta: qual a parte que nos cabe neste grande genocídio? Talvez devêssemos nos perguntar: que tipo de mundo estamos colaborando para construir? Quais são os valores que cultivamos? Quem são as pessoas que contam e pelas quais nos mobilizamos para assegurar a vida? Quais são as causas pelas quais lutamos? O que ainda é capaz de nos indignar? E, necessariamente devemos indagar sobre as ações daqueles que escolhemos para nos representar e para fazer valer nossos direitos de cidadania e para resguardar nossa condição de homens e mulheres que, diante da lei, desfrutam dos inalienáveis direitos à vida, à dignidade, à liberdade, à segurança.    Devemos nos sentir responsáveis, como pessoas e como cidadãos, pelas grandes injustiças cometidas contra aqueles que se tornam cada vez mais vulneráveis, em especial os povos indígenas para quem reservamos áreas cada vez menores, e de quem a cada dia subtraímos mais e mais as condições de bem viver. Mas, acima de tudo, devemos atribuir responsabilidade àqueles que, ao assumir o governo, assumiram a inegável atribuição de zelar pelo bem de todos, e de cada um.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porto Alegre (RS), 05 de janeiro de 2008.  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Iara Tatiana Bonin&lt;/span&gt; - Doutora em Educação/UFRGS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados do Conselho Indigenista Missionário indicam que ocorreram 76 assassinatos de indígenas no Brasil em 2007, sendo 48 no Mato Grosso do Sul.&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-4369944037499889137?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2008/01/48-ndios-guarani-assassinados-em-mato.htm</link><author>noreply@blogger.com (Suzana Gutierrez)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-7161644207982946355</guid><pubDate>Sun, 02 Dec 2007 11:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-02T09:41:06.533-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>movimentos sociais</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>política</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>revolução</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>venezuela</category><title>Ah! a Venezuela</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14733" class="titulo"&gt;Reforma constitucional &lt;/a&gt;&lt;span class="titulo"&gt;traria mudanças profundas à Venezuela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                  &lt;span class="textoChamadasLateral"&gt;Proposta de reforma, que criaria Estado 'socialista' e 'humanista', reduz jornada de trabalho a 6 horas, proíbe latifúndios e monopólios, cria formas de propriedade além da privada e tenta ampliar poder popular com os conselhos comunais.&lt;/span&gt;                          (&lt;&lt; muito além da reeleição)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" id="search"&gt;          &lt;a href="http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3776" class="titulo"&gt;Tiroteio nas Américas&lt;/a&gt;       &lt;div class="data"&gt;Data:28/11/2007&lt;/div&gt;      &lt;div class="texto"&gt;A irresponsabilidade conservadora é tamanha no Brasil que num momento desses chega a pedir, na imprensa, que o Brasil isole a Venezuela, impedindo-a de entrar no Mercosul. Até mesmo do ponto de vista conservador isso é suicídio puro, ameaçando levar o continente a uma corrida armamentista.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" id="search"&gt;          &lt;a href="http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3769" class="titulo"&gt;¿Porqué no te callas?&lt;/a&gt;       &lt;div class="data"&gt;Data:20/11/2007&lt;/div&gt;      &lt;div class="texto"&gt;Não se imagina um chefe de Estado europeu dirigir-se nesses termos publicamente a um colega europeu quaisquer que fossem as razões do primeiro para reagir às considerações do último. Esta frase é reveladora em diferentes níveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="search"&gt;          &lt;a href="http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3767" class="titulo"&gt;2007, a hora da mídia &lt;/a&gt;       &lt;div class="data"&gt;Data:19/11/2007&lt;/div&gt;      &lt;div class="texto"&gt;O ano de 2007 marcará a história como aquele em que começaram a se tornar sistemáticas e cada vez mais altas as críticas à mídia. Além do florescimento de sites, blogs e portais com variedade de linha editorial, a rua começou a ser tomada por movimentos questionadores. &lt;/div&gt;       &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;tudo na &lt;a href="http://www.agenciacartamaior.com.br/"&gt;Agência Carta Maior&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que dizem os nossos colegas que recentemente estiveram lá?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-7161644207982946355?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/12/ah-venezuela.htm</link><author>noreply@blogger.com (Suzana Gutierrez)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-7975476900729732959</guid><pubDate>Tue, 20 Nov 2007 16:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-20T14:14:43.981-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>20 novembro</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>zumbi palmares</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>dia consciência negra</category><title>Marcha Zumbi dos Palmares vai tomar conta do centro de Porto Alegre</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;É hoje, a partir das 17 horas&lt;br /&gt;Hoje, 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, a partir das 17 horas, Porto Alegre será palco da Marcha Estadual Zumbi dos Palmares Contra o Racismo: Reparações Já ! A data está sendo celebrada em todo o Brasil com diversos atos públicos e marchas para combater a discriminação, o preconceito, o racismo, a homofobia, o machismo e a intolerância religiosa.&lt;br /&gt;O Dia Nacional da Consciência Negras é uma homenagem a Zumbi dos Palmares. A data foi uma proposição do professor e poeta gaúcho Oliveira Silveira. Zumbi, principal líder do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência contra a escravidão, foi assassinado em 20 de novembro de 1695, após resistir a diversos ataques organizados contra Palmares, quilombo fundado no ano de 1597, na região da Serra da Barriga, atual estado de Alagoas.&lt;br /&gt;A Marcha Zumbi dos Palmares gaúcha é construção coletiva da Comissão de Mobilização, Articulação e Mapeamente. Os organizadores aguardam caravanas de todo o Estado e a expectativa é que a Marcha congregue um público recorde. A Comissão Organizadora defende que ?esta marcha será a demonstração da luta de toda cidadã e cidadão que repudiam os ataques da elite e da grande mídia contra as conquistas de Ações Afirmativas do povo negro brasileiro!?&lt;br /&gt;SERVIÇO&lt;br /&gt;O que é: Marcha Estadual Zumbi dos Palmares&lt;br /&gt;Quando: nesta terça-feira, 20/11/07&lt;br /&gt;Horário: 17 horas (concentração/largada)&lt;br /&gt;Onde: Largo Glênio Peres (concentração/largada)&lt;br /&gt;Trajeto: Seguindo pela Avenida Borges de Medeiros até o Largo do Zumbi dos Palmares&lt;br /&gt;OBS: A Marcha culminará com um grande Ato Político e Cultural marcado para às 19 horas&lt;br /&gt;MAIS EVENTOS....&lt;br /&gt;Ainda hoje, 20/11, a partir das 14 horas, o Instituto de Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais, IDHESCA - entidade filiada ao Movimento Nacional de Direitos Humanos, realiza um Seminário sobre "Mulheres Negras: Resistência e Vida" na Sala Salzano Vieira da Cunha da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, 3 º andar. As painelistas são Marilu Goulart e Beatriz Vasconcellos.&lt;br /&gt;20/11 ?. às 19 horas, no Plenário Otávio Rocha da Câmara Municipal de Porto Alegre, em Sessão Solene em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra e de Ação Anti-Racismo, a Mesa Diretora entrega o Troféu Deputado Carlos Santos. Entre as contempladas, a bibliotecária Maria Noelci ?Noho? Teixeira Homero, coordenadora técnica de MARIA MULHER ? Organização de Mulheres Negras.&lt;br /&gt;22/11 ? 14 horas _ Palestra sobre a Luta das Mulheres Negras - CRESS - Conselho&lt;br /&gt;Regional de Serviço Social - Andrè Belo, 452 ? A palestrante será Letícia Lemos da Silva, advogada integrante do Programa Pela Igualdade Racial ? SOS Racismo ? MARIA MULHER.&lt;br /&gt;22/11 ? 19 horas ? na Escola Municipal de Ensino Fundamental Heitor Villa Lobos, Lomba do Pinheiro, palestra ? Mulher Negra, Discriminações, Dificuldades e Potencialidades? com a professora e pesquisadora Elenir Marques, de MARIA MULHER.&lt;br /&gt;24/11 - 9 horas, Escola Estadual Rio Branco, Avenida Protásio Alves, 999, Bairro Rio Branco, palestra sobre ? Políticas de Inclusão?, com a professora e mestra em educação, Maria Conceição Lopes Fontoura, do Programa Promoção da Igualdade Racial - SOS Racismo.&lt;br /&gt;24/11 - das 9 h às 12 horas - no auditório da Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre, Rua Marechal José Inácio da Silva, 355, Bairro Passo D?Areia, com a advogada Letícia Lemos da Silva. O tema é Multiculturalismo: interfaces e implicações no contexto social brasileiro.&lt;br /&gt;02/12 ? 16 horas - Ponto de Cultura/MARIA MULHER - Cinema Meio Real - Sessão Comentada ? ?O dia em que Dorival encarou a guarda? . Avenida Moab Caldas, 2035, Vila Cruzeiro do Sul.&lt;br /&gt;Vera Daisy Barcellos - Reg. Prof. 3.804 - 51 913.56.435 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Assessoria de Imprensa de MARIA MULHER - Organização de Mulheres Negras&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.mariamulher.org.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;www.mariamulher.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-7975476900729732959?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/11/marcha-zumbi-dos-palmares-vai-tomar.htm</link><author>noreply@blogger.com (Dialógico)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-5311278053148600004</guid><pubDate>Tue, 20 Nov 2007 08:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-20T06:15:02.924-02:00</atom:updated><title>20 de Novembro é Dia Nacional da Consciência Negra</title><description>&lt;a href="http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/uploaded_images/zumbi02-764997.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/uploaded_images/zumbi02-764995.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Acompanhe na Ciranda Afro - e participe&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.ciranda.net/afrobrasil"&gt;http://www.ciranda.net/afrobrasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A IV Marcha de Zumbi&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O povo negro sai às ruas para defender direitos e combater o racismo, a discriminação, o preconceito, a homofobia, o machismo e a intolerância religiosa&lt;br /&gt;Soya Monjolo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ciranda.net/spip/article1851.html"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;http://www.ciranda.net/spip/article1851.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;A história do dia 20 de novembro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A transformação dessa data em Dia Nacional da Consciência Negra é um marco da luta pela igualdade racial na sociedade brasileira.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ciranda.net/spip/article1852.html"&gt;http://www.ciranda.net/spip/article1852.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Porque marchamos no dia da consciência negra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Marcha é uma construção histórica coletiva, herdada das lutas travadas por negros e negras desde a chegada e escravização do primeiro africano no Brasil&lt;br /&gt;Edson França&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ciranda.net/spip/article1819.html"&gt;http://www.ciranda.net/spip/article1819.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Feriado de Zumbi, em 260 municípios&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Segundo levantamento da Seppir, 92 cidades são do Rio de Janeiro. Data celebra a rebeldia contra um sistema de opressão&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ciranda.net/spip/article1853.html"&gt;http://www.ciranda.net/spip/article1853.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem foi Zumbi dos Palmares?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Após muita luta, o movimento negro rememora Zumbi na condição de herói nacional.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ciranda.net/spip/article1853.html"&gt;http://www.ciranda.net/spip/article1853.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;RUMO AO DIA DE AÇÃO GLOBAL&lt;br /&gt;26 DE JANEIRO DE 2008&lt;br /&gt;POR OUTRO MUNDO POSSÍVEL&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ciranda.net/spip/rubrique35.html"&gt;http://www.ciranda.net/spip/rubrique35.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:ciranda@ciranda.net"&gt;ciranda@ciranda.net&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-5311278053148600004?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/11/20-de-novembro-dia-nacional-da.htm</link><author>noreply@blogger.com (Dialógico)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-301263452401580275</guid><pubDate>Tue, 20 Nov 2007 07:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-20T05:39:44.950-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Conferência Nacional de Comunicação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>democratização da comunicação</category><title>Videoconferência: Preparando a I Conferência Nacional de Comunicação</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#990000;"&gt;Convite&lt;br /&gt;Videoconferência&lt;br /&gt;Preparando a I Conferência Nacional de Comunicação&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Sua entidade deseja contribuir para viabilizar o acesso à comunicação como um direito de todos e fazer avançar a democracia e a diversidade no Brasil? Então, anote aí na sua agenda:&lt;br /&gt;Dia 23 de novembro (sexta-feira), das 10h às 12h (horários de Brasília), em todas as Assembléias Legislativas, participe da Videoconferência Nacional preparatória da I Conferência Nacional de Comunicação. O objetivo é informar e mobilizar organizações da sociedade e do poder público para constituir coordenações estaduais.&lt;br /&gt;Em cada Assembléia Legislativa há um espaço integrado ao sistema de comunicação multimídia em tempo real do Interlegis, coordenado a partir do Congresso Nacional.&lt;br /&gt;Da capital federal, a coordenação do movimento pró-Conferência de Comunicação vai apresentar a proposta em suas etapas municipal e estadual, até culminar na etapa nacional, em meados de 2008. Em seguida, a palavra será aberta a todas as salas das Assembléias Legislativas.&lt;br /&gt;Os parceiros nas Assembléias Legislativas são as respectivas Comissões de Direitos Humanos, por meio de seus presidentes. As representações estaduais das redes sociais integrantes do Movimento Pró-Conferência Nacional de Comunicação estão sendo convidadas, assim como todos os demais que querem se somar a esse esforço pela democratização da comunicação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Histórico do Movimento&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Originário na sociedade civil, com participação de organizações de Estado, esse Movimento se articula para que o Governo Federal convoque, em 2008, a I Conferência Nacional de Comunicação, a exemplo do que já ocorreu em dezenas de outras áreas. Uma conferência com todos os envolvidos e interessados, com debates nos municípios e etapas estadual e nacional, com delegados eleitos e uma programação que contemple toda a diversidade e relevância desse tema para o Brasil. O resultado poderá se transformar em políticas públicas e novo marco legal para as comunicações.&lt;br /&gt;Para organizar e animar esse movimento, foi constituída a Comissão Nacional Pró-Conferência Nacional de Comunicação, com 19 entidades de âmbito nacional (veja relação a seguir), que vem se reunindo regularmente em Brasília (&lt;a href="http://www.proconferencia.com.br/"&gt;www.proconferencia.com.br&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Direito à Comunicação: essencial para o Século XXI&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;No Congresso Nacional já existe um grupo expressivo de parlamentares comprometidos com o movimento. As Comissões de Direitos Humanos e Minorias e a de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, da Câmara dos Deputados, já aprovaram em plenário suas participações no processo. O Governo Federal, por meio do ministro das Comunicações, Hélio Costa, da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, e da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, já se pronunciaram favoravelmente à conferência.&lt;br /&gt;Para concretizá-la é necessário, agora, ampliar a mobilização em torno da comunicação que queremos para o Brasil. Soberania, liberdade de expressão, regionalização, inclusão social, pluralismo político, diversidade cultural, convergência tecnológica, rádios comunitárias, TV pública, acesso à internet em banda larga para todos, são alguns dos temas envolvidos.&lt;br /&gt;Com tal perspectiva, a videoconferência para divulgar e debater a proposta da I Conferência Nacional de Comunicação é um passo importante para o processo de democratização das comunicações no Brasil. O direito humano à comunicação, aliás, tem sido considerado condicionante para a realização de outros direitos na atual Era do Conhecimento e da Informação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Contatos na Comissão de Direitos Humanos e Minorias&lt;br /&gt;Câmara dos Deputados:&lt;br /&gt;Márcio Araújo ou Sonia Hypolito (61) 3216-6570 , fax (61) 3216-6580&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:cdh@camara.gov.br"&gt;&lt;em&gt;cdh@camara.gov.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Comissão de Mobilização pela&lt;br /&gt;I Conferência Nacional de Comunicações&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;1) OAB ? Ordem dos Advogados do Brasil&lt;br /&gt;2) FNDC ? Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação&lt;br /&gt;3) FENAJ ? Federação Nacional dos Jornalistas&lt;br /&gt;4) CUT ? Central Única dos Trabalhadores&lt;br /&gt;5) CFP ? Conselho Federal de Psicologia&lt;br /&gt;6) ABCCOM ? Associação Brasileira de Canais Comunitários&lt;br /&gt;7) CDHM ? Comissão de Direitos Humanos e Minorias&lt;br /&gt;8) Subcomissão de Tv e Radiodifusão da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática&lt;br /&gt;9) INTERVOZES ? Coletivo Brasil de Comunicação Social&lt;br /&gt;10) FITERT ? Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Rádio e Televisão&lt;br /&gt;11) LAPCOM-UnB ? Laboratório de Pesquisa em Comunicação ? UnB&lt;br /&gt;12) ABRAÇO ? Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária&lt;br /&gt;13) Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão - Ministério Público Federal&lt;br /&gt;14) AMARC-Brasil ? Associação Mundial das Rádios Comunitárias&lt;br /&gt;15) ENECOS ? Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social&lt;br /&gt;16) MST ? Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra&lt;br /&gt;17) ARPUB ? Associação das Rádios Públicas do Brasil&lt;br /&gt;18) Campanha quem financia a baixaria é contra a cidadania&lt;br /&gt;19) MNDH ? Movimento Nacional de Direitos Humanos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-301263452401580275?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/11/videoconferncia-preparando-i-conferncia.htm</link><author>noreply@blogger.com (Dialógico)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-8672104547622401349</guid><pubDate>Mon, 01 Oct 2007 13:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-01T10:35:18.299-03:00</atom:updated><title>CARTA DO ITERRA</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;INSTITUTO TÉCNICO DE CAPACITAÇÃO E PESQUISA DA REFORMA AGRÁRIA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Rua Princesa Isabel - 373 ? Fone/Fax 3441-6109/441-1755 - CGC: 00.763.006/0001-10&lt;br /&gt;Caixa Postal 134 ? CEP 95330-000 ? VERANÓPOLIS/RS&lt;br /&gt;e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://email.terra.com.br/cgi-bin/webmail.exe?Act_V_Compo=1&amp;amp;mailto=administracao@iterra.org.br&amp;amp;ID=IxmNrMmFCp8_C_XhbjswPnzdyaJFmE_l&amp;amp;R_Folder=aW5ib3g=&amp;amp;msgID=1191200605.109834.4086%2C126604.aldabra.terra.com.br&amp;amp;Body=0" target="_self"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;administracao@iterra.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezados amigos e amigas do Iterra,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos meses, o Instituto Técnico de Capacitação e Pesquisa da Reforma Agrária ? Iterra tem sido vítima de uma série de acusações no Tribunal de Contas da União, difundidas erroneamente pela mídia. Claramente, tentam desqualificar todo o trabalho realizado por nossa entidade na vala comum das denúncias de corrupção e desvios de dinheiro público que assolam o &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;noticiário. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitos e muitas de vocês trabalham ou trabalharam conosco, conhecem a realidade e o projeto de nossa escola. Muitos e muitas nos escreveram, nosapoiando, manifestando solidariedade. Agradecemos a todas estas manifestações e gostaríamos de esclarecer de que se tratam as acusações para que não haja máculas na relação de transparência e companheirismo que construímos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As investigações do Tribunal de Contas da União tiveram sua origem a partir do relatório da "CPI mista do Congresso para a Terra". Esta Comissão de Inquérito tinha como propósito inicial analisar a questão agrária em nosso país, a violência no campo e as causas da lentidão no processo de Reforma Agrária. Como todos e todas puderam acompanhar pelos veículos de comunicação, a CPMI foi desvirtuada e transformada em palco para que os setores mais conservadores do Congresso Nacional atacassem a organização dos trabalhadores e a luta pela Reforma Agrária. A CPMI buscou sempre criminalizar as organizações com vínculos com os movimentos sociais, ao mesmo tempo em que se omitia ante as denúncias de desvios de verbas públicas das organizações de latifundiários ou dos casos de violência, como o Massacre de Felisburgo, em Minas Gerais. Em suma, a CPI resultou em nada investigativa e, sim, num espaço de condenação dos movimentos. O relatório oficial da CPMI, do então Deputado Federal João Alfredo, foi rejeitado. E em seu lugar foi aprovada uma peça esdrúxula do Deputado paranaense Lupion, conhecido por organizar a UDR em seu Estado e investigado, ele próprio, por receber uma fazenda de presente da multinacional Monsanto. O relatório aprovado determinou a abertura de investigação das organizações pelo Tribunal de Contas e propunha a criação de uma lei que transformasse a ocupação de terras em crime hediondo equiparável ao terrorismo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Tribunal de Contas da União, pela Constituição Federal, é um órgão vinculado ao Congresso, mas autônomo. Seus Ministros são escolhidos pelos próprios parlamentares, que normalmente indicam seus ex-colegas. Sua formação é absolutamente conservadora. Talvez por isso os processos que envolvem nossa entidade tramitem com celeridade invulgar, comprometendo inclusive ampla defesa e contraditório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas de que tratam as acusações?&lt;br /&gt;Contraditoriamente com suas conclusões, o Tribunal de Contas da União admite que o objeto dos convênios (a realização de cursos) foi integralmente cumprido, com valores compatíveis aos praticados pelo mercado, no que respeita às diárias de alimentação e hospedagem de educadores e educandos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre que, no seu entendimento, as prestações de contas dos convênios, neste particular das diárias, precisaria ser feita com base em documentos fiscais emitidos, no seu conjunto, por um terceiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sustentamos no âmbito do Tribunal de Contas de que não haveria tal necessidade porque os valores eram estabelecidos pelo Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária ? Pronera, com base em criteriosos estudos técnicos, e repassados em caráter presuntivo ao Iterra, à semelhança do que ocorre com o pagamento de diárias a servidores públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inclusive essa era a orientação que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária ? Incra passava, reiteradamente, ao Iterra. Por essa mesma razão, as prestações de contas dos convênios foram, todas elas, aprovadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas essa curiosa mudança de postura do Poder Público não é o único descalabro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que se considerasse incorreta do ponto-de-vista formal a prestação de contas, daí não decorreria, necessariamente, a sua impropriedade material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fosse o Tribunal de Contas da União analisar, detida e cuidadosamente - como lhe foi requerido -, os custos descritos na contabilidade do Iterra (com respectivos documentos fiscais) e perceberia não haver falar em produção de receita com os convênios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros processos foram julgados com resultado desfavorável para o Iterra, com pesada imposição de restituição de valores e aplicação de multa ? como se os cursos não tivessem sido realizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a batalha não está perdida. Para nós, que queremos homens e mulheres emancipados, as coisas não são propriamente fáceis, mas a disposição e a convicção compensam, principalmente, porque a causa é boa e estamos bem acompanhados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecemos, assim, o apoio e a solidariedade recebidos, reafirmando nosso projeto de democratizar o acesso à educação e de formar homens e mulheres, com consciência crítica, dentro de um projeto transformador e libertário de sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um forte abraço,&lt;br /&gt;Direção do ITERRA&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-8672104547622401349?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/10/carta-do-iterra.htm</link><author>noreply@blogger.com (Leni Hack)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-157362885087895907</guid><pubDate>Mon, 01 Oct 2007 00:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-30T21:16:47.105-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>brasileiro</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>povo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>ato</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Rede Globo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Grupo RBS</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>televisão</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>rádio</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>concessão pública</category><title>Concessões de rádio e tv: quem manda, é você!</title><description>&lt;a href="http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/uploaded_images/ato_cartao_virtual-5-de-outubro-709483.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/uploaded_images/ato_cartao_virtual-5-de-outubro-709476.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Ato dia 5 de outubro de 2007, a partir das 17 horas, em frente à sede do Grupo RBS: Ipiranga com Érico Verissimo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-157362885087895907?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/09/concesses-de-rdio-e-tv-quem-manda-voc.htm</link><author>noreply@blogger.com (Dialógico)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-2048799873801659022</guid><pubDate>Thu, 27 Sep 2007 16:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-27T13:54:10.955-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>radiodifusão</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>outorga</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>renovação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Grupo RBS</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>concessão pública</category><title></title><description>&lt;span style="font-family: verdana; color: rgb(0, 153, 0);font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;Ato em frente ao Grupo RBS vai marcar Dia  Nacional de Luta por transparência e critérios nas renovações de  concessões&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span class="texto_noticia"&gt;O dia 5 de  outubro deve se transformar em uma data símbolo para aqueles que acreditam que é  preciso mudar as comunicações para mudar o país. Neste dia, vencem ao mesmo  tempo diversas concessões de TV, inclusive as das "cabeças" de algumas das  maiores redes do país: as cinco concessões próprias da Rede Globo, a  Bandeirantes e a Record. &lt;/span&gt;&lt;span class="texto_noticia"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="texto_noticia"&gt;Regionalmente, esta data marca o fim da  validade das concessões da RBS TV Porto Alegre, RBS TV Passo Fundo e RBS TV  Florianópolis. Vencem também as concessões da TV Pampa e da TV Bandeirantes RS.  E, como todos os meses, diversas concessões de rádio também vencerão em outubro.  &lt;/span&gt;&lt;span class="texto_noticia"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="texto_noticia"&gt;Historicamente, os processos de renovação das outorgas para rádio e  televisão têm se dado sem qualquer tipo de controle social: os processos não  respondem a qualquer critério ou exigências feitas às emissoras para que  respeitem o interesse público e nem mesmo os dados sobre as concessões são de  fato transparentes. O resultado é a concentração da propriedade e o constante  desrespeito a princípios constitucionais, como a promoção da diversidade e o  respeito às regionalidades. &lt;/span&gt;&lt;span class="texto_noticia"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="texto_noticia"&gt;Por esta razão, não podemos deixar esta data  passar em branco. Como em todo o país, também em Porto Alegre temos de mostrar  que o povo brasileiro não aceita mais que os processos de concessão de rádio e  TV ocorram em segredo. &lt;/span&gt;&lt;span class="texto_noticia"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);" class="texto_noticia"&gt;&lt;strong&gt;Se  você quer ver mais do que Duas Caras na TV, participe da mobilização em Porto  Alegre no dia 5 de outubro, às 17h, em frente ao Grupo RBS na esquina das  avenidas Erico Verissimo com Ipiranga. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="texto_noticia"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="texto_noticia"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Com atos na rua, vamos  demonstrar que estamos de olho e que nenhuma concessão poderá ser outorgada e  renovada daqui para frente sem que os seus verdadeiros donos ? as mulheres e  homens de todo o Brasil ? saibam como e por que!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="texto_noticia"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-2048799873801659022?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/09/ato-em-frente-ao-grupo-rbs-vai-marcar.htm</link><author>noreply@blogger.com (Dialógico)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-4960953535174329067</guid><pubDate>Sun, 23 Sep 2007 08:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-23T05:35:35.407-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Fogaça</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>aposentadoria</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>previdência</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Lula</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Yeda</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>mobilização</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>servidor público</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>reforma</category><title></title><description>&lt;a href="http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/uploaded_images/ato-778066.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/uploaded_images/ato-778062.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-4960953535174329067?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/09/blog-post_23.htm</link><author>noreply@blogger.com (Dialógico)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-6353838017411632939</guid><pubDate>Fri, 21 Sep 2007 00:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-20T21:39:36.354-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>manifestação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>abaixo-assinado</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>política</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>verbeat</category><title>u&gt;day</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Tomanocu Day: um dia de manifestações públicas de enorme desagrado com os representantes arcaicos de instituições mofadas. O objetivo principal é de recolher assinaturas suficientes para encaminhar um projeto de lei que proíba o exercicio de mandato parlamentar a quem tenha uma condenação na justiça. Os outros objetivos secundários são inúmeros e diversos, que vão desde o soltar a voz até o puro desafogo emocional. Vamos mandar tomar no cu o máximo possível de aproveitadores e sanguessugas. Claramente inspirado, ou melhor, deslavadamente copiado do Vaffanculo Day italiano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.verbeat.org/blogs/tncd/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;http://www.verbeat.org/blogs/tncd/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-6353838017411632939?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/09/uday.htm</link><author>noreply@blogger.com (Dialógico)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-2550439280765609296</guid><pubDate>Thu, 20 Sep 2007 09:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-20T06:13:08.337-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>seminário</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>OSCIP</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>OS</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>RS</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>privatização</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>serviços públicos</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>patrimônio</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Governo Yeda</category><title></title><description>&lt;a href="http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/uploaded_images/file-787265.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/uploaded_images/file-787246.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-2550439280765609296?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/09/blog-post_20.htm</link><author>noreply@blogger.com (Dialógico)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-6428045862558976003</guid><pubDate>Wed, 19 Sep 2007 19:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-19T17:10:39.091-03:00</atom:updated><title>ENCONTRO QUINZENAL DO TRAMSE</title><description>Convite aos integrantes do Núcleo de Pesquisa: TRABALHO, MOVIMENTOS SOCIAIS E EDUCAÇÃO para o encontro quinzenal, dia 26 de setembro às 14 horas na FACED, sala a confirmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pauta do dia: apresentação da Categoria TRABALHO, pelos docentes Jorge Ribeiro e Johannes Doll.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARTICIPE!!!!!!!!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-6428045862558976003?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/09/encontro-quinzenal-do-tramse.htm</link><author>noreply@blogger.com (Leni Hack)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-6741034951410870785</guid><pubDate>Mon, 17 Sep 2007 06:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-17T03:22:27.271-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>radiodifusão</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>movimentos sociais</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>campanha</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>mobilização</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>direito</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>concessão pública</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>democratização da comunicação</category><title>Campanha pede democracia nas concessões</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Da redação do &lt;a href="http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=1385"&gt;Observatório do Direito à Comunicação&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;13.09.2007 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Organizações e movimentos sociais de todo Brasil lançam no dia 5 de outubro campanha por democracia e transparência nas concessões de rádio e televisão do país. A data, simbolicamente escolhida por ser o dia em que vencem outorgas das maiores redes brasileiras de TV (Rede Globo, TV Bandeirantes, SBT e TV Record), está provisoriamente sendo chamada de Dia Nacional de mobilizações por controle público sobre as concessões de rádio e TV.&lt;br /&gt;A mobilização está na pauta da CMS (Coordenação dos Movimentos Sociais), que reúne organizações de peso como CUT, UNE e MST, de entidades que lutam pela democratização da comunicação ? entre elas a Campanha pela Ética na TV e o Intervozes ? e de organizações de mulheres, do movimento negro e quilombola. No dia 5, além do lançamento da campanha, devem ser realizados atos nas principais cidades do país para reivindicar o cumprimento dos princípios constitucionais para a exploração das concessões de rádio e TV, e a instituição de mecanismos de participação social no momento de outorga e renovação dessas concessões.&lt;br /&gt;?Precisamos pensar uma política ampla de comunicação para o país. E o debate sobre as renovações é propício para isso. Todos sabem que muitos concessionários não respeitam a Lei e que se tornam praticamente proprietários dos canais. Além disso, os processos de renovação não tem qualquer critério para se faça uma avaliação sobre o cumprimento das responsabilidades pelos donos das empresas?, afirma Rosane Bertotti, da CUT - Central Única dos Trabalhadores.&lt;br /&gt;Segundo as organizações, a campanha tem como objetivo sensibilizar a sociedade em relação ao tema, apontando os absurdos que fazem parte do atual processo de outorga e renovação das concessões, como a falta de transparência, o uso ilegal das emissoras por parlamentares e a inexistência de critérios no momento de renovação das mesmas, o que acaba inviabilizando a avaliação do serviço público prestado.&lt;br /&gt;Com a campanha, as entidades planejam denunciar o atual quadro de outorga e renovação das concessões e fazer valer os princípios constitucionais até hoje não regulamentados, para que exista alguma forma de controle público e social sobre o espectro de freqüência, um bem público que pertence ao conjunto da sociedade. ?No mínimo, é preciso haver um questionamento deste processo. Não é possível que o governo Lula renove concessões que foram dadas na ditadura sem ao menos criar critérios para isso. É o momento de criarmos uma movimentação nacional e exigirmos debate sobre essas questões?, afirma Antonio Carlos Spiz, da Central Única dos Trabalhadores e da CMS.&lt;br /&gt;Os estudantes apontam na mesma direção. Segundo Luana Bonone, diretora de comunicação da UNE - União Nacional de Estudantes, o debate sobre concessões traz à tona a necessária discussão sobre a regulação das comunicações. ?As concessões de rádio e televisão no Brasil são como as concessões ao ensino privado. Não conseguimos regulamentar de modo algum, mas a impressão que temos é que nas comunicações o quadro é ainda pior. O que está em jogo é um projeto de país: democrático ou monopolista, com estruturas concentradoras de poder ou que reflitam a diversidade do país,? diz.&lt;br /&gt;O principal movimento social do país, o MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra também vai participar das mobilizações. ?Só é possível democratizar a comunicação com um processo de luta unificada na sociedade, por isso estamos engajados na campanha. A democratização da sociedade precisa necessariamente passar pela mídia?, afirma Igor Felippe, do setor de comunicação do movimento. ?Nós sabemos bem o significado dos monopólios, pois somos criminalizados todos os dias pelo simples fato de lutarmos por um direito do povo?, completa.&lt;br /&gt;De acordo com o Intervozes ? Coletivo Brasil de Comunicação Social, uma das entidades que atuam diretamente no campo da comunicação, o foco da iniciativa não estará em uma determinada emissora, mas sim no conjunto de regras e normas do sistema de concessões. ?As concessões são o instrumento que materializa o poder das emissoras comerciais, protegendo o monopólio e a falta de compromisso delas com o interesse público. No processo de renovação, prevalece a ausência de participação popular e a inexistência de critério. Todo rigor que eles têm com as comunitárias inexiste para as comerciais", afirma João Brant, um dos coordenadores da entidade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Audiências públicas e julgamentos populares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segundo Brant, hoje as concessões são um instrumento de manutenção do poder estabelecido. ?Não aceitamos mais esta barbárie e este ?velho oeste? que marca o processo. É preciso se mobilizar para transformar esse quadro?, diz. ?Alguma regulação é necessária para mudarmos esta situação. E eles acham que são intocáveis e que têm um poder sagrado. Mas não têm?, afirma Sonia Coelho, da Marcha Mundial das Mulheres. Além da ampliação dos grupos e organizações que participantes da campanha, devem ser organizadas audiências públicas locais e regionais, e produzidos materiais de campanha pela democratização das concessões de rádio e TV.&lt;br /&gt;Entre as iniciativas locais da ação conjunta, estão previstos julgamentos populares das programações de rádio e TV, além do mapeamento do uso espectro em cada cidade. A agenda de mobilizações do dia 5 de outubro deve se estender ao longo do mês. De 15 a 21 de outubro será realizada a Semana pela Democratização da Comunicação, que acontece anualmente na semana do 18 de outubro, Dia Nacional pela Democratização das Comunicações.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-6741034951410870785?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/09/campanha-pede-democracia-nas-concesses.htm</link><author>noreply@blogger.com (Dialógico)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-353307482511947811</guid><pubDate>Sat, 15 Sep 2007 14:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-15T11:38:09.533-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>renovação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Rede Globo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>mobilização</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>concessão pública</category><title></title><description>&lt;a href="http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/uploaded_images/convoca-794808.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/uploaded_images/convoca-794800.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-353307482511947811?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/09/blog-post.htm</link><author>noreply@blogger.com (Dialógico)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-7856536294596656845</guid><pubDate>Sat, 15 Sep 2007 12:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-15T09:29:03.001-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>educação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>movimentos sociais</category><title>NÓS SOMOS MARMANJOS TRABALHADORES E QUEREMOS ESTUDAR</title><description>OS MARMANJOS TAMBÉM TÊM DIREITO DE ESTUDAR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NEEJACP MENINO DEUS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MOÇÃO DE SOLIDARIEDADE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nós, docentes, discentes e servidores técnico-administrativos, cujo trabalho de ensino, extensão e/ou pesquisa tem interface com a Educação de Jovens e Adultos, vimos por meio dessa manifestar nossa irrestrita solidariedade às/aos docentes e estudantes dos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;NEEJAs&lt;/span&gt; atingidos por mais um desmando do governo do estado do RS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada, a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Secretaria de Educação ? SEC&lt;/span&gt; retirou mais de 200h de atendimento às/aos estudantes dos núcleos, retirando professores e fechando horários de apoio e orientação, com o argumento de que os NEEJAs não devem fazer ensino presencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atitude que revela absoluta falta de sensibilidade e respeito com as centenas de estudantes já marcados por histórias de exclusão na e da escola, para quem a possibilidade de atendimento real é mais do que importante nos aspectos cognitivos e essencial no que se refere a sócio-afetividade. Além de desacatar a história das comunidades que organizaram e vêm dando sustentação às ações de Educação de Jovens e Adultos vincadas à Educação e Cultura Popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como coletivo que na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;UFRGS&lt;/span&gt; trabalha a temática da &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;EJA&lt;/span&gt;, manifestamos nosso repúdio a mais essa clara demonstração de desrespeito do governo do Estado do Rio Grande do Sul com a escola pública, à categoria do magistério estadual e à população gaúcha atendida pelos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;NEEJAs&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[os pesquisadores e alunos do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TRAMSE&lt;/span&gt; apoiam esta moção]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-7856536294596656845?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/09/ns-somos-marmanjos-trabalhadores-e.htm</link><author>noreply@blogger.com (Suzana Gutierrez)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-943944760290637857</guid><pubDate>Sat, 15 Sep 2007 11:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-15T08:54:52.547-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>educação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>movimentos sociais</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>reuni</category><title>Reuni</title><description>&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/uploaded_images/image5-709407-709461.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/uploaded_images/image5-709407-709457.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Olha nós aí se passar o Reuni!!&lt;p class="MsoNormal"&gt;Bom findi,&lt;br /&gt;L.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-943944760290637857?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/09/reuni.htm</link><author>noreply@blogger.com (tramse)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-4339922457169643225</guid><pubDate>Tue, 11 Sep 2007 14:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-23T11:44:24.587-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>socialismo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>história</category><title>Para lembrar em 11 de setembro</title><description>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote style="font-style: italic;"&gt;"Tengo la certeza de que mi sacrificio no será en vano, por lo menos&lt;br /&gt;será una lección moral que castigará la felonía, la cobardía y la traición."&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seguramente ésta será la última oportunidad en que pueda dirigirme a ustedes. La Fuerza Aérea ha bombardeado las torres de Radio Postales y Radio Corporación. Mis palabras no tienen amargura sino decepción Que sean ellas el castigo moral para los que han traicionado el juramento que hicieron: soldados de Chile, comandantes en jefe titulares, el almirante Merino, que se ha autodesignado comandante de la Armada, más el señor Mendoza, general rastrero que sólo ayer manifestara su fidelidad y lealtad al Gobierno, y que también se ha autodenominado director general de carabineros. Ante estos hechos sólo me cabe decir a los trabajadores: ¡Yo no voy a renunciar! Colocado en un tránsito histórico, pagaré con mi vida la lealtad del pueblo. Y les digo que tengo la certeza de que la semilla que hemos entregado a la conciencia digna de miles y miles de chilenos, no podrá ser segada definitivamente. Tienen la fuerza, podrán avasallarnos, pero no se detienen los procesos sociales ni con el crimen ni con la fuerza. La historia es nuestra y la hacen los pueblos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabajadores de mi Patria: quiero agradecerles la lealtad que siempre tuvieron, la confianza que depositaron en un hombre que sólo fue intérprete de grandes anhelos de justicia, que empeñó su palabra en que respetaría la Constitución y la ley, y así lo hizo. En este momento definitivo, el último en que yo pueda dirigirme a ustedes, quiero que aprovechen la lección: el capital foráneo, el imperialismo, unidos a la reacción, creó el clima para que las Fuerzas Armadas rompieran su tradición, la que les enseñara el general Schneider y reafirmara el comandante Araya, víctimas del mismo sector social que hoy estará en sus casas esperando con mano ajena reconquistar el poder para seguir defendiendo sus granjerías y sus privilegios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me dirijo, sobre todo, a la modesta mujer de nuestra tierra, a la campesina que creyó en nosotros, a la abuela que trabajó más, a la madre que supo de nuestra preocupación por los niños. Me dirijo a los profesionales de la Patria, a los profesionales patriotas que siguieron trabajando contra la sedición auspiciada por los colegios profesionales, colegios de clases para defender también las ventajas de una sociedad capitalista de unos pocos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me dirijo a la juventud, a aquellos que cantaron y entregaron su alegría y su espíritu de lucha. Me dirijo al hombre de Chile, al obrero, al campesino, al intelectual, a aquellos que serán perseguidos, porque en nuestro país el fascismo ya estuvo hace muchas horas presente; en los atentados terroristas, volando los puentes, cortando las vías férreas, destruyendo lo oleoductos y los gaseoductos, frente al silencio de quienes tenían la obligación de proceder. Estaban comprometidos. La historia los juzgará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguramente Radio Magallanes será acallada y el metal tranquilo de mi voz ya no llegará a ustedes. No importa. La seguirán oyendo. Siempre estaré junto a ustedes. Por lo menos mi recuerdo será el de un hombre digno que fue leal con la Patria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El pueblo debe defenderse, pero no sacrificarse. El pueblo no debe dejarse arrasar ni acribillar, pero tampoco puede humillarse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabajadores de mi Patria, tengo fe en Chile y su destino. Superarán otros hombres este momento gris y amargo en el que la traición pretende imponerse. Sigan ustedes sabiendo que, mucho más temprano que tarde, de nuevo se abrirán las grandes alamedas por donde pase el hombre libre, para construir una sociedad mejor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¡Viva Chile! ¡Viva el pueblo! ¡Vivan los trabajadores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas son mis últimas palabras y tengo la certeza de que mi sacrificio no será en vano, tengo la certeza de que, por lo menos, será una lección moral que castigará la felonía, la cobardía y la traición.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(último discurso de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Salvador Alliende&lt;/span&gt;, sitiado no Palácio La Moneda há 34 anos atrás)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-4339922457169643225?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/09/para-lembrar-em-11-de-setembro.htm</link><author>noreply@blogger.com (Suzana Gutierrez)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5521186.post-8890461338242920386</guid><pubDate>Mon, 10 Sep 2007 04:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-10T02:01:10.096-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>manifesto</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>democracia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>mídia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>ditadura</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>democratização da comunicação</category><title>Manifesto dos Sem-mídia</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Você, morador de São Paulo, participe desta manifestação em Frente à sede da Folha de São Paulo no dia 15 de setembro, sábado, 10 horas da manhã, situada na Alameda Barão de Limeira nº 425, no bairro de Campos Elíseos.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Manifesto dos Sem-mídia&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Vivemos um tempo em que a informação se tornou tão vital para o homem que passou a integrar o arcabouço de seus direitos fundamentais. Defender a boa qualidade da informação, pois, é defender um dos mais importantes direitos fundamentais do homem. É por isso que estamos aqui hoje.&lt;br /&gt;No transcurso do século XX, novas tecnologias geraram o que se convencionou chamar de mídia, isto é, o conjunto de meios de comunicação em suas variadas manifestações, tais como a secular imprensa escrita, o rádio, o cinema, a televisão e, mais recentemente, a internet. Essa mídia, por suas características intrínsecas e por suas ações extrínsecas, tornou-se componente fundamental da estrutura social, formada que é por meios de comunicação de massa.&lt;br /&gt;Em todas as partes do mundo - mas, sobretudo, em países continentais como o nosso -, quem tem como falar para as massas controla um poder que, vigendo a democracia, equipara-se aos Poderes constituídos da República. E, vez por outra, até os suplanta. Essa realidade pode ser constatada pela simples análise da história de regiões como a América Latina, em que o poder dos meios de comunicação logrou eleger e derrubar governos, aprovar leis ou impedir sua aprovação, bem como moldar costumes e valores das sociedades. Contudo, há fartura de provas de que, freqüentemente, esse descomunal poder não foi usado em benefício da maioria.&lt;br /&gt;Não se nega, de maneira alguma, que as mídias, sobretudo a imprensa escrita, foram bem usadas em momentos-chave da história, como nos estertores da ditadura militar brasileira, quando a pressão (tardia) de parte dessa imprensa ajudou a pôr fim à opressão de nossa sociedade pelo regime dos generais. Todavia, é impossível ignorar que a ditadura foi imposta ao país graças, também, à mesma imprensa que hoje vocifera seus neo pendores democráticos, nascidos depois que sua recusa pretérita de aceitar governos eleitos legitimamente atirou o país naquela ditadura de mais de vinte anos.&lt;br /&gt;O lado perverso da mídia também se deve, por contraditório que possa parecer, à sua natureza privada, uma natureza que também é - ou deveria ser - uma de suas virtudes. Nas mãos do Estado, a mídia seria uma aberração, mas quando é pautada exclusivamente por interesses privados, seu lado obscuro emerge tanto quanto ocorreria na primeira hipótese, pois um poder dessa magnitude acaba sendo usado por diminutos grupos de interesse. Nas duas situações, quem sai perdendo é a coletividade, pois o interesse de poucos acaba se sobrepondo ao de todos.&lt;br /&gt;A submissão da mídia ao poder do dinheiro é um fato, não uma suposição. Os meios de comunicação privados nada mais são do que empresas que visam lucro e, como tais, sujeitam-se a interesses que, em grande parte das vezes, não são os da coletividade, mas os de grandes e poderosos grupos econômicos. Estes, pelo poder que têm de remunerar o ?idealismo? que lhes convêm, cada vez mais vão fazendo surgir jornalistas dispostos a produzir o que os patrões requerem, e o que requerem, via de regra, é o mesmo que aqueles grupos econômicos, o que deixa a sociedade desprotegida diante da voracidade daqueles que podem (?) esmagar divergências simplesmente ignorando-as.&lt;br /&gt;É nesse ponto que jornalistas e seus patrões contraem uma união estável com facções políticas e ideológicas que não passam de braços dos interesses da iniciativa privada, dos grandes capitais nacionais e transnacionais, do topo da pirâmide social. E a maioria da sociedade fica órfã, indefesa diante do poder dos de cima de alardearem seus pontos de vista como se falassem em nome de todos.&lt;br /&gt;Agora mesmo, na crise que vive o Senado Federal, vemos os meios de comunicação alardearem uma suposta "indignação nacional" com o presidente daquela Casa. Esses meios dizem que essa indignação é "da opinião pública", apesar de que a maioria dos brasileiros certamente está pouco se lixando para a queda de braço entre o presidente do Congresso e a mídia. Nesse processo, a "indignação" de meia dúzia de barões da mídia é apresentada como se fosse a "da opinião pública".&lt;br /&gt;O poder que a mídia tem - ou pensa que tem - é tão grande, que ela ousa insultar a ampla maioria dos brasileiros, maioria que elegeu o atual governo. A mídia insulta a maioria dizendo que esta tomou a decisão eleitoral que tomou porque é composta por "ignorantes" que se vendem por "bolsas-esmola". Retoma, assim, os fundamentos do voto censitário, que vigeu no alvorecer da República, quando, para votar, o cidadão precisava ter um determinado nível de renda e de instrução. E o pior, é que a teoria midiática para explicar por que a maioria da sociedade não acompanhou a decisão eleitoral dos barões da mídia, esconde a existência de cidadãos como estes que aqui estão, que não pertencem a partidos, não recebem "bolsas-esmola" e que, assim mesmo, não aceitam que a mídia tente paralisar um governo eleito por maioria tão expressiva criando crises depois de crises.&lt;br /&gt;É óbvio que a mídia sempre dirá que suas tendências e pontos de vista coincidem com o melhor interesse do conjunto da sociedade. Dirá isso através da confortável premissa (para os beneficiários preferenciais do status quo vigente) de que as dores que a prevalência dos interesses dos estratos superiores da pirâmide social causa aos estratos inferiores, permitirão a estes, algum dia, ingressarem no jardim das delícias daqueles. É a boa e velha teoria do ?bolo? que precisa primeiro crescer para depois ser dividido.&lt;br /&gt;Os meios de comunicação sempre tomaram partido nos embates políticos. Demonizam políticos e partidos que grupos de interesses políticos e econômicos desaprovam e, quando não endeusam, protegem os políticos que aqueles grupos aprovam. Isso está acontecendo hoje em relação ao governo federal e à sua base de apoio parlamentar, por um lado, e em relação à oposição a esse governo e a seus governos estaduais e municipais, por outro. Resumindo: a mídia ataca o governo central em benefício de seus opositores.&lt;br /&gt;Os meios de comunicação se defendem dizendo que atacam o governo central também porque ele nada faz de diferente - ou de melhor - do que fazia a facção política que governava antes, e diz, ainda por cima, que o atual governo produz "mais corrupção". Alguns veículos, mais ousados, acrescentam que os que hoje governam favorecem mais o capital do que seus antecessores. Outros veículos, mais dissimulados, ainda adotam um discurso quase socialista ao criticarem os lucros dos bancos e o cumprimento dos contratos que o governo garante. A mídia chega a fazer crer que apoiaria esse governo se ele fizesse despencar a lucratividade do sistema bancário e se rompesse contratos. Faz isso em contraposição ao que dizia dos políticos que agora estão no poder, porém no tempo em que estavam na oposição, ou seja, dizia que não poderiam chegar ao poder porque, lá chegando, descumpririam contratos e prejudicariam o sistema bancário...&lt;br /&gt;A mídia brasileira garante que é ?isenta?, que não é pautada por ideologias ou por interesses privados, e que trata os atuais governantes do país como tratou os anteriores. Não é verdade. Bastaria que nos debruçássemos sobre os jornais da época em que os que hoje se opõem ao governo federal estavam no poder e comparássemos aqueles jornais com os de hoje. Veríamos, então, como é enorme a diferença de tratamento. Nunca a oposição ao governo federal foi tão criticada pela mídia quanto na época em que os que hoje estão no governo, estavam na oposição; nunca o governo foi tão defendido pela mídia quanto era na época em que os que hoje estão na oposição, estavam no governo.&lt;br /&gt;Não é preciso recorrer a registros históricos para comprovar como os pesos e medidas da mídia diferem de acordo com a facção política que ocupa o poder. Basta, por exemplo, comparar a forma como os jornais paulistas cobrem o governo do Estado de São Paulo com a forma como cobrem o governo do país.&lt;br /&gt;A mesma facção política governa São Paulo há mais de uma década. Nesse período, o Estado foi tomado pelo crime organizado. A Saúde pública permanece - ou se consolida - como um verdadeiro caos, apesar das novas tecnologias e da enorme quantidade de recursos que transitam por São Paulo. A Educação pública permanece como uma das piores do país a despeito da pujança econômica paulista. Assim, começaram a eclodir desastres nunca vistos na locomotiva do Brasil que é São Paulo.&lt;br /&gt;Ano passado, uma organização criminosa aterrorizou este Estado. Essa organização nasceu e se fortaleceu dentro dos presídios controlados pelo governo paulista. A Febem, destinada a recuperar jovens criminosos, consolidou-se como escola de crimes, e as prisões para adultos alcançaram o status de faculdades do crime. No início deste ano, uma rua inteira ruiu por causa de uma obra da linha quatro do metrô paulistano, administrado pelo governo paulista. Várias pessoas morreram. Foi apenas mais um entre muitos outros acidentes que ocorreram nas obras do metrô de São Paulo e a mídia não noticia nada disso, o que lhe deixa escandalosamente óbvio o intuito de proteger o grupo político que governa o Estado mais rico da Federação e que se opõe ferozmente ao governo federal.&lt;br /&gt;A mídia exige CPIs para cada suspeita que a oposição levanta sobre o governo federal, mas não diz uma palavra de todos os escândalos envolvendo o governo de São Paulo. Omite-se quanto à violação dos direitos das minorias parlamentares na Assembléia Legislativa paulista, violação perpetrada pelas maiorias governistas, maiorias que nos últimos anos enterraram dezenas de pedidos de investigação do governo paulista, controlado por políticos que estão entre os que mais exigem investigações sobre o governo federal.&lt;br /&gt;Seria possível passar dias escrevendo sobre tudo o que a imprensa paulista deveria cobrar do governo do Estado de São Paulo, mas não cobra. Ler um jornal impresso em São Paulo ou assistir a um telejornal produzido aqui só serve para tomar conhecimento do que faz de ruim - ou do que a mídia diz que faz de ruim - o governo federal. Dificilmente se encontra informações sobre o governo paulista, e críticas, muito menos. O desastre causado pela obra da linha quatro do metrô paulistano, por exemplo, foi coberto pela mídia, mas por pouco tempo - questão de dias. Depois, o assunto desapareceu do noticiário e nunca mais voltou. Dali em diante, a mídia passou a esconder e a impedir qualquer aprofundamento no caso, fazendo com que a sociedade permaneça sem satisfação quase nove meses depois da tragédia. Mas o "caos aéreo" não sai da mídia um só dia já há quase um ano.&lt;br /&gt;Assim é com tudo que diga respeito a políticos e partidos dos quais a imprensa paulista gosta. E o mesmo se reproduz pelo país inteiro. A mídia carioca, a mídia baiana, a mídia gaúcha, as mídias de todas as partes do país fazem o mesmo que a paulista, pois todas são uma só, obedecem aos mesmos interesses, controladas que são por um número ridiculamente pequeno de famílias "tradicionais", por uma oligarquia que domina a comunicação no Brasil desde sempre.&lt;br /&gt;O lado mais perverso desse processo é o de a mídia calar divergências. Cidadãos como estes que assinam este manifesto são tratados pelos grandes meios de comunicação como se não existissem. São os sem-mídia, somos nós que ora manifestamos nosso inconformismo. Muito dificilmente é dado espaço pela mídia para que quem pensa como nós possa criticar o seletivo moralismo midiático ou as facções políticas amigas dos barões da mídia. A quase totalidade dos espaços midiáticos é reservada àqueles que concordam com os grandes meios de comunicação. Jornalistas que ousam discordar, são postos na "geladeira". A mídia impõe uma censura branca ao país. Isso tem que parar.&lt;br /&gt;Claro precisa ficar que os cidadãos que assinam este manifesto não pretendem, de forma alguma, calar a mídia. Os que qualificam qualquer crítica a ela como tentativa de calá-la, agem com má-fé. É o contrário, o que nos move. O que pedimos é que a mídia fale ou escreva muito mais, pois queremos que fale ou escreva tudo o que interessa a todos e não só aquilo que lhe interessa particularmente e àqueles que estão ao seu lado, pois a mídia tem lado, sim, apesar de dizer que não tem, e esse lado não é o de todos e nem, muito menos, o da maioria.&lt;br /&gt;Mais do que um direito, fiscalizar governos, difundir idéias e ideologias, é obrigação da mídia. Assim sendo, os signatários deste manifesto em nada se opõem a que essa mesma mídia critique governo nenhum, facção política nenhuma, ideologia de qualquer espécie. O que nos indigna, o que nos causa engulhos, o que nos afronta a consciência, o que nos usurpa o direito de cidadãos, é a seletividade do moralismo político midiático, é o sufocamento da divergência, é o soterramento ideológico de corações e mentes.&lt;br /&gt;Por tudo isso, os signatários deste manifesto, fartos de uma conduta dos meios de comunicação que viola o próprio Estado de Direito, vieram até a frente desse jornal dizer o que ele e seus congêneres teimam em ignorar. Viemos dizer que existimos, que todos têm direito de ter espaço para seus pontos de vista, pois a mídia privada também se alimenta de recursos públicos, da publicidade oficial, e, assim sendo, tem obrigação de não usar os amplos espaços de que dispõe como se deles proprietária fosse. Seu papel, seu dever é o de reproduzir os diversos matizes políticos e ideológicos, de forma que o conjunto da sociedade possa tomar suas decisões de posse de todos os fatos e matizes opinativos.&lt;br /&gt;Em prol desse objetivo, hoje está sendo fundado o Movimento dos Sem-Mídia. Trata-se de um movimento que não está cansado de nada, pois mal começou a lutar pelo direito humano à informação correta, fiel, honesta e plural. Aqui, hoje, começamos a lutar pelo direito de todos os segmentos da sociedade de terem como expor suas razões, opiniões e anseios e de receberem informações em lugar desse monstrengo híbrido - gerado pela promiscuidade entre a notícia e a opinião - que a mídia afirma ser "jornalismo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, 15 de setembro de 2007.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;FONTE: &lt;a href="http://edu.guim.blog.uol.com.br/"&gt;Cidadania.com&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5521186-8890461338242920386?l=www.ufrgs.br%2Ftramse%2Fintramse%2Findex.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.ufrgs.br/tramse/intramse/2007/09/manifesto-dos-sem-mdia.htm</link><author>noreply@blogger.com (Dialógico)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>
