Links
Arquivos
- Março 2004
- Abril 2004
- Maio 2004
- Junho 2004
- Julho 2004
- Agosto 2004
- Setembro 2004
- Outubro 2004
- Novembro 2004
- Dezembro 2004
- Janeiro 2005
- Março 2005
- Abril 2005
- Maio 2005
- Junho 2005
- Julho 2005
- Agosto 2005
- Setembro 2005
- Outubro 2005
- Dezembro 2005
- Abril 2006
- Maio 2006
- Junho 2006
- Julho 2006
- Setembro 2006
- Outubro 2006
- Novembro 2006
- Dezembro 2006
- Janeiro 2007
- Março 2007
- Abril 2007
- Maio 2007
- Junho 2007
- Julho 2007
- Agosto 2007
- Setembro 2007
- Outubro 2007
- Novembro 2007
- Dezembro 2007
- Março 2008
- Abril 2008
- Maio 2008
- Junho 2008
- Agosto 2008
- Setembro 2008
- Outubro 2008
sindique este site
Sexta-feira, Abril 09, 2004
Bom, o meu texto, "Educação, trabalho e currículo na era do pós-trabalho e da pós-política", de Tomaz Tadeu da Silva, é essencialmente teórico, e de leitura bem difícil, uma vez que traz uma série de conceitos próprios às ciências políticas e sociais. O autor faz uma crítica da maneira como vem sendo tratada a educação nos tempos neoliberais, partindo da máxima "educação para o trabalho e para a cidadania". Questiona esse princípio, a partir da idéia de que, hoje em dia, é mais comum não haver trabalho (desemprego). Também traça um paralelo entre a nova "crítica" da educação e a literatura empresarial disponível, onde conceitos como flexibilidade, espírito crítico, capacidade de inovação, adaptabilidade à mudança, espírito de cooperação, etc. são igualmente utilizados e valorizados. Basicamente, conclui que o discurso educacional crítico atual serve às necessidades do capitalismo vigente.
A parte de que eu mais gostei, entretanto, é uma em que o autor critica a separação entre o conhecimento técnico e científico e o conhecimento cultural e social, transmitindo-se uma impressão de que "a técnica e a ciência são domínios relativamente livres de de processos interpretativos e de discussão". Desde meu ingresso no curso de medicina, nos idos de 1992, me questiono quanto à capacidade de ensinar-se medicina ou qualquer outra coisa, sem uma vasta bagagem das chamadas "humanidades". A propósito dessas idéias sugiro a todos a leitura das páginas amarelas da penúltima Veja (número 1847), uma entrevista com o atual reitor da Harvard, Lawrence Summers.
Acho que era isso.
Abraços a todos,
Ana Soledade
A parte de que eu mais gostei, entretanto, é uma em que o autor critica a separação entre o conhecimento técnico e científico e o conhecimento cultural e social, transmitindo-se uma impressão de que "a técnica e a ciência são domínios relativamente livres de de processos interpretativos e de discussão". Desde meu ingresso no curso de medicina, nos idos de 1992, me questiono quanto à capacidade de ensinar-se medicina ou qualquer outra coisa, sem uma vasta bagagem das chamadas "humanidades". A propósito dessas idéias sugiro a todos a leitura das páginas amarelas da penúltima Veja (número 1847), uma entrevista com o atual reitor da Harvard, Lawrence Summers.
Acho que era isso.
Abraços a todos,
Ana Soledade
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)