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Quarta-feira, Abril 14, 2004
Estes são alguns dos textos produzido pelos grupos na aula de hoje. Foi solicitado que lessem o texto do TARDIFF e outros com diferentes temáticas e fizessem "analogia" com o trabalho do professor/educador de profissionais da área da saúde.
Autores: Carolina Blaya, Maurício Pimentel, Richard B. Magalhãe, Cristina Arruda e Marcelo Schimidt
Os textos discutidos abordam a estrutura dos currículos e a forma de aprendizagem. Em relação ao currículo a proposta é a de uma organização por duas temáticas, utilizando não só os saberes da escola no currículo como também os de fora da escola. Deve-se priorizar no currículo a busca de respostas para os problemas e preocupações dos estudantes, os quais nem sempre são encontradas em currículos fragmentados e organizados por disciplinas. Trata-se de uma educação voltada para a compreensão, que segue o princípio proposto por Dewey do que se não se compreende o que se aprende, não há uma boa aprendizagem.
A aprendizagem não deve ser reduzida unicamente à utilização de técnicas, mas uma prática interativa e complexa. O professor é o agente de uma organização: ele é o sujeito do seu próprio trabalho. Não se pode separar a pedagogia do trabalho do professor. O médico, por sua vez, também se enquadra em um contexto em que ele é o agente do seu próprio trabalho, não produto ou visto mera e exclusivamente como executor ou técnico de uma tarefa.
Os textos discutidos abordam a estrutura dos currículos e a forma de aprendizagem. Em relação ao currículo a proposta é a de uma organização por duas temáticas, utilizando não só os saberes da escola no currículo como também os de fora da escola. Deve-se priorizar no currículo a busca de respostas para os problemas e preocupações dos estudantes, os quais nem sempre são encontradas em currículos fragmentados e organizados por disciplinas. Trata-se de uma educação voltada para a compreensão, que segue o princípio proposto por Dewey do que se não se compreende o que se aprende, não há uma boa aprendizagem.
A aprendizagem não deve ser reduzida unicamente à utilização de técnicas, mas uma prática interativa e complexa. O professor é o agente de uma organização: ele é o sujeito do seu próprio trabalho. Não se pode separar a pedagogia do trabalho do professor. O médico, por sua vez, também se enquadra em um contexto em que ele é o agente do seu próprio trabalho, não produto ou visto mera e exclusivamente como executor ou técnico de uma tarefa.
Autores: Marilene Bock, Liana Bertolin Rossato, Lilian Espírito Santo, Greiciane Jesus de Oliveira Buss
O ensino na área da saúde tem muito de arte e improvisação, "um professor perito é semelhante a um músico ou a um ator que improvisa: ele cria coisas novas a partir de rotinas e de maneiras de proceder já estabelecidas". Portanto, para ensinar na área da saúde é importante que o professor tenha saber, o domínio da técnica e a partir daí, também com o uso de sua intuição improvise e crie, mantendo uma atividade de trabalho interativo. Por outro lado o aluno é uma pessoa que vai estabelecer as relações e interpretações a partir de suas vivências, perspectivas e interesse, transformando o conhecimento adquirido.
O ensino na área da saúde tem muito de arte e improvisação, "um professor perito é semelhante a um músico ou a um ator que improvisa: ele cria coisas novas a partir de rotinas e de maneiras de proceder já estabelecidas". Portanto, para ensinar na área da saúde é importante que o professor tenha saber, o domínio da técnica e a partir daí, também com o uso de sua intuição improvise e crie, mantendo uma atividade de trabalho interativo. Por outro lado o aluno é uma pessoa que vai estabelecer as relações e interpretações a partir de suas vivências, perspectivas e interesse, transformando o conhecimento adquirido.
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)