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sindique este site
Sexta-feira, Junho 18, 2004
>Olá Aldo!
Pois é , quando a disciplina começa a chegar ao final é que percebemos o quão ela é importante e o quanto ela nos acrescentou (a nossa vida pessoal e ao nossa trabalho). Referente ao modo de dar aula, existem muitos modelos e métodos só que cada um exige disponibilidade para planejar, pesquisar, elaborar para a nossa aula ser bem dada. Quando damos uma aula diferente acabamos nos dando conta que aprendemos muito mais coisas se se tivéssemos nos restringindo a um modelo tradicional, fechado e linear. O novo sempre vai dar um frio na barriga. O novo e/ou o diferente é algo que instiga a imaginação ao mesmo tempo que dá medo, mas é assim que o homem aprende e foi assim que chegamos onde nos encontramos hoje, porque teve gente que não se contentou somente com aquilo que estava ali posto, resolver buscar conhecer o que não era conhecido. A apresentação das meninas foi muito boa. As pessoas percebem no final das apresentações que ninguém morreu por fazer um trabalho diferente, todos nos somos criativos, só temos receio de mostrar o que sabemos e o que podemos. Isso é um sintoma da formação que tivemos que na maioria das vezes restringe as nossas capacidades a meros reprodutores de saberes prontos e acabados.
Um abraço,
Sônia
Pois é , quando a disciplina começa a chegar ao final é que percebemos o quão ela é importante e o quanto ela nos acrescentou (a nossa vida pessoal e ao nossa trabalho). Referente ao modo de dar aula, existem muitos modelos e métodos só que cada um exige disponibilidade para planejar, pesquisar, elaborar para a nossa aula ser bem dada. Quando damos uma aula diferente acabamos nos dando conta que aprendemos muito mais coisas se se tivéssemos nos restringindo a um modelo tradicional, fechado e linear. O novo sempre vai dar um frio na barriga. O novo e/ou o diferente é algo que instiga a imaginação ao mesmo tempo que dá medo, mas é assim que o homem aprende e foi assim que chegamos onde nos encontramos hoje, porque teve gente que não se contentou somente com aquilo que estava ali posto, resolver buscar conhecer o que não era conhecido. A apresentação das meninas foi muito boa. As pessoas percebem no final das apresentações que ninguém morreu por fazer um trabalho diferente, todos nos somos criativos, só temos receio de mostrar o que sabemos e o que podemos. Isso é um sintoma da formação que tivemos que na maioria das vezes restringe as nossas capacidades a meros reprodutores de saberes prontos e acabados.
Um abraço,
Sônia
![Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil Prática Educativa é um projeto vinculado ao [zaptlogs] da ZAPT / UFRGS , Porto Alegre, RS, Brasil](http://www.ufrgs.br/tramse/bt/im/zaptlogo.jpg)