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Domingo, Setembro 05, 2004
História sobre ensino/aprendizagem: aula 25/08/04
Quando estava na sétima série do primeiro grau, minha turma assistiu o filme Sociedade dos Poetas Mortos, e ficamos todos bastante tocados com o filme. Na semana seguinte, uma professora que não tinha uma boa relação com a turma (costumava distribuir atividades e desaparecer por longos períodos), designou uma tarefa para ser feita até o final da aula, envolvendo um tema que não havia sido abordado em aula até então e cujo resultado deveria ser entregue com peso importante para a nota do bimestre. Tentamos argumentar contra a atividade e o critério, que considerávamos injusto, mas sem justificativas a professora disse que seria assim e ponto final. No intervalo da aula, nos reunimos e decidimos que não aceitaríamos aquilo e após o intervalo, totalmente influenciados pelo filme, ao meu sinal a turma subiria nas classes em sinal de protesto. Após a volta do intervalo, quando estávamos em contagem regressiva para a "subida nas classes", a vice-diretora abriu a porta e deu algum recado pouco relevante. Após sua saída, reiniciamos a contagem e então subimos nas classes! Foi algo bom de fazer, para os alunos pelo menos. A professora, até então com o poder e a decisão e sem razão, ficou atônita, caminhando de um lado para outro da sala, pedindo para que parássemos com aquilo. Não adiantando, saiu e foi pedir auxílio. Quando os professores da direção entraram na sala, ela falou que não entendia o que tinha acontecido, que após um recado da vice-diretora havíamos subido nas classes. Nem ao menos havia entendido (ou se permitido compreender) que era contra sua atitude que lutávamos. Após muita discussão, descemos e explicamos nossos motivos. A atividade foi cancelada. Nós, no fundo, sabíamos que passamos dos limites, mas não nos tinha sido dada a possibilidade de resolver o assunto da forma mais simples: o diálogo.
Andréia Biolo.
Quando estava na sétima série do primeiro grau, minha turma assistiu o filme Sociedade dos Poetas Mortos, e ficamos todos bastante tocados com o filme. Na semana seguinte, uma professora que não tinha uma boa relação com a turma (costumava distribuir atividades e desaparecer por longos períodos), designou uma tarefa para ser feita até o final da aula, envolvendo um tema que não havia sido abordado em aula até então e cujo resultado deveria ser entregue com peso importante para a nota do bimestre. Tentamos argumentar contra a atividade e o critério, que considerávamos injusto, mas sem justificativas a professora disse que seria assim e ponto final. No intervalo da aula, nos reunimos e decidimos que não aceitaríamos aquilo e após o intervalo, totalmente influenciados pelo filme, ao meu sinal a turma subiria nas classes em sinal de protesto. Após a volta do intervalo, quando estávamos em contagem regressiva para a "subida nas classes", a vice-diretora abriu a porta e deu algum recado pouco relevante. Após sua saída, reiniciamos a contagem e então subimos nas classes! Foi algo bom de fazer, para os alunos pelo menos. A professora, até então com o poder e a decisão e sem razão, ficou atônita, caminhando de um lado para outro da sala, pedindo para que parássemos com aquilo. Não adiantando, saiu e foi pedir auxílio. Quando os professores da direção entraram na sala, ela falou que não entendia o que tinha acontecido, que após um recado da vice-diretora havíamos subido nas classes. Nem ao menos havia entendido (ou se permitido compreender) que era contra sua atitude que lutávamos. Após muita discussão, descemos e explicamos nossos motivos. A atividade foi cancelada. Nós, no fundo, sabíamos que passamos dos limites, mas não nos tinha sido dada a possibilidade de resolver o assunto da forma mais simples: o diálogo.
Andréia Biolo.
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